Caricatura reúne todos os ministros do governo Dilma

Bira Dantas faz caricatura de Dilma e sua trupe

Ilustração de Bira Dantas retrata presidente, vice e os 37 nomes do 1º escalão.
Bira é um cartinista super talentos. A Oficina HQ teve o prazer de contar com sua participação num dos projetos mais bem-sucedidos da Ação Cultural: a Axé Comics – Mostra de Humor com Sotaque Baiano, evento com muitos apoiadores (EBEC Escola de inglês, Objetiva Foto filme e gráfica Cartograf) além do patrocínio master da Caco de Telha. Quem quiser  rever a exposição Axé Comics, clica aqui: http://www.oficinahq.com/axecomicsite/index.htm

Fonte: http://g1.globo.com 
por Wilton Bernardo

Com roteiro de Harvey Pekar, HQ retrata a geração beatnik

Reprodução do livro "Os Beats", HQ com roteiro Harvey Pekar, queridinho da cena underground

A geração beat, expoente da contracultura norte-americana dos anos 50, já está beirando o mainstream.

A afirmação talvez seja exagerada. Mas surge no contexto do lançamento de filmes como “On the Road”, dirigido por Walter Salles, e “Uivo”, estrelado por James Franco e Mary-Louise Parker.

Há também lançamentos e reedições de livros e, ainda, a HQ “Os Beats”, publicada em 2009 nos EUA e agora aqui.

O gibi tem roteiro de Harvey Pekar (1939-2010), queridinho da cena underground. A edição é de Paul Buhle.

Os dois dividiram os autores e os eventos da cena beat em capítulos, convidando Ed Piskor para ilustrar a maioria deles. Outros episódios foram traçados por artistas alternativos como Anne Timmons e Trina Robbins.

Personagens aparecem e desaparecem, conforme o gibi é lido. Mudam, com o tempo. O Jack Kerouac de sua própria biografia, por exemplo, não é o mesmo do capítulo sobre San Francisco. E reaparece nas histórias de Allen Ginsberg, William Burroughs e outros comparsas.

Em alguns trechos, a HQ parece uma coleção de curiosidades ilustradas _e às vezes há falta de continuidade entre elas. Além do traço acinzentado de Piskor, destacam-se desenhos sombreados de Summer McClinton. O episódio “City Lights”, de Jay Kinney, Paul Buhle e Nancy Peters, é outro ponto alto.

Mas, ao contrário do movimento beatnik, o gibi não é um trabalho de inovação, de escrita experimental nem de perspicácia, segundo o repórter da FOlha de São Paulo Diogo Bercito.
EU ainda não li a obra, portantonão tomo partido. Apenas estou dando o serviço. 

OS BEATS
AUTORES Harvey Pekar, Ed Piskor, Paul Buhle
TRADUTOR Erico Assis
EDITORA Benvirá
QUANTO R$ 39,90 (202 págs.)

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Alice, do país das maravilhas para o mundo digital

Então, a famosa obra, publicação lançada em 1965 pelo professor de Charles Lutwidge Dodgson (sob pseudônimo de Lewis Carroll) transporta Alice para o mundo digital, lúdico, fantasioso e portátil, como não poderia deixar de ser. Aliás, está é uma das grandes e melhores vantagens dos dispositivos eletrônicos, sem contar com o grande conforto para os olhos dos leitores de livros digitais ( eBook readers).

Mas enfim, seja com um dispositivo, ou mesmo no seu PC, você tem ao seu dispor muito mais do que a história original de Aline no país das maravilhas! Para despertar o interesse dos internautas, a editora Zahar lançou além da obra, o seguinte conteúdo adicional:

1) todas as ilustrações originais de John Tenniel, também esboços recém-descobertos

2) introdução situando Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho no contexto da Inglaterra vitoriana

3) bibliografia da obra de Lewis Carroll, enriquecida com edições em português

4) filmografia, com todos os filmes já produzidos sobre Alice…A história

Através da editora Zahar, você dispõe em sua livraria digital: GRIOTI. Vale lembrar que para os menos curiosos, dispomos de um livro sem o conteúdo adicional, e consequentemente, mais barato.

