Mangás – Parte 1

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O blog da Ação Cultural Oficina HQ inicio hoje a publicação de um artigo sobre mangás dividido em alguns POSTs. O primeiro aborda:
A INFLUÊNCIA DOS MANGÁS NO BRASIL

É muito fácil olhar em vonta e perceber como os elementos estéticos dos mangás foram assimilados pela cultura pop em diversas partes do mundo. Você e provavelmente a maior parte dos brasileiros conhece alguém que assiste animês, lê mangás, conhece e admira a cultura japonesa.
Eu considero o Brasil como um país autoral, no que diz respeito a produção de quadrinhos. Não temos um estilo que reflete uma produção em larga escala onde centenas de desenhistas tentam se enquadrar para ter uma oportunidade profissional como nos EUA, por exemplo. Mas ao contrário temos muitos artistas produzindo suas crianções, cada um com seu estipo. E mesmo assim, é notíria a influência dos mangás, dos desenhistas iniciais até grandes editoras.
Em entrevista ao Portal Imprensa, Maurício de Sousa explicou o motivo de ter lançado uma das publicações que se tornou líder de mercado – A Turma da Mônica Jovem (lançada em agosto/2008) – com influências do mangá: “Para recuperar o público que estava escorrendo. Ele [o público] estava indo embora porque a Turma da Mônica infantil era coisa de criança e eles queriam outra coisa e estavam se bandeando para o mangá japonês. Eu precisava ir para a área onde o público jovem estava migrando. Eles gostavam da Turma da Mônica naquele momento e depois achavam que não preenchia mais o seu desejo de consumo, então decidimos fazer alguma coisa para eles. Criar uma Mônica com os seus 15, 16 anos e fazer algo parecido com o mangá japonês. E deu mais que certo.”

Segundo Patrícia Maria Borges em seu Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, muito antes dessa popularidade que os mangás adquiriram nas décadas de 80 e 90, aqui no Brasil, desde os anos 70 já havia desenhistas nisseis que desenvolviam quadrinhos nacionais influenciados por essa estética. Este foi o caso de Claudio Seto, Julio Shimamoto, Paulo Fukue, Fernando Ikoma, entre outros.

Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | wiltonbernardo@hotmail.com

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Dona Florinda, do ‘Chaves’ estreia canal no Youtube

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A atriz mexicana Florinda Meza, de 67 anos, conhecida do público como a Dona Florinda, acaba de inaugurar o seu canal no YouTube. Em um vídeo publicado nesta quinta (27), a viúva de Roberto Bolaños, o eterno Chaves, interpreta uma personagem criada pelo marido, a Chimoltrúfia.
Florinda afirmou há alguns meses que tinha vários projetos, mas que ainda não se sentia pronta para voltar ao trabalho por não ter superado a morte de seu marido, em 2014, aos 85 anos.
“Promessa é dívida. Agora sim, vejam a #LadyChimoltrufia em ação”, escreveu a atriz no Twitter. “Obrigada por seus belos comentários. #LadyChimoltrufia se sente muito emocionada. E eu, feliz de poder estar perto de vocês. Eu os amo.”
CONFIRA O VÍDEO ABAIXO QUE JÁ É SUCESSO:

Fonte: http://www.uai.com.br/
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3ª Dica – Desenho

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Dando continuidade às dicas, para ajudar na construção de uma HQ, que eu prometi que estaria publicando aqui no Blog até dia 1ª de novembro:

Eu observo que a maioria das pessoas quando vão começar a fazer um desenho, elas simplesmente começam a desenhar os detalhes. Se pretendem desenhar uma pessoa iniciam normalmente pela cabeça e começam a fazer os detalhes: contorno de cabeça, olhos, boca, sobrancelhas, cabelos, e vão descendo, completando o corpo.
Não é todo mundo, mas muitas dessas pessoas erram nos limites e quando já estão bem adiantadas, percebem que o desenho completo não caberá na folha. E assim, fazem o desenho cortando partes por terem alcançado o limite do papel.

Sabe como se chama a causa e a solução disso? PLANEJAMENTO
Quem comete esse erro normalmente não percebem que pode desenvolver o desenho por etapas e antes de começar a finalizar o desenho, pode fazer um planejamento.
Se ficar apagando um desenho pra corrigir várias vezes já é arriscado, podendo lhe fazer perder o trabalho e o tempo, imagine como pode ser arriscado você fazer uma página de quadrinhos?

Não se engane se pensa que os “feras” que trabalham para Marvel, DC Comics não fazem planejamento e pesquisa de referências, para fazerem desenhos o mais convincentes possíveis.
Pois então, experimente planejar seu desenho, estabelecendo os limites nas 4 direções, reflita e planeje a posição que quer desenhar. Use formas geométricas para delimitações mais gerais. Quando estiver satisfeito com as formas e configurações gerais, você pode fazer os detalhes na mesma folha ou em outra folha com o auxílio de uma mesa de luz, por exemplo.

Vamos tentar?
Esta é uma das primeiras dicas e exercícios que faço com os alunos quando iniciamos a Oficina de Quadrinhos. Com certeza, você pode começar!
E se quiser, mostra pra a gente seu desenho!
Até a próxima dica!

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | wiltonbernardo@hotmail.com

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Mulher Maravilha: embaixadora da ONU

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Nesta sexta-feira (21/10/16) aconteceu a cerimônia para nomear a Mulher-Maravilha como Embaixadora Honorária da ONU para o Empoderamento de Mulheres e Meninas. O evento, que também celebra os 75 anos da super-heroína, contou com a presença de Gal Gadot, que interpreta a personagem nos filmes mais recentes da DC, e Lynda Carter, que fez a personagem na série de TV dos anos 1970.

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sua primeira aventura foi na revista All Star Comics #8 de dezembro de 1941, nos Estados Unidos, escrito por Charles Moulton e desenhada por H. G. Peter (Harry George Peter). A história timidamente iniciada tem continuação direta em Sensation Comics #1 de janeiro de 1942. Com o sucesso, ela ganhou sua própria revista em quadrinhos em maio de 1942, Wonder Woman #1, que foi transferida exclusivamente para a DC Comics em 1944


Séries de televisão
1 – Wonder Woman: Who’s afraid of Diana Prince?
Com o sucesso da série Batman nos anos 60, seu produtor, William Dozier, visualizou novas produções de super-heróis e a Mulher-Maravilha foi o personagem escolhido. Dozier pediu a Stan Hart e Larry Siegel, ambos da revista Mad, para que escrevessem um roteiro cômico no qual fosse apresentada a essência de uma série de meia-hora com a personagem. Em 1967, foi gravado o episódio piloto para avaliação, “Wonder Woman: Who’s afraid of Diana Prince?” (em tradução livre, Mulher Maravilha: Quem tem medo de Diana Prince?) foi primeira tentativa de se produzir uma série com a princesa amazona. Foi gravado um episódio piloto em 1967, no qual seguia uma linha cômica: a história apresentava Diana Prince (Ellie Wood Walker) como uma mulher desajeitada; ao se olhar o espelho se transformava na heroína Mulher Maravilha (Linda Harrison). O teor cômico e com uma versão diferente dos quadrinhos não agradou a audiência e o seriado não chegou a ser produzido

2 – Mulher-Maravilha
Série de tv norte-americana, protagonizada por Lynda Carter, produzida entre 1975 e 1979. Baseado na primeira história da personagem, passada durante a II Guerra Mundial, mostrando suas origens na Ilha Paraíso

Fonte: Jovem Nerd + Wikipedia

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Mãe síria em cidade sitiada é mais nova super-heroína da Marvel

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A ABC News e a Marvel Comics se uniram para encontrar outra maneira de ajudar o mundo a ver a realidade devastadora da vida sob cerco.
Sitiada pelo governo sírio por dois anos, a cidade de Madaya teve pouco contato com o mundo externo. Se os comboios de ajuda têm dificuldade para acessar o local, para os cinegrafistas é praticamente impossível.

Assim, a ABC News e a Marvel Comics, conhecida por seus super-heróis musculosos, se uniram para encontrar outra maneira de ajudar o mundo a ver a realidade devastadora da vida sob cerco.

Jornalistas da ABC estiveram em contato com uma mulher vivendo em Madaya – uma cidade de cerca de 40.000 habitantes, perto da fronteira com o Líbano – que relatou em uma série de posts de blog sua luta para sobreviver às condições adversas provocadas pela guerra civil na Síria, que já dura mais de cinco anos.

As duas empresas criaram uma história em quadrinhos digital baseada nos relatos anônimos da jovem mãe de cinco filhos – uma maneira de tentar demonstrar os horrores aos que as suas câmeras não têm acesso.

Em vez de sangrentos, os quadrinhos ilustrados são de partir o coração. Combinados com as palavras fortes da mãe – mantida em anonimato para proteger a segurança da sua família – eles falam sobre as graves dificuldades que as famílias encurraladas estão sofrendo.

Desde que Madaya ficou sob cerco total, em meados de 2015, mais de 60 pessoas morreram de fome e desnutrição.

“Nossos corpos não estão mais acostumados a comer”, diz um quadrinho. “Meus filhos estão com fome, mas estão ficando doentes, com fortes dores estomacais causadas pela comida porque seus corpos não são capazes de digerir e absorver a comida, porque estiveram com fome por tanto tempo”.

