Nova coleção trará a obra completa de Laerte


Nova coleção trará a obra completa de Laerte e primeiro volume já está à venda

Laerte Total é o nome de uma nova coleção está chegando com o objetivo de publicar toda a obra da cartunista Laerte Coutinho em mais de 50 anos de carreira.

Ela será produzida em esquema de autopublicação na Amazon KDP (Kindle Distribution Program) com o auxílio da Z Edições, editora especializada em publicações digitais.

Laerte Total – Volume 1 – O Condomínio (formato 21,6 x 27,9 cm, 88 páginas, capa cartonada, R$ 43,28) já está disponível na Amazon Brasil para encomenda da versão impressa, e gratuitamente para leitura digital de usuários Kindle ou por R$ 22,00 para venda.

Os primeiros oito volumes da coleção trarão todas as tiras da série O Condomínio, muitas delas nunca reunidas em coletâneas. Nelas, surgiram personagens como o Zelador, Fagundes, o puxa-saco, o mafioso Don Luigi e os gatos.

Edições seguintes, com periodicidade mensal, trarão outras tiras, cartuns, histórias completas e personagens como Overman e Piratas do Tietê.

Um volume especial número zero reunirá cartuns e quadrinhos da juventude de Laerte, antes da criação da editora Circo, na década de 1980.

Os livros e ebooks estarão disponíveis no site da Amazon e, futuramente, em livrarias especializadas.

As edições em papel são produzidas no sistema Print On Demand, ou seja, são impressos um a um, de acordo com as vendas. Como são impressos nos Estados Unidos, seu preço varia de acordo com a cotação do dólar.

A coleção deve ter mais de 50 volumes. “O print on demand é uma ótima solução para viabilizar coleções como esta”, disse o editor Heinar Maracy. “Sem estoques e sem grandes custos iniciais de produção, é possível colocar toda obra de um artista à disposição dos fãs, sem o risco que um dia ela saia de catálogo”.

A Z Edições já publicou obras de Adão Iturrusgarai, Allan Sieber, Arnaldo Branco e outros autores, em papel e digital. Ela presta serviços editoriais para quem quer autopublicar seus livros em marketplaces digitais, cuidando da editoração, revisão, trâmites burocráticos e marketing, liberando o autor para que ele se concentre em criar.

Fonte: universohq.com (por Samir Naliato)

:: Wilton Bernardo
Coordenador e professor da Ação Cultural Oficina HQ
@oficinahq

Death Note de volta!

Death Note – Ryuk ressurge na capa da continuação

O capítulo inédito de Death Note ganhou sua capa oficial (via Crunchyroll). A ilustração, que estampa a edição de fevereiro da revista Jump SQ, mostra o shinigami Ryuk ao lado de um garoto misterioso e uma maçã.
O mangá Death Note, da dupla Tsugumi Oba e Takeshi Obata, foi publicado originalmente no Japão na revista mensal Shonen Jump entre 2003 e 2006, gerando depois 12 volumes encadernados, publicados no Brasil pela editora JBC, além de adaptações a outras mídias.

A publicação da Jump SQ, que contará com a nova história de Death Note, será lançada em 4 de fevereiro.

O QUE ESPERAR
Até o momento sabemos que o novo capítulo de Death Note terá quase 90 páginas e contará uma história ambientada anos depois do final do mangá original. Precisaremos esquecer de vez Light ou o detetive L, afinal a história mostrará o shinigami Ryuk deixando seu caderno macabro com outra pessoa. Criar uma história com novos personagens é uma boa saída para a série, afinal Death Note tem características capazes de permitir outras pessoas terem contato com o caderno da morte. Curiosamente, essa novidade na franquia não é a primeira história de Death Note não-protagonizada pelo Light ou pelo detetive L.

AS OUTRAS HISTÓRIAS DE DEATH NOTE
A primeira história ambientada no universo de Death Note é o capítulo-piloto, publicado originalmente em 2003 na revista Shonen Jump e posteriormente incorporado ao Death Note – How To Read (uma enciclopédia compilando dados e entrevistas com os artistas do mangá). Esse episódio teve uma repercussão muito positiva entre os leitores da Shonen Jump e por isso a série foi aprovada na revista (com algumas mudanças).
Nessa primeira história, Ryuk entregava o caderno da morte para uma criança de 13 anos, que usa os poderes do caderno acidentalmente por não saber que “death” significa morte em inglês. Essa primeira versão de Death Note era menos sinistra em comparação a oficial, até por ter um protagonista mais novo que o Light Yagami. A história ainda incluía um item “retirado” das histórias subsequentes: a death eraser, uma borracha capaz de apagar os nomes do Death Note e fazer com que as pessoas ressuscitassem. Na versão oficial, se o nome estiver escrito no caderno não tem mais jeito, já pode encomendar o caixão.
Já a segunda história ambientada no universo de Death Note foi um capítulo especial, considerado o 109º do mangá (que encerrou com 108 capítulos). Nele acompanhamos Near, o maior detetive vivo do planeta, precisando investigar um novo Kira. Esse capítulo extra foi lançado em 2008 como forma de promover o filme L: Change the World, ou seja, é repleto de cenas com L surgindo em flashbacks e, de certa forma, aconselhando Near a resolver o mistério.

Para acompanhar Death Note aqui no Brasil é muito fácil. A Netflix tem em seu catálogo o anime original, os três filmes japoneses e o (criticado) longa-metragem americano, tudo com opção de dublagem em português ou áudio original. Já o mangá foi publicado totalmente pela Editora JBC, que trouxe também o Death Note – How To Read e os livros. Ainda não há planos para a publicação do capítulo extra.

Fonte: Omelete.com.br

:: Wilton Bernardo
Coordenador e professor da Ação Cultural Oficina HQ
@oficinahq