PRA SENTIR O GOSTINHO – TRECHO DO LIVRO

Título Original: The Pool of Tears. Como resultado de comer o bolo, Alice cresce até atingir 9 metros de altura. Triste por não conseguir entrar no jardim, chora tanto que cria um lago de lágrimas. O Coelho Branco atravessa o átrio e ao ver Alice tão grande, deixou cair as luvas brancas e o leque que trazia enquanto fugia rapidamente. Alice apanhou-os do chão, e como estava calor, não parou de refrescar-se com o leque que, sem se aperceber de imediato, reduziu-lhe a altura; mas felizmente ela parou de o abanar antes do seu desaparecimento total. Entretanto escorregou e mergulhou até ao pescoço no lago de lágrimas que ela própria criou. Aí encontra o Rato que acaba por a ajudar a atravessar o lago. Na costa, encontra uma grande quantidade de aves e outros animais; todos molhados tentam assim arranjar uma solução para secarem o pêlo e as penas, preocupados com as doenças que poderiam apanhar se continuassem encharcados

Serviço:
O quê: livro Alice no país das maravilhas, em formato digital
Onde: GRIOTI livros digitais (www.grioti.com.br)

Se você já leu, deixe seu comentário, para ajudar a orientar quem ainda não conhece a obra!

Fonte: http://www.grioti.com.br/blog/

HQ: TAXI de Gustavo Duarte

Com tiragem limitada a 2 mil exemplares e prefácio dos irmãos Fábio Moon e Gabriel Bá, “Taxi” segue o mesmo formato de “Có!” (edição esgotada), primeira HQ de Gustavo Duarte publicada de forma independente em 2009 que conquistou dois prêmios 22ª edição do Troféu HQMix — na categoria Publicação Independente Edição Única e Desenhista Revelação.

Assim como “Có!”, a revista “Taxi” foi lançada primeiro nos EUA. Em outubro Gustavo participou da NYCC (New York Comic Con). No Brasil, em novembro “Taxi” foi apresentada nas cidades de São Paulo, Bauru, Londrina e Rio de Janeiro (Rio Comicon). Na última etapa da turnê, “Taxi” foi apresentada e autografada no Nordeste — exclusivamente em João Pessoa-PB — no dia 11 de dezembro na loja Comic House, no bairro de Tambaú.

Revista Taxi Gustavo Duarte lançamento Nordeste

Ainda não vi de perto o trabalho do Gustavo, mas estou curioso.
W. Bernardo

Fonte: http://pt-br.paperblog.com

Britney Spears em HQ biográfica da Bluewater

Capa da revista em quadrinhos FAME "Britney Spears"

Realmente não entendi nada quando li essa notícia: . A cantora e dançarina Britney Spears será a próxima estrela da série de biografias em quadrinhos Fame, da editora norte-americana Bluewater Productions.

FIco a me perguntar cá com meus botões: será mesmo que Britney quer ver sua história contada a essa altura do campeonato? Não sei se é final de primeiro ou segundo tempo pra ela, nem sei se ela está neste momento, no banco de reserva, parodiando com uma partida de futebol, mas, que este é um péssimo momento pra contar história da vida, isso eu estou convencido.  
E a revista, será que também não está se arriscando demais?
Bom, a sorte está lançada para a revista.

Com roteiro de CW Cooke e arte de Ricardo Jaime, a HQ contará um pouco da vida e da trajetória artística da popstar, mas não há informações sobre se os escândalos com álcool, drogas e prisões envolvendo a cantora serão tratados na edição.

Fame: Britney Spears tem 32 páginas coloridas e chegará às comic shops dos Estados Unidos em março de 2011, ao preço de US$ 3.99.

