Quentin Tarantino conclui roteiro de seu novo filme

O cineasta Quentin Tarantino concluiu o roteiro de seu próximo filme, o western spaghetti “Django unchained”, batizado em referência ao clássico faroeste estrelado por Franco Nero em 1966. As informações são do site “Deadline”.

De acordo com a publicação, o diretor vai contar mais uma vez o ator austríaco Christoph Waltz, ganhador do Oscar de melhor ator coadjuvante pelo desempenho em “Bastardos inglórios”.

O site especializado em cinema “Hollywood Elsewhere” afirmou ter tido acesso ao script e publicou uma uma breve sinopse do longa:

“Django é um escravo liberto que, sob a tutela de um caçador de recompensas alemão (Christoph Waltz) torna-se um mercenário perigoso. Depois de auxiliar seu mentor em alguns serviços por dinheiro, os dois partem para uma missão pessoal: encontrar e libertar a esposa de Django das garras de um fazendeiro inescrupuloso. E isso não é nem a metade!”.

Ainda segundo o “Deadline, “Django unchained” começará a ser produzido no segundo semestre e pode ser filmado na Itália e na Espanha.

Fonte: G1

‘Thor’ chega aos cinemas de olho em reunião de super-heróis de 2012

 

Assim como o filho de Odin, que nasceu predestinado a assumir o trono do Reino de Asgard, “Thor”, o filme, estreia no Brasil nesta sexta (29) já de olho no futuro. O desempenho da nova superprodução nas bilheterias é fundamental para garantir o sucesso de um dos mais ambiciosos projetos da Marvel Comics no cinema desde o lançamento de “X-Men”, em 2000, quando se inaugurou a atual onda de adatapções de HQs para a tela grande.

Ao lado do Capitão América – outro que debuta nos cinemas ainda neste ano -, Thor é a peça que faltava para completar o grupo de super-heróis Os Vingadores, que inclui ainda os já “adaptados” Hulk e Homem de Ferro. Juntos, eles voltarão com força às salas de projeção em 2012, no longa “Os Vingadores”, sob a batuta do ídolo nerd Joss Whedon, autor da série de TV “Buffy” e do roteiro de diversas histórias em quadrinhos dos X-Men.

“Thor”, no entanto, tem também seu supertime para ajudar a conquistar a simpatia dos fãs. Além do rostinho de Natalie Portman, na pele do par romântico do herói, e de Sir Anthony Hopkins, como o deus nórdico Odin, o filme contou com a supervisão de um dos mais respeitados roteiristas da Marvel, J.M. Straczynski, que esteve à frente do título de Thor na editora entre 2007 e 2008 e escreveu algumas das histórias que inspiram livremente o roteiro do longa.

Um viking quebrando tudo
Mas é graças a um ator e diretor irlandês especializado em Shakespeare que “Thor” consegue romper o território dos fãs dos quadrinhos e resultar em um projeto interessante para o público em geral – e para os produtores de Hollywood, claro, que injetaram US$ 150 milhões na brincadeira. Para Kenneth Branagh, a história do pesonagem “bonitão, charmoso e destinado ao trono”, mas que “não tem o menor talento para se tornar super-herói”, tinha tudo para garantir boas risadas. “A ideia de um viking na Terra, quebrando tudo e entretido com os terráqueos, me parecia engraçada o suficiente para adicionar um elemento de humor a esta historia”, defendeu o cineasta em entrevista realizada no início do mês, em Londres, da qual o G1 participou.

Natalie Portman, no filme Thor

No filme, Thor está prestes a herdar a coroa de Odin e assumir o mítico Reino de Asgard quando, em uma tentativa pouco sensata de demonstração de força, resolve atacar por conta própria os Gigantes de Gelo do planeta rival Jotunheim. Decepcionado e irado, Odin decide punir o filho, removendo seus poderes e enviando-o à Terra para aprender a lição vivendo como uma pessoa comum.

Abrutalhado e inseparável de seu martelo – Mjolnir -, o personagem é vivido pelo ator de 28 anos Chris Hemsworth, um australiano ainda desconhecido do grande público.

