A volta da influente coletânea Dark Horse Presents!

O fundador da Dark Horse Comics, Mike Richardson, contou em uma entrevista ao site Newsarama mais detalhes sobre a volta da influente coletânea Dark Horse Presents, que revelou autores como Paul Chadwick (Concreto) e personagens como o Máscara.

O editor – e agora produtor de cinema – lembrou que a antologia, em sua primeira encarnação, foi bem sucedida por contar com trabalhos de qualidade de autores que já lançavam material profissional pela editora (como Randy Stradley, Chris Warner e Randy Emberlin), misturados com histórias de novos quadrinistas. O incentivo à novidade e o respeito com o direito autoral ajudou a atrair profissionais como Frank Miller, que, por exemplo, escolheu lançar Sin City com eles.

A mais recente versão da Dark Horse Presents contará com alguns grandes nomes da época (Chadwick, Howard Chaykin, Michael T. Gilbert, o autor de ficção científica Harlan Ellison e o ilustrador Richard Corben), artistas independentes consagrados (Eric Powell, Sanford Greene, David Chelsea e Carla Speed McNeil) e grandes nomes do mainstream, como Mike Mignola, Dave Gibbons e o citado Frank Miller, que apresentará na revista um preview de Xerxes, a continuação de 300. Além deles, material novo também terá espaço, como o do australiano Patrick Alexander, cujas tiras aparecerão em todas as edições.

A DHP também terá material licenciado, o outro pilar da Dark Horse. Richardson, Stradley e Paul Gulacy farão a terceira e última parte de Star Wars – Crimson Empire, cujos primeiros capítulos anteciparam conceitos que apareceriam na segunda trilogia da franquia Star Wars no cinema.

A revista de 80 páginas será bimestral e terá, a cada edição, 10 páginas de autores distintos. Sem esquecer a encarnação anterior, publicada exclusivamente na internet, também haverá material exclusivo na versão online, como novas histórias dos Mistery Men de Bob Burden.

A coletânea chega às lojas especializadas em maio.

Fonte: www.omelete.com.br

Sinal e Ruído, de Neil Gaiman e Dave McKean



Como divulgado no ano passado, a Conrad Editora confirmou em seu Twitter o lançamento do álbum Signal to Noise.

A obra, de Neil Gaiman (roteiro) e Dave McKean (arte), traz um diretor de cinema que está morrendo de uma doença terminal. Apesar disso, ele continua escrevendo seu último, e talvez mais brilhante, roteiro para um filme que nunca irá dirigir, exceto em sua mente.

O álbum será lançado com o título Sinal e Ruído.
Fonte: www.universohq.com

Vejas as primeiras imagens da nova revista da Batwoman

A nova revista da Batwoman, da DC Comics, será distribuída em 6 de abril.

Batwoman #1 terá roteiro de J.H. Williams III e W. Haden Blackman e arte de Amy Reeder e Williams, que foi o responsável, junto com Greg Rucka, pelo enorme sucesso da personagem na revista Detective Comics.

O primeiro arco terá cinco partes e se chamará Hydrology. Katy Kane, a Batwoman, enfrentará criminosos que roubam crianças de um bairro pobre de Gotham City. A heroína Labareda (Bette Kane, prima de Katy) também participa da história.
Fonte: www.universohq.com

Nova edição da revista Vertigo nas bancas


Uma das melhores opções em quadrinhos mensais voltados para o público adulto é a revista Vertigo (formato americano, 128 páginas, R$ 9,90), da Panini Comics, que chega ao número #15.
Nesta edição, o leitor confere as séries Casa dos Mistérios, Escalpo, Vikings e Vampiro Americano.
Além disso, a revista traz um novo arco de histórias de Hellblazer, com o mago John Costantine.
A capa é do brasileiro Rafael Grampá.

 Fonte: www.universohq.com

Mangás em edições de bolso


A L&PM anunciou a parceria com a editora japonesa Shogakukan para lançar no Brasil dois títulos de mangá. Solanin, de Inio Asano, e Boken Shonen, de Mitsuri Adashi, chegarão no segundo semestre deste ano, em edições de bolso. Em Solanin, dois jovens recém-formados na faculdade enfrentam os obstáculos que a vida longe da casa dos pais exige. E Boken Shonen traz histórias sobre adultos que precisam olhar para seu passado se quiserem resolver os problemas que sofrem hoje. Os dois mangás serão editados na forma original de leitura (de trás para a frente).

