A Disney é dona de tudo que você vai ver no cinema nos próximos anos

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Animados com o segundo filme dos Vingadores, com o filme do Homem Formiga e com toda a fase 3 da Marvel que começará no ano que vem? E com a volta de Guerra nas Estrelas ao cinema, que ressuscita com não apenas uma nova trilogia mas também uma nova grife para lançar filmes desconectado da saga dos Skywalker? E com a futura adaptação para o clássico anime Ghost in the Shell? O próximo Alice no País das Maravilhas ou o próximo Piratas do Caribe? A continuação de Nemo? O próximo filme do Spielberg com o Tom Hanks? O novo Toy Story?

Disney, Disney, Disney. Disney, Disney. Disney. Disney, Disney. Disney. Disney. A maioria dos filmes que você vai assistir nos próximos anos é de propriedade pela casa de Walt Disney. Marvel, Lucasfilm e Pixar são apenas algumas marcas sob as orelhas pretas do rato corporativo mais famoso do mundo.

A imagem acima (twittada pela repórter Christina Warren) mostra a previsão de lançamentos que a empresa anunciou na CinemaCon, convenção de cinema realizada esta semana em Las Vegas, nos EUA. Disseco-a abaixo, com os meses de previsão de lançamento nos EUA:

• Vingadores – A Era de Ultron – maio de 2015
• Tomorrowland – maio de 2015
• Divertida Mente – junho de 2015
• Homem-Forminga – julho de 2015
• Ponte de Espiões – outubro de 2015
• O Bom Dinossauro – novembro de 2015
• Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força – dezembro de 2015
• Os Melhores Momentos – janeiro de 2016
• Zootopia – março de 2016
• O Livro da Selva – abril de 2016
• Capitão América: Guerra Civil – maio de 2016
• Alice no País das Maravilhas: Através do Espelho – maio de 2016
• Procurando Dory – junho de 2016
• The BFG – julho de 2016
• Meu Amigo o Dragão – agosto de 2016
• Doutor Estranho – novembro de 2016
• Moana – novembro de 2016
• Star Wars Anthology: Rogue One – dezembro de 2016
• A Bela e a Fera – março de 2017
• Ghost in the Shell – abril de 2017
• Guardiões da Galáxia 2 – maio de 2017
• Star Wars: Episode VIII – maio de 2017
• Toy Story 4 – junho de 2017
• Piratas do Caribe: Mortos Não Contam Histórias – julho de 2017
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E além destes, ainda há projetos já anunciados até 2019:

• Thor: Ragnarok – novembro de 2017
• Animação da Pixar ainda sem título – novembro de 2017
• Animação da Disney ainda sem título – março de 2018
• Vingadores: Guerra Infinita Parte 1 – abril de 2018
• Animação da Pixar ainda sem título – junho de 2018
• Pantera Negra – julho de 2018
• Capitã Marvel – novembro de 2018
• Animação da Disney ainda sem título – novembro de 2018
• Vingadores: Guerra Infinita Parte 2 – maio de 2019
• Inumanos – julho de 2019

São mais de trinta filmes e com certeza você cogitará assistir à maioria, seja em pré-estreias, na fila pra comprar ingresso no cinema ou quando estrear na TV por assinatura. De um jeito ou de outro, é dinheiro indo pra Disney.

O problema da Disney é que eles praticamente não investem em novas franquias, preferindo apostar em histórias e personagens conhecidos do grande público. Por isso a imensa maioria dos filmes é composta por continuações, remakes e adaptações.

“Vingadores 2” introduz novos heróis e vilões

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“Avengers” nº 16, quando Feiticeira Escarlate e Mercúrio são integrados ao time

Sempre que um novo filme de super-heróis adiciona mais personagens à mistura, cria-se dois tipos diferentes de expectativa: a do fã de quadrinhos, ansioso para ver como fica a versão para cinema de algum velho conhecido; e a de quem nunca abriu um gibi na vida, sendo introduzido a um novo jogador pela primeira vez. Em “Vingadores: Era de Ultron”, os heróis e vilões (no plural mesmo) que entram em cena não só ajudam a mover a trama criada pelo diretor e roteirista Joss Whedon como também são fundamentais para o futuro do Universo Cinematográfico Marvel.

Embora sejam velhos conhecidos dos leitores de HQs, as versões para cinema dos personagens trazem origens às vezes bastante diferentes da fonte de papel. No caso dos gêmeos Pietro e Wanda Maximoff, Whedon teve de tirar o elefante da sala logo de cara. No gibi, a dupla é mutante e é recrutada por Magneto para sua Irmandade na luta contra os X-Men – que, no cinema, pertencem à Fox e não podem ser usados pela Disney em seus filmes da Marvel. Assim, sua origem e poderes tiveram de ser levemente alterados para que o batalhão de advogados não tivesse de travar uma luta nos bastidores.

Pietro e Wanda, chamados de Mercúrio e Feiticeira Escarlate nos quadrinhos (no filme eles não são referidos dessa forma), foram criados em 1964 para a quarta edição de” The X-Men”, como parte da Irmandade de Mutantes de Magneto. De vilões passaram a heróis no ano seguinte quando, com a aprovação do Capitão América, passaram a integrar os Vingadores na edição 16 dos heróis mais poderosos da Terra. Como fazem parte dos dois “universos”, seu direito de uso no cinema caiu numa espécie de vácuo legal, com a Fox e a Disney compartilhando seu uso.

