Balé Folclórico da Bahia no Pelourinho – parte 1

ORIGEM
Criado em 1988, por Walson Botelho, dançarino e coreógrafo que hoje dirige a companhia, o Balé Folclórico é uma das manifestações artísticas mais representativas da cultura afro-baiana. Como se isso não bastasse, é a única companhia de dança folclórica profissional do país apresentando um currículo admirável, com grande sucesso em apresentações nacionais e internacionais.
O Balé tem sede em Salvador e fez a sua estréia durante o Festival de Dança de Joinville, mesmo antes de seu lançamento oficial, quando mais de 20.000 aplaudiram o espetáculo “Bahia de Todas as Cores”. A partir daí, já recebeu muitos prêmios, com destaque para o “Prêmio Mambembão”, oferecido pelo Ministério da Cultura, em 1996, como a melhor preparação técnica de elenco no País naquele ano.
Conheça o Balé Folclórico: Assista a uma de suas belíssimas apresentações no teatro Miguel Santana, Pelourinho(Salvador-Ba) ou entre no
 www.balefolcloricodabahia.com.br
A imagem que acompanha este texto é a representação gráfica de OXUM (pelo artista plástico Wilton Bernardo), um dos Orixás apresentados no Teatro Miguel Santana pelo Balé, tidas as noites, no Pelourinho.
Sobre o Orixá OXUM
Dona das águas. Na áfrica, mora no rio oxum. Senhora da fertilidade, da gestação e do parto, cuida dos recém-nascidos, lavando-os com suas águas e folhas refrescantes. Jovem e bela mãe, mantém suas características de adolescente.
Cheia de paixão, busca ardorosamente o prazer. Coquete e vaidosa, é a mais bela das divindades e a própria malícia da mulher-menina. É sensual e exibicionista, consciente de sua rara beleza, e se utiliza desses atributos com jeito e carinho para seduzir as pessoas e conseguir seus objetivos.
Quando orumilá estava criando o mundo, escolheu oxum para ser a protetora das crianças. Ela deveria zelar pelos pequeninos desde o momento da concepção, ainda no ventre materno, ate que pudessem usar o raciocínio e se expressar em algum idioma. Por isso, oxum é considerada o orixá da fertilidade e da maternidade.
Por sua beleza, oxum também é tida como a deusa da vaidade, sendo vista como uma orixá jovem e bonita, mirando-se em seus espelhos e abanando-se com seu leque (abebê ).
 
 
 
 
 

 

 

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