Transformação Pela Arte Nascida do Lixo

Obra "Tião em Marat" de Vik Muniz

Lixo Extraordinário mostra como o artista plástico Vik Muniz mudou a vida de um grupo de catadores

Há três anos, Sebastião dos Santos, presidente da Associação dos Catadores do Aterro Sanitário de Jardim Gramacho, no Rio, conheceu o brasileiro Vik Muniz, um dos principais artistas plásticos da atualidade. Ao aceitar fazer um projeto que envolvia também outros catadores, Tião não imaginava estaria mudando radicalmente a sua vida.

O trabalho de Vik com os catadores do maior aterro sanitário do mundo está retratado no filme Lixo Extraordinário, pré-selecionado para concorrer ao Oscar de melhor documentário e que estreia amanha no Brasil. O longa foi premiado nos festivais de Berlim, Sundance, Paulínia e na Mostra Internacional de São Paulo.

Lixo Extraordinário deixa espaço para reflexões que vão além do óbvio e leva a pensar sobre o poder transformador da arte em meio à pobreza – de onde veio o próprio Vik Muniz, nascido e criado na periferia de São Paulo e conhecido por suas obras feitas a partir de materiais muitas vezes descartados.

Fonte: Flávia Lima / destak jornal

Veja o trailler do filme:

Desenhos Polêmicos do Pernambucano Gil Vicente são Mostrados em BH

Desenho de Gil Vicente

Arte política? A política da arte, prefere Moacir dos Anjos, curador da 29ª Bienal de São Paulo ao lado de Agnaldo Farias. Eles assinam a mostra Obras Selecionadas, que o público poderá conferir a partir de 19/01/11 em Belo Horizonte. “A política da arte é abrir fissuras nas convenções que regulam a nossa vida, ajudando a pensar o mundo”, diz Moacir.

Cerca de uma centena de trabalhos de 34 artistas vão apresentar as muitas faces de um dos mais influentes caminhos estéticos da produção atual. Com reverência à criação latino-americana dos anos 1960 e 1970, registra-se referência importante do processo de aproximação da arte com a política.

Mais informações: www.pernambuco.com

Fonte: www.pernambuco.com

Grioti Livraria digital libera livro digital sobre HQ no dia nacional dos Quadrinhos

banner prestando homenagem ao dia nacional dos quadrinhos

Comemorando o dia nacional dos quadrinhos, 30 de janeiro, e os 8 anos de atividades da Oficina HQ,  a Grioti livros digitais em parceria com a Ação Cultural, brinda os interessados no assunto com um eBook (livro digital) promocional para download gratuito, possibilitando leitura em seu iPad, iPhone, iPod, Kindle, eBook reader, notebook, PC, enfim, qualquer suporte eletrônico capaz de ler um ePub. O livro digital se chama “Artigo e Entrevistas da Oficina HQ”.

Conteúdo do eBook gratuito “Artigo e Entrevistas da Oficina HQ”
Três profissionais de destaque na área das artes gráficas, se reúnem em entrevistas que abordam um vasto leque de assuntos relacionados a profissionalização das tentativas de se conseguir oportunidade, ao exercício, passando pela publicação, premiações e criação. Flávio Luiz é um quadrinista premiado, com diversas publicações, inclusive os elogiados AÚ e O Cabra ; Luis Augusto, artista que desevolveu diversos quadrinhos abordando o universo infantil e criador do Fala Menino; ambos, realizadores importantes com trabalhos de qualidade que os colocam em destaque no cenário nacional. A terceira entevista é de Wilton Bernardo, gestor da Oficina HQ, ação cultural que desenvolve exposição, mostras de filmes, oficinas particulares e ações sociais. Além das três entrevistas, você tem ainda um artigo sobre quadrinhos escrito por Wilton, e para fechar o conteúdo, duas tirinhas.
Vá até o Blog da Grioti livros digitais e faça o download agora mesmo. Depois é ler no seu iPad, iPod, iPhone, EBook reader (da Sony, Positivo, kindle), notebook ou PC.