Foi assim que o diretor Bryan Singer usou o Mercúrio em “X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido” ano passado. Defendido pelo ator Evan Peters, ele protagonizou uma das cenas mais bacanas da aventura mutante, o resgate de Magneto, preso em uma cela especial no Pentágono.

Já em “Era de Ultron”, o mesmo Mercúrio é interpretado por Aaron Taylor-Johnson e, ao contrário do que acontece no mundo dos X-Men, não é um mutante. É aí que o nó legal aperta, já que a Marvel/Disney não tem o direito cinematográfico da palavra “mutante”, deixando para Joss Whedon a missão de reinventar sua origem.

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Contos de fadas viram Quadrinhos

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Quando foi chamado para organizar o livro Contos de fadas em quadrinhos (Galera Junior), Chris Duffy, renomado escritor e editor de HQs, se viu, segundo ele, numa pesquisa “deliciosa”: a leitura do maior número de contos de fadas possível, em aproximadamente dois meses.

Depois, o árduo foi escolher quais seriam transformados em histórias ilustradas. Dezessete fábulas, entre narrativas dos Irmãos Grimm, outras bem conhecidas e contos folclóricos não europeus, foram selecionadas e viraram o livro Conto de Fadas em Quadrinhos.

Duffy ainda tentou equilibrar na triagem contos que contemplassem heróis e heroínas. Para cada história um cartunista de peso foi eleito e recebeu a missão de fazer sua própria releitura do conto para os quadrinhos. O resultado são recontos com bom humor, muita cor e formas inéditas.

Algumas fábulas se mantêm fiéis aos originais. Mas outras trazem reviravoltas divertidas e, muitas vezes, emocionantes. Ao todo, dezessete histórias ganham nova roupagem, colorido e humor. Uma nova maneira de interpretar antigas histórias. E de conhecer muitas outras.

O livro, do Grupo Editorial Record, já está à venda nas livrarias do país. Custa R$ 55,00 e possui 128 páginas.

Sobre o autor

Chris Duffy trabalhou como editor para a Nickelodeon Magazine por 13 anos. O cartunista já escreveu roteiros para os quadrinhos Superman Adventures, Scooby-Doo, Batman Chronicles e Rugrats Comic Adventures, e atualmente vive com a família em Cold Spring, em Nova York.
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Oficina de Quadrinhos tem inscrições abertas

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Oficina de Quadrinhos tem inscrições abertas

Já estão abertas as inscrições para a nova oficina de Quadrinhos. O conteúdo da oficina amplia as abordagens sobre os recursos narrativos nesta nova edição que acontece no Museu Carlos Costa Pinto durante 10 encontros, aos sábados, a partir de 9 de maio.

Oficina de Quadrinhos
Durante 10 sábados, das 14:40h às 17:10h, serão abordadas as principais etapas de construção de uma história em quadrinhos com ênfase nos recursos narrativos, além de desenho, criação de personagem e roteiro. A oficina que acontece desde 2003 já teve diversas atualizações em seu conteúdo didático e agora tem o material sobre recursos narrativos ampliado. As aulas que serão divididas em teoria e prática, terão 2 ambientes adequados para cada tipo de aula: para aulas práticas, ambiente ao ar livre num pranchão. Para atividades teóricas, o auditório do Museu.

Os professores
Wilson Júnior e Wilton Bernardo serão responsáveis pelo conteúdo das 25 horas de Oficina distribuída em 10 encontros. Ambos graduados pela Universidade Federal da Bahia. Wilson é graduado em Artes Plásticas e Licenciatura em Desenho e Plásticas; Wilton é bacharel em Artes Plásticas e idealizador da Oficina HQ.

A Ação Cultural que é coordenada pelo artista Wilton Bernardo, em seus 12 anos de atividades, já realizou dezenas de oficinas de quadrinhos e de desenho, além de exposições e mostras de filmes.

O que: Oficina de Quadrinhos (para adolescentes a partir de 14 anos e adultos) 
Local: Museu Carlos Costa Pinto – Avenida Sete de Setembro, 2490 – Corredor da Vitória
Horário14:40h às 17:10h

Quando: a partir de 9 de maio  em 10 encontros (9/5 a 18/7/15)
Investimento: 3X de R$ 150 ou R$ 450
Inscrições e informações: Wilton Bernardo (71) 9305-9093 (Tim/whatsapp) e oficinahq@hotmail.com

Goshttown: segundo videoclip do álbum Rebel Heart

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Madonna lançou hoje o vídeo clipe para a música “Ghosttown”, segundo single do álbum “Rebel Heart”. No vídeo, a cantora vaga por uma cidade pós-apocalíptica, com muitos escombros e animais perdidos.
No meio desse caos, a cantora encontra com um homem, interpretado pelo ator Terrence Howard. No meio dessa turba, eles dançam juntos uma coreografia cheia de força e sedução, que até lembra um tango.
Como sempre Madonna mostra um estilo próprio neste vídeo. O figurino para “Ghosttown” foi assinado por B. Akerlund. O look mistura referências militares com um estilo victoriano. A direção do vídeo ficou a cargo de Jonas Akerlund, com quem Madonna já trabalhou no documentário “I’m Going to Tell You a Secret”. O diretor também é responsável pelo clipe “Telephone”, de Lady Gaga e Beyonce.
Assista o videoclip logo abaixo: