MÓDULO 2 – HQ x INTERNET: Como lucrar?

MÓDULO 2 – HQ x INTERNET: Como lucrar?

Pessoal,
Eu achei interessante fazer esse questionamento porque, muitas vezes as orientações ligadas às artes dificilmente abordam a parte financeira, o lucro. E se uma pessoa deseja fazer algo de forma profissional, se ela escolhe uma atividade artística (ou não artística) para seguir e atuar profissionalmente, ela precisa, dentro de uma sociedade capitalista como a nossa, ganhar dinheiro honestamente, como se faz com qualquer profissão.

E o interessante é que para falar da forma de ganhar dinheiro, proposta desse conteúdo, é importante conhecer um pouco mais sobre como você mais se sente confortável, como prefere trabalhar. Vejamos duas opções abaixo que respondem ao título deste conteúdo:

Como lucrar na internet com a minha produção de Histórias em Quadrinhos?

OPÇÃO A: Uma opção seria trabalhando para alguma editora ou empresa que te agencie. Antes do “boom” da internet, era mais comum o agenciamento, pelo menos no nincho de histórias em quadrinhos de super-heróis, o qual sempre teve um mercado consolidado e para o qual a velocidade de produção sempre foi necessária. O agenciamente acabou? Acredito que não, mas deve ter reduzido bastante, afinal, com a internet, nada é mais tão distante. Por outro lado, se você não domina por exemplo o inglês ou outra língua de onde seja seu contratante, pode ser arriscado, por exemplo, você tratar de contratos e questões burocráticas.
O fato é que sendo agenciado ou tratando diretamente com editoras – DC Comics, Marvel, Dark Horse entre tantas outras – esse pode ser um modelo de trabalho bem interessante para quem se sente à vontade em receber encomendas, orientações do que precisa ser feito, e possivelmente desenvolver roteiro, colorir ou desenhar personagens criados por outra pessoa.

OPÇÃO B: Mas se o seu prazer está em desenvolver suas próprias criações? Se você tem ideias para criar seus próprios personagens? Eu diria que a internet é tudo que você precisa. Seja para divulgar, seja para comercializar seu trabalho.
As redes sociais são as maiores promotoras de vendas da atualidade ou ferramentas para tal. Youtube, Instagram, Facebook, entre outras redes, dão conta da divulgação. Estruturas como marketplaces ou mesmo lojas virtuais pré-formatadas (onde você não precisa gastar com um programador a fim de construir do zero uma loja para você, lhe proporcionam baixo custo de investimento) ou vendas diretas por direct e whatsapp também são praticas comuns. Isso sem falar nas livrarias e estruturas específicas para vender ou permitir leitura de publicações (livros e quadrinhos) virtualmente. Vejam os exemplos abaixo:
a) http://www.clubedeautores.com.br: Nesta livraria virtual você pode inserir uma publicação, escolher em que formatos deseja comercializar (virtual ou impresso). Qualquer das duas formas, será de forma prática e sem custo inicial pois para o modelo impresso, o Clube de Autores trabalha com impressão sob demanda. Isso significa que você ao cadastrar sua publicação, já vai saber quanto custará a impressão unitária de cada exemplar. Isso te dá a possibilidade de planejar o valor da venda, já inserindo a sua margem de lucro. E se uma pessoa fizer a compra de 1 unidade, a Editora vai imprimir apenas esta única edição, efetuar a venda e lhe entregar seu lucro! Não é prático?
Além do Clube de Autores, há outros sites que funcionam da mesma forma.

b) http://www.socialcomics.com.br: Ela funciona, exatamente como o Netflix, através de streaming, onde os autores colocam seus conteúdo em quadrinhos na plataforma, e sua remuneração acontece de acordo com a procura sobre seu produto. Para ter acesso a tudo o cliente que deseja ler, vai precisar escolher um plano e pagar. Mas se você apernas fizer um cadastro, poderá entrar e terá acesso a alguns conteúdos sem que seja necessário, pagar.

A opção A pode ser fundida na B também. Digamos que você desenvolveu uma história em quadrinhos muito interessante e ao invés de simplesmente lançar-se como autor independente e se responsabilizar pela comercialização e divulgação deste trabalho, você resolve apresentar a uma editora. Se ela se interessa e lhe faz uma proposta interessante para ter o direito de comercializar? Pode surgir um acordo ou parceria que interesse a ambas as partes!

