Nêssa & Laço Afro

A cantora Pop Nêssa veste a marca Laço Afro de Wilton Bernardo


Mais que Moda, Celebração,
Mais que Atitude, Afirmação

Moda? Arte? Artesanato? Não é Pepsi, mas pode ser moda, arte ou artesanato. Pode ser tudo. Só não é passageiro. Faz 11 anos que o criativo Wilton Bernardo criou a marca Laço Afro, decidido a mergulhar o quanto pudesse, nadar o mais distante que seu fôlego permitisse na rica, grandiosa e original cultura afro-brasileira. Desde então, vem desenvolvendo uma infinidade de ilustrações, desenvolvendo sua própria versão dos orixás, mas também ousa criar padrões, texturas, arrancar gola e bainha convencionais. Para essa experimentação, convidou sua amiga Nêssa, cantora POP baiana,num momento ímpar, lançando seu segundo single HARD, após o bem sucedido SÓ VEM.

PRODUÇÕES
Ao mesmo tempo em que desenvolve camisetas básicas e babylooks, Bernardo vem aplicando suas ilustrações em diferentes suportes. Assim tem sido produzidas peças de design como canecas em porcelana e vidro fosco, chaveiros em madeira reciclada e ouro velho, estatuetas em MDF e imãs de metal.
São experiências mito bem sucedidas que vem conquistando muitas pessoas que valorizam a cultura, a arte, o grafismo. Para conhecer mais do trabalho assinado pela marca Laço Afro, acesse o site de WIlton Bernardo (WWW.wiltonbernardo.com), conheça sua loja virtual (www.lacoafro.com) e siga imediatamente a marca no instagram @LacoAfro.

TRAJETÓRIA
O criador da marca Laço Afro já trabalhou para a marca baiana MITO, por onde passou brevemente, mas se orgulha do período ímpar onde aprendeu muito; Coordena o curso de Quadrinhos e Ação Cultural Oficina HQ, através da qual realiza Oficinas de Quadrinhos, exposições de artes gráficas (https://oficinahq.wordpress.com/), trabalhou na redação do Jornal CORREIO como infografista, trabalhou como Diretor de Arte em algumas agências de publicidade, já teve seu próprio estúdio de Design em sociedade com 2 amigos. O trabalho com comunicação, publicidade e artes faz da marca Laço Afro o desafio ideal para o baiano Wilton Bernardo traduzir e aplicar tudo que aprender durante os últimos anos.

:: Wilton Bernardo | Laço Afro

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Guerra Infinita estreia no Brasil em 26 de abril

Anthony Mackie, Robert Downey Jr., Chris Hemsworth e Scarlett Johansson em imagem promocional de Vingadores: Guerra Infinita.
Com Vingadores: Guerra Infinita, a Marvel Studios apresenta sua cartada mais ousada até então. O aguardado filme reúne dezenas de heróis que já apareceram nos 18 filmes do universo compartilhado criado pelo estúdio há uma década. Com mais de 70 personagens, o filme também marca a primeira vez em que Thanos, um dos maiores e mais destrutivos vilões do cânone da Marvel Comics, será o antagonista principal de um longa-metragem.

Que o filme dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo é o mais ambicioso da Marvel até então, não há dúvidas. Entretanto, para o ator Anthony Mackie, o longa-metragem também é o “mais humano” da Marvel.

“Vingadores 3 será muito diferente e haverá diversos momentos chocantes. Eu acho que os fãs vão se surpreender com esse filme, com todos os personagens”, disse o ator que vive o Falcão no Universo Cinematográfico Marvel em entrevista para a Entertainment Tonight. “Eu acho que esse é o filme mais humano entre todos os filmes dos Vingadores, entre todos os filmes da Marvel. Então eu acho que você ficará realmente surpreso em ver o quão normal esses heróis podem ser.”

Junte a fala de Mackie com as cenas dramáticas do mais recente trailer de Vingadores: Guerra Infinita e com o fato de que Thanos não vem à Terra para brincadeira nos quadrinhos da Marvel e é impossível não pensar nas possíveis mortes de heróis no conflito. “Nós escolhemos contar uma história muito, muito interessante, que dá humanidade para todos os personagens”, contou o ator.