Livraria Cultura & Ação Cultural Oficina HQ celebram o dia nacional dos Quadrinhos

Comemoração da Livraria Cultura & Oficina HQ celebram o Dia Nacional dos Quadrinhos

1)Mesa redonda sobre quadrinhos: produção,
mercado e  perspectiva

O objetivo da mesa redonda é apresentar aos presentes, trajetórias de profissionais da área de quadrinhos, abordar a presença e sobrevivência dos quadrinhos nos diversos suportes – impressos em bancas, livrarias, internet -, abordando a comercialização, expectativas, necessidades e perspectivas.

Foram convidados profissionais que lidam com os quadrinhos em diferentes vertentes: Luis Augusto (quadrinhista criador do FALA MENINO com diversos prêmios e publicações), Chico Castro (jornalista, que escreve frequentemente sobre quadrinhos), Alexandre Amaral (representando a livraria Cultura), Marcelo Lima e Marcos Franco (ambos, jovens roteiristas, que chegam no mercado apresentando trabalhos e ganhando visibilidade). Como mediador da mesa, teremos Wilton Bernardo (coordenador Oficina HQ, ação cultural através da qual realiza eventos que valorizam as artes gráficas e quadrinhos como exposições e oficinas de quadinhos).

Você é nosso convidado para esta mesa redonda no dia nacional dos quadrinhos, 30 de janeiro, no Auditório da livraria Cultura, do Salvador Shopping, às 19h.

2)Oficina de desenho e criação de personagem
O público infantil também será contemplado no dia nacional dos quadrinhos! Será oferecida uma oficina de “Desenho e criação de personagens”, das às 16h às 18h  para a garotada de 7 a 12 anos, realizada pela Oficina HQ (oficineiros: Isadora Sabar & Wilton Bernardo) dentro da livraria cultura.

Todas as atividades são gratuitas!

Contatos:

– Mariana Rocha [ Livraria cultura – (71) 3505-9050 | mariana.rocha@livrariacultura.com.br ]

– Wilton Bernardo [ coordenador da Oficina HQ -www.oficinahq.com (71) 8807-4331 | wiltonbernardo@hotmail.com ]

HQ de Britney Spears ganha preview

imagem da HQ de Britney Spears

Foram divulgadas as primeiras fotos da versão HQ de Britney Spears. Depois da editora mostrar a capa da edição com a cantora, agora foram liberadas oito páginas da edição.

A revista sai pela série Fame, da editora americana Bluewater. A série já publicou quadrinizações de astros pop como Lady Gaga e Justin Bieber.

A HQ contará a trajetória da cantora norte-americana e deve trazer alguns dos elementos mais controversos de sua carreira. Entre eles, o envolvimento com drogas e os períodos passados em clínicas de reabilitação.

Fame: Britney Spears terá 32 páginas e custará US$ 3.99 (cerca de R$ 6,7). A previsão de lançamento no mercado norte-americano é março deste ano.

O lançamento da HQ acontece no mesmo mês em que Britney deve lançar seu novo álbum de estúdio, ainda sem título. O primeiro single do disco, Hold it Against Me, foi bem recebido pelos fãs e pela crítica.

Fonte: UOL

Laço Afro na Casa da Mãe

Yemanjá de W. Bernardo, aplicada em caneca

É HOJE, 25/01//11!!
COMIDINHA DE PANELA COM EXPOSIÇÃO “LAÇO AFRO” de Wilton Bernardo

O Projeto “Comidinha de Panela” traz a Exposição “Laço Afro” do artista plástico Wilton Bernardo. As obras são versões originais de Orixás (Yemajá, Iansã, Oxum, Oxalá), símbolos e grafismos que remetem a cultura africana e permanecem expostas até final de fevereiro. Na abertura, portanto, além dos quadros, quem aparecer na Casa da mãe  poderá adquirir também  as aplicações das artes em suportes como camisetas, chaveiros e canecas.

A comidinha será “Efó, às 20h. Microfone Livre, com muitos artistas e Entrada Franca.

Comidinha de Panela” visa resgatar a pitoresca culinária baiana, com quitutes genuínos, que trazem todo sabor e tradição do tempero caseiro. O conceito é de um evento gatrono-musical interativo.

