O melhor filme do ano, segundo a Associação de Críticos de Cinema dos EUA

Cena de "Melancolia", eleito o melhor longa pela associação de críticos dos EUA

A Associação de Críticos de Cinema dos Estados Unidos elegeu “Melancolia”, de Lars von Trier, o melhor filme do ano.

A protagonista do longa, Kirsten Dunst, também foi eleita melhor atriz. Na categoria ator, ficou em primeiro Brad Pitt, por sua performance no filme “O Homem que Mudou o Jogo” e “Árvore da Vida”.

A atriz Jessica Chastain, nome em ascensão em Hollywood, foi considerada a melhor atriz coadjuvante nos filmes “Árvore da Vida”, “O Abrigo” e “Histórias Cruzadas”. Já Albert Brooks foi o melhor ator coadjuvante por “Drive”.

Terrence Malick levou o prêmio de direção por “Árvore da Vida”.

Veja abaixo a lista completa.

Ator

1. Brad Pitt (“O Homem que Mudou o Jogo”, “Árvore da Vida”)

2. Gary Oldman (“O Espião que Sabia Demais”)

3. Jean Dujardin (“The Artist”)

Atriz

1. Kirsten Dunst (“Melancolia”)

2. Yun Jung-hee (“Poetry”)

3. Meryl Streep (“A Dama de Ferro”)

Ator coadjuvante

1. Albert Brooks (“Drive”)

2. Christopher Plummer (“Beginners”)

3. Patton Oswalt (“Jovens Adultos”)

Atriz coadjuvante

1. Jessica Chastain (“Árvore da Vida”, “O Abrigo”, “Histórias Cruzadas”)

2. Jeannie Berlin (“Margaret”)

3. Shailene Woodley (“Os Descendentes”)

Filme

1. “Melancolia” (Lars von Trier)

2. “Árvore da Vida” (Terrence Malick)

3. “A Separation” (Asghar Farhadi)

Diretor

1. Terrence Malick (“Árvore da Vida”)

2. Martin Scorsese (“A Invenção de Hugo Cabret”)

3. Lars von Trier (“Melancolia”)

Não-ficção

1. “Cave of Forgotten Dreams” (Werner Herzog)

2. “The Interrupters” (Steve James)

3. “Into the Abyss” (Werner Herzog)

Roteiro

1. “A Separation” (Asghar Farhadi)

2. “O Homem que Mudou o Jogo” (Steven Zaillian, Aaron Sorkin)

3. “Meia-Noite em Paris” (Woody Allen)

Filme estrangeiro

1. “A Separation” (Asghar Farhadi)

2. “Mysteries of Lisbon” (Raoul Ruiz)

3. “O Porto” (Aki Kaurismäki)

Fotografia

1. “Árvore da Vida” (Emmanuel Lubezki)

2. “Melancolia” (Manuel Alberto Claro)

3. “A Invenção de Hugo Cabret” (Robert Richardson)

Fonte: Folha de São Paulo (8/1/2012)

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