“Capitão América: O Primeiro Vingador”

Capitão América, o primeiro vingador

Uma parcela considerável das pessoas que vão ao cinema assistir a filmes de super-heróis jamais abriram as páginas dos quadrinhos onde os personagens foram criados. Por essa razão, é compreensível que haja alguma confusão entre os variados títulos que são lançados.

Para ajudar principalmente esse tipo de espectador o site do canal E! fez uma seleção de curiosidades importantes que podem motivar o leitor a ir ao cinema assistir a “Capitão América: O Primeiro Vingador”. O filme em que Chris Evan interpreta mais um super-herói estreou no Brasil na última sexta-feira (29).
1) Boca a boca favorável
Assim como “X-Men: Primeira Classe”, boa parte da crítica a “Capitão América: O Primeiro Vingador” é favorável. Os analistas de bilheterias preveem bons resultados para o filme, mesmo com “Harry Potter e as Relíquias da Morte” em cartaz para disputar a atenção dos espectadores.
2) Patriotismo controlado
Ao contrário do que acontece com a franquia “Transformers”, o filme do Super Soldado promete não fazer uma propaganda ao modo de vida americano. Prova disso é que apenas três países (Coréia do Sul, Rússia e Ucrânia) lançarão o filme sem o nome do super-herói no título.
3) “Des-musculação”
Atores que aceitam interpretar super-heróis sabem que a academia terá de ser considerada um segundo lar. Para manter a musculatura em dia, os astros passam por uma dieta especial e uma rotina de muita atividade física. O que há de diferente no Capitão América de Chris Evans é que o departamento de efeitos visuais teve de deixar o rapaz bem franzino para o começo do filme, quando Steve Rogers é um fracote que sonha em entrar no Exército.
4) Mais um passo em direção a “Os Vingadores”
Como já está bem claro no título, e para todo mundo que assiste os filmes de heróis da Marvel, “Capitão América” pavimenta o caminho em direção a “Os Vingadores”, a megaprodução que deve estrear no meio de 2012. “O Primeiro Vingador” se passa durante da 2ª Guerra Mundial, antes do Capitão América ser congelado para ser desperto por Homem de Ferro e seus amigos. Juntos, eles formarão o grupo de heróis intitulado Os Vingadores.
5) Origem
Se o leitor conhece o filme de baixo orçamento “Capitão América” de 1990, a mera menção à produção causa frios na espinha. A boa notícia é que o filme estrelado por Chris Evan é uma origem totalmente nova para o heróis nos cinemas, sem qualquer relação com o fiasco do passado.
Agora, confira o trailler:

Fonte: UOL

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Petrobras patrocina animações da Turma da Mônica


Neste ano de 2011, a Petrobras completa 500 filmes patrocinados.
Para comemorar o marco, a estatal convidou Mauricio de Sousa para fazer um crossover entre os personagens da Turma da Mônica e alguns dos maiores sucessos do cinema brasileiro.

Assim, Chico Bento, Cebolinha, Mônica, Cascão e outros aparecem em curtas animados brincando com Cidade de Deus, Tropa de elite, Se eu fosse você, Saneamento básico, O cheiro do ralo, O Homem Que Copiava e Meu nome não é Johnny.

A campanha foi lançada no Anima Mundi, em São Paulo. Existem outras animações disponíveis no youtube.

Fonte: Universo HQ

Os melhores filmes de super-heróis de todos os tempos

Batman: o cavaleiro das trevas – 2008

Christopher Nolan dá a este novo filme da saga ‘Batman’ uma versão surpreendente. E como um fato curioso, Heath Ledger ganha um Oscar póstumo pelo fantástico desempenho como o Coringa.

O MSN fez uma lista com 30  filmes que cinéfilos e apaixonados por quadrinhos  não pode deixar de ver. Batman esta na lista, porém você não deve deixar de conferir todos os outro. Veja  clicando AQUI.

Fonte: MSN

Prêmio ou Abacaxi?

:: Por Wilton Bernardo

Prêmio ou abacaxi?

Eu pensei uma, duas vezes antes de escrever essa postagem. Sinceramente pensei sim, se deveria ou não escrever, pois não é nem um pouco agradável falar de iniciativas, que em sua essência, deveriam ter uma função ou objetivo positivo, louvável, mas que por algum ou alguns motivos, acaba indo por outro lado.

Não vou citar o nome do concurso ou salão que me estimuloua a escrever. Definitivamente não precisa. Assim espero que esta postagem sirva de alerta, principalmente para os jovens anciosos por conseguir uma oportunidade de mostrar seus trabalhos.
Sim, porque estes podem ser “presa fácil” para alguns pseudo salões ou concursos que “descaradamente” inserem em clausulas, como condição para participar,  a cessão dos direitos autorais.