NUNCA ESQUEÇA DE 2 COISAS:
1) Se você criar um personagem, registre-o. Mais do que isso, nunca negue a autoria de um parceiro se você não criou sozinho. Isso pode lhe poupar trabalho e problemas desnecessários.
2) Não faça acertos comerciais, profissionais envolvendo criações, sem assinar um contrato. Isso também vai lhe evitar problemas futuros, pois quando algo dá certo, todo mundo quer ser dono e ter direito sobre o trabalho.

EXERCÍCIO 1 (do Módulo2):
Agora, você que se inscreveu no Workshop, eu gostaria de conhecer seu traço, seu jeito de desenhar. Por isso gostaria que fizesse 2 desenhos:
a) Um desenho com uma figura humana (pode ter cenário ou não e a figura humana pode estar como você desejar).
b) Um desenho apenas utilizando formas geométricas onde deve haver ou uma figura humana ou um animal, mas só de formas geométricas. O cenário é opcional. (Você poderá me mostrar por email (oficinahq2hotmail.com) ou pelo whatsapp. Te aguardo!

:: Wilton Bernardo
+ Coordenador e professor da Ação Cultural Oficina HQ
+ Criativo do Estúdio e produtos da Laço Afro
+ Graduado em Artes Visuais pela Universidade Federal da Bahia

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Módulo 1 – TERCEIRA PARTE

Pessoal,
até chegarmos no MÓDULO 8 (o último) teremos oportunidade de fazer exercícios de criação, e o que sugiro? Vivencie cada momento de uma produção. É hora de criar o personagem? Então pesquise e crie o personagem…. não precisa querer escrever roteiro agora. Viva o momento que precisa ser vivido agora. A hora de escrever o roteiro vai chegar.

Então vamos lá! Para fazer uma História em Quadrinhos…
… é preciso realizar uma série de etapas, sozinho ou em equipe. Não basta pegar o lápis, caneta nanquim, papel e começar a desenhar.
Uma pessoa pode até produzir tudo sozinha, mas as editoras que geralmente precisam cumprir prazos, costumam contratar vários profissionais. Um ou mais, para determinada função. Veja abaixo quais são elas:

1 – Argumentista / Roteirista
Os argumentistas se responsabilizam pela ideia inicial, pela história. Podem ou não assumir o papel de roteirista, desenvolvendo a história com maiores detalhes e diálogos.

Dica: Adquira conhecimento sobre o assunto que deseja explorar. Se deseja escrever uma história com herói, bandido, aventura, ação, policial, assista filmes de ação, preste atenção nas cenas, na iluminação, nos movimentos dos personagens, angulações.
Se quer escrever uma história política, de crítica social, crítica de comportamento, preconceito, então leia jornais, assista programas jornalísticos e converse com quem você sabe que domina mais esses assuntos. Informe-se! Independente do assunto escolhido, antes de começar a desenhar, P-E-S-Q-U-I-S-E !!!!!!!! Nós não sabemos profundamente sobre todos os assuntos. Se não pesquisamos, escreveremos uma história sempre na superficialidade. A consequência disso, é que podemos não ser convincentes. Nenhuma história será boa sem ser convincente. Imagine que você inventou colocar um cientista na história. Você precisará pesquisar sobre algum cientista, sobre suas atividades, os assuntos que estão presentes no desenvolvimento de seu trabalho.

2 – Desenhista
Com o roteiro nas mãos, o desenhista cria a imagem. O desenhista pode criar e soltar a imaginação, mas deve obedecer a certas exigências que o roteirista ou editora pode fazer.
Por exemplo: O desenhista que faz histórias do Mickey recebe orientações para evitar desenha-lo de costas, pois este é seu pior ângulo. O Mickey de costas nos faz ver três bolas pretas.

3 – Letrista (Os Balões)
Com o desenho pronto é hora do letrista entrar em ação. O letrista aproveita os espaços deixados pelo desenhista para incluir os balões. Além disso ele também insere as onomatopeias. A tarefa do letrista pode ser antes ou depois da arte-final, dependendo do processo de finalização desenvolvido pelos artistas. Se o processo de finalização da história em quadrinhos for digital, por exemplo, provavelmente a inserção de letras e onomatopéias será mais adequada como última etapa.