Além de heróis mais humanos — diante de suas próprias mortalidades ou impotentes por enfrentar um vilão tão poderoso —, o filme também terá um antagonista pelo qual o público poderá sentir “empatia as vezes”, garantiram os diretores.

Vingadores: Guerra Infinita estreia nos cinemas brasileiros no dia 26 de abril de 2018. Leia a sinopse oficial abaixo.

“Enquanto os Vingadores e seus aliados continuam protegendo o mundo de ameaças muito grandes que nenhum herói consegue enfrentar sozinho, um novo perigo surge das sombras do cosmo: Thanos. Um déspota com infâmia intergalática, sua meta é reunir as seis Joias do Infinito, artefatos de poder inimaginável, e usá-las para infligir sua vontade macabra em toda a realidade. Tudo pelo que os Vingadores lutaram levou a esse momento – e o destino da Terra e da própria existência nunca esteve tão incerto.”

Fonte: http://www.adorocinema.com

Mercadão.CC: “Ocupação Feminista”


No bairro mais boêmio de Salvador – Edifício Idearium, térreo, Nº20, Rio Vermelho – de frente pra o mar, está o recém inaugurado Mercadão Criativo Colaborativo ou simplesmente Mercadão CC que, dentro dos movimentos de construção e desconstrução, propõe neste mês de março em sua programação uma Ocupação Feminista, com debates, oficinas e vivências. O intuito é ampliar a rede de encontro de mulheres para compartilhamento de suas experiências e projetos. Discutiremos o lugar da mulher e suas ocupações nos diversos setores da produção cultural.

PROGRAMAÇÃO
Para Simone de Beauvoir não se nasce mulher, torna-se uma

* SEG,5/3 -19 h – Mulhres na Música
Bate Papo com Nara Couto, Monica Millet, Verona Reis, Alexandra Pessoa , Carol Morena e Deise Fatuma e participação especial e som das meninas do Obinrin Trio

* TER, 6/3 – 19 h – Mulheres na Literatura
Bate Papo com Lívia Natália + Ludmila Laísa do Slam das Minas – BA

* QUA, 7/3 – 19 h – Mulheres na Fotografia e no Audiovisual
19 h – Bate Papo com Milena Abreu, Milena Palladino e Nathália Miranda
20 h – Bate Papo com Urânia Munzanzu, Iris De Oliveira e Tais Amordivino
21 h – Exibição de Filmes:
– Merê de Urânia Munzanzu
– A Invisibilidade negra na educação de Tais Amordivino

* QUI, 8/3 – Ser Mulher no Agora: Pulsões, desejos e desafios
9h – Café da Manhã
10h – Yoga para Mulheres
14h – Exibição do Filme – Ela Fica Linda Quando Fica Brava de Mary Dore
16h – Roda de Conversa sobre Autocuidado Feminino com degustação aromática de óleos essenciais africanos
com Ísis Abena
19h – Bate Papo sobre Feminismos com Priscila Aguiar, Florita Cuhanga De Kinjango e Camila Lá
22h – Dj Set – GRLS PWR NIGHT – Dj Nai Sena

* SEX, 9/3 – Dj Set – GLRS PWR NIGHT – DJ Carol Morena

MERCADÃO.CC
Mercadão Criativo e Colaborativo ou um pequeno Centro Cultural, a idéia é promover o Compartilhamento do Comum, do incomum, e muito mais. O Mercadão é um hub de cultura, tendo como eixo a oferta de atividades culturais e criativas, lojas, música, espaço para exposições e bar. O ecossistema do Mercadão será compartilhado por empreendedores ligados aos segmentos de discos, livros, filmes, moda, cerveja artesanal e cozinha simples, reunindo, também, artistas e promotores culturais. O “hub” (no sentido do entroncamento, cruzamento) será utilizado como ambiente de integração, com um mix de atividades articuladas, com programação intensa. Desconferências, encontros e redes. Uma Zona Autônoma Permanente.

