Entrevista de Luis Augusto para site da Oficina HQ

Ele criou o Fala Menino Produções. Esta, além de lançar suas diversas publicações, é a produtora que  realiza a parti de hoje o Festival de Quadrinhos em parceria com a Multi(Produtora), no Salvador Shopping (Salvador Bahia).
Mas antes de começar a produção com seu personagem mais conhecido, Luis Augusto fez diversas outras atividades.
Formou-se em Arquitetura e Urbanismo, trabalhou arte-educação em escolas da Bahia, trabalhou com ZIRALDO, fazendo histórias para a revista O Menino Maluquinho, da Editora Abril, e publicou, em 1989, a tira LIU E O MÁGICO DO SOBACO, no Jornal A Tarde (Bahia).

Confira uma das perguntas que Luis Augusto respondeu ao site da Ação Cultural Oficina HQ. A entrevista disponível na íntegra, no site a partir de hoje,  foi primeiramente transformado num livro digital gratuito disponibilizado na Grioti livros digitais:

Oficina HQ: Todos sabem que você já lançou diversos livros do Fala Menino e outros personagens abordando o universo infantil. Você já tem uma estrada, uma identidade. Por isso, antes de falar dessa trajetória, eu gostaria que você falasse um pouco de como foi a sua busca pra trabalhar com quadrinhos antes de se “encontrar” com o Fala Menino.

Luis Augusto: “Eu mal tinha entrado na faculdade de Arquitetura da Ufba, qdo conheci o Ziraldo e apresentei a ele meu portifólio. Ele me chamou pra fazer parte da equipe da Zappin. Claro que fui. Coloquei a mochila nas costas e aluguei um quartinho no Rio. Fiquei 6 meses aprendendo a desenhar o menino da panela na cabeça, vendi roteiros mas acabei voltando para concluir meu curso aqui em Salvador. Não acreditava que houvesse espaço, mercado para quadrinhos e, de repente, meu destino na prancheta era mesmo desenhar projetos de casas ou coisas assim… Depois de idas e vindas, enquanto trabalhava como arte-educador em escolas de Salvador, ganhei uma menção honrosa num concurso de quadrinhos da Academia Brasileira de Artes, em São Paulo. Com esse estímulo, resolvi colocar a mochila nas costas e partir pros EUA. Fui aceito na Joe Kubert School of Cartooning and Graphic Arts, conheci muita gente lá. Conversei horas com o próprio Joe! Mas não tive como arcar com a anuidade do curso e do dormitório e acabei ficando um temponos States, fazendo freelas como ilustrador. Quem me deu a dica de criar uma comic strip foi o Neal Adams, quando viu trabalhos que eu fiz adaptando letras da MPB para meus alunos aqui em Salvador. Voltei ao Brasil e, no ano seguinte, surgiu o Lucas e o Fala Menino!”

Se quiser conferir a entrevista completa, visita o site da Oficina HQ (www.oficinahq.com) e clica no link “entrevistas”.

:: Oficina HQ

 

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