Em entrevista em Londres, Hemsworth reconhece que “foi intimidador” interpretar um super-herói tão querido e conhecido pelos fãs – sua primeira aparição foi em 1962, na edição nº 83 da revista “Journey into mistery”. Mas, se nas HQs Thor é o “deus do trovão”, para o ator australiano o segredo foi fincar os pés do personagem de volta ao chão. “Eu apostei em simplificar e procurei não pensar que interpretaria um Deus, mas, sim, um irmão em meio a uma família”, explicou o novo candidato a galã, que mede 1,91 m de altura e passou por preparação física intensa de quatro meses para viver o herói – ele já disse que chegou a ganhar 10 kg.

Entre irmãos
O “irmão” de Thor a quem Hemsworth se refere é Loki, vivido por Tom Hiddleston. O ator britânico rouba a cena como o invejoso irmão que assume o trono de Asgard, depois que Odin adoece e destitui Thor de seus poderes. “Você percebe que Loki é psicologicamente frágil. Ele tem um sentimento de que não pertence àquele lugar e sabe que nunca vai ter seu lugar ao sol. Eu acho que o ímpeto de sua busca por autoestima vem desse sentimento de ser pouco valorizado e pouco amado”, comentou o ator sobre seu personagem tipicamente shakesperiano.

Enquanto, na ficção, a disputa fratricida se dá entre Loki e Thor, na vida real, Hemsworth também teve de enfrentar alguém da própria família para ficar com o papel de protragonista. “Nos testes finais de elenco eu competi com meu próprio irmão mais novo [Liam Hemsworth]. Ele estava entre os quatro últimos da lista, mas acabou não sendo chamado e eu ganhei o papel”, explicou o ator, esclarecendo que nenhuma gota de sangue foi derramada no processo.

Fonte: G1

‘Natimorto’ leva universo de Lourenço Mutarelli às telas

Interpretada por Simone Spoladore, protagonista de "Natimorto" é uma jovem cantora

O cigarro é quase um personagem em “Natimorto” – estreia em longa do premiado curtametragista Paulo Machline, que em 2001 foi indicado ao Oscar por “Uma história do futebol”. Neste novo filme, que tem apenas dois atores em cena, fuma-se muito, mas muito mesmo. A fumaça, uma bruma que esconde as pessoas e mascara seus sentimentos, é onipresente.

O roteiro, assinado por André Pinho, baseia-se no romance “O natimorto, um musical silencioso”, de Lourenço Mutarelli, cujo “O cheiro do ralo” rendeu em 2006 um filme igualmente estranho e criativo. Pela estreia de Machline percebe-se que ele sabe muito bem o que quer – especialmente de sua câmera e seus atores. Em cena, durante quase todo o tempo, apenas Simone Spoladore e o próprio Mutarelli, em seu primeiro papel como protagonista.

Ela é uma cantora lírica, no livro conhecida apenas como A Voz, e ele, seu Agente. A garota vem para São Paulo, onde será apresentada a um poderoso maestro que irá deslanchar sua carreira. Enquanto esperam, os dois se fecham num quarto de hotel, depois de um jantar cheio de desentendimentos com a mulher do Agente, vivida por Betty Gofman.

Para o Agente, o cigarro é uma espécie de catalisador de sentimentos, emoções ou qualquer outra forma de expressão. As assustadoras fotos do verso da embalagem não servem de alerta antifumo e sim como cartas de tarô para prever o futuro. É engenhosa a forma como Mutarelli, enquanto autor, criou um paralelo bastante crível entre as cartas reais do tarô e as figuras do verso das embalagens. Mais bem sacado ainda é como Machline usa esse paralelo no filme, ditando destinos de personagens e trazendo à vida símbolos e figuras.

Nas atuações, há um embate curioso de se ver entre Simone, atriz experiente e talentosa, que participou de filmes como “Lavoura arcaica” e “Desmundo”, e Mutarelli, escritor que parece se descobrir como ator aos poucos, mas sempre com uma presença marcante.