ENDEREÇO: RUA GUEDES CABRAL, N 81 – RIO VERMELHO (EM FRENTE À CASINHA DE YEMANJÁ), Salvador-BA-Brasil. TELEFONE: 55 (71) 3017 9041
 
Contato de Wilton Bernardo: 55 (71) 3014-4331/ 8807-4331,   wiltonbernardo@hotmail.com

Luzia Moraes
Ofá Produções
55 71 8816 4560

‘O turista’: beleza e tédio em Veneza

Filme "O Turista", dirigido por Florian Henckel von Donnersmarck

O turista, com a deslumbrante Angelina Jolie e Johnny Depp: fraco, filme oferece bem menos do que promete

O turista, que estreou este fim de semana nos cinemas, tinha tudo para dar certo. Um roteiro de espionagem baseado em um filme francês (Anthony Zimmer: A caçada, de 2005), uma megaprodução rodada na belíssima Veneza, a Cidade dos Amantes, e juntos, pela primeira vez, as superestrelas americanas Angelina Jolie, 35 anos, e Johnny Depp, 47.

Ela, a mulher que recebe US$ 20 milhões de cachê, cujos filmes na última década arrecadaram US$ 1,5 bilhão em todo o mundo e que é casada com o homem mais desejado do cinema: Brad Pitt. Depp, o astro mais popular e lucrativo do cinema de Hollywood.

A sequência inicial em Paris é promissora: agentes da Interpol vigiam os passos da inglesa Elise (Angelina), uma mulher sexy e provocante que está sendo investigada por suspeita de envolvimento com Alexandre Pearce, um fugitivo da polícia por roubar mais de 700 milhões de libras de um mafioso.

Depp entra na história como Frank, um pacato professor americano de matemática que Elise conhece numa viagem de trem para Veneza: ela vai seduzi-lo e fazer com que a polícia acredite que, Frank, um simples turista, seja Pearce.

Almejando provavelmente ter o charme e a competência de filmes como Onze homens e um segredo (2001), O turista, porém, deixa muito a desejar, exceto pela beleza deslumbrante de Angelina Jolie (incluindo seu figurino, assinado por Collen Atwood) e de Veneza, histórica cidade italiana.

Além do roteiro frágil, o diretor alemão Florian Henckel von Donnersmarck, vencedor do Oscar pelo excepcional A vida dos outros (2006), não foi capaz de extrair bons desempenhos dos seus astros. Angelina Jolie e Johnny Depp quando soltos demais não passam de canastrões, como já mostraram algumas vezes. Ou talvez, Florian tenha se intimidado diante de Angelina Jolie, que ofusca todo o resto do elenco. Bem, se foi isso, o diretor pode até ser perdoado, porque ela é realmente demais.
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Crítica publicada originalmente no Guia CORREIO #40, de 21 de janeiro de 2010.
Fonte: http://www.correio24horas.com.br/blogs/pop-head/
:: Hagamenon Brito (Editor de Cultura do CORREIO)

Assista o trailler:

Oficina HQ bate papo exclusivo com Flávio Luiz

imagem do novo lançamento do FLávio Luiz, O CABRA

O quadrinhista FLávio Luiz, na véspera de lançamento de seu mais novo sucesso “O Cabra”, falou com exclusividade sobre todas as coisas relacionadas a lançamento, mercado, trabalho e sucesso. O breve e agradável papo com Wilton para a Ação Cultural Oficina HQ você confere logo abaixo:

Wilton Bernardo: Olá Flávio, a temática abordada no seu novo trabalho é o cangaço, certo? O que te motivou a abordar essa temática?
FLávio Luiz: Na verdade, sempre começo meus projetos pela criaçao do personagem. Ele, o cangaceiro era um desenho que havia feito a muito tempo e que decidi contar a sua história só agora. Por tê-lo feito assim meio PÓS APOCALIPTICO decidi abordar o cangaço ambientado num futuro distante.Tem agradado muitissimo!

W.B.: Quanto tempo você precisou pra pesquisar sobre a temática?  O que demorou mais? a pesquisa ou desenvolvimento de roteiro e quadrinho?

Flávio Luiz: Comprei alguns livros sobre a estética do cangaço porém as referências eu já as tinha, de tudo que já conhecia do Cangaço, mas não só ele, como  também, novelas, músicas…Você lendo a história, vai entender melhor. Quanto ao tempo gasto na produção da HQ foram 3 meses entre esboços e arte final e 2 meses na mão do colorista. Como estou envolvido em paralelo com outros projetos e trabalhos publicitários demorou tanto tempo. Se estivesse 100% cuidando só de HQ teria levado menos tempo.

