Daniela Mercury desabafa: “Tô de saco cheio desse atraso brasileiro”

Érica Torres | Redação iBahia
erica.torres@redebahia.com.br

Durante o programa “Salto Alto”, da CBN, a cantora falou sobre problemas enfrentados pelo país, novo DVD e Festival de Verão Salvador
Daniela Mercury participou nesta segunda-feira, 31, do programa “Salto Alto”, da rádio CBN. Em mais uma edição especial em comemoração ao aniversário de um ano do programa, a cantora falou, dentre outros assuntos, sobre a sua indignação diante dos problemas socioeconômicos brasileiros e a falta de ação da população em geral.  “Fico tentando entender porque a gente é assim? Aceita tanta corrupção, desrespeito aos direitos e tanta humilhação (…) As leis brasileiras são muito confusas, muita lei mas não se respeita nenhuma”, disse.
Em continuação, a cantora explicou que o motivo do brasileiro ser passivo e “dar a cara para bater 50 vezes” poderia estar relacionada ao catolicismo e a crença de “esperar que Deus resolva tudo”. “Se esperarmos que Deus ajude o país, nada vai mudar (…) Tô de saco cheio desse atraso brasileiro”, frisou. Como exemplo de problema social, Daniela destacou a violência e o tráfico de drogas da capital baiana. “Salvador esta violentíssima, o crack tomou conta da cidade, isso me desespera e me deixa indignada”, explicou. Para ela, a origem dos problemas está na negligência do povo na hora de votar nos seus candidatos.

Daniela também falou sobre o seu mais novo DVD “Canibália”, que teve o lançamento adiado pela gravadora Som Livre para realização de pequenos ajustes. Questionada sobre a ausência em edições do Festival de Verão Salvador, ela explicou que às vezes é por conta da agenda de shows atribulada, e outras por critérios dos organizadores do evento. Daniela fez questão de dizer que não faz como outros artistas que “se submetem a pedir o favor de participar de eventos”. “Não peço favor para nada, é mais fácil eu fazer outro festival”, revelou.   

A cantora, que se diz tímida e discreta fora dos palcos, falou sobre as dificuldades que enfrenta para sustentar e manter a carreira, assim como outros grandes artistas brasileiros. “Acho que não preciso nem dizer que nesse Brasil não se tem dinheiro para cultura”, disse.
Fonte: Jornal CORREIO

DC Comics se pronuncia pela primeira vez sobre misteriosa personagem encapuzada

A nova personagem misteriosa da DC comics

Ao final da minissérie Flashpoint, uma misteriosa personagem surgiu na história e sua participação acabou criando o novo Universo DC. Ela voltou a aparecer em todas as 52 novas revistas da editora, o que acabou causando muitos rumores por parte dos fãs.

Quem é ela e qual sua função nas novas histórias ainda não foi revelado, mas o editor-chefe Bob Harras falou um pouco sobre o assunto no blog oficial da DC Comics.

“Nos escritórios da editora, há uma parede com um papel muito importante na nossa reformulação. Essa parede fica na sala da editora Liz Gehrlein, convenientemente localizada ao lado da minha, e ela tem uma página de todas as revistas que estrearam em setembro. Apesar de essas 52 páginas apresentarem uma fantástica variedade de personagens e estilos, elas possuem uma coisa em comum: a aparição de uma figura solitária e encapuzada”, diz o editor.

“Uma das coisas mais legais da reformulação foi nos dar a possibilidade de trabalhar com certa antecipação. Sabíamos exatamente o que queríamos em termos de como ligar Flashpoint ao novo universo. Geoff Johns tinha uma incrível história por trás dessa personagem e tínhamos um plano para o que fazer com ela. Mas com tempo suficiente para pensar no assunto, Jim Lee, Geoff e eu chegamos à conclusão de que seria possível expandir essa personagem ao longo das novas revistas. Uma intimidante tarefa, claro, mas também uma oportunidade única de fazer algo desse tipo e mostrar o quão importante ela é.”

