Novidades do “God of War: Ascension”

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“God of War: Ascension” enfim vai trazer uma opção muito aguardada pelos jogadores: modalidade multiplayer. A informação foi confirmada pela Sony.

Intitulado Execution, este modo oferece suporte para até oito jogadores que são divididos em dois times (Esparta e Troia, com um máximo de quatro membros cada lado). A meta dos espartanos é conquistar pontos específicos para libertar um ciclope que está no mapa, enquanto os troianos lutam para derrotar a criatura – ou prendê-la novamente caso consiga a liberdade.

Antes de começar os combates, entretanto, o jogador passa por um tutorial que termina em uma batalha que não pode ser vencida. Após a surra, o guerreiro vende sua alma para Zeus, Hades, Ares ou Poseidon, e essa escolha determina os tipos de armas e armaduras e as habilidades que o combatente carregará para o campo de batalha.

“Depois de escolher a sua filiação, você pode personalizar as vestimentas do seu personagem em seis partes, como botas, luvas, armaduras e elmos. É possível fazer [a combinação] que quiser”, explicou Todd Papy, diretor criativo do jogo.

Falando no PlayStation Blog, Papy disse ainda que o estúdio da Sony de Santa Monica está pensando em novos modos para adicionar à opção multiplayer.
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Jornada ao passado

Diferente do que se esperava, “God of War: Ascension” não será uma continuação direta de “God of War III”, mas uma “prequel” contando a história de como Kratos se tornou servo de Ares, antigo deus da guerra na franquia.
Aguardado para o segundo trimestre de 2013, “God of War: Ascension” é exclusivo para PlayStation 3.

“Nossa se o jogo já era bom no modo single imagine você jogando com amigos e bolando estrategias de batalhas” comentou HOMEGAMER, um dos internautas ao ler as novidades sobre o jogo.
E você, o que acha? Conte-nos suas expectativas.

Fonte: UOL

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O Homem que Não Dormia

Numa cabine de imprensa encontro o amigo Egypto e ele me pergunta sobre “O Homem que Não Dormia”. E, antes mesmo que eu possa responder ele acrescenta que foi um dos quatro abnegados que permaneceu até o fim da sessão.

Nada contra sair no meio dos filmes. Ficar até o final não proporciona uma visão melhor e, eventualmente, se não se está agüentando aquilo, ela pode ser até pior.

De minha parte, só posso discordar do Egypto em relação a esse filme. Não posso falar dos demais colegas, porque não tive a chance de conversar com eles.

É um filme fragmentário, concordo. Mas isso não é necessariamente um defeito. É um hábito da geração de Edgard Navarro, não apenas no Brasil.

E, até pude entender, o filme tem uma coerência interna muito forte, é balizado por um fabulário (mula sem cabeça etc.), pela crônica política (o torturado da ditadura, transformado em louco da cidadezinha), pela permeabilidade do real pelo fantástico (os deuses nativos, tão presentes que contaminam até o padre), pela crônica de costumes (a maledicência e a tragédia familiar do coronel, que é um outro lado da repressão e da dominação econômica).

Essas séries, tenho a impressão, se articulam muito bem e criam um exemplar de filme fantástico bem raro no Brasil e que foge do interminável prato pronto que em geral nos é servido.

Há um ponto obscuro no filme e o Egypto manifestou seu desagrado: é quanto a certa escatologia, àquela gente que fica urinando em cena, essas coisas.

Bem, para os padrões Navarro é uma delicadeza. Ainda assim, acho que esses momentos, sim, são dispersivos. Raramente se justificam.

No geral, no entanto, um filme que me pareceu muito vivo, atrevido, inteligente. Espero que os colegas lhe dêem uma segunda chance.

Inácio Araújo
Fonte: UOL

Fúria de Titãs 2 embalado por Marylin Manson


Uma década depois de heroicamente derrotar o monstruoso Kraken, Perseu – o semideus filho de Zeus – está tentando viver uma vida tranquila como pescador em uma aldeia e como pai solteiro de seu filho de 10 anos, Helius. Enquanto isso, uma batalha entre deuses e Titãs pela supremacia tem início. Perigosamente enfraquecidos pela falta de devoção da humanidade, os deuses estão perdendo o controle dos Titãs encarcerados e de seu feroz líder, Kronos, pai dos irmãos Zeus, Hades e Poseidon.