W.B.: Estamos próximos do dia nacional dos quadrinhos (30/01). Claro que  dia  do quadrinhista é todo dia. Mas aproveito o momento pra lembrar que você já tem uma estrada, já experimentou aquela vontade e expectativa de ter o primeiro quadrinho publicado, já deve ter dialogado com editoras a fim de ver o trabalho publicado, já tem várias publicações, já conheceu leis de incentivo, enfim, é um profissional. Por isso te peço pra fazer um pequeno balanço dos quadrinhos nos últimos anos.  Diz como você percebe a transição dos quadrinhos das bancas de revistas para as livrarias, do mercado, da necessidade de um produtor para os artistas, das alternativas que os iniciantes podem ter, além de esperar que uma editora o contrate.
Flávio Luiz: Recentemente li a edição número 20 da MODERN MASTERS( editora Twomorrows)  com a entrevista de Kyle Baker ( Plastic Man,Why I hate Saturn entre outros) e ele consegue resumir e dizer tudo o que acho do mercado de HQ, produção, auto publicação etc hoje em dia. Se desse pra alguma editora grande publicar isso aqui seria uma aula fantástica mas se pode pedir online em livrarias confiáveis.

Quanto a sua pergunta  3  tentarei responder a todas as suas nuances ( NA VERDADE SÃO VÁRIAS PERGUNTAS EM UMA!!KKKK!!).
Desde que me entendo por leitor de HQ escuto dizer  que esse é um mercado em crise e que estava com seus dias contados. Depois da era de ouro, anos 40, o Quadrinho teve que competir com outras formas de entretenimento para o seu público mais evidente ( adolescentes ) como a TV, games, Internet e tem resistido bravamente ao longo de tantos anos  pois é uma forma  de arte e entretenimento que não vai acabar nunca. Além disso o leque de público alvos aumentou enormemente e  o trabalho de artistas como Will Eisner, Joe Kubert, Art Spilgerman, Crumb, Frtank Milller, Alan Moore e tantos outros mostraram a riqueza dessa forma de arte e sua pluralidade. E o QUADRINHO está aí firme e no melhor momento em termos de mercado nacional. Paulo Ramos no site BLOG DOS QUADRINHOS fez recentemente uma analise completa sobre isso e tá tudo lá pra quem quizer ler algo realmente completo.

No meu caso especifico, por ter um trabalho muito autoral tive um caminho mais dificil porém de uma gratificação imensa. Nunca consegui ser contratado por nenhuma editora grande ou gringa, já que não possuía o estilo MAISNTREAM  que estava em voga na época ( anos 90) que era aquela coisa IMAGE e que muitos desenhistas nacionais fazem tão bem  tanto que hoje, por sinal, dominam o mercado original desse estilo que é o americano. Hoje isso também mudou e o estilo cartunesco como o meu está agradando.