“Em breve, os leitores verão o próximo passo na evolução dessa personagem, nas páginas da revista da Liga da Justiça, e nos meses seguintes haverá mais eventos ao longo dos títulos. Em outras palavras, Liz precisará de outra parede”, diverte-se Harras.

Jim Lee também comentou sobre a personagem e disse que um dos objetivos é dar aos fãs uma percepção de mistério ao novo Universo DC, algo que nunca foi mostrado antes.

Fonte: Universo HQ

Exposição de Emanoel Araújo em Salvador


É melhor não se enganar com o nome da exposição de Emanoel Araújo, 70, que foi aberta ontem (sexta-feira, 29/10), às 20 horas, na Galeria Paulo Darzé. Geometria do Medo apresenta 17 relevos de cor branca do artista visual nascido em Santo Amaro da Purificação que, inexplicavelmente, há quase um quarto de século não expõe na Bahia.

 

Em 2009 o jejum ia ser quebrado, com a colossal retrospectiva de sua obra, Autobiografia do Gesto,  que acabou sendo vista  no Rio de Janeiro, no Museu Histórico Nacional. A inviabilidade, então, teria sido causada, segundo o artista, pela forma desrespeitosa com que os trâmites foram conduzidos pela Secretaria de Cultura do Estado.

 

“Foi uma falta de respeito de Marcio Meirelles e Daniel Rangel e a exposição não pôde ser realizada. A de agora não é a que eu almejava fazer, queria algo mais amplo, mas fica para outra vez”, diz o artista.

 

Com exceção de uma peça de 2005  e outra do ano passado (da série Formas Flutuantes), as demais  foram produzidas especialmente para a mostra em Salvador, cidade que, simbolicamente, atrai e afasta o artista com suas contradições.

“Salvador me apazigua por um lado e me indigna por outro. Transformaram-na num escombro, é uma cidade que abandonou sua própria história, e é sempre um choque ver. Mas me apazigua o encontro com a cidade, com a sua luz  e o povo da Bahia”, reconhece Emanoel, que, em 2007, recebeu da Associação Brasileira de Críticos de Arte o Prêmio Ciccillo Matarazzo, por sua contribuição à arte e cultura brasileiras.

 

Ângulos – Para o curador  Charles Cosac, a obra de Emanoel Araujo “ainda que sedutora, é ríspida e dura”. O artista ressalta que, de fato, não trabalha com  ângulos “adocicados”: “O curador tem direito de dizer o que quiser, mas ele tem um ponto de vista original, no sentido da tensão que os ângulos provocam. Realmente, é uma geometria dura, porque não é barroca; é sempre rítmica, mas dura”.

 

Da mesma forma, é outra a leitura do branco neste movimento do artista, para além da concretude das formas e qualquer referência mística. “Sinto falta de uma Bahia metafísica, dos anos 1960 e 1970. Hoje tem o inchaço, a impiedade com que transformaram a Bahia e uma coisa barulhenta, batuque de um lado e de outro. É um equívoco essa África inventada na Bahia, que só em Salvador existe e em nenhum outro lugar do mundo, uma África inventada e perversa”.

 

Mas, assim como a geometria e a cor, é outro o medo que as formas de Emanoel evocam. Algo mais próximo, talvez, de uma paixão, e que o fez ir adiante — como aprendiz de marceneiro e talhador, na adolescência,  até tornar-se, numa trajetória genial, diretor e curador do Museu AfroBrasil (SP): “Eu não tenho medo. Se tivesse medo, estava em Purificação, de pijama, sentado no meio da rua“.

Sábado! Futurama/Conexão Vivo no Pelourinho‏

Chegamos à terceira edição do Futurama – Música e Intervenção Ambiental, shows e video mapping no Pelourinho. Desta vez, a banda de rock Madame Saatan (PA) traz como convidado o músico Fábio Cascadura, em um show que promete sacudir o Centro Histórico. O evento conta ainda com apresentação de Julio Caldas e Choro Rock (BA) e Baia (RJ). O Futurama – Música e Intervenção Ambiental é realizado pela Maquinário Produções, através da lei de incentivo FazCultura do Governo do Estado da Bahia e integra o Conexão Vivo, iniciativa voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro.