O triunvirato havia derrotado seu poderoso pai há muito tempo atrás, deixando-o apodrecer no sombrio abismo do Tártaro, uma masmorra que fica nas profundezas do cavernoso submundo. Perseu não pode ignorar a sua verdadeira vocação quando Hades, junto com o filho divino de Zeus, Ares (Edgar Ramirez), quebra sua lealdade e faz um acordo com Kronos para capturar Zeus.

A força dos Titãs aumenta ainda mais quando os poderes divinos restantes de Zeus são desviados, e o inferno é desencadeado na terra. Ajudado pela guerreira Rainha Andromeda (Rosamund Pike), pelo filho semideus de Poseidon, Agenor (Toby Kebbell), e o deus caído Hefesto (Bill Nighy), Perseus bravamente embarca em uma perigosa busca no submundo para salvar Zeus, derrotar os Titãs e salvar a humanidade.
E a trilha sonora, tem a ótima música Sweet Dreams (versão de Marylin Manson) . Veja o trailler abaixo pra entrar no clima:

Se quiser curtir a música completa, segue abaixo:

Fonte: Cineinsite

Michelle Williams brilha em “Sete dias com Marilyn”

Atriz refinada nos detalhes, Michelle Williams não comete, em “Sete dias com Marilyn”, o erro de tentar imitar Marilyn Monroe – a deusa única e irrepetível, em sua beleza e destino trágico. Por isso, acerta em cheio na recriação do essencial desta personagem que ocupa há 50 anos o imaginário do público e os mais diversos espaços midiáticos com seu ícone imediatamente reconhecível, mas quase nunca decifrado. A atriz recebeu sua terceira indicação ao Oscar pelo papel.
Fora a delicadeza de nuances da interpretação de Michelle – cuja fragilidade física não sugeriria, à primeira vista, que desse conta de encarnar a carnalidade de Marilyn -, ajuda muito que a via de acesso à sua história tenha sido o livro de memórias de Colin Clark (1932-2002), “Minha Semana com Marilyn”. Jovem aristocrata, Colin (Eddie Redmayne) tirou a sorte grande, em seu primeiro trabalho profissional no cinema, ao receber como um presente do destino a missão de assistente pessoal da diva, em viagem à Inglaterra para atuar em “O Príncipe Encantado” (1957).

Combinando com fluência essas duas vertentes, a verdadeira incorporação da atriz por sua intérprete e o encantamento de seu jovem auxiliar, extraindo várias nuances de humor no meio do caminho, o filme do diretor e produtor britânico Simon Curtis contorna os clichês e se transforma numa jornada de redescoberta. Da história de Marilyn, de Colin e do próprio público, que pode sintonizar nas entrelinhas algumas emoções de um primeiro amor – como na sequência que apresenta uma travessura da estrela, escapando ao trabalho com o assistente, para uma divertida visita a uma escola, seguida por um mergulho num lago.

Outra nuance devidamente bem utilizada no roteiro de Adrian Hodges é a tensão do veterano ator Laurence Olivier (encarnado com cinismo histriônico por Kenneth Branagh) diante da diva, cuja exuberante sexualidade o desconcerta quase tanto quanto sua dificuldade em decorar as falas, o que atrasa perfidamente o cronograma da filmagem. Uma atração que a mulher de Olivier, Vivien Leigh (Julia Ormond), assiste cinicamente conformada.

A chave do filme é uma assumida dualidade. Em primeiro lugar, da própria Marilyn, devorada por uma insegurança atroz, que a levava a carregar por toda parte um séquito de supostos protetores, como sua coach de atuação, Paula Strasberg (Zoë Wanamaker). Essa divisão íntima da estrela despertava nas pessoas que a amavam a ilusão de que podiam salvá-la, que contagiou também o jovem Colin. Num segundo momento, essa ilusão sucumbia à assustadora constatação da ciranda infernal de emoções da atriz, um sentimento que afugentou seus maridos, como o dramaturgo Arthur Miller (Dougray Scott) – retratado no filme como um homem frio e distante – e o próprio Colin.