Texto: W. Bernardo

Mauricio de Sousa e Cebolinha comemoram aniversário

imagem de Cebolinha e Maurício, divulgadas pelo Terra

O pai da Turma da Mônica Mauricio de Sousa e um de seus personagens mais célebres, Cebolinha, fazem aniversário juntos nesta quarta-feira (27). O ilustrador comemora 75 anos, enquanto o personagem completa 50, desde a sua criação.

O autor, que criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu, em 1959, já alcançou o número de um bilhão de revistas publicadas no mundo inteiro e tem mais de 200 personagens, sendo Mônica, Magali, Cebolinha, Cascão e Franjinha os mais famosos da turminha.

O reconhecimento por seu trabalho vem até hoje. Em 2007, o UNICEF (Fundo das Nações Unidas para Criança e Adolescência) nomeou a personagem Mônica, que foi criada com inspiração na filha de Mauricio, como embaixadora.

Sua mais recente criação foi a Turma da Mônica Jovem, com os personagens tradicionais crescidos dos 7 para os 15 anos de idade.

Cebolinha vira “cinquentão”
Cebolinha estreou nos jornais em outubro de 1960. Apareceu como um menino de cabelos desgrenhados, que trocava o “r” pelo “l” nas tiras do personagem Franjinha. Sucesso de público, ganhou sua própria revista em janeiro de 1973, pela Editora Abril.

Hoje, não há quem não conheça o Cebolinha, que vive criando planos infalíveis contra a Mônica e se tornou uma das referências para falar da turma.

Em novembro, chega às bancas a edição especial colorida Turma do Cebola Jovem e, na sequência, sairá o livro Cebolinha 50 anos, com histórias do personagem ao logo desse meio século.

Fonte: http://www.terra.com.br

Governo Dilma mantém quadrinhos no PNBE

O PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) vai manter obras em quadrinhos nos lotes de livros comprados para escolas de todo o país.
O governo federal divulgou nesta semana o edital de seleção das obras. O texto menciona especificamente o interesse por quadrinhos.
Segundo o edital, aceitam-se “livros de imagens e livros e histórias em quadrinhos, dentre os quais se incluem obras clássicas da literatura universal, artisticamente adaptadas ao público dos anos iniciais do ensino fundamental”.
O edital usa o mesmo texto para os ensinos médio e educação de jovens e adultos. Muda apenas as palavras finais, adequando à respectiva série.

                                              ***

O programa manteve a tendência de priorizar no texto do edital as adaptações literárias em quadrinhos. Cada compra varia entre 15 mil e 48 mil exemplares.
Na prática, significa que a troca de comando, com a saída de Luiz Inácio Lula da Silva e a entrada de Dilma Roussef na presidência, não alterou a política do PNBE.
O texto está disponível no site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, que coordena o processo de seleção. O órgão é ligado ao Ministério da Educação.
As editoras têm até o dia 23 de janeiro para fazerem a pré-inscrição das obras. Os títulos selecionados serão distribuídos nas escolas em 2012  Escrito por PAULO RAMOS
Fonte: http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br

O PNBE (Programa Nacional Biblioteca da Escola) vai manter obras em quadrinhos nos lotes de livros comprados para escolas de todo o país.
O governo federal divulgou nesta semana o edital de seleção das obras. O texto menciona especificamente o interesse por quadrinhos.
Segundo o edital, aceitam-se “livros de imagens e livros e histórias em quadrinhos, dentre os quais se incluem obras clássicas da literatura universal, artisticamente adaptadas ao público dos anos iniciais do ensino fundamental”.
O edital usa o mesmo texto para os ensinos médio e educação de jovens e adultos. Muda apenas as palavras finais, adequando à respectiva série.