4 – Arte-finalista (Arte-final)
Esta é a hora de dar o último toque aos desenhos. O arte-finalista reforça os contornos com traços de tinta nanquim, ora mais finos, ora mais grossos. Este é um dos momentos mais delicados na criação de um quadrinho. Em relação a colorização, a etapa de finalizar com caneta nanquim, pode também não ser a última. É preciso se estabelecer o processo de produção. Se o trabalho for totalmente manual, provavelmente o artista vai preferir colorir para depois finalizar com os toques de caneta nanquim. Porém o artista também pode não optar por utilizar caneta nanquim alguma.

5 – Colorista (A Cor)
Até aqui os desenhos e balões estão em preto & branco. Com canetas e tintas o colorista preenche os quadrinhos com cor preocupando-se em quebrar a monotonia, dar harmonia às páginas sem perder a atenção do leitor. As histórias podem ser pintadas à mão livre ou através do computador. Também pode ser uma opção, que a história em quadrinhos fique em preto e branco.
É importante ficar claro que no que diz respeito à produção artística, criação autoral, o artista não tem que seguir uma regra rígida sobre utilização de qualquer material.

Então a pergunta é: Quem define o formato? As regrinhas como o tipo de traço, número de páginas e outros detalhes cuja etapa faz parte da elaboração de uma HQ?
Se a produção é autoral, você está fazendo sua pesquisa para desenvolver sua história em quadrinhos, a decisão é sua.
Até o próximo MÓDULO!

:: Wilton Bernardo
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Já assistiu DEATH NOTE?

Existe Mangá e Anime (45 episódios dublados. Todos os outros 44 episódios estão disponíveis no youtube).
Death Note (“Caderno da Morte”) é uma série de mangá escrita por Tsugumi Ohba e ilustrada por Takeshi Obata.
A história centra-se em Light Yagami, um estudante do ensino médio que descobre um caderno sobrenatural chamado Death Note, no qual pode matar pessoas se os nomes forem escritos nele enquanto o portador visualizar mentalmente o rosto de alguém que quer assassinar.[5] A partir daí Light tenta eliminar todos os criminosos e criar um mundo onde não exista o mal, mas seus planos são contrariados por L, um famoso detetive particular. (Texto: Wikipedia)

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Já assistiu CLAYMORE?

Anime (26 episódios dublados).
Claymore é um mangá escrito e ilustrado por Norihiro Yagi e publicado pela Monthly Shonen Jump desde 2001. A revista foi encerrada e a obra foi movida para a Jump Square. Uma adaptação para anime foi feita pela Madhouse em 2007 e exibida pela Nippon TV, contendo 26 episódios com 23 minutos de duração cada.
Em outubro de 2014, o último capítulo foi finalmente publicado, encerrando o mangá com 155 capítulos e 27 volumes.
Contexto:
A história se passa em um mundo fictício semelhante à era medieval europeia, que consiste num único continente dividido em 47 regiões. Nesse mundo, seres-humanos coexistem com criaturas chamadas Youma, monstros que se alimentam de vísceras humanas. Os Youma são capazes de adquirir a forma de suas vítimas, absorvendo as memórias e personalidade de sua presa, permitindo que eles enganem amigos e familiares e se infiltrem nas vilas para se alimentar sem levantar suspeitas para si.
Devido à situação, uma organização sem nome e altamente secreta criou uma ordem de guerreiras modificadas com o objetivo de proteger os humanos. Estas vieram a ser chamadas popularmente de Claymores, devido as imensas espadas claymore que portam. Comumente, as vilas sob ataque de Youmas contratam seus serviços para eliminar as criaturas (uma vez que são as únicas que são capazes de destingir um humano de um Youma).

A organização é a única que tem contato direto com essas guerreiras, mantendo o controle seus serviços, tanto aqueles requisitados pelas cidades quantos missões internas. Cada pedido de aniquilação de Youmas tem um custo altíssimo e apenas após o sucesso da missão o pagamento é feito, sempre recebido por um homem de preto que vem à cidade logo após a saída da Claymore. Caso a guerreira morra e não termine o serviço, não é necessário pagar. Também existem boatos de cidades que se recusaram a pagar e foram dizimadas pouco tempo depois por ataques consecutivos dos monstros, sem qualquer resposta de ajuda por parte da organização. (Texto: Wikipedia)

No Youtube tem todos os episódios duplados liberados para você assistir.

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Já leu as tirinhas do ARMANDINHO?

