Livros digitais e mercado editorial na CBN Salvador

GRIOTI livros digitais

imagem ilustrativa

Na próxima quinta-feira, 2 de dezembro, o assunto na rádio CBN Salvador é
livros digitais, internet, iPad e outras tecnologias que direta ou
indiretamente, atingirão cada vez mais o mercado editorial. O bate-papo
acontece com os convidados baianos Fábio Mascarenhas e Wilton Bernardo,
responsáveis pela mais nova livraria digital do Brasil: www.grioti.com.br.
O programa começa às 10h.
Pode-se ouvir a rádio CBN Salvador pelo site www.ibahia.com.br.

 Assessoria GRIOTI livros digitais

Telefone: 71  4101-8390 | 3014-4331
Contato: livrosdigitais@grioti.com.br

Daniela Mercury vai bater um bolão

Daniela Mercury

Na próxima segunda-feira, 29, Daniela Mercury participará, ao vivo, do
programa Bem Amigos, da Sport TV. Além de grandes sucessos, Daniela
cantará suas novas músicas de trabalho: “Iluminado” e “É Carnaval”. Na
conversa, muito futebol e um pouquinho sobre a gravação do próximo DVD da
artista, o sexto da carreira, que acontecerá durante a festa de Reveillon
desse ano, em Copacabana, no Rio de Janeiro.
Com apresentação de Galvão Bueno, o programa começa às 21hs.

Fonte: Assessoria Daniela Mercury (Canto da Cidade)

Como misturar e-books com acarajé e um pouco de chimarrão


O mundo digital não tem fronteiras e a grande revolução do e-book está na logística e distribuição dos livros. A maior prova disso é a mais recente livraria digital do mercado brasileiro: a baianérrima Grioti. É isto mesmo. A nova concorrente da Gato Sabido, Cultura e Saraiva está baseada ali na Baía de Todos os Santos, na cidade de Salvador. Inaugurada na última segunda-feira, 22/11, a e-bookstore baiana já conta com 350 livros à venda e é uma iniciativa do designer gráfico Fábio Mascarenhas e do publicitário Wilton Bernardo. “Como eu já atuava como designer na produção gráfica de livros, surgiu o desejo no ano passado de estudar melhor o mercado do livro digital”, conta Fábio com seu sotaque soteropolitano. “Pensamos e decidimos montar uma empresa de produção editorial digital, mas depois, conversando com meu sócio resolvemos dar enfoque total na livraria”, explica.

No momento, a Grioti utiliza a plataforma tecnológica de distribuição da carioca Xeriph, enquanto negocia individualmente com cada editora. Sá Editora e Freitas Bastos são as editoras com maior número de títulos por enquanto. “Ainda existe um bloqueio dos editores e não conseguimos avançar tão rápido como gostaríamos”, explica Fábio, lamentando que uma simples assinatura de contrato se estenda às vezes por muitos dias. “A editora mais rápida de fechar negócios foi a Caki Books”, conta o e-livreiro baiano, mas aí foi fácil porque a editora carioca divide o espaço físico com a própria Xeriph no Rio de Janeiro.

A Grioti pretende aumentar seu catálogo em pelo menos 1.000 títulos até o final do ano, além de oferecer aos editores a possibilidade de vender e-books apenas com uma marca d’água, sem DRM (digital rights management) – atualmente, todos os livros que vende via Xeriph são DRMizados. Com o sistema de marca  d’água, que insere em cada arquivo informações que identificam o comprador, o público leitor ganha liberdade para ler o livro comprado em qualquer computador ou e-reader, com menos complicações que o sistema de DRM da Adobe Editions. É justamente para fazer seu catálogo crescer e oferecer a marca d’água que a Grioti está fechando uma parceria com a gaúcha Simplissimo, detentora da plataforma Stealth, criando assim a primeira iniciativa baiano-gaúcha do mercado digital. “Até o fim do ano, a plataforma da Simplissimo estará integrada ao nosso sistema como seu catálogo de livros e a opção de marca d’água”, comemora Fábio.