                                              ***

O programa manteve a tendência de priorizar no texto do edital as adaptações literárias em quadrinhos. Cada compra varia entre 15 mil e 48 mil exemplares.
Na prática, significa que a troca de comando, com a saída de Luiz Inácio Lula da Silva e a entrada de Dilma Roussef na presidência, não alterou a política do PNBE.
O texto está disponível no site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, que coordena o processo de seleção. O órgão é ligado ao Ministério da Educação.
As editoras têm até o dia 23 de janeiro para fazerem a pré-inscrição das obras. Os títulos selecionados serão distribuídos nas escolas em 2012.

FOnte: http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br  (PAULO RAMOS)

Darwin no Brasil: HQ em formato Digital

Imagem ilustrativa

A GRIOTI livros digitais oferece “Darwin no Brasil”, uma história em quadrinhos de Flávio Dealmeida em formato digital. Em 2009, através da Vieira & Lent Casa Editorial o álbum foi lançado em formato impresso pelo cartinusta, colaborador da revista MAD.

Agora, através de seu leitor de livro digital (eBook reader), PC ou Notebook você curte a “aventura” de Darwin que embarcou no Beagle com apenas 22 anos e durante sua estadia no Brasil viveu intensamente todos os acontecimentos. Ficou indignado com a escravidão e maravilhado com a exuberância da floresta tropical. Participou de muitas aventuras. Conheceu o carnaval de Salvador, viajou a cavalo pelo interior do Rio de Janeiro, morou em uma casinha em Botafogo, provou comidas típicas pelo interior, adentrou a floresta e se encantou com a descoberta de plantas e insetos.
Entregou-se com tanta intensidade à viagem que até descobriu o significado da brasileiríssima palavra saudade.

Darwin no Brasil é o primeiro título de quadrinhos disponível pela GRIOTI, mas se depender da disposição dos sócios Fábio Mascarenas e Wilton Bernardo, este será o primeiro de muitos outros lançamentos. Motivo para os quadrinhos ganharem mais atenção pela livraria digital não faltam. Bernardo é o coordenador da Oficina HQ (WWW.oficinahq.com), instituição que realiza oficinas e exposições.

“Torcemos para a boa receptividade do quadrinho Darwin no Brasil em formato digital, mesmo porque a leitura confortável que o leitor de livro digital oferece é mais do que suficiente pra afirmarmos que o formato digital é um caminho sem volta” conclui W. Bernardo.

O que: Lançamento da história em quadrinhos Darwin no Brasil
Onde: www.grioti.com.br
Blog: www.grioti.com/blog
Editora
:
Informações
: (71) 4101-8390/ 3014-4331, livrosdigitais@grioti.com.br

No mês da consciência negra Wilton Bernardo mostrou seu Laço Afro

Wilton Bernardo (11/2010)

Foto: CLaudio Guimarães

 Na noite de 16 de novembro de 2010, na área externa do Serviço Social do Comércio (Sesc Aquidabã),  foi lançada a exposição intitulada “Laço Afro”, do artista plástico Wilton Bernardo, em comemoração ao mês da Consciência Negra.

Por – Fidelis Tavares

Para a composição da exposição foram selecionadas 15 peças inspiradas na cultura afrobaiana, que segundo o autor são parte do resultado de uma pesquisa iniciada em 2004. Na época o artista fora convidado a produzir ilustrações de orixás, que estampariam as roupas dos músicos de Mariene de Castro, na época do lançamento do seu primeiro CD.

Iansã, de Wilton Bernardo (11/2010)

“As obras são versões originais de orixás como Yemajá, Iansã, Oxum, Oxalá, além de alguns símbolos e grafismos que remetem a cultura africana”, explica Wilton. Os traços simples são características do artista e puderam ser observados pelos primeiros visitantes, ainda no coquetel.