Quem dá vida ao simpático Armandinho é o ilustrador catarinense Alexandre Beck, de 43 anos, que criou o personagem em 2009 para ilustrar uma reportagem em um jornal de Santa Catarina. Não por coincidência, o texto envolvia a relação entre pais e filhos, tema recorrente nas tirinhas que publica no Facebook e no instagram. (Texto do Google)
Instagram: @tirasarmandinho

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Conheça a história “KIRIKU E A FEITICEIRA”

Já assistiu KIRIKU E A FEITICEIRA ?

Sobre KIRIKU E A FEITICEIRA:
Título original: Kirikou et la sorcière (Longa-metragem francês).
Ano: 1998. 1h 10min / Animação
Direção: Michel Ocelot
Na África Ocidental nasce um menino minúsculo, cujo tamanho não alcança nem o joelho de um adulto, que tem um destino: enfrentar a poderosa e malvada feiticeira Karabá, que secou a fonte d’água da aldeia de Kirikou, engoliu todos os homens que foram enfrentá-la e ainda pegou todo o ouro que tinham. Para isso, Kirikou enfrenta muitos perigos e se aventura por lugares onde somente pessoas pequeninas poderiam entrar.
(Texto: Site Adoro Cinema)

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Módulo 1 – SEGUNDA PARTE

Módulo 1 – SEGUNDA PARTE:
Antes de criar sua HQ ou um Personagem, aprecie criações de outros autores.

Pessoal,
Esta segunda parte eu considero importante existir por 2 razões que vou dizer de forma bem objetiva:

RAZÃO 1: Eu gosto de mostrar/ citar quadrinhos e personagens de variados estilos, variados traços para os alunos no início de uma Oficina ou Workshop que se propões a abordar as etapas de construção de uma HQ, como é nosso caso, agora. E fico feliz quando na lista, há personagens e histórias que tem desenhos que não são considerados “maravilhosos”. Por um motivo simples: Muitos alunos nas Oficinas de Quadrinhos que realizo, costumam atrelar “necessidade de desenhar maravilhosamente bem” com “poder colocar em prática a ideia de criar um personagem e uma história”. É importante entender seu traço, tentar se melhorar sempre. Mas é muito arriscando quando se coloca o trabalho de outra pessoa bem sucedida como parâmetro para se achar pronto o suficiente para produzir. Um desenho “lindo” não garante uma história de quadrinhos ou mesmo um personagem de sucesso.

RAZÃO 2: É importante termos referência sobre aquilo que desejamos produzir (Não é para copiar nem necessariamente se inspirar). É ter um repertório de informação, ver possibilidades, apreciar. Se você quer ser músico, por exemplo, não tem como aprender, e se desenvolver sem apreciar músicas, conhecer trabalhos de outros músicos. Se quer dirigir um filme, não faz sentido você se lançar nessa maravilhosa produção sem conhecer outros diretores, e obras feitas por estes.
Vocês podem se perguntar se conhece alguém que produz algo sem se permitir conhecer produções de outros profissionais desta mesma linguagem artística, considerando que o exemplo seja na área de artes.
Eu arrisco dizer uma coisa: É possível sim, uma pessoas que tentam produzir sem conhecer outras obras daquela linguagem sobre a qual quer produzir. Mas o resultado pode ser extremamente fraco, com falhas técnicas primárias. Nós não somos uma ilha e a produção de narrativas gráficas existe há muitos anos. Então, não tem cabimento uma pessoa partir para criar um personagem, uma história em quadrinhos, sem ter lido outras.

E digo mais, meu amigo(a), tente analisar um pouco mais os personagens ou histórias que lhe interessam. Gostou do personagem? Então se arrisque se perguntar: O que me fez gostar dele? Que características mais me interessou nesse personagem? O exercício dessa reflexão vai lhe ajudar a fazer definições futuras sobre o seu personagem.

Nas aulas presenciais eu costumo levar algumas publicações e até alguns arquivos e mostrar. Converso com a turma sobre algumas produções. Assim, alguns podem escolher pesquisar ou comprar uma produção que lhe desperta. Agora, como estamos em quarentena, não tenho o menor interesse em fazer vocês saírem de casa atrás de quadrinho.

ALGUNS TRABALHOS
Por isso antes de publicar a TERCEIRA PARTE do Módulo 1, vou fazer algumas postagens com sugestão de obras (quadrinhos e animes, alguns de acesso gratuito na web, outros não). Claro que alguns de vocês já devem ter personagens que gostam, e produções que acharam interessante. Então, para quem não faz uma leitura de quadrinhos ou não sente que conhece algum personagem o suficiente a ponto de falar sobre ele, de identificar características sociais e psicológicas deste, vale a pena ler o breve comentário e escolher algum(uns) trabalhos para ler ou assistir.
E se você costuma ler muito ou assistir muito apenas um tema, que tal se permitir conhecer algo que possa te interessar, de um estilo diferente do que está habituado?