Sem sensacionalismo

O artista Dalibor Talajic disse que fez uma tentativa consciente de evitar cair no sensacional.

“Eu não queria fazer uma história em quadrinhos de guerra”, disse o artista croata – que viveu durante a dissolução da Iugoslávia, em 1991. “Eu queria fazer uma história em quadrinhos com um ponto de vista civil, onde você é realmente impotente”.

“Você não pode fazer nada. Você está apenas esperando que isso passe ou que você morra”, acrescentou.

Até agora, Talajic era mais conhecido pelo seu trabalho em Deadpool, uma história em quadrinhos sobre anti-heróis que protagonizaram um filme homônimo no início deste ano.

O ilustrador disse que ele “não é um artista típico da Marvel, onde tudo tem que ser maior que a vida”, preferindo em vez disso permanecer ancorado na realidade. “Eu sempre tento manter as coisas mais familiares, mais no chão, mais prováveis”.

Mas tentar transmitir a o dia a dia sombrio de sírios sitiados sem sensacionalismo não foi uma tarefa fácil.

“Foi um desafio”, disse Talajic, observando que ele nunca viu fotos da jovem mãe ou da família. “Eu estava no fio da navalha, na linha tênue para não explorar o sofrimento de alguém.”

Nos quadrinhos, a brutalidade da vida cotidiana sob cerco é ocasionalmente quebrada com relatos de momentos de convívio e de pequenos prazeres roubados.

Por exemplo, após um longo período fechada, a escola reabriu, para a felicidade das filhas da “mãe de Madaya”. Pouco depois, o local é atingido por uma bomba que destrói vários de seus companheiros perante os seus olhos.

“Esta é uma mãe, mas é todas as mães”, disse Talajic. “É uma família, mas são todas as famílias”.

Esta não é a primeira incursão da Marvel em heróis da vida real: a empresa de gibis já retratou o Papa João Paulo II, São Francisco de Assis e a Madre Teresa.

A ABC conseguiu entregar algumas das ilustrações de Talajic para a mãe. “Ela achou que ele acertou em cheio as características das pessoas, a atmosfera, a cidade”, disse o produtor da ABC News Rym Momtaz.

“Se um dia ela conseguir sair”, disse Talajic, “os desenhos irão para ela.”

Fonte: Revista Exame

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Trailer do novo filme do Wolverine

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Ambientado em 2024, no filme que estréia em 2017 o herói está com seu superpoder de cura comprometido e amarga a perda dos X-Men.

Nesta que é a terceira aventura solo do personagem da Marvel no cinema, Logan – vivido por Hugh Jackman pela nona vez – está surpreendentemente envelhecido e, como sempre, solitário.
Ambientado em 2024, o herói está com seu superpoder de cura comprometido e amarga a perda dos X-Men, mortos pelo Nathaniel Essex, icônico antagonista dos mutantes nos gibis.
Professor Xavier (Patrick Stewart) está idoso, debilitado e com a memória afetada pela doença de Alzheimer, mas se junta a Logan para tentar derrotar Essex. Também os acompanha um clone de Wolverine, a garota X-23 (Dafne Keen).
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O tocante trailer – ao som de Hurt, de Johnny Cash –, além da trama delicada, mostra também robustas cenas de ação em cenários desolados.
Boyd Holbrook (Narcos) também está no elenco. Ainda é segredo quem dará vida a Essex.
Logan é dirigido por James Mangold – também responsável por Wolverine: Imortal (2013), o segundo filme do herói carrancudo – e é baseado no quadrinho Wolverine – O Velho Logan, de Mark Millar e Steve McNiven.
ORIGEM DO PERSONAGEM – Quadrinhos, 1974
Wolverine é um ant-herói de histórias em quadrinhos publicados pela Marvel Comics. A primeira aparição do personagem foi na revista de HQ Incredible Hulk #180 (outubro de 1974) e foi criado pelo escritor Len Wein e pelo diretor de arte John Romita, que desenvolveu o personagem. Foi desenhado pela primeira vez para publicação por Herb Trimpe.
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Fonte: Caio Delcolli (Huffpost Brasil) e Wikipedia
Edição e montagem: Wilton Bernardo | Oficina HQ

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TRAILER:

2ª Dica – Recursos Narrativos na HQ

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Eu estava olhando uma história em quadrinhos que fiz há muito tempo de um personagem meu – Dona Dedé – e estou pretendendo refaze e lançar. Vi umas imagens que eu acho legais de uma grande confusão numa feira, com direito a tomates e muitas outras verduras e frutas voando. Este momento é o ápice da pequena história. Isso me lembrou RITMO, um dos mais importantes recursos narrativos nas histórias em quadrinhos. É importante saber os momentos mais e menos importantes, bem como o ápice da história para utilizar bem esse recurso.
Entre os diversos recursos narrativos eu destaco: onomatopeias, enquadramento, angulações, legenda, planos e ritmo!

