Folha e UOL sabatinam quadrinista Joe Sacco

Joe Sacco sendo entrevisdtado pelo portal UOL e Folha

Estaou publicando o POST e a entrevista ainda não terminou. Mas não consegui resisti. É umm bate-papo longo, portanto acompanhe algumas declarações do Joe Sacco e depois faça uma busca pelo UOL  afim de assistir uns vídeos. Espero que você goste de conhecer um pouco mais sobre esse genial que usou a profissão de jornalista para se transformar num excelente quadrinista. 

20h54 – Sacco fala sobre as situações boas e ruins da cobertura de guerra
Questionado por uma internauta sobre melhor e pior momento da carreira, Joe Sacco citou a cobertura da guerra em Sarajevo. “Foi um momento bonito, adorável, as pessoas se abriram para mim”. Momento mais dificil: “Quando vou embora e a situação não está resolvida – você volta pra casa, nos EUA, e a sua vida é ótima, confortável, mas a situação do seu amigo é basicamente a mesma até hoje”

21h28 – Produção atual de quadrinhos é intensa, diz Sacco

“Há tantas coisas boas acontecendo ultimamente, mas não consigo me manter atualizado como eu gostaria”, afirma o quadrinista Joe Sacco sobre a produção de quadrinhos atual

21h25 – Quadrinista favorito de Sacco é Robert Crumb
Quadrinista que mais o influenciou? Joe Sacco responde: “Robert Crumb”. “Esperto ter pego dele isso de desenhar pensando que cada objeto importa”.

Requadro de uma das histórias em quadrinhos de Joe Sacco inserida para ilustrar o trabalho em P&B do quadrinista

21h23 – Sacco fala sobre a preferência pelo preto e branco
Por que desenhar em preto e branco? “Porque eu não sei trabalhar com cor. Eu não falo isso me gabando, pois é algo que realmente requer habilidade. Sempre me falam sobre a questão do preto e branco, eu digo que é estilo – na verdade é uma limitação também”, afirma, para completar: “Na verdade você joga onde você sabe jogar”

21h20 – Quadrinista fala sobre os trabalhos em andamento
Joe Sacco é indagado sobre os futuros trabalhos. Um deles é sobre “cidades-fantasma” dos EUA. Outro, sobre a primavera árabe, sobre a qual ele diz: “Talvez uma parte de mim diz que eu tenha que ir pra lá, outra,que eu tenha que terminar o que estou fazendo”, diz. Ele fala sobre trabalhos a respeito de cidades que estão poluindo rios, sem empregos, pessoas viciadas, e cidades com população indígena – e como está a situação quase um século após a derrota deles. “Fica claro pra nós que a derrota pode durar décadas, décadas e décadas. Eu vou além da paisagem”.

21h04 – Na era dos tablets, Sacco prefere os livros
Indagado sobre o futuro de sua atividade e de seu trabalho final com o advento dos tablets, Joe Sacco define: “Fico impressionado. É uma outra mídia, eu não me importaria de ter meu trabalho convertido para tablets, mas eu gosto de livros. Foi assim que eu cresci, gosto do livro como objeto, gosto de papel”.

Fonte: UOL

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