Fonte: Universo HQ

HQ sobre a trajetória dos Beatles será lançada no Brasil em novembro

A editora Conrad lança em novembro “O pequeno livro dos Beatles”, do desenhista francês Hervé Bourhis. A obra conta em HQ a trajetória da banda inglesa desde antes de sua formação, passando pela posterior carreira solo de seus integrantes.

Ainda não foi definido o preço do livro.

O lançamento será no dia 27 de novembro na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo. Bourhis está escalado para participar do evento.

Nascido em 1974, em Chambray-lés-Tours, o desenhista francês também é autor de “O pequeno livro do rock”.

Fonte: G1

HQ de Britney Spears ganha preview

imagem da HQ de Britney Spears

Foram divulgadas as primeiras fotos da versão HQ de Britney Spears. Depois da editora mostrar a capa da edição com a cantora, agora foram liberadas oito páginas da edição.

A revista sai pela série Fame, da editora americana Bluewater. A série já publicou quadrinizações de astros pop como Lady Gaga e Justin Bieber.

A HQ contará a trajetória da cantora norte-americana e deve trazer alguns dos elementos mais controversos de sua carreira. Entre eles, o envolvimento com drogas e os períodos passados em clínicas de reabilitação.

Fame: Britney Spears terá 32 páginas e custará US$ 3.99 (cerca de R$ 6,7). A previsão de lançamento no mercado norte-americano é março deste ano.

O lançamento da HQ acontece no mesmo mês em que Britney deve lançar seu novo álbum de estúdio, ainda sem título. O primeiro single do disco, Hold it Against Me, foi bem recebido pelos fãs e pela crítica.

Fonte: UOL

Oficina HQ bate papo exclusivo com Flávio Luiz

imagem do novo lançamento do FLávio Luiz, O CABRA

O quadrinhista FLávio Luiz, na véspera de lançamento de seu mais novo sucesso “O Cabra”, falou com exclusividade sobre todas as coisas relacionadas a lançamento, mercado, trabalho e sucesso. O breve e agradável papo com Wilton para a Ação Cultural Oficina HQ você confere logo abaixo:

Wilton Bernardo: Olá Flávio, a temática abordada no seu novo trabalho é o cangaço, certo? O que te motivou a abordar essa temática?
FLávio Luiz: Na verdade, sempre começo meus projetos pela criaçao do personagem. Ele, o cangaceiro era um desenho que havia feito a muito tempo e que decidi contar a sua história só agora. Por tê-lo feito assim meio PÓS APOCALIPTICO decidi abordar o cangaço ambientado num futuro distante.Tem agradado muitissimo!

W.B.: Quanto tempo você precisou pra pesquisar sobre a temática?  O que demorou mais? a pesquisa ou desenvolvimento de roteiro e quadrinho?

Flávio Luiz: Comprei alguns livros sobre a estética do cangaço porém as referências eu já as tinha, de tudo que já conhecia do Cangaço, mas não só ele, como  também, novelas, músicas…Você lendo a história, vai entender melhor. Quanto ao tempo gasto na produção da HQ foram 3 meses entre esboços e arte final e 2 meses na mão do colorista. Como estou envolvido em paralelo com outros projetos e trabalhos publicitários demorou tanto tempo. Se estivesse 100% cuidando só de HQ teria levado menos tempo.

W.B.: Estamos próximos do dia nacional dos quadrinhos (30/01). Claro que  dia  do quadrinhista é todo dia. Mas aproveito o momento pra lembrar que você já tem uma estrada, já experimentou aquela vontade e expectativa de ter o primeiro quadrinho publicado, já deve ter dialogado com editoras a fim de ver o trabalho publicado, já tem várias publicações, já conheceu leis de incentivo, enfim, é um profissional. Por isso te peço pra fazer um pequeno balanço dos quadrinhos nos últimos anos.  Diz como você percebe a transição dos quadrinhos das bancas de revistas para as livrarias, do mercado, da necessidade de um produtor para os artistas, das alternativas que os iniciantes podem ter, além de esperar que uma editora o contrate.
Flávio Luiz: Recentemente li a edição número 20 da MODERN MASTERS( editora Twomorrows)  com a entrevista de Kyle Baker ( Plastic Man,Why I hate Saturn entre outros) e ele consegue resumir e dizer tudo o que acho do mercado de HQ, produção, auto publicação etc hoje em dia. Se desse pra alguma editora grande publicar isso aqui seria uma aula fantástica mas se pode pedir online em livrarias confiáveis.