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15 de abril, Dia do Desenhista!

Parabéns Desenhistas!
É importante reconhecer a grande importância do desenhista numa sociedade capitalista, consumista e em constante mutação como a nossa!
O desenhista na sociedade moderna está onde? Não me canso de fazer essa provocação, para que possamos perceber que ele está em TUDO!

WORKSHOP VIRTUAL DE HQ
Já viram a primeira parte do MÓDULO 1, conteúdo referente ao WORKSHOP GRATUITO que estou oferecendo pra vocês?
Serão textos, imagens e vídeos, ok?

REPITO: O acesso ao conteúdo será livre, mas com inscrição você pode receber convites para uma videoconferência, por exemplo, receber algum material específico e também o certificado que será oferecido pelo Centro Universitário UniRuy|Wyden!

ATENÇÃO: Se ainda não se inscreveu, Veja a primeira postagem com descrição dos assuntos abordados por Módulo, e dados para inscrição por email. Abraço!

:: Wilton Bernardo
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Módulo 1 – PRIMEIRA PARTE


Módulo 1 – PRIMEIRA PARTE:
A – Apresentação do conteúdo; B – Cronograma do Workshop; C – Inscrição

A – Apresentação do conteúdo
Seja super bem vindo a este Workshop virtual de HQ. Como você pode imaginar, sim, é a primeira vez que eu, Wilton Bernardo, elaboro esse conteúdo virtual, mas ele está sendo retirado de um vasto conteúdo de aulas desenvolvido por mim durante os últimos 17 anos (desde 2003)! Porém as aulas sempre foram dadas de forma presencial, mas sinceramente, não vai ser trabalho algum organizar essa versão virtual. A ideia de solidariedade e compartilhar um pouco do que tenho, é o que mais importa para minha Ação Cultural Oficina HQ, para meu estúdio Laço Afro e os parceiros: Museu Carlos Costa Pinto e o Centro Universitário UniRuy|Wyden! Vamos lá!

B – Cronograma do Workshop
É importante você ter uma visão geral do que consiste o conteúdo que será oferecido para você. Se tiver algum termo que não conhece, fique tranquilo(a). Vamos explicar tudo utilizando textos, imagens e vídeos!

1º – HQ: Profissionais envolvidos
2º – HQ x Internet: como lucrar?
3º – Desenho x História;
Desenho x Mercado;
Desenho x Quadrinhos
4º – Desenho – Conhecendo e aceitando meu traço
5º – Criação de personagem
6º – Meu tema, minha pesquisa
7º – Storyline
8º – Recursos narrativos
9º – Desenvolvimento da história e Roteiro

C – Inscrição
Pessoal, a principio eu não faria inscrição, afinal o conteúdo estará sendo publicado abertamente aqui no Blog da Oficina HQ, com chamadas nas Redes Sociais de minhas marcas (Oficina HQ e Laço Afro). Mas tenho boas notícias que justificam a inscrição que será super simples:
1 – Quem chegar até o final do Workshop me apresentando os exercícios propostas, participando, vai receber um certificado que será produzido pelo Centro Universitário UniRuy|Wyden. O certificado será enviado por email!
2 – A inscrição vai favorecer o contato direto comigo e facilitar o contato para outras possíveis boas surpresas!

PRONTO! Só falta então você se inscrever e garantir que não vai perder NADA que esse workshop poderá lhe proporcionar! Lembrando, é tudo 0800 mesmo!
Então, sua inscrição corresponde apenas a você me enviar um email ( oficinahq@hotmail.com) informando:

a) Nome completo (como deve constar no certificado)
b) Idade
c) Quer informar alguma forma de contato diferente do email? Qual?
d) Cidade/Estado onde reside
OBS1: Apenas A Ação Cultural Oficina HQ e o Estúdio Laço Afro, do professor Wilton Bernardo, tem acesso às inscrições.
OBS2: Inscrições até 19/04/2020. Mas se você está lendo essa informação após 19/04/2020, não precisa ficar triste. Você pode acompanhar os conteúdos do Workshop virtual que estarei disponibilizando aqui no Blog.

:: Wilton Bernardo
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