Além dos shows, a galera confere ainda o trabalho do VJ Gabiru, curador e residente da mostra de Vjing, projetando sobre obra da artista plástica Andrea May (Happy Downlady), e a VJ EsquizoMachine, projetando sobre casarões no entorno da praça.

Depois do Futurama, a saideira é na Festa Afrobeat, no Sankofa African Bar (Ladeira de S. Miguel, 7, Pelourinho) com os DJs Sankofa e Dudoo Caribe. O ingresso custa R$ 10 na bilheteria, mas tem também a lista amiga. As 70 primeiras pessoas que enviarem o nome completo para o e-mail projetoafrobeat@gmail.com pagam apenas R$ 5.

O que: Futurama – Música e Intervenção Ambiental com shows de Madame Saatan (PA) com participação de Fabio Cascadura, Julio Caldas e Choro Rock (BA) e Baia (RJ) e video mapping com os Vjs Gabiru e EsquizoMachine.
Quando: 29/10
Horário: 18h30
Onde: Praça das Artes, Pelourinho
Entrada gratuita

O Navio de Cristal na Grioti livros digitais


Mais um título que a Grioti livros digitais destaca entre os diversos de seu acervo. A livraria em menos de um ano já ultrapassou 4 mil títulos, dos quais, destaca nesse momento a interpretação da vida e obras musical e literária de Jim Morrison.

Sobre “O Navio de Cristal”
“O Navio de Cristal é uma reflexão e meditação sobre o sentido da vida, o pessimismo ou otimismo, a desesperança ou o amor à vida, investida de profundidade que busca as raízes que prendem a operação pela qual nasce o ser para a existência, o que já se coloca além do próprio nascimento.

O homem, essa realidade que se afirma perante si mesmo, com todas as inquietações, seu amor, seu desespero, continua, entretanto, um mistério, um desconhecido perante a si mesmo, mas há homens que fazem desse mistério o desafio de dar resposta a todas as metafísicas deste e dos próximos séculos que virão: quem sou eu? Este livro trata dessa investigação da condição humana, uma sondagem pelos “labirintos” desesperadores, pelo silêncio e pela solidão, onde apenas um ser, Jim Morrison, sente a vertigem do infinito, a abóbada transbordante do mistério do drama divino, do qual tem que desempenhar um papel. Eis a verdadeira Odisséia do homem!”

Sobre a Grioti
A GRIOTI, livraria digital baiana que completará um ano de funcionamento em novembro (foi idealizada e planejada há dois anos (2009)) continua aumentando seu acervo, mas vem também, trazendo uma política de incentivo cultural, através de parceria com a Ação Cultural Oficina HQ. Já foram lançados 2 livros digitais,  um gratuito e outro sendo comercializado, incentivando a produção de escritores e ilustradores.
Essa parceria deve se fortalecer e uma novidade será divulgada ainda esse ano sobre a parceria que vai trazer ainda mais oportunidades para novos talentos, sejam da literatura e/ou das artes gráficas.

:: Ação Cultural Oficina HQ

Akira recebe o sinal verde da Warner Bros.

A Warner Bros. acaba de dar sinal verde para a adaptação ocidental live action (filmada com atores) de Akira.

O estúdio adquiriu os direitos do clássico mangá e animê da editora japonesa Kodansha em 2008 e, desde então, estudava como tirar o filme do papel. Aparentemente, finalmente chegou-se a um consenso em termos de roteiro e orçamento e o filme será rodado no final de fevereiro ou começo de março de 2012.

[ATUALIZADO, 0h40] A Variety confirmou que o espanhol Jaume Collet-Serra será o diretor. Além disso, Garrett Hedlund (Tron: O Legado) é o favorito do estúdio para o papel de Kaneda. Robert Pattinson, Andrew Garfield ou James McAvoy – astros de Crepúsculo, Espetacular Homem-Aranha e X-Men: Primeira Classe, respectivamente – são os nomes considerados para Tetsuo.

A trama vai mudar a ambientação de Neo-Toquio para Neo Manhattan.