Com o encanto dos admiradores transformado em medo, Marilyn prosseguiu, entregue a uma apavorante solidão, aos próprios fantasmas e aos remédios que minaram sua resistência. A política, que pode ou não ter tido algum papel em sua morte precoce, em 1962, aos 36 anos, não é objeto deste ótimo filme, que aborda um outro tempo.

(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

Thundercats: nova versão do desenho animado estreia no Cartoon Network

Depois de chegar ao Brasil via SBT, a série de desenhos animados Thundercats estreará no canal brasileiro do Cartoon Network, no próximo dia 30 de abril.

Nesta reformulação, os heróis felinos ganharam outra origem. Lion-O, Panthro, Tygra, Cheetara, Jaga, WilyKit e WilyKat não são mais uma raça de sobreviventes do moribundo planeta Thundera que vão viver na Terceira Terra.

Agora, como anota a sinopse da série, “Thundera é um próspero reino do Terceiro Mundo, dominado pelos gatos depois de séculos de batalhas contra os lagartos. Filho do Rei Claudus, o jovem e impulsivo Lion-O se vê à frente de um grupo de sobreviventes do terrível ataque das tropas inimigas ao reino, liderado pelo general lagarto conhecido como Escamoso e pelo mago Mumm-Ra. De posse da lendária Espada Justiceira, os fugitivos buscam o Livro dos Presságios, artefato místico que lhes permitirá derrotar o poderoso feiticeiro”.

E ao menos um dos thunderianos teve uma característica alterada, nesta nova versão. Snarf, o bichinho de estimação e pretenso protetor de Lion-O, não é mais uma criatura falante.

O visual dos personagens também sofreu mudanças. Além de vestir uniformes um pouco diferentes da versão original, os “gatos do trovão” voltaram com traços fisionômicos típicos dos animês.

A série Thundercats será exibida de segunda a sexta-feira, sempre às 17h30min.

Fonte: Universo HQ

“Os Vingadores” para nossa alegria!

Depois de apresentar um a um seus super-heróis desde o primeiro “Homem de Ferro” em 2008, os estúdios Marvel finalmente reuniu sua super-equipe no esperado e impressionante “Os Vingadores”, que dá início à temporada primavera-verão hollywoodiana, particularmente rica em superproduções.

“Os Vingadores”, dirigido por Joss Whedon, criador da série “Buffy, a caça vampiros” e roteirista de “Toy Story”, estreia no Brasil, nesta sexta-feira (26/04/12).
O longa-metragem concretiza o sonho de Kevin Feige, copresidente da Marvel Studios e arquiteto do renascimento do cinema de super-heróis da Marvel, desde “Homem de Ferro”, interpretado com sucesso por Robert Downey Jr.

O plano de Feige era ambicioso: fazer cada super-herói da galeria principal – com exceção do Homem-Aranha e X-Men, cujos direitos pertencem a outros estúdios – estrelar seus próprios filmes, antes de reuni-los em uma única superprodução, “Os Vingadores”.

“O maior desafio durante estes anos foi dar vida individual para cada filme, sabendo que tudo levaria ao ‘Os Vingadores'”, declarou recentemente à imprensa em Beverly Hills, durante a apresentação do filme.
“Homem de Ferro” foi seguido por “O Incrível Hulk” (2008), estrelado por Edward Norton, “Homem de Ferro 2” (2010), que introduziu o personagem da Viúva Negra (Scarlett Johansson), “Thor” (2011), interpretado por Chris Hemsworth, e “Capitão América” (2011), incarnado por Chris Evans.

Para “Os Vingadores”, Edward Norton foi substituído por Mark Ruffalo, e Jeremy Renner (“Guerra ao terror”) se juntou ao elenco no papel de Gavião Arqueiro.
“Em 2007, quando fui escolhido para fazer ‘Homem de Ferro’, Kevin (Feige) me disse que o objetivo era ter todos os personagens juntos em um único filme para um projeto sem precedentes”, declarou Robert Downey Jr. “Eu lembro ter ficado nervoso, animado e cético”.
“E então, um dia, o Mark (Ruffalo) apareceu e eu disse: ‘uau!, isso realmente isso acontecer”, contou.
Herói da série de filmes mais popular do grupo, os dois “Homem de Ferro” arrecadaram quase 1,2 bilhão de dólares em receita, e o ator admite que, “em última análise, é mais agradável não levar o filme sozinho”. “Todo mundo está em pé de igualdade em ‘Os Vingadores’, e isso é ótimo”, enfatizou.