MERCADÃO.CC – Edifício Idearium, térreo, Nº20, Rio Vermelho, Salvador-BA


SERVIÇO:
Debates, Oficinas, vivências “Ocupação Feminista”
Quando: 5 a 9 de março
Facebook: https://www.facebook.com/events/189281361676994/
Onde: Mercadão CC – Edifício Idearium, térreo, Nº20, Rio Vermelho

Naymare Azevedo
Produção Executiva e Criativa
Afrotonizar
Email: naymaresazevedo@gmail.com
Tel (71) 9 94148636 – Skype: naymare.azevedo

:: Blog da Oficina HQ – Ação Cultural
Wilton Bernardo – artista visual, designer gráfico e criativo da Laço Afro

Em livro “Dias pela Estrada”, jornalista retrata cenas de uma volta ao mundo


Em livro “Dias pela Estrada”, jornalista retrata cenas de uma volta ao mundo

Obra será lançada em Salvador e traz contos de viagem que percorreu 23 países

O livro “Dias pela Estrada” surge das inquietações do jornalista Guilherme Soares Dias, que em 2016 decidiu tirar um período sabático e viajar. Percorreu 23 países nos cinco continentes e tentou fugir da escrita, mas foi provocado por ela. O resultado são crônicas passionais, poesias do cotidiano e contos dos caminhos.

A obra será lançada em Salvador em 30 de janeiro, das 18h30 às 21h30 na Katuka Africanidades, Praça da Sé, 1, Pelourinho. Ao todo, são 42 textos de um livro que não foi projetado. Na obra, o autor troca os leads informativos da sua profissão por narrativas autorais. Retrata cenas e sentimentos de um mundo em volta. A ruptura do não escrever provoca a liberdade de falar de si e de tudo. Há sensibilidade, beleza. Há humor.

Negro, durante a viagem que durou nove meses, Guilherme foi abordado por policiais nas ruas de Veneza e Jerusalém. Ele foi também revistado e bastante questionado em várias fronteiras por onde passou. Na Austrália, foi escolhido “aleatoriamente” para um teste anti-bomba. “Foi muito marcante isso na viagem. Encontrava poucos negros viajando e percebia o quanto minha presença era ‘diferente’ em alguns lugares. O livro é mais poético e não consegui digerir isso a ponto de escrever sobre o tema. No conto sobre Veneza, porém, cito um policial que volta para casa com seus preconceitos”, relata.

Os relatos farão parte do bate-papo “um corpo negro pelo mundo” que o autor vai realizar no dia do lançamento, questionando porque os negros viajam menos e listando lugares de cultura negra pelo mundo. A conversa será conduzida pelo criador da aceleradora Vale do Dendê, Paulo Rogério Nunes.

“Dias pela Estrada” é publicado pela editora Multifoco e foi lançado no Rio, São Paulo, Campo Grande e San Pedro de Atacama, no Chile, onde o escritor viveu. Apaixonado por Salvador, Guilherme passa uma temporada na cidade para vivenciar a cultura e efervescência da capital baiana. O livro é vendido por R$ 35 e pode ser adquirido também pelo site: http://editoramultifoco.com.br/loja/product/dias-pela-estrada/

O autor:

Guilherme Soares Dias é de Campo Grande (MS), graduou-se em Jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e fez pós-graduação em Jornalismo Literário pela Academia Brasileira de Jornalismo Literário. Trabalhou em jornais como O Estado de Mato Grosso do Sul, O Estado de S. Paulo, Valor Econômico e é editor e fundador da revista digital Calle 2. Depois de nove meses viajando tornou-se nômade digital e, hoje, viaja, enquanto trabalha e escreve.

Guilherme Soares Dias
(11) 96667-6213

A Bahia perde o cartunista Luís Augusto

Luís Augusto, autor do personagem de Quadrinhos Fala Menino, entre muitos outros, faleceu em 20/1/2018


E os fãs de quadrinhos da Bahia sofrem mais uma perda. Faleceu hoje (20) vítima de um enfarte , Luis Augusto, criador da tirinha Fala Menino.