Machline, por sua vez, não exibe aqueles deslumbramentos de alguns estreantes que parecem querer mostrar todo seu arsenal técnico e narrativo no primeiro longa. Ele é seguro na condução dos atores, na movimentação de câmera e desencadeamento da narrativa. Boa parte de “Natimorto” acontece num claustrofóbico quarto de hotel, que parece exalar para fora da tela o cheiro dos cigarros fumados ali.

Nem sempre histórias tão bizarras como do livro “O natimorto, um musical silencioso” encontram uma boa tradução para a tela. No caso deste filme, Machline conseguiu o equilíbrio entre os elementos estranhos e a delicadeza – especialmente quando A Voz canta e nós não a ouvimos. Pelos seus gestos, percebemos que é um canto doce. É uma voz tão sublime que apenas os ouvidos mais apurados são capazes de ouvir.

“Natimorto” é, em sua essência, uma história de amor. Bastante estranha, como seus protagonistas. Então, no fundo, fazendo um paralelo com o ditado “quem ama o feio, bonito lhe parece”, o estranhamento fica por conta apenas de quem está do lado de fora.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Fonte: G1

Amy Adams será Lois Lane em ‘Superman- O Homem de Aço’

EM longa dirigido por Zack Snyder, atriz estrelará ums dos papéis principais ao lado de Henry Cavill

Amy Adams será a jornalista Lois Lane no filme “Superman – O Homem de Aço”, dirigido por Zack Snyder. Segundo o site Socialitelife, o anúncio de que a atriz fará par com Henry Cavill -no papel do herói Clark Kent – foi anunciado no domingo (27).

“Perdendo apenas para o próprio Superman, a questão de quem iria interpretar Lois Lane era, sem dúvida, o que os fãs mais estavam esperando”, disse Snyder em comunicado.

“Amy Adams é uma das atrizes mais versáteis e respeitadas em filmes de hoje. Ela tem talento para capturar todas as qualidades que nós amamos sobre Lois: inteligente, forte, engraçado, caloroso, ambiciosa e, claro, lindo “, completou ele. 

A atriz foi indicada três vezes ao Oscar, por ‘Junebug’, ‘Dúvida’ e ‘O Vencedor’. “Houve uma grande busca pela nova Lois, pois é um papel importante. Fizemos muitos testes, mas no momento que encontramos Amy,  percebemos que ela era ideal para o papel”, revelou Snyder.

O filme terá ainda Kevin Costner como Jonathan Kent, pai adotivo de Clark Kent, Diane Lane como a mãe adotiva, Martha. A Warner pretende lançar a produção em 2012. Zack Snyder (‘300’) dirige. As informações são do EGO.

Fonte: www.correio24horas.com.br

PIXAR É ACUSADA DE PLÁGIO POR “CARROS”

Quando a Pixar lançou o primeiro CARROS, em 2006, muita gente acusou o filme de ter uma trama quase igual à de Dr. Hollywood – não o enlatado exibido pela RedeTV, mas o filme de 1991 em que Michael J. Fox vivia um cirurgião plástico que, no auge de sua carreira profissional, vai parar (sem querer) na cidadezinha de Grady e acaba passando por uma importante mudança pessoal.

De acordo com um roteirista inglês, a história de Relâmpago McQueen é ainda menos original do que parecia. O Hollywood Reporter informa que Jake Mandeville-Anthony está processando a Disney e a Pixar, alegando que CARROS e sua sequência, prevista para estrear em 24 de junho, são parcialmente baseados em criações suas. Além de buscar as devidas compensações, ele pretende impedir o lançamento de CARROS 2.

Mandeville diz que, no início dos anos 90, enviou para vários estúdios cópias de dois projetos que desenvolveu – um, de nome “Cookie & Co”, sobre a história real do piloto Michael Owen Perkins, que venceu uma corrida em 1988, e um outro chamado “Cars,” que incluia tratamento, amostra do roteiro, descrições de 46 personagens carros, esboços de 10 deles, e um planejamento de marketing e merchandising. Em sua queixa, Mandeville lista uma série de similaridades entre a obra da Pixar e a dele.

