Show Lamento das Águas estreia no Gamboa

O grupo AFRICANTAR se apresenta dia 26/02, com o show Lamento das Águas, às 17h.

O AFRICANTAR apresentará canções que mergulham na ancestralidade afrodescendente, intermeadas por textos de autores que acentuam a temática.

O repertório passeia pelos Tincoãs, Afro-Sambas, Milton Nascimento, Edu Lobo e Roberto Mendes. Ao longo do show, são recitados ainda orikis, textos e poesias de autores como Pierre Verger, Craveirinha, Castro Alves, Reginaldo Prandi, Paulo César Pinheiro, Jorge Ben Jor, J. Velloso e Saul Barbosa e Juracy Tavares.

SERVIÇO:

Show Lamento das Águas | Grupo AFRICANTAR

Onde: Teatro Gamboa Nova (Largo dos Aflitos)

Quando: 27/02 (DOMINGOS), 17h

Quanto: R$10 e R$5 (meia)

Informações: 3329-2418

Fonte: www.africantar.wordpress.com

Fã clube “Pipoca da Rainha” lança Camiseta para Carnaval 2011

Camisa Pipoca da Rainha 2011, arte de Wilton Bernardo

Há 11 anos o fã clube Pipoca da Rainha se organiza e lança uma camiseta diferente no carnaval. Assim acontece, para que, todos os admiradores da cantora Daniela Mercury acompanhem seu Trio sem cordas, homenageando a artista.

 
No carnaval deste ano não será diferente. Aliás, a preparação da camiseta é tão cuidadosa que não fica atrás de nenhum Abadá, elemento já tradiocional dos blocos na festa momesca em Salvador-BA. A responsável pela produção da camisa Pipoca da Rainha é Tânia Pimentel que está sempre requisitando designers e artistas para que desenvolvam as criações. Ela acompanha o processo com toda preocupação para que o trabalho fique a altura dos fãs mais exigentes. Mas com certeza o grande desejo é surpreender a Rainha.
A criação da camisa deste ano é do artista plástico Wilton Bernardo, que se inspirou no momento atual de Daniela e seu trabalho com a turnê Canibália, através dos elementos que lembram a cultura africana como a espada de Ogum, a brasilidade tão celebrada pela artista com as cores verde e amarelo e a representação gráfica da própria artista, sem esquecer da alegria que em cores como confetes que valorizam a ilustração.
Para visualizar a camisa basta entrar no site www.portaldanielamercury.com.br . Quem desejar adquirir uma e juntar-se aos fãs, na Barra, acompanhando o Trio sem cordas de Daniela Mercury, basta entrar em contato com Tânia Pimentel pelos números (71) 3246-8216 ou
(73) 8801-2751.
O que:  Camisa Pipoca da Rainha (Homenagem do fã clube a Daniela Mercury)
Informações:  Tânia Pimentel (71) 3246-8216 ou (73) 8801-2751

Grioti Livraria digital libera livro digital sobre HQ no dia nacional dos Quadrinhos

banner prestando homenagem ao dia nacional dos quadrinhos

Comemorando o dia nacional dos quadrinhos, 30 de janeiro, e os 8 anos de atividades da Oficina HQ,  a Grioti livros digitais em parceria com a Ação Cultural, brinda os interessados no assunto com um eBook (livro digital) promocional para download gratuito, possibilitando leitura em seu iPad, iPhone, iPod, Kindle, eBook reader, notebook, PC, enfim, qualquer suporte eletrônico capaz de ler um ePub. O livro digital se chama “Artigo e Entrevistas da Oficina HQ”.

Conteúdo do eBook gratuito “Artigo e Entrevistas da Oficina HQ”
Três profissionais de destaque na área das artes gráficas, se reúnem em entrevistas que abordam um vasto leque de assuntos relacionados a profissionalização das tentativas de se conseguir oportunidade, ao exercício, passando pela publicação, premiações e criação. Flávio Luiz é um quadrinista premiado, com diversas publicações, inclusive os elogiados AÚ e O Cabra ; Luis Augusto, artista que desevolveu diversos quadrinhos abordando o universo infantil e criador do Fala Menino; ambos, realizadores importantes com trabalhos de qualidade que os colocam em destaque no cenário nacional. A terceira entevista é de Wilton Bernardo, gestor da Oficina HQ, ação cultural que desenvolve exposição, mostras de filmes, oficinas particulares e ações sociais. Além das três entrevistas, você tem ainda um artigo sobre quadrinhos escrito por Wilton, e para fechar o conteúdo, duas tirinhas.
Vá até o Blog da Grioti livros digitais e faça o download agora mesmo. Depois é ler no seu iPad, iPod, iPhone, EBook reader (da Sony, Positivo, kindle), notebook ou PC.