“Tenho a impressão que foi pintada à mão. As peças são bem originais e bem traçadas”, encanta-se Ernaide Silva Melo, gerente da unidade Sesc Aquidabã. Ela foi uma das responsáveis por levar as obras de Wilton Bernardo ao Sesc. “Estávamos em busca de mostrar a cultura do negro e estas obras casam perfeitamente com o mês da consciência negra”, explica.

Foto: Claudio Guimarães

A professora Marinalva Santana diz que ficou encantada com a obra que retrata a orixá Iansã. “Está tudo lindo, principalmente Iansã, minha paixão”, revela. Algumas peças de Wilton podem ser vistas também estampadas em camisas e blusas, masculinas e femininas e podem ser encontradas no site www.lacoafro.com. As telas expostas no Sesc também estarão à venda após o período da exposição.

Foto: Claudio Guimarães

A exposição esteve aberta ao público a partir do dia 17, até o dia 30 de novembro, com expressiva visitação.

*Fidelis Tavares é Jornalista

Cicatrizes, de David Small

Aos onze anos de idade David Small foi diagnósticado com um cisto sebáceo no pescoço. A essa altura o “caroço” podia ser visto por quem quer que reparasse um pouco mais em David, mas passou despercebido pelos pais do garoto.

Sua mãe, uma mulher difícil e com péssimo humor, mal dedicava atenção ao filho. Seu pai, radiologista, parecia querer viver alheio aos problemas de casa, e também não percebeu o cisto de David.

Pouco depois do primeiro diagnóstico, o pai de David “foi promovido ou ganhou um aumento”, e isso fez com que a necessidade de cuidar da saúde do garoto fosse colocada em segundo plano. Em primeiro veio a necessidade de a mãe de David ganhar presentes e gastar dinheiro.

Somente aos 14 anos foi realizada uma cirurgia para retirada do que parecia ser um cisto. Na verdade, era – ou passou a ser – um câncer, e outra cirurgia precisou ser realizada, um dia depois da primeira. A operação foi bem-sucedida, mas com um porém: o garoto perdeu uma das suas cordas vocais e, consequentemente, sua voz.

Cicatrizes, Quadrinho de David Small

Essa história o “carro-chefe” da graphic novel “Cicatrizes” (Leya, 2010, R$ 39,90), do escritor e ilustrador norte-americano David Small, na qual ele rememora sua infância e juventude (dos 6 aos 16 anos) em Detroit. Há outros acontecimentos relatados por David que interferem diretamente em sua trajetória e na de sua família – cujo núcleo é composto por seus pais e seu irmão, Ted -, como o fato de sua mãe ter nascido com o coração do lado errado do peito – ao fim do livro ficamos sabendo que, além disso, Elizabeth tinha apenas um pulmão em funcionamento -, e também a causa do seu câncer.

Belissimamente editada pela editora Leya em parceria com a editora Barba Negra – em formidável tradução de Cassius Medauar -, “Cicatrizes” tem sua força mais nas imagens – algo que, imagino, é comum às graphic novels – do que propriamente nas palavras – que têm, também, grande importância e impacto. Mas o traço de David, o que é “dito” por seus desenhos, têm um poder imensurável. Quase impossível não cair no clichê de que uma imagem vale mais que mil palavras. No caso de “Cicatrizes”, várias imagens. Da página 38 até a 44, por exemplo, não há uma fala sequer. Tampouco há necessidade, já que as cenas “falam” – quase “gritam” – por si.

Por conta disso, “Cicatrizes” é um livro cuja leitura é feita de maneira rápida, de uma só vez. E, não apenas por conta disso, mas devido a profundidade da história e à emoção que ela desencadeia no leitor, fica a vontade de relê-la seguidas vezes.

E o leitor que não se aborreça se alguém, em um trocadilho óbvio e, por isso mesmo, ridículo, disser que “Cicatrizes” é muito provavelmente uma das obras mais marcantes produzidas nos últimos tempos. Apesar do infeliz gracejo, isso nada mais é que a pura verdade.

Fonte: Revista Bravo