Numa viagem para a COMICON de San Diego em 96 ,conheci o Sergio Aragones que analisando meu portfolio, entre uma cervejinha e outra  comigo, disse que meu caminho seria um dos mais difíceis porém ao mesmo tempo, um dos mais bonitos pois por ter um traço e uma forma de contar histórias tão pessoal e definida, uma aposta no meu trabalho não seria tão fácil por parte das grandes editoras mas que, caso eu conseguisse emplacar algum trabalho e ter sucesso com ele, esse meu lugar conquistado não me seria tirado facilmente. A decisão de me autopublicar passou muito por essa analise e as decepções primeiras com um mercado tão difícil como o Soteropolitano( na época já que hoje graças a Deus está melhor para os queridos colegas de traço) me fizeram aprender muito e tentar coisas numa amplitude maior porém sendo o mais profisisonal possivel. Os frutos  dessa aposta, tenho colhido principalmente com o AU e com o CABRA( QUE DOS 2000 EXEMPLARES INICIAIS EM UM MES TEVE 1/4 JAH VENDIDOS) mais do que com a Jayne e a ROTA66, apesar dos premios da Jayne e do sucesso da ROTA 66 junto aos críticos e profissionais.
Hoje com a internet ,com os games, ipads, etc.. o quadrinho de banca tem sido esmagado por outras formas de publicação e acho que a livraria é uma alternativa pois coloca  a HQ  numa visibilidade melhor a um público que possui interesse e poder aquisitivo melhor e maior para desfrutar dele. As revistas MIX, também, na minha opinião serviram para afastar um consumidor ( como eu) já que por querer e gostar de coisas bem específicas nunca me senti confortável adquirindo títulos que não me interessavam junto com aqueles  de que gostava. Não sei se uma aposta de retorno ao formato inicial de revistas fininhas mas de personagens únicos seria uma alternativa … Como estou falando de um gosto pessoal pode ser que muitos discordem e não estamos errados porém, a qualidade de impressão, essas novas sagas interminaveis e difíceis de acompanhar para um novato, tudo isso pesa e afasta, na minha opinão, potenciais novos leitores. Acho que o fundamental para o artista é ter um produto em que acredita e tentar fazê-lo da melhor forma possível. Com certeza, se for algo bom o suficiente terá pessoas interessadas nele tanto como leitores como parceiros de negócios. A internet facilitou muito a exposição de qualquer projeto e, hoje, online mesmo, você pode fazer esse projeto ser conhecido.
O Artista tem que saber claramente onde quer chegar. Ser premiado ou esgotar sua tiragem? ( MELHOR SE CONSEGUIR AS DUAS COISAS, CLARO!!KKKK!!) Ser CONHECIDO ouSER  RECONHECIDO? Começar com HQ e migrar para outras midias ou ficar só na publicação em papel? Ficar fazendo Fanzine ou preparar álbuns diferenciados? Revistas seriadas, one-shots, graphic novels? Todas as propostas citadas são validas. Eu apesar de 30 prêmios prefiro saber que mais de 7000 pessoas compraram o Au. A jayne 1 ganhou o HQ mix, o trofeu Alfaiataria e estou com o quarto de empregada cheio de caixas com exemplares envelhecendo. O Au não ganhou nada mas hoje já é retratado por outros artistas, está esgotando a terceira edição, é citado de forma elogiosa como referência em estudos sobre a nova abordagem do negro nos quadrinhos, Mauricio de Souza o acha um personagem genial, outros grandes nomes da HQ nacional também ficaram fascinados com ele e veio pra ficar. O CABRA está seguindo o mesmo caminho e espero que realmente tudo o que estamos prospectando para ele MESMO EM OUTRAS MIDIAS venha a dar certo. É bom que o artista tenha alguém de confiança que pense com ele (ou um produtor, esposa, namorada) nas coisas “pé no chão” o que dará a ele a liberdade para criar mais despreocupadamente seus projetos. Isso também vai depender da vivência de cada um. Acho que uma única coisa não pode faltar. O ARTISTA DE HQ deve continuar estudando sempre, aprimorando seu traço, seu estilo, conhecendo e se interessando por estilos outros, pela história dos que fizeram esse mercado ser o que é, sua forma de contar histórias, seja em que midia tecnológica nova que surja ou no velho nanquim sobre papel. Fazer com amor aquilo que acredita, respeitar essa forma de arte e todos os que vieram antes e ao lado dele nesse mercado e principalmente se dar ao respeito como profissional, independentemente de tanto e tantos que, por ventura surjam, na maré contrária ao seu caminho. Boa Sorte a todos e Feliz Quadrinho Nacional todos os dias!
Abraçao amigo Wilton e nos vemos dia 26/01/11 na livraria cultura, Salvador Shopping!

A Oficina HQ Agradece!

Veja entrevista completa do Flávio Luiz no link “entrevistas” do site Oficina HQ. Basta clicar AQUI

“É VEM AÌ” O QUADRINHISTA FLÁVIO LUIZ E SEU MAIS NOVO LANÇAMENTO

O CABRA, nova HQ do Flávio Luiz

Flávio Luiz, autor de Aú, o capoerista, divulgou ontem o trailer promocional de seu novo álbum: O Cabra.

Publicada pela sua editora, a Papel A2, a edição terá 56 páginas coloridas, formato 25 x 38 cm e custará R$ 38,00. O lançamento está marcado para o dia 26 de janeiro, na Livraria Cultura no Salvador Shopping, das 19 às 22h, em Salvador-BA.