Laço Afro na Casa da Mãe

Yemanjá de W. Bernardo, aplicada em caneca

É HOJE, 25/01//11!!
COMIDINHA DE PANELA COM EXPOSIÇÃO “LAÇO AFRO” de Wilton Bernardo

O Projeto “Comidinha de Panela” traz a Exposição “Laço Afro” do artista plástico Wilton Bernardo. As obras são versões originais de Orixás (Yemajá, Iansã, Oxum, Oxalá), símbolos e grafismos que remetem a cultura africana e permanecem expostas até final de fevereiro. Na abertura, portanto, além dos quadros, quem aparecer na Casa da mãe  poderá adquirir também  as aplicações das artes em suportes como camisetas, chaveiros e canecas.

A comidinha será “Efó, às 20h. Microfone Livre, com muitos artistas e Entrada Franca.

Comidinha de Panela” visa resgatar a pitoresca culinária baiana, com quitutes genuínos, que trazem todo sabor e tradição do tempero caseiro. O conceito é de um evento gatrono-musical interativo.

ENDEREÇO: RUA GUEDES CABRAL, N 81 – RIO VERMELHO (EM FRENTE À CASINHA DE YEMANJÁ), Salvador-BA-Brasil. TELEFONE: 55 (71) 3017 9041
 
Contato de Wilton Bernardo: 55 (71) 3014-4331/ 8807-4331,   wiltonbernardo@hotmail.com

Luzia Moraes
Ofá Produções
55 71 8816 4560

Oficina HQ bate papo exclusivo com Flávio Luiz

imagem do novo lançamento do FLávio Luiz, O CABRA

O quadrinhista FLávio Luiz, na véspera de lançamento de seu mais novo sucesso “O Cabra”, falou com exclusividade sobre todas as coisas relacionadas a lançamento, mercado, trabalho e sucesso. O breve e agradável papo com Wilton para a Ação Cultural Oficina HQ você confere logo abaixo:

Wilton Bernardo: Olá Flávio, a temática abordada no seu novo trabalho é o cangaço, certo? O que te motivou a abordar essa temática?
FLávio Luiz: Na verdade, sempre começo meus projetos pela criaçao do personagem. Ele, o cangaceiro era um desenho que havia feito a muito tempo e que decidi contar a sua história só agora. Por tê-lo feito assim meio PÓS APOCALIPTICO decidi abordar o cangaço ambientado num futuro distante.Tem agradado muitissimo!

W.B.: Quanto tempo você precisou pra pesquisar sobre a temática?  O que demorou mais? a pesquisa ou desenvolvimento de roteiro e quadrinho?

Flávio Luiz: Comprei alguns livros sobre a estética do cangaço porém as referências eu já as tinha, de tudo que já conhecia do Cangaço, mas não só ele, como  também, novelas, músicas…Você lendo a história, vai entender melhor. Quanto ao tempo gasto na produção da HQ foram 3 meses entre esboços e arte final e 2 meses na mão do colorista. Como estou envolvido em paralelo com outros projetos e trabalhos publicitários demorou tanto tempo. Se estivesse 100% cuidando só de HQ teria levado menos tempo.

W.B.: Estamos próximos do dia nacional dos quadrinhos (30/01). Claro que  dia  do quadrinhista é todo dia. Mas aproveito o momento pra lembrar que você já tem uma estrada, já experimentou aquela vontade e expectativa de ter o primeiro quadrinho publicado, já deve ter dialogado com editoras a fim de ver o trabalho publicado, já tem várias publicações, já conheceu leis de incentivo, enfim, é um profissional. Por isso te peço pra fazer um pequeno balanço dos quadrinhos nos últimos anos.  Diz como você percebe a transição dos quadrinhos das bancas de revistas para as livrarias, do mercado, da necessidade de um produtor para os artistas, das alternativas que os iniciantes podem ter, além de esperar que uma editora o contrate.
Flávio Luiz: Recentemente li a edição número 20 da MODERN MASTERS( editora Twomorrows)  com a entrevista de Kyle Baker ( Plastic Man,Why I hate Saturn entre outros) e ele consegue resumir e dizer tudo o que acho do mercado de HQ, produção, auto publicação etc hoje em dia. Se desse pra alguma editora grande publicar isso aqui seria uma aula fantástica mas se pode pedir online em livrarias confiáveis.

