Espetáculo Graphic reúne quadrinhos, cinema e teatro em Salvador

Espetáculo Graphic, em cartaz no Teatro XVIII, de 25 a 27/11/11

Unindo a estética de quadrinhos, cinema e teatro, chega a Salvador Graphic, da Companhia Vigor Mortis, espetáculo que vai ficar em cartaz de 25 a 27 de novembro no Theatro XVIII, Pelourinho.

A peça fala de três personagens que se expressam através de gráficos: Artie (Leandrodanielcolombo) é um desenhista de manuais de instruções que tenta desenvolver idéias novas para um personagem chamado Homem-sombra; Becca(Carolina Fauquemont) é uma executiva de finanças que vive em meio a gráficos financeiros, mas tem um passado como desenhista de fanzines; e Raf (Rafaella Marques) é uma artista de rua que trabalha com stencils.

O encontro entre estes três e a disputa por uma vaga como desenhista de quadrinhos profissional em uma grande editora faz com que venham à tona suas frustrações e visões de carreira.

Serviço:
“Graphic” (Companhia Vigor Mortis)
Local: Theatro XVIII – Ladeira São Miguel, 18 – Pelourinho
Data: sexta (25) e sábado (26), às 20h, e domingo (27), às 19h
Apresentações: 25, 26 e 27 de novembro (sexta a domingo)
Classificação etária: 16 anos
Ingresso: R$ 5 (meia para todos)

Anúncios

Black Eyed Peas encerra noite do primeiro dia do SWU


Mais organizado, SWU 2011 abriu ontem (12/11/11) com rap, sol e Neil Young

Snoop Dogg

Fábio Santos
Osmar Portilho
Renato Beolchi
Direto de Paulínia

De casa nova, a segunda edição do SWU deixou a cidade de Itu e partiu para Paulínia, também no interior de São Paulo. Neste sábado, o Parque Brasil 500 deu o pontapé inicial no festival em dia marcado pelo intenso sol, muito rap e a aparição de Neil Young. De acordo com os organizadores, o primeiro dia de shows reuniu 60 mil pessoas.

Sol
Horas antes da abertura dos portões – que inicialmente aconteceria às 12h, mas só teve a entrada liberada mais de uma hora depois -, o sol intenso castigou Paulínia. O atraso da abertura do portões ainda prejudicou quem estava na fila sem abrigo do sol e aguardou mais de uma hora. Muitos reclamaram da falta de água e da desorganização na liberação do acesso.

Rap em alta
Gênero principal do dia de abertura do SWU, rap reuniu seus principais fãs e entregou shows Odd Future, Kanye West e Snoop Dog. Entre os representantes brasileiros, Emicida e Marcelo D2 deram conta do recado nos palcos principais lidando bem com um público bem maior que o seu usual. No New Stage fica o destaque com o coletivo Odd Future, liderado pelo performático Tyler, the Creator. Com seu rap agressivo e cheio de energia, o grupo arrastou boa parte do público para o palco menor e entregou a apresentação que seus fãs esperavam.

Entre os shows principais, que se dividiram nos palcos Energia e Consciência, Snoop Dogg foi o grande destaque. Entre o show “artificial” de Kanye West e a apresentação pra lá de conhecida no Brasil do Black Eyed Peas, o rapper foi bem correspondido pelos fãs do gênero, conduziu a plateia como verdadeiro mestre de cerimônias e mostrou que hip-hop bem feito com uma banda competente, carisma de belas dançarinas.

Fórum da Sustentabilidade
Mais visível do que na edição de 2010, quando ficou em segundo plano, o Fórum da Sustentabilidade mostrou que deve ganhar cada vez mais espaço na história do SWU. Logo na abertura deste primeiro dia de debates sobre meio ambiente, o canadense Neil Young foi o grande nome. No dia em que completou 66 anos, Young veio para falar, não para cantar, mas deu uma palhinha ao cantar Happy Birthday To Earth ao lado da Orquestra Juvenil do Programa Guri da cidade de Pirassununga que minutos antes havia homenageado o músico com uma série de clássicos do rock incluindo seu sucesso Hey Hey, My My (Into The Black).