Entre os estúdios para os quais Mandeville diz ter enviado seu material está a Disney. Além disso, ele afirma ter se encontrado pessoalmente com um executivo da Lucasfilm chamado Jim Morris em 1993 e entregado a ele cópias de seu trabalho. A Pixar e a Lucasfilm tinham uma certa proximidade desde os anos 80, afinal, o estúdio de TOY STORY surgiu a partir de uma subdivisão da Lucasfilm. De acordo com Mandeville, em 2005 Morris passou a fazer parte da Pixar.

O queixoso alega violação de direitos autorais e de contrato implícito. Mas esta ação não é a primeira que ele move contra a Disney/Pixar. Já vinha rolando antes uma outra disputa judicial envolvendo os dois lados, sigilosamente.

A Pixar ainda não se pronunciou a respeito.
Fonte: www.animatoons.com.br

“Sucker Punch – Mundo Surreal” é ação disfarçada de autoajuda

Sucker Punch, filme de Zack Snyder, entra em cartaz 25/03/11, Brasil

Mistura de referências do universo pop, filme de Zack Snyder não se contenta em ser apenas entretenimento

Para fazer “Sucker Punch – Mundo Surreal”, Zack Snyder se portou como um menino de 6 anos solto na loja de doces com a carteira de seu pai. Após os sucessos comerciais de “300” e “Watchmen”, adaptações de histórias de outros artistas, o cineasta resolveu investir num projeto autoral. Mas as ideias eram tantas, que ele resolveu colocar tudo no mesmo filme: cabarés, nazistas, robôs, samurais, gângster, dragões, garotas de programa com roupas de colegiais… e o resultado é algo como um porco pizza do cinema pop. Acesse o especial de “Sucker Punch no Omelete

Porco pizza, para quem não conhece, é uma curiosidade culinária do sul do país, em que ervilha, milho, pimentão, tomate, corações de galinha, linguiças, frango, mussarela e requeijão são servidos em cima de um porco inteiro assado – um banquete que, como o longa-metragem em questão, pode causar azia aos despreparados.

A trama, a princípio, é simples: após perder a mãe e ser acusada pela morte da irmã, a jovem Babydoll (Emily Browning), herdeira única de uma provável fortuna, é enviada pelo padrasto a um sanatório onde, mediante um pagamento, será lobotomizada. Como o profissional responsável pelo procedimento (Jon Hamm) vai demorar cinco dias para chegar, a jovem desenvolve um plano para escapar da intervenção cirúrgica, que após atingir o cérebro pode deixar o paciente em estado de sedação permanente.

Como filmar a fuga de Babydoll e suas belas amigas Sweet Pea (Abbie Cornish), Rocket (Jena Malone), Amber (Jamie Chung) e Blondie (Vanessa Hudgens) pode soar meio monótono, Snyder adotou como solução entrar na mente da protagonista, substituindo o ambiente da clínica psiquiátrica por cenários distintos, como um templo oriental, as trincheiras da Segunda Guerra e um castelo de fantasia medieval.

Para deleite dos garotos de 14 anos, que poderão vibrar com cenas de ação protagonizadas por garotas em trajes curtos, em cada cenário mais e mais referências pop são misturadas à trama, como o animê “Dragon Ball Z” e a série setentista “As Panteras” – aliás, em cada ocasião a trupe é agenciada pelo velho sábio interpretado por Scott Glenn, um tipo de guia espiritual que sempre tem uma máxima edificante para suas pupilas antes da batalha.

Quando deixa de lado a estética dos videoclipes e a dinâmica dos videogames, em que as personagens precisam passar por fases e enfrentar “chefões” ao som de versões de “Sweet Dreams” e “Search and Destroy”, Snyder falha ao tentar promover tensão com as ameaças do vilão Blue, um tipo de Wilson Grey – imortalizado como um dos principais antagonistas dos filmes d’Os Trapalhões – em início de carreira.

Apesar de conter cenas de ação minuciosamente elaboradas, não há emoção nas sequências compostas pelo cineasta – e a culpa não é dos efeitos especiais. Suas heroínas são tão poderosas que dragões e exércitos inteiros parecem não apresentar quaisquer desafios – perto das tropas inimigas de “Sucker Punch” os stormtroopers, soldados imperiais da série “Star Wars”, famosos por não acertar sequer um tiro, são atiradores de elite!

