OSCAR 2012: cantora fala da indicação da canção Real in Rio

Ao lado de Carlinhos Brown, a cantora Siedah Garrett tem boas chances de ganhar o Oscar no próximo domingo (26/2) com sua música Real in Rio, da animação Rio. Em entrevista ao The Hollywood Reporter ela falou sobre o assunto:”Eu sei que depois deste ano as regras vão mudar”, disse Siedah. “Muitas pessoas não estão contentes com a maneira como as coisas estão agora, até membros da Academia”, completou citando o novo regulamento no qual a Academia exige que uma música tenha a maioria dos votos dos membros e ainda possua um papel central na trama para ser indicada. Real in Rio foi escrita por Garret, Sergio Mendez e Carlinhos Brown com a cena de abertura em mente. “Tinha que representar a exuberância do Rio, os pássaros, os animais, a arquitetura, as vistas do Rio de Janeiro, não apenas os pontos turísticos”, explicou.Para Siedah, uma música original é como um terceiro ator em cena, capaz de causar reações e ideais que os personagens em cena não podem simplesmente falar. “É uma cultura muito rica e eles têm um espírito divertido, então era meu trabalho capturar e casar esses elementos com a música da cena”, contou.Para finalizar, a moça comentou sobre o cancelamento das apresentações ao vivo na noite do Oscar, o que deixou todos os envolvidos desapontados. “Não poderei cantar com Sergio Mendes no Oscar, isso é meio louco”, finalizou. A 84ª edição do Oscar será realizada em 26 de fevereiro no Teatro Kodak, em Los Angeles, sob o comando do ator e comediante Billy Crystal (A Máfia Volta ao Divã). A cerimônia será transmitida para mais de 225 países e você poderá acompanhar a cobertura em tempo real no Cineclick.

Fonte: MSN

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Cartunista Hugo Pratt ganha exposição com obras maçonicas em Paris

Porta mágica, brasões maçônicos, Abraxas (talismãs gnósticos), ritos de iniciação: Hugo Pratt, criador de Corto Maltese e membro durante 20 anos da loja Hermès de Veneza, salpicou seus álbuns de referências à franco-maçonaria que uma fascinante exposição convida a decodificar.

Intitulada “Corto Maltese e os segredos da iniciação”, a mostra será apresentada até o dia 15 de julho no Museu da Franco-Maçonaria, em Paris. E será uma surpresa para muitos visitantes descobrir um Hugo Pratt irmão, como tantos outros artistas antes dele, de Voltaire a Mozart, passando por Goethe, Kipling ou Casanova.

A exposição apresenta pranchas originais de vários álbuns, entre eles o mais maçônico, “Fábula de Veneza”, aquarelas, mas também o cordão de Hugo Pratt e dois de seus aventais maçônicos, entre eles o do grau de Mestre secreto ornado com um “Z”, inicial de uma palavra em hebraico.

Também podem ser vistas duas máscaras africanas ligadas àqueles que o inspiraram em “As Etíopes” (Corto Maltese na África) ou ainda um objeto da Nova Guiné. O público poderá, também, admirar uma espada maçônica, carregada de história.

No dia 19 de novembro de 1976, conta Pierre Mollier, responsável pelo Museu, durante uma visita ao local da exposição, os membros da loja Hermès de Veneza tiveram a surpresa de ver o irmão aprendiz Hugo Pratt trazer uma espada de lâmina ondulante, um dos símbolos dispostos na bandeja do Venerável Mestre, na grande mesa para o ágape.

Como foi parar nas mãos do novo iniciado? Na realidade, o irmão Pratt trouxe de volta a espada tirada por seu pai fascista, durante o saque da loja de Veneza pelas milícias de Mussolini, em 1924!

Em 1976, na Itália, era preciso coragem para se somar à franco-maçonaria, alvo de uma campanha virulenta “alimentada pelo escândalo da pseudo loja P2”, observa Luigi Danesin, ex-Grande Comendador do Conselho Supremo da Itália, recriado em “Fábula de Veniza”. Nascido em 1927 na Itália e falecido na Suíça, em 1995, Hugo Pratt nunca “confessou” ser franco-maçom.

“Ele não respondeu explicitamente à minha pergunta entre 1987 e 1991 para duas grandes entrevistas”, destacou um de seus biógrafos, Dominique Petitfaux. Foi seu amigo Luigi Danesin que revelou isto em 1998, na revista maçônica italiana Officinae.

“Toda a obra de Pratt pulula de referências literárias, artísticas, cinematográficas, históricas e… maçônicas”, revela Guy Arcizet, grã-mestre do Grande Oriente da França, primeira obediência maçônica francesa.

A franco-maçonaria está certamente no centro de a “Fábula de Veneza”, mas a intriga de “El Gaucho”, do qual Pratt é roteirista, evoca uma querela entre lojas. Reencontramos, também em “As Céticas” numa cerimônia de initiação ao grau de aprendiz.