Quanto a sua pergunta  3  tentarei responder a todas as suas nuances ( NA VERDADE SÃO VÁRIAS PERGUNTAS EM UMA!!KKKK!!).
Desde que me entendo por leitor de HQ escuto dizer  que esse é um mercado em crise e que estava com seus dias contados. Depois da era de ouro, anos 40, o Quadrinho teve que competir com outras formas de entretenimento para o seu público mais evidente ( adolescentes ) como a TV, games, Internet e tem resistido bravamente ao longo de tantos anos  pois é uma forma  de arte e entretenimento que não vai acabar nunca. Além disso o leque de público alvos aumentou enormemente e  o trabalho de artistas como Will Eisner, Joe Kubert, Art Spilgerman, Crumb, Frtank Milller, Alan Moore e tantos outros mostraram a riqueza dessa forma de arte e sua pluralidade. E o QUADRINHO está aí firme e no melhor momento em termos de mercado nacional. Paulo Ramos no site BLOG DOS QUADRINHOS fez recentemente uma analise completa sobre isso e tá tudo lá pra quem quizer ler algo realmente completo.

No meu caso especifico, por ter um trabalho muito autoral tive um caminho mais dificil porém de uma gratificação imensa. Nunca consegui ser contratado por nenhuma editora grande ou gringa, já que não possuía o estilo MAISNTREAM  que estava em voga na época ( anos 90) que era aquela coisa IMAGE e que muitos desenhistas nacionais fazem tão bem  tanto que hoje, por sinal, dominam o mercado original desse estilo que é o americano. Hoje isso também mudou e o estilo cartunesco como o meu está agradando.

Numa viagem para a COMICON de San Diego em 96 ,conheci o Sergio Aragones que analisando meu portfolio, entre uma cervejinha e outra  comigo, disse que meu caminho seria um dos mais difíceis porém ao mesmo tempo, um dos mais bonitos pois por ter um traço e uma forma de contar histórias tão pessoal e definida, uma aposta no meu trabalho não seria tão fácil por parte das grandes editoras mas que, caso eu conseguisse emplacar algum trabalho e ter sucesso com ele, esse meu lugar conquistado não me seria tirado facilmente. A decisão de me autopublicar passou muito por essa analise e as decepções primeiras com um mercado tão difícil como o Soteropolitano( na época já que hoje graças a Deus está melhor para os queridos colegas de traço) me fizeram aprender muito e tentar coisas numa amplitude maior porém sendo o mais profisisonal possivel. Os frutos  dessa aposta, tenho colhido principalmente com o AU e com o CABRA( QUE DOS 2000 EXEMPLARES INICIAIS EM UM MES TEVE 1/4 JAH VENDIDOS) mais do que com a Jayne e a ROTA66, apesar dos premios da Jayne e do sucesso da ROTA 66 junto aos críticos e profissionais.
Hoje com a internet ,com os games, ipads, etc.. o quadrinho de banca tem sido esmagado por outras formas de publicação e acho que a livraria é uma alternativa pois coloca  a HQ  numa visibilidade melhor a um público que possui interesse e poder aquisitivo melhor e maior para desfrutar dele. As revistas MIX, também, na minha opinião serviram para afastar um consumidor ( como eu) já que por querer e gostar de coisas bem específicas nunca me senti confortável adquirindo títulos que não me interessavam junto com aqueles  de que gostava. Não sei se uma aposta de retorno ao formato inicial de revistas fininhas mas de personagens únicos seria uma alternativa … Como estou falando de um gosto pessoal pode ser que muitos discordem e não estamos errados porém, a qualidade de impressão, essas novas sagas interminaveis e difíceis de acompanhar para um novato, tudo isso pesa e afasta, na minha opinão, potenciais novos leitores. Acho que o fundamental para o artista é ter um produto em que acredita e tentar fazê-lo da melhor forma possível. Com certeza, se for algo bom o suficiente terá pessoas interessadas nele tanto como leitores como parceiros de negócios. A internet facilitou muito a exposição de qualquer projeto e, hoje, online mesmo, você pode fazer esse projeto ser conhecido.
O Artista tem que saber claramente onde quer chegar. Ser premiado ou esgotar sua tiragem? ( MELHOR SE CONSEGUIR AS DUAS COISAS, CLARO!!KKKK!!) Ser CONHECIDO ouSER  RECONHECIDO? Começar com HQ e migrar para outras midias ou ficar só na publicação em papel? Ficar fazendo Fanzine ou preparar álbuns diferenciados? Revistas seriadas, one-shots, graphic novels? Todas as propostas citadas são validas. Eu apesar de 30 prêmios prefiro saber que mais de 7000 pessoas compraram o Au. A jayne 1 ganhou o HQ mix, o trofeu Alfaiataria e estou com o quarto de empregada cheio de caixas com exemplares envelhecendo. O Au não ganhou nada mas hoje já é retratado por outros artistas, está esgotando a terceira edição, é citado de forma elogiosa como referência em estudos sobre a nova abordagem do negro nos quadrinhos, Mauricio de Souza o acha um personagem genial, outros grandes nomes da HQ nacional também ficaram fascinados com ele e veio pra ficar. O CABRA está seguindo o mesmo caminho e espero que realmente tudo o que estamos prospectando para ele MESMO EM OUTRAS MIDIAS venha a dar certo. É bom que o artista tenha alguém de confiança que pense com ele (ou um produtor, esposa, namorada) nas coisas “pé no chão” o que dará a ele a liberdade para criar mais despreocupadamente seus projetos. Isso também vai depender da vivência de cada um. Acho que uma única coisa não pode faltar. O ARTISTA DE HQ deve continuar estudando sempre, aprimorando seu traço, seu estilo, conhecendo e se interessando por estilos outros, pela história dos que fizeram esse mercado ser o que é, sua forma de contar histórias, seja em que midia tecnológica nova que surja ou no velho nanquim sobre papel. Fazer com amor aquilo que acredita, respeitar essa forma de arte e todos os que vieram antes e ao lado dele nesse mercado e principalmente se dar ao respeito como profissional, independentemente de tanto e tantos que, por ventura surjam, na maré contrária ao seu caminho. Boa Sorte a todos e Feliz Quadrinho Nacional todos os dias!
Abraçao amigo Wilton e nos vemos dia 26/01/11 na livraria cultura, Salvador Shopping!

A Oficina HQ Agradece!

Veja entrevista completa do Flávio Luiz no link “entrevistas” do site Oficina HQ. Basta clicar AQUI

“É VEM AÌ” O QUADRINHISTA FLÁVIO LUIZ E SEU MAIS NOVO LANÇAMENTO

O CABRA, nova HQ do Flávio Luiz

Flávio Luiz, autor de Aú, o capoerista, divulgou ontem o trailer promocional de seu novo álbum: O Cabra.

Publicada pela sua editora, a Papel A2, a edição terá 56 páginas coloridas, formato 25 x 38 cm e custará R$ 38,00. O lançamento está marcado para o dia 26 de janeiro, na Livraria Cultura no Salvador Shopping, das 19 às 22h, em Salvador-BA.

A história retrata uma versão futurista do cangaço e tem roteiro e arte de Flávio Luiz e cores de Artur Fujita.

Flávio Luiz atualmnte mora em São Paulo e está na cidade de Salvador para olançamento de seu mais novo trabalho. Salve Fávio!!
Prestigiemos um baiano que tem traçado uma história boita de persistência, realização, muito empenho e sucesso. Parabéns!

:: por Wilton Bernardo

“O Cabra” em Salvador

"O Cabra" do quadrinhista Flávio Luiz

Depois do grande sucesso em São Paulo chegou a vez de Salvador receber o lançamento do novo trabalho do cartunista e quadrinhista Flávio Luiz.

Ele lança “O Cabra” no dia 26 de janeiro na Livraria Cultura, no Salvador Shopping.

A publicação é uma História em Quadrinhos no estilo graphic novel que combina ficção científica com literatura de cordel, numa aventura futurista cheia de emoção.

Flávio Luiz tem seus trabalhos reconhecidos no Brasil e no exterior ( Festival Internacional de Cartoon da Suécia, em Malmo, com o tema ecologia). Já recebeu prêmios em vários salões de HQ, entre eles o importante Salão de Piracicaba, onde foi o grande vencedor em 1994 e 2000. Em 2000 também, recebeu o Troféu HQMix, considerado o Oscar dos quadrinhos no Brasil, com  a revista independente Jayne Mastodonte Adventures 1.

Flávio Luiz

Fonte: http://liciafabio.uol.com.br