Estou pasmo com um certo concurso que está rolando onde o autor cede os direitos autorais de sua obra por 2 anos, e como prêmio, recebe 10% da publicação. É como se chegassem com um punhado de quadrinhos e jogasse nos peitos do cidadão! “Tome que sua”, “Segure essa galinha pulando”, “Tome esses quadrinhos! Agora vista sua roupa de sapo e dê seus pulos”. Seria cômico se não fosse trágico!
Sinceramente basta! Basta de tanta exploração com os ilustradores, quadrinistas, desenhistas! Enfim, com toda a classe e suas variações nas atuações das artes gráficas. Precisamos estar atentos e não ceder porque uma boa obra não pode ser ” a senha” pra tentar lucrar e conseguir reconhecimento com a próxima! Divulgar o nome do artista não é, nunca foi e nunca será forma de reconhecimento e pagamento!
 Não faz favor nenhum quem divulga o nome do artista!
Então finalizo com a pergunta: receber um punhado de revistas, sem saber ou ter como comercializar, sem um plano de divulgação, sem uma assessoria é um prêmio ou um abacaxi?

:: Wilton Bernardo é coordenador do curso de Quadrinhos Oficina HQ
http://www.oficinahq.com

Eisner Awards premia brasileiros

Logo do Prêmio Eisner

Três quadrinhistas brasileiros foram destaque na premiação do Eisner Awards, evento norte-americano que é considerado o “Oscar” dos quadrinhos.

Daytripper
, dos irmãos gêmeos Gabriel Bá e Fabio Moon, faturou o prêmio de Melhor Série Limitada.
A HQ, publicada nos Estados Unidos no selo Vertigo, da DC Comics, será lançada em breve no Brasil, pela Panini Comics.
Na trama, o leitor conhece Brás de Oliva Domingos, um escritor de óbitos que está desgostoso com seu emprego e tem problemas de relacionamento com seu pai famoso.

Fabio Moon e Gabriel Bá

Rafael Albuquerque

O outro vencedor foi Rafael Albuquerque, desenhista de American Vampire, outra série da Vertigo/DC Comics, que levou o prêmio de Melhor Série Nova.

American Vampire, que tem roteiro de Scott Snyder e Stephen King, é publicada no Brasil na revista mensal Vertigo, da Panini.

Fonte: Universo HQ

Lembra os principais personagens de “Os Smurfs”?

Quem era criança na década de 1980, provavelmente ainda se lembra do “la-la-lalala-la” dos Smurfs.

Esses serezinhos azuis, que andavam meio esquecidos, estão de volta. No dia 5 de agosto, o filme “Os Smurfs” chega aos cinemas e apresenta as criaturinhas para uma nova geração.
Nessa nova aventura, os Smurfs deixam sua aldeia no meio da floresta e vão parar no centro de Nova York. Confira os principais personagens:

Papai Smurf
É o chefe da vila e o único que veste uma cor diferente. Enquanto todos os Smurfs usam uma calça e um gorrinho branco, o Papai Smurf se veste de vermelho.

Smurfette
É a única Smurf menina. Na verdade, ela foi criada pelo vilão Gargamel para atrair os Smurfs para uma cilada. Só que o plano acaba dando errado, e ela fica na vila junto com os outros azuizinhos.

Gargamel
É o vilão. Seu sonho é destruir os Smurfs. No começo, ele queria os serezinhos como ingredientes de uma poção para fazer ouro. Mas, depois, sua ambição virou apenas destruir os Smurfs.

Gênio
É o mais inteligente e o único que usa óculos. Ele inventa coisas e tem a mania de sempre corrigir os erros dos outros.

Robusto
É o mais forte. Consegue levantar pedras e outras coisas muito pesadas. Ele passa as manhãs se exercitando e tem uma tatuagem com um coração no braço.

Ranzinza
Ele nunca fala nada. A não ser que odeie alguma coisa. Esse Smurf sempre está com a cara emburrada e, não importa o que alguém sugira, ele vai ser do contra.

Desastrado
É um dos mais famosos e mais queridos entre o público. Mesmo assim, entre os Smurfs, ele não está entre os mais populares. E não é sem motivo. Se alguma coisa errada está acontecendo, pode ter certeza: o Desastrado está no meio da confusão.

Fonte: UOL

Uma Artista no Divã

Obra de Louise Bourgeois

Quem ouviu falar ao menos uma vez de Louise Bourgeois (1911-2010) certamente associa a artista franco-americana a um universo denso e sofrido. E não deixa de ter razão. Quanto mais os estudiosos se aprofundam em seu legado, soa mais adequada – e menos exagerada – uma de suas frases bem conhecidas: “The pain is the business that I am in”, algo como: “A dor é o meu negócio”. Como se não bastassem a biografia – que inclui uma adolescência debaixo do mesmo teto com o pai, a mãe e uma amante do pai – e as obras, que podem ser vistas como o fruto de um processo de catarse da artista, acaba de vir à luz um conjunto de escritos inéditos. Os rascunhos provam como ela canalizou intensamente as próprias angústias, medos e fantasmas para a arte.