Se Zack Snyder fizesse tudo isso com o único intuito de divertir plateias adolescentes pelo planeta, não haveria muito que criticar em “Sucker Punch – Mundo Surreal”. Porém, o cineasta joga sujo com a plateia ao tentar justificar seu porco pizza com uma mensagem séria, transformando-o num tipo de autoajuda voltado ao público nerd. É como se o menininho do primeiro parágrafo fosse tomado por um sentimento de culpa e tentasse justificar os abusos cometidos na loja de doces.

Outros cineastas, como Robert Rodriguez e John Carpenter, por exemplo, não têm problemas em entupir seus filmes com frases de efeito e gastar milhões em explosões apenas pela diversão de fazê-lo. Assumir a vocação que o longa-metragem tem para “filme pipoca” não é demérito algum, além de ser mais honesto consigo e com seu público.
Veja o trailler:

Wagner Moura estreia em Hollywood em filme com Matt Damon

Divulgação

Site diz que ator brasileiro será ‘vilão poderoso’ na ficção científica ‘Elysium’. Produção terá o mesmo diretor de ‘Distrito 9’ e Jodie Foster no elenco.
O ator Wagner Moura fará sua estreia em Hollywood em um filme de ficção científica dirigido pelo sul-africano Neill Blomkamp, de “Distrito 9”. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (9), pelo site “The Hollywood Reporter”.

Segundo a publicação, o filme terá o título de “Elysium” e também conta com os atores Matt Damon, Jodie Foster e Sharlto Copley no elenco. O personagem de Moura é descrito como “vilão poderoso, com senso de humor maluco”. 

Segundo o site IMDB, especializado em cinema, o longa-metragem deve ser lançado em 2012 e terá locações em Vancouver, no Canadá.

Há poucas informações sobre o roteiro de “Elysium”. O “The Hollywood Reporter” informa apenas que a história é “futurística” com “conflitos sociais”.

Fonte: http://g1.globo.com

Pinóquio para 2014

 
O filme será em 3D (obóviamente) em 2014. Del Toro é o produtor e o roteiro fica a cargo dele mesmo e de Matthew Robbins (Louca Escapada). Já a direção é de Mark Gustafson (diretor de animação de O Fantástico Sr. Raposo) e Gris Grimly (que ilustrou conto Pinóquio em 2002, que é tomado como base do filme).

“Nós costumamos dizer que algo bonitinho tem a `cara da Disney`, mas um grande número de pessoas se esquece do quão perturbadoras as melhores animações do estúdio são. E isso inclui aquelas crianças sendo transformadas em burros em Pinóquio. O que estamos tentando fazer é apresentar um Pinóquio mais fiel à obra de Collodi. Nós criamos uma adaptação que me deixa bastante orgulhoso.” Del Toro
Fonte: http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo

Pinóquio é o segundo longa-metragem de animação produzido pelos estúdios Disney em 1940. O filme é baseado em conto de Carlo Collodi.
Reveja trecho da produção de 1940: 

Adrianne Palicki é a nova Mulher-Maravilha da TV

A nova Mulher-Maravilha da TV

A atriz Adrianne Palicki, que recentemente estrelou a breve série Lone Star para a Fox, foi escolhida pela NBC para protagonizar Wonder Woman, piloto da nova série de TV da Mulher-Maravilha.

Segundo o Deadline, ela ganhou por W.O., já que foi a primeira e única atriz chamada para fazer teste de cena. Ela nasceu em Toledo, Ohio, tem 28 anos, 1,80m de altura e já trabalhou com o diretor do episódio-piloto, Jeff Reiner, quando ele era produtor de Friday Night Lights.

No reboot da série, Mulher-Maravilha, ou Diana Prince, é uma combatente do crime que mora em Los Angeles e leva vida dupla como presidente das Indústrias Themyscyra. A nova Wonder Woman tem direção criativa de David E. Kelley, produtor famoso por ter criado séries como Chicago Hope, The Practice, Ally McBeal e Boston Public.

Fonte: heroihq.blogspot.com