Leonardo DiCaprio e Jennifer Davisson Killoran produzirão ao lado de Andrew Lazar. Katsuhiro Otomo, o criador do mangá original e diretor do filme animado de 1988, será o produtor executivo. Ainda não foram oficializados os demais integrantes da produção.Leia mais sobre Akira

Fonte: Omelete 

Daniela fala sobre turnê e início de carreira

Passam das duas da tarde quando Daniela Mercury me recebe no 38º andar do New Yorker Park, na 8ª Avenida, um dos pontos mais agitados de Manhattan. ‘Que bom que a Bahia está interessada em cobrir meu show aqui no exterior, isso dificilmente acontece’. Daniela exibe uma jovialidade impressionante, tem o rosto feliz e está descontraída. Na véspera da estreia de sua turnê pela America do Norte, a cantora, que também é embaixadora da Unicef, fala da carreira internacional, novidades para o Carnaval onde vai homenagear Jorge Amado e sobre política. ‘Está na hora do Brasil avançar, e tem que ser depressa’.
Marcelo de Trói: Gostaria que você falasse um pouco da sua carreira internacional.
Daniela Mercury:
Parece que agora as pessoas começaram a atender um pouco o que significa uma carreira internacional. Eu me lembro que quando ‘O Canto da Cidade’ aconteceu era muito difícil explicar para a Bahia, para Salvador, a dimensão da repercussão, do impacto que teve o disco e o trabalho. A Bahia inteira estava comigo porque na verdade, tem uma história de todo mundo ali que eu vap! Já tava quase pra explodir tudo e eu furei o balão, no sentido da gente realmente conseguir expor o trabalho por um invés mais significativo e importante.

MT: Foi um momento muito bonito. E isso tem vinte anos…
DM:
Vinte anos… No final de 92, começo de 93, ‘O Canto da Cidade’ faz esse rompimento. E mais bonito também que tudo isso começou com um show pra cantores iniciantes no MASP. Eu me lembro que eu fui a São Paulo, a gente não sabia como chegar na mídia em São Paulo, já estourado em Salvador, fazendo show no Norte e Nordeste, shows enormes. Sim, quem é que a gente conhece lá? Como a gente vai penetrar nesse universo, como vai conhecer as pessoas da mídia e conseguir que eles dêem atenção a gente? Eu queria entender se a música que eu fazia faria sentido para o resto do Brasil também, não só para cidade de Salvador, não só pro Norte e Nordeste. E aí de repente topei fazer o show de artistas iniciantes, achei que no MASP iam passar pessoas comendo sanduíche meio-dia e como uma louca dançando, porque era show do meio-dia.

MT: Eu tava naquele show (risos)
DM:
Que legal. Várias pessoas que eu conheço estavam. Eu fui pra lá sem saber se aquilo tinha tradição…

MT: E foi o último show que teve, depois proibiram.
DM:
Eu juro, eu não era conhecida. Eu tinha um selo pequeno. Eu lembro que eles tinham botado ‘O Swing da Cor’ pra tocar na rádio de jazz, o que era uma coisa completamente incomum. Eles estavam tão confiantes, eles gostaram tanto de mim que abriram espaço. Eu me lembro chegando com ‘O Swing da Cor’ com (fita) K7 na mão (risos), na rádio. Pedindo para eles botarem. ‘Mas tem muito tambor. Tem muito batuque’, eles falavam (risos). Aí eles diziam: porque você não faz uma balada? Eu respondia: se eu fizer uma balada, eu vou ser mais uma; é melhor você botar o meu batuque que é diferente. O cara gostou tanto de mim, eu lembro, era a Rádio Lider, que ele botou a música. E assim, foi na amizade, na conquista, no corpo a corpo que a gente conseguiu os espaços. A gente foi fazer show na TV, o Gugu não sabia quem eu era, a Hebe não sabia quem eu era, Angélica, Xuxa… Eram os programas que a gente tinha para divulgar. Foi muito mágico. Todo mundo acreditando naquilo. Todo mundo acha que minha carreira foi feita de marketing, e na verdade, foi feita de show. Que marketing? O marketing de fazer show meio-dia para artistas iniciantes de São Paulo (risos). Cheguei lá tinha aquela multidão e parei a Paulista. No outro dia tinha no jornal ‘Uma baiana pára São Paulo’, eles nem sabiam meu nome. Então essa coisa de conquistar pelo trabalho, com a música, é muito importante, porque é sólido. Engraçado que na Suíça, o presidente da companhia da BMG, quando assinei meu segundo contrato com a BMG mundial, porque era Sony, passei pra BMG, eu disse pra ele: qualquer show diferente que vocês tenham, me avise, que eu vou. Se os artistas não quiserem fazer me avisa que eu vou. Eles falaram pra mim: por que? Eu falei: porque eu estou acostumada a fazer essas coisas no meio da rua (risos). Pode me dar, se vocês acharem que é difícil botar uma brasileira no país de vocês, me liguem que eu topo, invento umas loucuras, fazendo uma promoção incomum… Eu acho que essa coisa do business, de fazer na rua, é na realidade a verdade da gente.