E, afinal, estar em Salvador ajuda ou atrapalha? “Muitas vezes ajuda porque as pessoas adoram a Bahia e o processo desenvolve mais rápido. Outras vezes, parece que protelam ainda mais”, conta Fábio. O nome da loja, aliás, tem pouco a ver com a Bahia, mas é tipicamente baiano. Griot é o nome de trovadores típicos da África Ocidental, verdadeiros contadores de histórias que mantêm a tradição oral local. Mas ser apenas africano não era algo baiano o suficiente. “Resolvemos colocar um ‘I’ no final para ficar Grioti e ter mais sonoridade”, explicou o e-livreiro. Aí sim, Grioti ficou muito baiano. E com muito axé.

PS: O Tipos Digitais testou o site da Grioti, que usa o sistema do PagSeguro, e a compra ocorreu tranquilamente. O livro também abriu sem problemas no Adobe Editions, de onde é possível passá-lo para devices compatíveis, como o Cooler e o Sony Reader.

Fonte: http://www.tiposdigitais.com (25/11/2010)

Músicos. Temos muito o que aprender com eles – Produtora divulga preços dos shows de Amy Winehouse no Brasil

Não! Não eu não estou louco por estar postando notícia de Amy no blog que tem claramente interesses nas artes gráficas. EU pensei, repensei, e vi que realmente tinha mais é que postar mesmo notícia. Já que a intenção é ter o blog como uma das formas de diálogo e orientação para nossos alunos das Oficinas de Quadrinhos, que essas dicas, que os esclarecimentos sobre a profissionalização possa vir de outras fontes. SIm, temos muito o que aprender, e perceber (e porque não) com artistas de outras expressões.
Então, aqui está a notícia. Depois que ler, me diga: qual a lição que você tira disso?

A produtora Mondo Entretenimento confirmou os preços dos shows de Amy Winehouse no Brasil. No Rio, os ingressos custam de R$ 700 (pista premier e camarotes) a R$ 180 (cadeira nível 3). Em Florianópolis, as entradas saem por R$ 300 (camarote) e R$ 100 (pista). Os preços dos ingressos para Recife e São Paulo ainda não foram divulgados.
Os shows da cantora inglesa acontecerão em Florianópolis (no dia 8), Rio de Janeiro (11), Recife (13) e São Paulo (15).

As vendas começaram nesta terça (23) no site http://www.livepass.com.br e pelo telefone 4003-1527 (custo de ligação local).

Confira abaixo os locais em que Amy se apresentará:

Florianópolis
Quando:
8 de janeiro
Onde: Summer Soul Festival, no clube Pachá  – Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho, 2500, Jurerê Internacional
Quanto: R$ 300 (camarote) e R$ 100 (pista)

Rio de Janeiro
Quando:
11 de janeiro
Onde: HSBC Arena – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca
Quanto: R$ 700 (pista premier e camarotes), R$ 280 (pista), R$ 340 (cadeira nível 1) e R$ 180 (cadeira nível 3)

Recife
Quando:
13 de janeiro
Onde: Centro de Convenções de Pernambuco – Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho

São Paulo
Quando:
15 de janeiro
Onde: Arena Anhembi – Avenida Olavo Fontura, 1209, Santana

Pra finalizar, observem que por mais “porra louca” que Emy possa parecer, existe uma “Produtora” devidamente citada já no título, e uma organização na venda e anúncio dos ingressos! Fica a (boa) dica pra nós, hein!
Abraço!!!!!!
; D
Wilton Bernardo

“Harry Potter 7” tira “Tropa de Elite 2” do topo e faz a segunda maior abertura do ano em público

O sétimo filme da franquia “Harry Potter” atingiu a segunda maior abertura do ano em público ao levar às salas 1,2 milhão de espectadores no último final de semana (19 a 21 de novembro). O número, estimado pela Warner Bros. – que distribui o filme – está sujeito a atualização pois, devido a um problema na apuração, ainda faltam dados de alguns exibidores.