Tenha a ideia geral da história em mente, é fundamental para você entender a importância de cada trecho. A forma com que você vai contar a história, através das imagens que apresentará ao leitor define o ritmo. Quantos quadros vai usar e quão rápida vai ser a passagem de um fato define o ritmo e o que importa no que você está contando em quadros.

Por isso, considero ritmo um dos recursos essenciais. Também por isso, acho estranho pensar em roteirizar, sem ter a história fazendo sentido, redonda.

Ficamos por aqui. Até a próxima dica!
Ah! Se quiser sugerir um tema, fiquem à vontade!

Abraço!

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
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1ª Dica – Roteiro para HQ

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Hoje inicio uma série de dicas que serão postadas aqui até 1º de novembro, com o objetivo de colaborar com a construção de sua história em Quadrinhos!
Uma das etapas mais festejadas pelos alunos que se inscrevem na Oficina de Quadrinhos é ROTEIRO.
O mais interessante é que, obviamente respeitando as devidas diferenças as suas aplicações – cinema, publicidade, quadrinhos – há com toda certeza, um diálogo e informações que funcionam para todas essas possibilidades de comunicação.
Mas sim, quadrinhos tem suas especificidades, é é nele que mergulhamos.

Duas dicas objetivas que eu abordo na Oficina de quadrinhos e adianto pra vocês são as seguintes:

PRIMEIRO: Roteiro não é história. Você precisa ter uma história para em seguida roteirizá-la. Para ilustrar isso, pense o seguinte: Uma editora contrata você e um outro profissional – um de vocês vai desenvolver o roteiro da HQ e o outro vai desenhar. Mas o objetivo é desenvolver uma narrativa da obra de Jorge Amado “Gabriela Cravo e Canela”. Então, a história já existe. O que um de vocês fará é desenvolvido o processo de roteirização.

SEGUNDO: Se a história não existisse, então, o argumentista (como argumento, nesse caso, você deve entender “história”. Não estou me referindo a argumento no cinema) vai desenvolver antes de tudo o Story line. E o que é story line? Story line é um resumo da história em aproximadamente 5 linhas.
Aguarde a próxima dica. Abraço!

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
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Nova série animada será produzida por estúdio em Salvador

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A série “Tori, a detetive”, mais uma criada no âmbito do núcleo criativo Anima Bahia, acaba de ser contemplada pelo PRODAV 01 e será produzida em breve! As crianças terão diversão garantida com a cadelinha Tori, o cão Gaspar, a ararinha Filó, o papagaio Totonho e outros bichos que vivem na casa da doce Vovó Lili!

Origem (origem.art.br) é uma produtora de conteúdo localizada em Salvador, Bahia, Brasil. Foi fundada por Ducca Rios e Maria Luiza Barros em 1995 e o seu foco de atuação está sobretudo no cinema e no audiovisual. Mas, na Origem também se tem construído projetos para outras áreas artísticas e ligadas à cultura, incluindo música, artes visuais, educação e desenvolvimento sustentável. Além disso, a Origem faz parte hoje da mais importante associação de produtoras de televisão independentes do Brasil, a ABPITV e foi uma das empresas brasileiras premiadas com recursos da Ancine para o desenvolvimento de um núcleo criativo especializado em animação. O “Anima Bahia”!

Origem is a content production company, based in Salvador City, Bahia State, Brazil. It was founded by Ducca Rios and Maria Luiza Barros in 1995 and is focused mainly in Cinema and audiovisual products. But, Origem has also built projects for other artistic areas and linked to culture, including music, visual arts, education and sustainable development. Furthermore, Origem belongs indeed to the most important association of independent television producers of Brazil, the ABPITV – Associação Brasileira de Produtoras Independentes de Televisão, and is one of the brazilian producers awarded with resources of Ancine to create and develope a creative core specialized in animation. The “Anima Bahia”!

# Wilton Bernardo
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Cite um veículo de comunicação!

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Sim, diga o nome de um veículo. O primeiro ou os dois ou três que vem em sua mente.
E o que você acha deles?
Claro que não precisamos escolher apenas 1 como se tivesse definindo um time de futebol.
Mas se me permitem, gostaria de apresentar-lhes a CALLE2 (http://calle2.com), um veículo digital independente, de acesso gratuito, apartidário.
Que tal saber mais sobre a América Latina?
A revista eletrônica está finalizando uma campanha de crowdfunding. Conheça:

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