O que funcionou

Trânsito e estacionamento – Ao contrário da edição 2010, em Itu – com o acesso apertado da Fazenda Maeda -, o Parque Brasil 500 possui entradas mais bem sinalizadas e mais organizadas. O estacionamento oficial também está numa distância mais próxima do local de shows em relação ao ano passado.

Palcos – Em 2010, os palcos lado a lado e a presença da pista VIP acabaram gerando muitas críticas. De formato novo, em 2011 os palcos ficaram frente a frente, obrigando a circulação do público entre as atrações. Com a área VIP na lateral, fãs de carteirinha dos artistas puderam grudar na grade e o clima das apresentações melhorou.

Pontualidade – Ponto sempre crucial em festivais grandes, a pontualidade foi respeitada no primeiro dia de SWU. Ps shows seguiram seu cronograma normalmente sem deixar o público esperando em vão. Nos New Stage, os atrasos de 10 ou 15 minutos não prejudicaram o espetáculo.

O que não funcionou

Lixo – Em alguns pontos do festival, principalmente nas áreas próximas das praças de alimentação, a coleta de lixo ficou aquém da demanda. Mesmo com a presença de muito latões de lixo, os restos de comida e copos descartáveis deixados sobre as mesas se empilhavam sem nenhum sinal de funcionário de limpeza na praça de alimentação vegetariana.

Distâncias – Dentro do festival, o caminho a ser percorrido entre as quatro áreas – palcos Cosciência, Energia, New Stage e Tenda Eletrônica – são maiores, principalmente sob o forte sol. No palco New Stage, a reclamação principal ficou por conta da Tenda Eletrônica, cujo alto som vazava para o público do palco menor.

Palcos – O formato dos palcos um em frente ao outro funcionou melhor, mas a estrutura deles prejudicou a visibilidade em áreas mais afastadas da pista. Em 2010, o terreno em declive ajudou.

Banheiros – Mesmo durante os shows, as filas dos banheiro ficaram impraticáveis. Aos impacientes restou urinar nas próprias paredes em torno dos sanitários. Mesmo avisados por seguranças, assim que a fiscalização baixava, eles retornavam ao local.

Asfalto – O asfalto colocado na pista dos palcos principais só intensificou o calor. Se por um lado a presença do pavimento contribuiria no caso de chuva, evitando um lamaçal, por outro o piso catalisou o calor do sol. À noite, após horas de banho de cerveja, ficou grudento.
Fonte: http://www.terra.com.br

 

Caetano, Djavan e Jota Quest levam Grammy Latino

Outros brasileiros premiados foram Skank, Naná Vasconcelos e Aline Barros
Las Vegas – Caetano Veloso, Djavan, Jota Quest e Exaltasamba conquistaram na última quinta-feira(10/11/11) o Grammy Latino, na 12ª edição do prêmio, entregue em Las Vegas.
Caetano Veloso recebeu o Grammy de Melhor Álbum de Rock Brasileiro por “Zii e Zie ao Vivo”, com um trabalho que transita pelo som experimental e é chamado de “transamba”, unindo samba, rock, dissonâncias e “ruídos” que surpreendem os que estão acostumados à voz suave que caracteriza o músico baiano.

Djavan faturou o Grammy de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira com “Ária”, na cerimônia realizada no hotel Mandalay de Las Vegas.
Jota Quest obteve o Grammy Latino de Melhor Álbum Pop Contemporâneo, com “Quinze”, e Exaltasamba levou o prêmio de Melhor Álbum de Samba por “25 anos ao vivo”.
Na disputa pelo Grammy de Melhor Álbum de Música Sertaneja, João Bosco & Vinícius derrotaram a favorita Paula Fernandes, também indicada para Melhor Artista Revelação, prêmio que ela perdeu para Sie7e.
Outros brasileiros premiados foram Skank (“Melhor Canção” com “De Repente”), Naná Vasconcelos (“Melhor Álbum de Música de Raízes Brasileiras” com “Sinfonia e Batuques”) e Aline Barros (“Melhor Álbum Cristão” com “Extraordinário Amor De Deus).
Nas principais categorias da festa, o destaque foi a dupla de hip-hop Calle 13, de Porto Rico, que conquistou nove prêmios com “Entren los que quieran”, incluindo Álbum do Ano e Canção do Ano.

Fonte: Exame.com

Curta HQ, hoje(6/11/11) em Salvador!


O evento começa às 14 horas, no teatro da livraria Cultura.
Cada mesa tem duração de 1 hora. A ordem das mesas:

 

Mesa 01: Mercado/Publicação
Mediador: Marco Alemar
Mesa 02: O universo de Mangas / Anime
               Mediador: Satine Black

 

Mesa 03: HQ de super-herois – adaptações e cinema e tv (desenhos animado)
Mediador: Sávio Roz

 

Mesa 04: Relação entre revista impressa e digital e a relação com os fãs.
Mediador: Rafael Saraiva

:: Assessoria

‘Calvin e Haroldo – Os dias estão todos ocupados’

A editora Conrad está lançando um novo volume de Calvin e Haroldo, continuando a publicação completa das tiras em quadrinhos criada por Bill Watterson.
Calvin e Haroldo – Os dias estão todos ocupados (176 páginas, formato 30 x 23 cm, R$ 44,90) é o nono título da série que sai pela editora. Criada em 1985, a tirinha foi publicada diariamente, durante dez anos, em mais de 2.400 jornais ao redor do mundo. Os álbuns publicados por Bill Watterson venderam mais de 30 milhões de cópias.
A história é sobre Calvin, um garoto hiperativo de seis anos deidade, cujo maior amigo é o tigre de pelúcia Haroldo – que ganha vida quando não existe nenhum adulto por perto.
Fonte: Universo HQ

X-Men # 20 terá desenhos do brasileiro Will Conrad

Nesta semana, chega às comic shops norte-americanas a revista X-Men # 20. Será a primeira edição do título mensal que contará com desenhos do brasileiro Will Conrad. Os roteiros são de Victor Gischler e a capa de Adi Granov.
Na trama, X-Men e Máquina de Guerra entram em confronto no Leste Europeu, onde Sentinelas estão sendo contrabandeados no mercado negro.

Vilmar Conrado – ou Will Conrad, como ficou conhecido depois que começou a realizar trabalhos paras as editoras dos Estados Unidos – tem 34 anos e nasceu em Belo Horizonte/MG. Ele já desenhou para as editoras Dynamite Entertainment (Red Sonja), Dark Horse (Serenity e Conan), DC Comics (Novos Titãs, Aves de Rapina e Renegados) e Marvel (Wolverine, Elektra, Mulher-Hulk e Vingadores).
Confira abaixo um preview de X-Men # 20 e conheça mais do trabalho e projetos de Will Conrad em seu site oficial.
Fonte: Universo HQ

Premiado filme ‘O Palhaço’ de Selton Melo em cartaz

Flavia Vasconcelos
(redacao@portalibahia.com.br)
Depois de ganhar quatro prêmios  no Festival de Paulínia em julho, ‘O Palhaço’, segundo longa que leva a direção de Selton Mello estreou no circuito comercial, na última sexta (28). Através da característica lúdica típica do circo, o filme trata questões muito profundas como as incertezas do seu protagonista e o amor de pai e filho muito presente na relação de Valdemar (o pai), interpretado pelo experiente Paulo josé, e Benjamin (o filho), vivido por Selton Mello.

Em entrevistas, Selton tem dito que o filme tem um pouco de suas experiências, de conflitos ligados a sua profissão de ator, vividos por ele mesmo, por ter começado a trabalhar muito jovem. Uma passagem marcante no longa, que remete claramente a este conflito profissional é quando Benjamin, que trabalha como palhaço, questiona: “Eu faço o povo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”.

O tipo ‘funcionário padrão’, também é discutido no filme. Através da ironia e da comédia, é possível notar uma crítica ao trabalho mecanizado e a exigência de um perfil estabelecido do trabalhador que trabalha, principalmente, em repartições públicas. Esta parte fica por conta do ator Luiz Alves Pereira Neto, mais conhecido como Ferrugem, que interpreta um atendente da prefeitura.
É um filme denso, porém leve. Um figurino impecável e trilha sonora que contribui com a tarefa de emocionar o público. Vale a pena conferir.
Fonte: Site iBahia