A informação coloca “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1” atrás de “Tropa de Elite 2” no ranking de maiores aberturas de 2010, já que este último teve público de 1,3 milhão. Em renda, “Harry Potter 7” alcançou cerca de 12 milhões e “Tropa de Elite 2” 14,8 milhões. Os dados são do site Filme B. Lembrando que o termo abertura se refere ao primeiro final de semana de um filme em cartaz.

Em comparação com outras aberturas desta década, “Relíquias da Morte 7” fica em sexta posição, sendo as anteriores ocupadas, respectivamente, por “Homem-Aranha 3”, “Lua Nova”, “Homem-Aranha 2”, “Tropa de Elite 2” e “Homem-Aranha”. Da sétima até a décima posição estão, na ordem, “A Era do Gelo 3”, “Eclipse”, “Shrek Terceiro” e “Harry Potter e o Cálice de Foto”.

Embora tenha ficado atrás de “Tropa de Elite 2” em abertura, “Relíquias da Morte” tirou o filme de José Padilha (em cartaz desde 8 de outubro deste ano) do topo das bilheterias. Em renda, foram 12 milhões para o bruxo, contra 1,9 milhão para o Coronel Nascimento (dados do filme B).

“Relíquias da Morte”, dirigido por David Yates, é uma adaptação do sétimo livro da série “Harry Potter”, escrita por J. K. Rowling. O filme estreou no Brasil em 19 de novembro e, segundo a distribuidora Warner, é exibido em 923 salas do Brasil. Lançado simultaneamente nos EUA e em outros 91 territórios, obteve faturamento total de US$ 330,1 milhões no fim de semana, sendo US$ 125,1 milhões dos EUA e US$ 205 milhões dos outros mercados.
Fonte: UOL (22/11/2010)

“Eu era a única que quebrava as regras e desenhava as coisas sujas que garotas não deveriam”

Senhoras e senhores, a Senhora Moore…. mas falando assim, pare muito machista essa forma de apresentar uma das trasngressoras dos quadrinhos não é? Afinal de contas, ela mostrou muito mais ousadia do que muito “macho cartunista” por ai (rs). O site G1 fez uma matéria com alguns trechos de comentários da Melinda Gebbie, quando ela veio ao Rio Comicom 2010(9 a 14/11) e a Oficina HQ achou que seria legal registrarmos aqui, pra vocês:

Considerando a sua certidão de casamento, é difícil para os fãs de histórias em quadrinhos não associarem imediatamente a desenhista Melinda Gebbie com a denominação de “a mulher do Alan Moore”. Moore é o escritor de graphic novels como “Watchmen”, “V de vingança” e “Do inferno”, todas consideradas obras-primas de modo quase unânime entre críticos e leitores de HQs em todo o mundo.
Mas Melinda, que participa de um debate sobre quadrinhos britânicos nesta sexta-feira (12) na Rio Comicon, tem história e brilho próprios. Nascida em San Franciso, nos Estados Unidos, foi uma das primeiras mulheres a se aventurar pelo então machista universo dos quadrinhos underground.
Suas primeiras HQs apareceram no início da década de 70 na hoje extinta publicação alternativa “Wimmen’s Comix”, ao lado de outras pioneiras como Trina Robbins, Terry Richards, Aline Kominsky e Lora Fountain – estas duas últimas viriam a se casar pouco mais tarde com os papas do undergound Robert Crumb e Gilbert Shelton.
Em entrevista ao G1 realizada nesta quarta-feira – assista aos melhores momentos no vídeo acima -, Melinda lembrou que era vista como uma das mais corajosas entre elas, comparada com frequência a S. Clay Wilson, outro ícone da HQ alternativa daquela época. “Isso para mim foi muito lisongeador, porque acho que ele era um dos melhores. Seus desenhos eram elaborados e loucos, divertidos e ao mesmo tempo meio repugantes”, explica. “Eu acho que ele quebrou mais regras do que qualquer outro. E eu fui considerada versão feminina de S. Clay Wilson porque era a única mulher que quebrava regras e desenhava as coisas sujas que as garotas não deveriam.”