Para o diretor Joss Whedon, que também assina o roteiro, “o mais difícil foi a estrutura: como unir tudo isso, como fazer brilhar todos os personagens, como fazer o público passar de um personagem a outro, sentindo-se a cada vez envolvido da mesma maneira”.
A aposta valeu a pena. O roteiro é simples: o superpolicial mundial Nick Fury (Samuel L. Jackson) reúne os super-heróis para derrotar o irmão de Thor, o maléfico Loki, que roubou um cubo com um poder incalculável.

Joss Whedon adorou confrontar esses super-heróis, que lutam para trabalhar em conjunto.
Cheio de surpreendentes efeitos especiais, o filme conseguiu atingir o objetivo definido por seu diretor: “Capturar a essência dos quadrinhos, mas sem esquecer que fazemos um filme e não um desenho animado. É preciso capturar o espírito, mas sem ser um escravo dele”, afirmou.

O sucesso anunciado do filme também deve render cores à Disney, proprietária da Marvel desde 2009, após o fiasco de “John Carter”.

“Os Vingadores” abre a temporada de blockbusters de Hollywood, particularmente rica neste ano com os esperados retornos de Batman, “The Dark Knight Rises”, de Christopher Nolan, e do Homem Aranha, que retoma as origens da história do super-herói, desta vez interpretado por Andrew Garfield.

Fonte: Cineinsite

Ivete Sangalo grava para o remake Gabriela – estréia prevista para Julho

Ivete Sangalo posa caracterizada de Maria Machadão nas gravações de Gabriela

A cantora Ivete Sangalo divulgou nesta terça em seu site oficial a primeira foto caracterizada como Maria Machadão, a dona do bordel Bataclan, em Gabriela. De cabelos curtos e unhas pintadas de vermelho, Ivete gravou suas primeiras cenas na nova adaptação do clássico de Jorge Amado, que é assinada por Walcyr Carrasco.

Juliana Paes é a protagonista do remake da novela Gabriela, adaptação do romance escrito por Jorge Amado em 1958

A nova versão da trama, na qual Juliana fará o papel que já foi protagonizado por Sônia Braga, é escrita por Walcyr Carrasco, com direção de núcleo de Roberto Talma e direção geral de Mauro Mendonça Filho. A novela deve entrar no ar no mês de julho deste ano.

26/04/2012
Fonte: Blog do PUPA e Site da Revista VEJA

Homem-Aranha terá novo trailer em Os Vingadores

O filme dos Vingadores realmente apresentará uma grande reunião de super-heróis. Além de juntar os integrantes da equipe em um único filme, já havia sido anunciado que Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge terá um novo trailer exibido junto com o longa-metragem.

E o diretor Mark Webb acaba de revelar que O Espetacular Homem-Aranha também ganhará novo trailer na estreia de Os Vingadores, nos Estados Unidos, no próximo dia 4 de maio. Ele disse ainda que é provável que esse trailer seja divulgado um dia antes, na internet.

Assim, os fãs norte-americanos poderão ver os Vingadores, Batman e Homem-Aranha “juntos” em uma mesma sessão de cinema.

Além disso, surgiram novidades quanto à continuação do filme do herói aracnídeo. A Sony Pictures anunciou que a dupla de escritores Alex Kurtzman e Roberto Orci, responsável por Transformers e Star Trek, foi contratada para trabalhar no roteiro de O Espetacular Homem-Aranha 2. Os dois também serão creditados como produtores executivos do novo filme, que está programado para chegar aos cinemas no dia 2 de maio de 2014.
Para o produtor Matt Tolmach, a dupla possui a habilidade de escrever grandes personagens e fazer cenas de ação espetaculares, o que a torna perfeita para o projeto.
“Crescemos como grandes fãs do Homem-Aranha, então a oportunidade de trabalhar nesse filme é como encontrar o Santo Graal. Adoramos a direção que a Sony e os cineastas estão levando a mitologia do personagem e não poderíamos estar mais animados em fazer parte dessa lendária franquia”, declaram Kurtzman e Orci durante anúncio da Sony.