MT: Quando você tocou aqui em Nova Iorque pela primeira vez?
DM:
O primeiro show que eu fiz aqui foi em 93, no Hitz. Foi um sucesso tremendo, eu tive uma matéria linda no New York Times. Lotado, os diretores da Sony internacional foram, saíram suados de dançar comigo, aí eu assinei contrato com mais dois discos pra minha carreira internacional tomar mais força porque até então, antes daquele show, eu tinha três discos com a Sony e eu passei a ser uma cantora de qualidade internacional por causa desse show. Eu vim pra cá várias vezes, fiz Lincoln Center, fiz Central Park, uma casa em Nova Iorque que é um centro de vanguarda, pra artistas do mundo, comecei a fazer em lugares espetaculares aqui nos Estados Unidos.

MT: E o que muda nessa turnê? Tem um gosto diferente?
DM:
Tem um sentido de continuidade. Tem um sentido de aprofundamento com os Estados Unidos, de aproveitar esse momento que o Brasil está se impulsionando internacionalmente. E ver se isso também nos dá um pouco mais de facilidades. Porque assim, eu tenho um metro e sessenta, sou magrinha e pequena, pra dar conta do mundo inteiro e o mundo é muito grande. Eu sempre quis fazer carreira internacional, morando na Bahia (risos). Uma coisa que só baiano faz né? O amor pela Bahia, a relação com minha família e tudo. Agora eu estou em São Paulo e Salvador, talvez eu esteja um pouco mais desprendida. Já tenho uma carreira contínua na Europa, na América Latina. Essa turnê vou para o México e para Toronto, porque também tenho carreira no Canadá. E eu vou na verdade, alternando países, como faço no Brasil. Para dar conta do Brasil inteiro, eu vou numa cidade, noutro ano não vou. E eu faço assim também no exterior. Tem quatro anos que eu não venho nos Estados Unidos, vendo o momento ideal para vir, e agora venho com o lançamento do CD ‘Canibália’ que não tinha sido lançado aqui, junto com o DVD ‘Canibália – ritmos do Brasil’ que é uma grande bandeira do Brasil. O DVD, não sei se você teve chance de ver, em Copacabana, é um show que foi realmente uma celebração de Brasil.

Cliquei AQUI PARA LER A SEGUNDA PARTE DA ENTREVISTA.

Fonte: iBahia (Marcelo de Trói – especial de Nova Iorque)

Madame Saatan, Julio Caldas e Baia no Pelourinho‏

Chegamos à terceira edição do Futurama – Música e Intervenção Ambiental, shows e video mapping no Pelourinho. Desta vez, a banda de rock Madame Saatan (PA) traz como convidado o músico Fábio Cascadura, em um show que promete sacudir o Centro Histórico. O evento conta ainda com apresentação de Julio Caldas e Choro Rock (BA) e Baia (RJ). O Futurama – Música e Intervenção Ambiental é realizado pela Maquinário Produções, através da lei de incentivo FazCultura do Governo do Estado da Bahia e integra o Conexão Vivo, iniciativa voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro.