E, diferentemente do que se poderia imaginar, o embate de Melinda não era apenas contra os “caretas” da sociedade daquela época mas também contra os próprios quadrinistas alternativos homens que já gozavam de um certo sucesso em meados dos anos 70 quando as meninas tentavam abrir seu espaço nesse universo. “Era uma espécie de ‘Clube do Bolinha’. Nós tivemos que montar nosso pequeno acampamento perto do clube dos meninos, mas não muito perto ou eles viriam bater na nossa porta e atirar papel higiênico em chamas pela janela. Era essa mentalidade.”

Numa resposta à sua maneira a autores como Robert Crumb, que não raro colocavam mulheres em situações submissas e de exploração sexual em suas histórias, Melinda conta que criou uma HQ para o primeiro número da revista “Wet Satin” em que a personagem era uma mulher que mantinha os homens escravos em seu porão.

“Foi um troco irritado ao tipo de misoginia impensada que existia nos quadrinhos masculinos, mas que nunca era tratada em público. ‘Esse é só o tipo de quadrinhos que os homens estão fazendo’. E, quando uma mulher fez igual, disseram: ‘Ó, meu Deus, a cultura está se despedaçando!'”, ironiza.

Mas ao menos um deles não se ofendeu e, anos depois, quando conheceu Melinda, disse que havia adorado a história: o escritor britânico – e então seu futuro marido – Alan Moore.

Quebrando tabus
Alan e Melinda começaram a trabalhar juntos em 1989, em uma ambiciosa e, é claro, provocativa história que colocava três das maiores protagonistas de livros infantis – Alice, de Lewis Carroll, Dorothy, de ‘O mágico de Oz’, e Wendy, de “Peter Pan” – em uma aventura nada inocente rumos às suas próprias descobertas sexuais.

Compilada em três densos volumes que beiram a pornografia, a HQ “Lost girls” – lançada no Brasil pela editora Devir – retrata Alice como uma senhora lésbica de 60 anos, Wendy como uma aristocrata mal-resolvida de 40 e Dorothy como uma caipira de 20 com apetite sexual insaciável.

Fundamentada em uma consistente pesquisa histórica e cultural da época, a sofisticada trama se passa na Áustria entre os anos de 1913 e 1915 em meio a episódios conhecidos como a estreia do balé “A sagração da primavera”, de Stravinsky, o assassinato do Arquiduque Francisco Ferdinando, e o início da Primeira Guerra Mundial.

O trabalho levou 18 anos até finalmente chegar às livrarias e acabou transformando o que era então uma simples colaboração de trabalho em uma relação para a vida toda – Moore e Gebbie se casaram em 2007, um ano depois de “Lost girls” ser lançado.

“Foi um relacionamento muito organizado, porque o livro abriu tantas vulnerabilidades em nós dois como pessoas, mas não há outra maneira de dizer: é como levar uma vida sexual diante de uma multidão”, diz Melinda. “Acontece em casa, mas as pessoas vão discutir essas coisas em algum momento, como nós estamos fazendo agora.”

Para a desenhista, no entanto, o que salvou a relação – e a continuidade do trabalho em “Lost girls” – foi o fato de terem se mantido em casas separadas durante toda a realização da obra.