Em 1994, ele junta três suntuosas páginas numa nova edição de “Fort Wheeling”, consideradas “seu testamento maçônico”. Pratt defende aí o humanismo e a superação de clivagens culturais, ilustradas pela ritual de iniciação de um indiano. Foi um personagem histórico que o inspirou : um iroquês chamado Thayendanegea, recebido na maçonaria, em Londres, em 1776.

Toda a obra do Mestre é irrigada por seus encontros com povos que possuem ritos de iniciação específicos, como os indígenas da Amazônia, os da América do Norte, as sociedades pré-colombianas, a África, a Melanésia e a Nova Guiné, revela ainda Guy Arcizet.

Fonte: UOL

Hotsite cobrindo o Carnaval de Daniela Mercury


Neste carnaval, a cantora Daniela Mercury criou um Hotsite na abertura de sua página (www.danielamercury.art.br) para que todos possam acompanhar seu desfile no circuito da Barra durante os dias de folia.
A cantira ainda encontrou tempo pra desfilar na Escola de Samba Portela(domingo), mas puxa o Bloco Crocodilo durante 3 dias, e já puxou o trio sem cordas na sexta-feira passada.

Daniela Mercury desfilando na Portela, domingo (foto do jornal CORREIO)

Na sexta-feira, a cantora fez uma “Ópera de Carnaval” para homenagear Jorge Amado, com a participação de Virgínia Rodrigues, Edson Cordeiro, o ator Luís Miranda, entre outros artistas.

:: Oficina HQ

Você conhece o artista plástico e gestor cultural baiano Emanoel Araújo?

Artista e gestor cultural Emanoel Araújo (Foto: Wilton Bernardo)

Emanoel Araújo esteve em Salvador trazendo para 2 realizações importantes: uma foi trazer sua exposição de esculturas na Galeria Paulo Darzé (abertura aconteceu em 20/10/11) depois de 25 anos sem expor em Salvador; a segunda realização, foi foi como curador das exposições que abriram o tão esperado “Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira – Bahia” em 13 de novembro de 2011. Poucos dias antes da abertura do Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira, eu tive a oportunidade de entrevistar o artista e bater um papo sobre sua trajetória, desde seu despertar artístico em Santo Amaro, quando menino a experimentar a produção de arte com seu então amigo Caetano Veloso. Leia e conheça um pouco mais sobre o artista Emanoel Araújo.
Clique aqui e veja entrevista exclusiva com o artista.

Fonte: Blog da Laço Afro

One Piece está de volta às bancas

Os fãs de bons mangás têm, a partir deste mês, mais duas opções nas bancas: One Piece, do japonês Eiichiro Oda, está de volta ao mercado brasileiro, pela Panini Comics.

A série foi interrompida oficialmente pela Conrad em maio de 2011, depois de 70 números publicados, que equivaliam a 35 volumes japoneses.

E vem daí a grande sacada da Panini neste relançamento: a editora colocará nas bancas duas versões de One Piece, uma a partir do começo da série, para atrair novos leitores; e outra que começa do volume 36, para os fãs que quiserem acompanhar o mangá do ponto em que a Conrad o cancelou.

One Piece é um dos mangás mais vendidos do mundo e conta a história de Monkey D. Luffy que, quando criança, fez a promessa de se tornar o maior pirata de todos os tempos.

Mas um fato curioso acaba ajudando-o. Sem querer, ele come o Fruto do Diabo, que dá poderes estranhos a quem ingeri-lo. Assim, Luffy ganha o poder de esticar como um homem de borracha, mas nunca mais conseguirá nadar.

Quando cresce, ele parte em busca de uma tripulação para entrar na grande rota e descobrir o One Piece, o maior tesouro escondido dos piratas, e com ele ver seu sonho transformado em realidade.

Para divulgar esse retorno de One Piece ao Brasil, a Panini preparou, inclusive, uma promoção na página de seus mangás no Facebook, que pode ser conferida aqui.

Fonte: Universo HQ

Editora Draco faz concurso de quadrinhos

A Editora Draco pretende organizar uma antologia de contos que abordem aventuras de super-heróis de forma criativa e original, de preferência com enredos que mostrem personagens inseridos direta ou indiretamente na cultura brasileira ou portuguesa.

Não há regras quanto ao tipo de história, pode ser a origem do personagem ou apenas uma grande aventura com ele. O único requisito é que o protagonista seja psicologicamente bem construído. As histórias devem ter entre 3 e 12 mil palavras.

É preciso ser uma criação original. Portanto, é vetado o uso de super-heróis da DC Comics ou Marvel. Inclusive por problemas de direitos autorais.

Os contos devem ser enviados em formato rich text file (RTF) para os e-mails lfvasques@gmail.com e glodir@unisys.com.br, com cópia para ericksama@gmail.com. O prazo final para o envio das história é até dia 31 de março de 2012.

Para mais detalhes, acesse o blog da Editora Draco.

Fonte: Universo HQ