O primeiro tratamento do roteiro foi escrito por James Vanderbilt, responsável por Zodíaco e osreboots de Vingador do Futuro e Robocop. Os planos são que as filmagens da sequência comecem no primeiro trimestre de 2013.

O Espetacular Homem-Aranha estreia no Brasil no próximo dia 6 de julho.
Enquanto isso, reveja o Trailler do Espetacular Homem-Aranha que já está rolando pelo youtube:

Fonte: Universo HQ

Maurício de Sousa quer apresentar a Paul McCartney antigo projeto

Aproveitando a volta de Paul McCartney em turnê ao Brasil, Maurício de Sousa aproveitou e postou em sua página do Twitter imagens que desenhou nos anos 90, chamadas “Beatles 4 Kids”, em homenagem ao cantor.

Na época em que desenhou as imagens, o escritor e desenhista chegou a contatar McCartney e Yoko Ono, detentores dos direitos autorais, para obter um contrato que o permitisse desenvolver mundialmente o projeto. Porém, não houve evolução.

Mesmo assim, Maurício não desistiu e espera que o ex-Beatle veja as figuras na rede social e decida pela possibilidade de virar um personagem de quadrinhos para a alegria dos seus milhões de fãs.

Fonte: MSN

Museu Costa Pinto em maio: Contação de História e Cinema

03/05 – Ontem, Hoje e Amanhã
Elenco:  Shofia Loren e Marcelo Mastroianni
Diretor:  Vittorio De Sica
Gênero: Comédia | Duração: 118 min | Ano: 1963  | Origem: França e Itália
Sinopse: Três histórias falam sobre três mulheres bem diferentes e os homens 
com os quais se envolvem.

10/05 – Volta meu Amor
Elenco:  Rock Hudson, Doris Day, Tony Randall
Diretor:  Delbert Mann
Gênero: Comédia e Romance | Duração: 107 min | Ano: 1961  | Origem: EUA
Sinopse:  O executivo de contas Jerry Webster (Hudson) usa meios pouco ortodoxos
 para conseguir novos clientes para a sua agência de publicidade. Enquanto isso, 
Carol Templeton (Day) conquista clientes com seu charme e sabedoria.

17/05 – Melodia Imortal
SESSÃO GRATUITA | SEMANA NACIONAL DE MUSEUS
Elenco: Tyrone Power, Kim Novak, Victoria Shaw 
Diretor:  George Sidney
Gênero: Drama | Duração: 126 min | Ano: 1956  | Origem: EUA
Sinopse: A história do talentoso pianista Eddy Duchin, que entre 
as décadas de 1930 e 1940 encantou o mundo musical.

24/05 – Cinderela em Paris
Elenco:  Audrey Hepburn, Fred Astaire, Kay Thompson
Diretor:  Stanley Donen
Gênero: Comédia, Romance, Musical | Duração: 103 min | Ano: 1957  | Origem: EUA
Sinopse: Depois de muita busca, fotógrafo encontra sua modelo perfeita. Ela é uma

jovem tímida e linda, que é levada para Paris para brilhar.

31/05 – Kramer vs. Kramer … vencedor de 5 Oscars
Elenco: Dustin Hoffman, Meryl Streep, Jane Alexander 
Diretor:  Robert Benton
Gênero: Drama | Duração: 105 min | Ano: 1979  | Origem: EUA
Sinopse: Baseado no romance de Avery Corman. Um drama que fala sobre um pai 
que ganha a custódia do filho de sete anos, mas tem de enfrentar a ex-esposa no 
tribunal para continuar com a criança. 

Ingresso: R$ 5,00 (preço único) | Local: Auditório do Museu
Av. Sete de Setembro, Corredor da Vitória – Salvador-Bahia
Informações: (71) 3336-6081 – ramal 5 

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