“Não acho que duas pessoas que estejam colaborando em algo como isso possam viver juntas. Porque [tem] todas as coisas do dia-a-dia, como ‘Onde está a pasta de dentes? ‘ ou ‘Por que você aumentou o aquecedor do banheiro?’ Não dá para ter isso quando se está colaborando em um trabalho [que exige essa] alquimia como ‘Lost girls'”, defende. “Eu lembro que tivemos uma briga bem pequena sobre algo, como qualquer casal teria, e eu fui trabalhar em um desenho da Dorothy e acabei desenhando seu rosto de um modo meio cavernoso porque eu estava infeliz que tínhamos brigado. Então, tudo o que a gente faz afeta o nosso trabalho. E tudo o que o nosso trabalho faz nos afeta também. É como uma câmara de eco.”
A fórmula secreta de ‘Batman’
Da mesma maneira que o marido, que não gosta nem de ouvir falar sobre as adaptações de seus quadrinhos para o cinema, Melinda Gebbie também deixa claro que não tem interesse em se misturar com gente de Hollywood. Nem mesmo aqueles tipos supostamente mais insuspeitos. Perguntada sobre o que achou da versão de Tim Burton para “Alice”, a coautora de “Lost girls” tentou, tentou, tentou… mas não conseguiu segurar a alfinetada: “Sim, eu vi o filme… Hmmm… Sim… Tim Burton… Hã… Tim Burton veio até a cidade de Alan [Northampton, Inglaterra], o levou para tomar uma cerveja e disse: ‘Como transformo Batman em um sucesso?’ E Alan deu uma descrição bem cuidadosa de como fazer um bom filme. Tim pagou a ele uma cerveja e se foi”, conta, sugerindo que o cineasta tomou emprestadas as ideias de seu marido e nunca creditou ou agradeceu. “Isso ilustra levemente o que eu penso sobre Tim Burton”, desabafa.

E quanto à “Alice”? “Não acho que seja um filme muito interessante, na verdade. Acho que a moça que a interpreta é uma atriz muito boa – eu a vi na série de TV ‘In treatment’. Acho que os efeitos são bons. Tim Burton sempre usa bem os efeitos, mas acho que os diálogos, o argumento e tudo o mais são tipo ‘Por que você não arranjou um escritor?'”, debocha. “Sim… para ser absolutamente honesta, achei um filme decepcionante. Parece ter um estilo cosmético, mas acho que não tem conteúdo. E eu vi muitas adaptações de ‘Alice’.”
Esta é Melinda Gebbie, senhoras e senhores.

Fonte: www.g1.globo.com

A revolução dos livros

Todos sabem que o mundo está em constante evolução. Mas tem momentos em que determinadas evoluções causam verdadeiras revoluções. Após a música e os filmes, em meio a dúvidas e incertezas, chegou a hora dos livros, ou melhor, dos livros digitais ou e-books.

Mas qualquer dúvida ou receio passam longe da GRIOTI, a mais nova Livraria Digital do Brasil que surge no cenário atual funcionando a todo vapor a partir de 22/11/2010 no endereço eletrônico www.grioti.com.br

Num momento de transição, compreensão, experimentação, mas também de ousadia, a nova livraria digital surge vendendo títulos de dezenas de editoras e fechando novas parcerias. Assim, garante até final de dezembro um aumento de mais de 1.000 livros em seu acervo. O diferencial da Grioti é trabalhar com duas formas de proteção: o DRM Adobe, que protege o livro contra cópias mas restringe o uso do arquivo a aparelhos eletrônicos e softwares compatíveis com essa tecnologia; e o Marca  d´água, que insere em cada arquivo informações que identificam o comprador. Isso permite que o usuário tenha liberdade para ler o livro comprado em qualquer computador ou eletrônico capaz de ler um arquivo ePub ou PDF dependendo do formato do livro escolhido. Mas é importante dizer que todo controle tanto quanto ao formato do e-book (PDF ou ePub) como o tipo de proteção escolhida é de responsabilidade exclusiva da editora que possui os direitos da obra.

Nesse momento, é preciso entender algumas novidades: O surgimento de dispositivos eletrônicos que mais parecem mini computadores e a popularização do e-book reader no mercado brasileiro. Entendendo que atualmente alguns já estão totalmente inseridos no contexto mas muitos ainda precisam entender todo o processo bem como funcionalidade, a GRIOTI através de seu Blog (www.grioti.com/blog), vai esclarecer informações básicas e tirar dúvidas acerca dos livros, leitores, dispositivos diversos e publicações digitais.