Quanto a sua pergunta  3  tentarei responder a todas as suas nuances ( NA VERDADE SÃO VÁRIAS PERGUNTAS EM UMA!!KKKK!!).
Desde que me entendo por leitor de HQ escuto dizer  que esse é um mercado em crise e que estava com seus dias contados. Depois da era de ouro, anos 40, o Quadrinho teve que competir com outras formas de entretenimento para o seu público mais evidente ( adolescentes ) como a TV, games, Internet e tem resistido bravamente ao longo de tantos anos  pois é uma forma  de arte e entretenimento que não vai acabar nunca. Além disso o leque de público alvos aumentou enormemente e  o trabalho de artistas como Will Eisner, Joe Kubert, Art Spilgerman, Crumb, Frtank Milller, Alan Moore e tantos outros mostraram a riqueza dessa forma de arte e sua pluralidade. E o QUADRINHO está aí firme e no melhor momento em termos de mercado nacional. Paulo Ramos no site BLOG DOS QUADRINHOS fez recentemente uma analise completa sobre isso e tá tudo lá pra quem quizer ler algo realmente completo.

No meu caso especifico, por ter um trabalho muito autoral tive um caminho mais dificil porém de uma gratificação imensa. Nunca consegui ser contratado por nenhuma editora grande ou gringa, já que não possuía o estilo MAISNTREAM  que estava em voga na época ( anos 90) que era aquela coisa IMAGE e que muitos desenhistas nacionais fazem tão bem  tanto que hoje, por sinal, dominam o mercado original desse estilo que é o americano. Hoje isso também mudou e o estilo cartunesco como o meu está agradando.

Numa viagem para a COMICON de San Diego em 96 ,conheci o Sergio Aragones que analisando meu portfolio, entre uma cervejinha e outra  comigo, disse que meu caminho seria um dos mais difíceis porém ao mesmo tempo, um dos mais bonitos pois por ter um traço e uma forma de contar histórias tão pessoal e definida, uma aposta no meu trabalho não seria tão fácil por parte das grandes editoras mas que, caso eu conseguisse emplacar algum trabalho e ter sucesso com ele, esse meu lugar conquistado não me seria tirado facilmente. A decisão de me autopublicar passou muito por essa analise e as decepções primeiras com um mercado tão difícil como o Soteropolitano( na época já que hoje graças a Deus está melhor para os queridos colegas de traço) me fizeram aprender muito e tentar coisas numa amplitude maior porém sendo o mais profisisonal possivel. Os frutos  dessa aposta, tenho colhido principalmente com o AU e com o CABRA( QUE DOS 2000 EXEMPLARES INICIAIS EM UM MES TEVE 1/4 JAH VENDIDOS) mais do que com a Jayne e a ROTA66, apesar dos premios da Jayne e do sucesso da ROTA 66 junto aos críticos e profissionais.
Hoje com a internet ,com os games, ipads, etc.. o quadrinho de banca tem sido esmagado por outras formas de publicação e acho que a livraria é uma alternativa pois coloca  a HQ  numa visibilidade melhor a um público que possui interesse e poder aquisitivo melhor e maior para desfrutar dele. As revistas MIX, também, na minha opinião serviram para afastar um consumidor ( como eu) já que por querer e gostar de coisas bem específicas nunca me senti confortável adquirindo títulos que não me interessavam junto com aqueles  de que gostava. Não sei se uma aposta de retorno ao formato inicial de revistas fininhas mas de personagens únicos seria uma alternativa … Como estou falando de um gosto pessoal pode ser que muitos discordem e não estamos errados porém, a qualidade de impressão, essas novas sagas interminaveis e difíceis de acompanhar para um novato, tudo isso pesa e afasta, na minha opinão, potenciais novos leitores. Acho que o fundamental para o artista é ter um produto em que acredita e tentar fazê-lo da melhor forma possível. Com certeza, se for algo bom o suficiente terá pessoas interessadas nele tanto como leitores como parceiros de negócios. A internet facilitou muito a exposição de qualquer projeto e, hoje, online mesmo, você pode fazer esse projeto ser conhecido.
O Artista tem que saber claramente onde quer chegar. Ser premiado ou esgotar sua tiragem? ( MELHOR SE CONSEGUIR AS DUAS COISAS, CLARO!!KKKK!!) Ser CONHECIDO ouSER  RECONHECIDO? Começar com HQ e migrar para outras midias ou ficar só na publicação em papel? Ficar fazendo Fanzine ou preparar álbuns diferenciados? Revistas seriadas, one-shots, graphic novels? Todas as propostas citadas são validas. Eu apesar de 30 prêmios prefiro saber que mais de 7000 pessoas compraram o Au. A jayne 1 ganhou o HQ mix, o trofeu Alfaiataria e estou com o quarto de empregada cheio de caixas com exemplares envelhecendo. O Au não ganhou nada mas hoje já é retratado por outros artistas, está esgotando a terceira edição, é citado de forma elogiosa como referência em estudos sobre a nova abordagem do negro nos quadrinhos, Mauricio de Souza o acha um personagem genial, outros grandes nomes da HQ nacional também ficaram fascinados com ele e veio pra ficar. O CABRA está seguindo o mesmo caminho e espero que realmente tudo o que estamos prospectando para ele MESMO EM OUTRAS MIDIAS venha a dar certo. É bom que o artista tenha alguém de confiança que pense com ele (ou um produtor, esposa, namorada) nas coisas “pé no chão” o que dará a ele a liberdade para criar mais despreocupadamente seus projetos. Isso também vai depender da vivência de cada um. Acho que uma única coisa não pode faltar. O ARTISTA DE HQ deve continuar estudando sempre, aprimorando seu traço, seu estilo, conhecendo e se interessando por estilos outros, pela história dos que fizeram esse mercado ser o que é, sua forma de contar histórias, seja em que midia tecnológica nova que surja ou no velho nanquim sobre papel. Fazer com amor aquilo que acredita, respeitar essa forma de arte e todos os que vieram antes e ao lado dele nesse mercado e principalmente se dar ao respeito como profissional, independentemente de tanto e tantos que, por ventura surjam, na maré contrária ao seu caminho. Boa Sorte a todos e Feliz Quadrinho Nacional todos os dias!
Abraçao amigo Wilton e nos vemos dia 26/01/11 na livraria cultura, Salvador Shopping!