As cerca de mil folhas encontradas pelo assistente Jerry Gorovoy em seu apartamento, no bairro boêmio nova-iorquino do Chelsea, e preenchidas em sua maior parte entre as décadas de 1950 e 60, incluem reflexões, registros de sonhos, anotações para futuras esculturas e correspondências. Editadas pelo curador Philip Larratt-Smith, as páginas juntam-se aos já conhecidos diários que a artista manteve durante toda a vida. Colocados lado a lado, os escritos evidenciam o quanto a psicanálise foi determinante em sua trajetória. De 1952 a 1967, Louise consultou-se com o doutor Henry Lowenfeld, ex-aluno de Freud, quatro vezes por semana, em sessões que duravam uma hora. Foi levada ao divã depois da morte do pai, em 1951, com quem mantinha um relacionamento bastante complicado. Por dez anos, Louis Bourgeois teve um caso com Sadie, a professora de inglês de seus filhos, que morava na casa da família. A artista, que descobriu a história aos 11 anos de idade, jamais superou a mágoa. Ao mesmo tempo, também jamais deixou de nutrir pelo pai uma admiração e um amor que, em dado momento, fizeram com que concluísse nunca haver de fato passado da fase do complexo de Édipo.

As recém-descobertas confissões de Louise são tão fundamentais para compreender ainda mais seu legado – misturado invariavelmente à sua intimidade – que Larratt-Smith as compara em importância às cartas deixadas pelo holandês Vincent van Gogh (1853-1890). E por isso a exposição Louise Bourgeois: O Retorno do Desejo Proibido, que chega neste mês ao Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, depois de estrear na Fundação Proa de Buenos Aires, é tão significativa. Com curadoria do próprio Larratt-Smith, trata-se da primeira grande individual de um dos mais emblemáticos nomes da arte do século 20 a passar pela América do Sul (depois de São Paulo, a mostra segue em setembro para o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro). A exposição foi idealizada no calor da leitura desses escritos e inclusive acompanha a publicação de parte deles. Conferir as anotações e poder observar simultaneamente as 112 obras da artista – entre desenhos, objetos, pinturas, esculturas e instalações produzidos de 1942 a 2009 – leva a uma conclusão forte: sem as sessões de psicanálise, talvez Louise não conseguisse chegar ao resultado plástico de algumas de suas criações mais icônicas.

SERVIÇO:

Louise Bourgeois: O Retorno do Desejo Proibido. Instituto Tomie Ohtake (r. Coropés, 88, Pinheiros, São Paulo, SP, tel. 0++/11/2245-1900). De 8/7 a 28/8. De 3ª a dom., das 11h às 20h. Grátis.

Espetáculo Louise Bourgeois – Faço, Desfaço, Refaço, de Denise Stoklos. Instituto Tomie Ohtake. Dias 23 e 24, às 20h. Os ingressos gratuitos devem ser retirados no local entre os dias 12 e 22.

Fonte: Revista Bravo

Thriller – a vida e a música de Michael Jackson na Grioti livros digitais

O álbum Thriller, quebrou várias fronteiras relacionadas a gênero e sua categorização no que diz respeito ao que toca ou não em cada rádio. Influenciou a moda, a TV, a dança e cristalizou um ícone POP.

A capa do antológico recorde de venda mundial. Mas como se não bastasse vender tanto. Era a transformação de um cantor num mito e no “Rei do Pop”.

Durante a divulgação de Thriller na noite de 16 de maio de 1983, 3 mil celebridades norte-americanas lotaram um teatro em Los Angeles para assistir a uma apresentação comemorativa dos 25 anos da gravadora, chamada Motown 25. De suas casas, 50 Milhões de norte-americanos acompanharam pela TV a apresentação dos vários artistas negros, até a entrada dos Irmãos Jacksons, que vão embora e deixam Michael Jackson sozinho no palco.

Ele começou a cantar “Billie Jean”, sucesso do álbum que havia lançado seis meses antes. De repente, Michael parou de cantar, andou até o canto esquerdo do palco e voltou deslizando de costas. Naquela noite, mais do que imortalizar o passo de dança criado e batizado décadas antes pelo dançarino Bill Bailey como “Moonwalk” (algo como “passo da lua”), Michael Jackson consagrou-se como o Rei do Pop. “Foi aquele momento que cristalizou o status de celebridade de Michael Jackson”, disse a revista americana Rolling Stone. “Moonwalk, no mundo do entretenimento, só é comparável ao andar de vagabundo de Chaplin, à sequência de Gene Kelly em Dançando na Chuva e aos passos de Fred Astaire no filme Núpcias Reais”.