A GRIOTI, livraria exclusivamente digital acredita num mundo de possibilidades e liberdade sempre com foco no usuário porém respeitando as obras e os direitos de quem as detém, por isso aposta no modelo Marca d’ água como tipo de proteção mais adequado a editores, escritores e leitores, por ser uma proteção que não impede o arquivo de ser lido no imenso universo de gadgets tais como iPhone, iPod Touch, iPad, Smartphone, tablet, e nos diversos e-book readers.

O que: Lançamento da GRIOTI Livraria digital
Quando: a partir de 22 de novembro de 2010
Endereço: www.grioti.com.br
Blog: www.grioti.com/blog
Informações: (71) 4101-8390/ 3014-4331, livrosdigitais@grioti.com.br

Oficina HQ & Café Terrasse



AOficina de Quadrinhos inicia hoje, 20 de novembro, na Aliança Francesa(Ladeira da Barra), das 14:30 às 16:30h. Além de uma vista privilegiada, os inscritos na Oficina, receberão a cortesia de um café expresso ou um chocolate quente (50ml) do Café Terrase ( (71)3012-1584 ), localizado, dentro da Aliança Francesa.
Sejam todos bem vindos à Oficina de Quadrinhos !!!! E quem estiver na dúvida, decida-se enquanto ha tempo!
Ação Cultural Oficina HQ
(71) 3014-4331 | 8807-4331

Promoção RED & Oficina HQ

Quem não gosta de ganhar brindes ou presentes, pode parar de ler este “Post”, pois o assunto aqui é esse: brindes, presentes. A Oficina HQ faz uma promoção com o filme RED – Aposentados e Perigosos com um único motivo: te dar brindes! Veja como ganhar!
Os alunos que participarão da nova turma de Quadrinhos, com início em 20 de novembro participarão de sorteio concorrendo a ingressos para assistir ao filme e também poderão ganhar mousepad´s personalizados com tema do filme!
Mas quem não será aluno da Oficina também concorre. Basta enviar um E-mail dizendo( quadrinhos_ssa@hotmail.com) : “quero ingressos e brinde do filme RED”.
Dia 20, sortearemos tanto os alunos, como os que não são alunos!
Aguarde e confie!

SESC BAHIA E WILTON BERNARDO Apresentam a exposição LAÇO AFRO

"Eparrei", de Wilton Bernardo, na exposição "Laço Afro"

Em comemoração ao mês da Consciência Negra, o artista plástico Wilton Bernardo expõe 15 trabalhos intituladas “Laço Afro”, no Sesc – Aquidabã. As obras são versões originais de orixás como Yemajá, Iansã, Oxum, Oxalá, além de alguns símbolos e grafismos que remetem a cultura africana.

A exposição estará aberta ao público a partir do dia 17, e pode ser vista até o dia 30 deste mês, sempre de segunda a sexta, das 9h às 18h.

"Antílope", um dos trabalhos na exposição "Laço Afro"

As 15 obras selecionadas para a exposição fazem parte do resultado de uma pesquisa iniciada em 2004, quando o artista foi convidado a produzir ilustrações de orixás que estampariam as roupas dos músicos de Mariene de Castro, na época do lançamento do seu primeiro CD.
 
Como revela o trecho da música “Ilê! Pérola Negra” (O Canto do Negro), composta por Miltão, Renê Veneno e Guiguio, esse desejo de entender, aprender, e também propagar acerca desse laço afro que é de todo brasileiro, tem sido uma das maiores metas do artista plástico Wilton
Bernardo que há 6 anos vem produzindo suas ilustrações sobre a cultura
africana e afrobaiana. À medida que exercita a simplificação do traço, experimenta o enriquecimento do afro em seus trabalhos.
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O quê? Exposição Laço Afro – por Wilton Bernardo
Onde? Sesc – Aquidabã – Avenida Marechal Castelo Branco, 336 – Aquidabã, Salvador – BA
Quando?  Visitação pública: 17 a 30 de novembro de 2010, de 9 às 18h – ENTRADA FRANCA!
 
Fidelis Tavares
Assessoria de Comunicação
(71) 9929-1185 – fideltmelo@gmail.com
www.wiltonbernardo.com