Além dos shows, a galera confere ainda o trabalho do VJ Gabiru, curador e residente da mostra de Vjing, projetando sobre obra da artista plástica Andrea May (Happy Downlady), e a VJ EsquizoMachine, projetando sobre casarões no entorno da praça.

O que: Futurama – Música e Intervenção Ambiental com shows de Madame Saatan (PA) com participação de Fabio Cascadura, Julio Caldas e Choro Rock (BA) e Baia (RJ) e video mapping com os Vjs Gabiru e EsquizoMachine.
Quando: 29/10
Horário: 18h30
Onde: Praça das Artes, Pelourinho
Entrada gratuita


365 Tiras do XAXADO


Antonio Cedraz ou simplesmente Cedraz, como todos o chamam é um dos artistas gráficos da área de quadrinhos em Salvador-Ba mais importantes para a história dos quadrinhos, seja pelapersistência, pelo conjunto da obra, pela temática originalmente concebida e definida para ser extensão e trilha de uma caminhada profissional corajosa admirável.
SIM, desde o início ele aborda a temática nordestinha. Não foi uma decisão mercadológica. É a verdade do cartunista.  E no clima de lançamento do XAXADO ANO 4 – 365 Tiras em quadrinhos, alguns profissionais falaram sobre Cedrax. Confira, mas não esqueça de anotar na sua agenda data e local do próximo lançamento do artista! 

Data do lançamento: 30 de outubro (domingo)
Local: Bienal do Livro da Bahia (Centro de Convenções da Bahia)
No estande da Turma do Xaxado a partir das 16 horas.
“A inocência pode ser um disfarce perfeito para muitas coisas.
Assim como algumas comédias de Billy Wilder escondiam críticas demolidoras ao American Way of Life, os quadrinhos de Antonio Cedraz costumam trazer, sob a aparência fofinha de uma HQ infantil, argumentos poderosos, virulentos mesmo, contra o coronelismo, a exploração do homem pelo homem, a seca fabricada do Nordeste, a hipocrisia que permeia as relações humanas e muitos outros temas incomuns em uma HQ supostamente feita para distrair crianças.
E com um detalhe importante: sem jamais cair na deselegância árida do cartum politicamente engajado ou partidário ou sindicalista.
São HQs que se prestam a diversos patamares de leitura e fruição, podendo ser entendidas e apreciadas tanto por crianças, quanto por adultos das mais diversas classes sociais e níveis de instrução.
Do trabalhador braçal quase iletrado ao intelectual mais ilustrado, da criança ainda inocente ao adulto mais descrente – todos podem captar alguma coisa, todos podem extrair alguma mensagem das tiras do Xaxado.

Nem que seja apenas uma gostosa risada.”
Chico Castro Jr.
Jornalista

“O trabalho de Antonio Cedraz se destaca no cenário dos quadrinhos brasileiros pelo seu forte enraizamento cultural, fazendo, numa linguagem leve e ágil, a crítica sobre os conflitos políticos e sociais de nossa terra. Melhor expressão do quadrinho-cartum, a Turma do Xaxado, com seus personagens originais e cativantes, mostra a vida dura do nordestino, mas sem perder o bom humor.”

-Henrique Magalhães
Cartunista e editor da Editora Marca de Fantasia

“A arte produzida por Cedraz se impôs e se impõe sozinha pela qualidade inerente, cuja simplicidade, criatividade e comunicabilidade são universais. Suas historinhas encontram espaços por serem inteligentes, bem roteirizadas e engraçadas sem perderem o senso reflexivo e educativo.”

– Sérgio Mattos
Jornalista, professor, poeta e escritor

Fonte: Assessoria

Desenho animado de Ronaldinho Gaúcho


No último dia 15 de outubro, na Itália, estreou a série de desenhos animados Ronaldinho Gaucho’s Team, com as aventuras do personagem criado por Mauricio de Sousa e inspirado no atacante da equipe de futebol do Flamengo.

A série de 52 episódios – com 11 minutos de duração cada um -, produzida por Giuliano Giovanni, será exibida sempre aos sábados e domingos, no canal Deakids.

Clique aqui e assista ao trailer no website da série.

Fonte: Universo HQ (por Marcus Ramone)