A história retrata uma versão futurista do cangaço e tem roteiro e arte de Flávio Luiz e cores de Artur Fujita.

Flávio Luiz atualmnte mora em São Paulo e está na cidade de Salvador para olançamento de seu mais novo trabalho. Salve Fávio!!
Prestigiemos um baiano que tem traçado uma história boita de persistência, realização, muito empenho e sucesso. Parabéns!

:: por Wilton Bernardo

Nildão lança livro “na ponta do lapso”

Capa do novo livro de Nildão

O cartunista e designer Nildão promove big festa para lançar “na ponta do lapso”, seu décimo quarto livro. Será dia 27 de janeiro, quinta-feira, a partir das 21 horas no Bar Santa Maria, próximo a Dinha, no Rio Vermelho. A animação fica por conta de DJ Roger N’ Roll & Dj Rafabela e o ingresso a 25 reais dá direito a um exemplar do livro.


O novo trabalho em formato postal, capa dura e totalmente colorido é composto de seis partes: na primeira “quem avisa, aviso é “ Nildão apresenta o humor sutil em falsos anúncios envolvendo marcas famosas, a segunda parte,  “abaixo a explicação”, aborda o humor através de associação de imagens, “assim é, se lhe apetece” terceira parte do livro, cria vínculos bem humorados entre imagens díspares. Já em “drops pops” e “tric-traques” o humor mundano está presente nas mais variadas formas e em “se oriente, ocidente” o autor cria situações bem humoradas entre ideogramas orientais e imagens expressivas.

Em oito anos seguidos, Nildão já lançou oito livros em animadas festas dançantes no bairro do Rio Vermelho. O que une todos eles é o humor sutil, matéria prima que o artista utiliza nos seus mais variados suportes. De nanodelicadezas a falsos logomarcas, de cartuns não verbais a anúncios fictícios o afiado e delicado humor de Nildão continua atual e a serviço da não paranóia, estado de espírito pouco cultivado nos dias de hoje. Todos os livros lançados nesse período estão à venda no site autoral: nildao.com.br


Nildão como cartunista publicou em 1980 o livro “Me segura qu’eu vou dar um traço”, em 88 lançou o livro “Bahia – Odara ou desce”, em 89 colocou no mercado o livro de grafites “Quem não risca não petisca”, em 98 lançou “Ivo viu o óbvio” além do flip-book  “Capoeira Ligeira” realizado em parceria com o fotógrafo Aristides Alves. Em 2001, foi a vez do livro de cartuns  “É duro ser estátua”. Em 2003 lançou “Poesia – Remédio contra azia”, sua primeira experiência no gênero, em 2005 lançou “Colíricas”, em 2006 colocou nas ruas “O sol nasce para toldos” além da coleção de postais “São será o Benedito e outros santos geneticamente modificados” criada em parceria com Renato da Silveira. Em 2007 publica “Borboletras” mais um trabalho composto de pequenos textos e nanodelicadezas. Em 2008 Nildão nos brinda com o livro “Penso, Logotipo” uma brincadeira divertida com as imagens e os ícones de nosso tempo, em 2009 retornou ao cartum através do livro de cores intensas:  “Quem pode pódio” e em 2010 voltou ao formato de pequenos textos com “as transparências enganam”.

Nildão já ganhou inúmeros prêmios em Salões de Humor além de ser premiado no meio publicitário com a vitoriosa campanha de cartuns feita para a Bahiatursa que o levou a participar como concorrente do Festival de Cannes. Teve poemas selecionados para o projeto Mídia Poesia 1 e 2, veiculado pela Rede Bahia e uma das frases do livro “Poesia-Remédio contra Azia” serviu de tema para o programa “Saia Justa”, na época apresentado por Rita Lee, Marisa Orth, Mônica Waldvogel e Fernanda Young. Atualmente Nildão publica um cartum às quarta-feiras na revista eletrônica TerraMagazine do portal Terra.

“Na ponta do lapso” e os demais livros de Nildão podem ser encontrados na Pérola Negra (Canela), Mídialouca (Rio Vermelho) na Urbanorama (Rio Vermelho) e no restaurante Ramma da Barra.
Contatos: newdao@ig.com.br Tel. 3240 5231