A Oficina HQ Agradece!

Veja entrevista completa do Flávio Luiz no link “entrevistas” do site Oficina HQ. Basta clicar AQUI

I Semana do Quadrinho Nacional na Bahia

  A I Semana do Quadrinho Nacional na Bahia está chegando! A primeira edição acontecerá nos dias 27 e 28 de janeiro de 2011, próximo da data comemorativa do Quadrinho Nacional, 30 de janeiro. Quadrinhistas da capital e do interior da Bahia se reunirão na Biblioteca Pública do Estado da Bahia para provomover atividades abertas ao público, principalmente pra quem gosta de quadrinhos, cinema, jogos de tabuleiro e artes gráficas. Serão ministradas oficinas, haverá debates com artistas e exibição de filmes, todos com entrada gratuita. 

Dentre os destaques dessa edição inaugural estão a exibição do documentário “Malditos Cartunistas”, dos Daniéis Paiva e Garcia – um registro da profissão cartunista que conta com dezenas de entrevistas a conhecidos artistas de humor como Angeli, Laerte e Allan Sieber; o lançamento em Salvador das HQs baianas Área 71, Lucas da Vila de Sant’Anna da Feira e Kuei e a Senhora de Sárvar – todas roteirizadas e ilustradas por membros do Coletivo HQ Independente/Área 71; e os dois bate-papos promovidos na quinta e na sexta que têm como objetivo traçar perfis dos criadores baianos de quadrinhos. Além disso, haverá mesas de jogo com o grupo Tabuleiros da Bahia e exposições de biscuit e papercraft.

A programação e inscrição nas atividades pode ser feita através do blog do evento. Além da programação detalhada, o blog irá ser atualizado até o dia do evento com informações sobre os artistas participantes, obras colocadas à venda, quadrinhos expostos, dentre outros informes – portanto, fique ligado no blog e no twitter do evento.

Fonte: http://2.bp.blogspot.com/

“O Cabra” em Salvador

"O Cabra" do quadrinhista Flávio Luiz

Depois do grande sucesso em São Paulo chegou a vez de Salvador receber o lançamento do novo trabalho do cartunista e quadrinhista Flávio Luiz.

Ele lança “O Cabra” no dia 26 de janeiro na Livraria Cultura, no Salvador Shopping.

A publicação é uma História em Quadrinhos no estilo graphic novel que combina ficção científica com literatura de cordel, numa aventura futurista cheia de emoção.

Flávio Luiz tem seus trabalhos reconhecidos no Brasil e no exterior ( Festival Internacional de Cartoon da Suécia, em Malmo, com o tema ecologia). Já recebeu prêmios em vários salões de HQ, entre eles o importante Salão de Piracicaba, onde foi o grande vencedor em 1994 e 2000. Em 2000 também, recebeu o Troféu HQMix, considerado o Oscar dos quadrinhos no Brasil, com  a revista independente Jayne Mastodonte Adventures 1.

Flávio Luiz

Fonte: http://liciafabio.uol.com.br