O livro digital Thriller - a vida e a música de Michael Jackson

Ainda sob o impacto da morte do astro, Nelson George escreveu Thriller: A vida e a música de Michael Jackson, uma análise do álbum mais vendido da história e também um perfil da vida e da obra do cantor. O autor parte das nove canções históricas desse clássico de 1982 e usa quatro décadas de memória musical, trabalho jornalístico e acompanhamento do mundo do show bizz para analisar por que Michael Jackson alcançou momentos de maestria artística como nenhum outro astro depois dele. Um livro que mistura rigor crítico e respeito por um dos maiores e mais enigmáticos fenômenos da cultura pop.

Para comprar ou saber mais sobre o livro, clique  AQUI
A Grioti livros digitais tem vários títulos de diversas editoras, além de livros promocionais gratuitos, uma ótima forma para os iniciantes experimentarem a facilidade e praticidade de ler o conteúdo digita. Experimente: www.grioti.com.br

Wilton Bernardo
:: Oficina HQ
www.oficinahq.com

Livro, quadrinhos e revistas digitais!

Página da Grioti livros digitais

Dupla baiana aposta na inovação e praticidade das livrarias digitais

As livrarias são especializadas no comércio do ebooks, formato de publicação específico para a leitura em tablets, computadores e dispositivos móveis.
Foto: Diego Mascarenhas
Redação CORREIO

Fábio e Wilton criaram a Grioti em 2009

Os livros digitais foram a grande aposta para os criadores de tablets – dispositivo eletrônico de tela touchscreen em formato de prancheta – como o Kindle e o iPad. A ideia de ler um livro ou uma revista em formato digital, que ocupa menos espaço e é mais prático que os convencionais e impressos, foi uma das grandes razões para que os tablets ganhassem o mercado.

Foi pensando nesse novo mercado que os baianos Wilton Bernardo e Fábio Mascarenhas decidiram investir no ramo como uma alternativa de negócio inovador e rentável. Assim, em 2009, nasceu a Grioti Livros Digitais, a terceira livraria digital do país.

As livrarias digitais, como a Grioti, são especializadas no comércio do ebooks, formato de publicação específico para a leitura em tablets, computadores e dispositivos móveis que possuam compatibilidade com o formato, como os smartphones.
“Os arquivos são compatíveis para qualquer aparelho digital que permita a leitura de formatos como PDF e os ePUBs”, explica Fábio. Para os iniciantes no assunto, a Grioti ensina passo a passo como realizar a compra e fazer o download do livro digital.
Além da praticidade, o preço dos livros digitais também tem conquistado os leitores. Na Grioti, por exemplo, há títulos infantis disponíveis para download gratuito, e também outros de temas mais específicos e títulos para ser utilizados em pesquisas acadêmicas como o livro a “Ideologia da estética”, por R$ 45.

Segundo os sócios, a grande demanda por edições digitais está na região sul do país, enquanto o mercado baiano ainda participa de forma discreta deste tipo de comércio. “Os títulos mais procurados são os livros de assuntos bastante específicos. Um que vendeu bastante foi “A Carne de Rã: processamento e industrialização”’, brinca Wilton.

Além da Grioti, o mercado brasileiro conta com diversas livrarias e bibliotecas , onde o download é gratuito, exclusivas para ebooks como a Gato Sabido e a eBookcult.  Outras mais conhecidas pela venda de livros impressos estão disponibilizando em seu acervo a opção da compra digital como a livraria Cultura e a Saraiva.

Fonte: Jornal CORREIO (Salvador-BA)

Lançamento – Sandman, Caçadores de Sonhos

Divulgação

A Panini Comics divulgou o lançamento de Sandman : Caçadores de Sonhos (capa dura, formato 17 x 26 cm, 144 páginas, R$ 24,90).

O obra é uma adaptação em quadrinhos baseada no livro ilustrado de mesmo nome, lançado no Brasil pela Conrad Editora.

Com roteiro de Neil Gaiman e adaptada por P. Craig Russell, a trama mostra um mundo diferente, no antigo Japão. No passado, criaturas mitológicas e lendas andavam sobre a terra, nadavam pelo mar e cruzavam o ar. Alguns seres eram gentis, outros cruéis. Alguns eram selvagens e outros, a muito custo, podiam ser domesticados.

Então, uma astuta raposa apostou que faria um humilde jovem monge perder a guarda de seu templo – mas acabou perdendo o próprio coração. Um mestre demoníaco cobiçou a força daquele monge e decidiu roubar para si a vontade férrea que ele tinha em seu interior – a qualquer custo. E o Rei dos Sonhos viu-se intervindo em favor de um amor que nunca deveria ter acontecido.

Fonte: Universo HQ