Luís Augusto tinha 46 anos era formado em Arquitetura e Urbanismo, Luiz foi arte-educador em escolas da Bahia, trabalhou com ZIRALDO, fazendo histórias para a revista O Menino Maluquinho, da Editora Abril, e publicou no Jornal A Tarde (Bahia). Recebeu o reconhecimento e diversos prêmios ao longo de sua carreira como: – Troféu HQMix de melhor livro infanto-juvenil de 1997, Primeiro Prêmio Ibero-americano de Comunicação pelos Direitos da Infância e Adolescência – UNICEF, 1999 e o Troféu Bigorna de Melhor Cartunista do Brasil em 2008.

Seu trabalho abordava o universo infantil concentrado em tamáticas como as diferenças físicas ou sociais,de superação de limites, de inclusão e Responsabilidade social, tendo como personagem principal de seu universo de tiras Lucas “um garoto de dez anos bastante verdadeiro, amável, divertido e filosófico que adora brincar com seus amigos, desenhar tirinhas e, diferente da maioria das crianças de sua idade, ainda não sabe falar. Não, ele não é surdo e os médicos dizem que falará algum dia mas, até lá, Lucas fala com o coração. Sempre!”

É difícil de acreditar. Uma perda irreparável. Conheci o Luís pessoalmente antes de entrar na Faculdade de Artes, mas me aproximei mais, após criar o curso de Quadrinhos “Oficina HQ”. Não era uma amizade próxima de falar sempre e conversar sobre todas as coisas. Mas era um parceiro, era um dos portos-seguros. Era alguém que em se tratando de quadrinhos, eventos, realizações, apoio, eu sabia que poderia contar. E contei muitas vezes. Desejo sinceramente que siga em paz. Desejo também que sua obra seja cuidada para que muito mais pessoas tenham acesso e possam conhecer a sensibilidade do trabalho especial do grande batalhador criativo e original Luís AugustoWilton Bernardo, idealizador do Curso de Quadrinhos Oficina HQ

Confira um trecho da entrevista concedia por ele ao site OficinaHQ em 2011:

Oficina HQ: Todos sabem que você já lançou diversos livros do Fala Menino e outros personagens abordando o universo infantil. Você já tem uma estrada, uma identidade. Por isso, antes de falar dessa trajetória, eu gostaria que você falasse um pouco de como foi a sua busca pra trabalhar com quadrinhos antes de se “encontrar” com o Fala Menino.

Luis Augusto: “Eu mal tinha entrado na faculdade de Arquitetura da Ufba, qdo conheci o Ziraldo e apresentei a ele meu portifólio. Ele me chamou pra fazer parte da equipe da Zappin. Claro que fui. Coloquei a mochila nas costas e aluguei um quartinho no Rio. Fiquei 6 meses aprendendo a desenhar o menino da panela na cabeça, vendi roteiros mas acabei voltando para concluir meu curso aqui em Salvador. Não acreditava que houvesse espaço, mercado para quadrinhos e, de repente, meu destino na prancheta era mesmo desenhar projetos de casas ou coisas assim… Depois de idas e vindas, enquanto trabalhava como arte-educador em escolas de Salvador, ganhei uma menção honrosa num concurso de quadrinhos da Academia Brasileira de Artes, em São Paulo. Com esse estímulo, resolvi colocar a mochila nas costas e partir pros EUA. Fui aceito na Joe Kubert School of Cartooning and Graphic Arts, conheci muita gente lá. Conversei horas com o próprio Joe! Mas não tive como arcar com a anuidade do curso e do dormitório e acabei ficando um temponos States, fazendo freelas como ilustrador. Quem me deu a dica de criar uma comic strip foi o Neal Adams, quando viu trabalhos que eu fiz adaptando letras da MPB para meus alunos aqui em Salvador. Voltei ao Brasil e, no ano seguinte, surgiu o Lucas e o Fala Menino!”

Fonte: Site “noticias 075

Cantora lança seu primeiro single “SÓ VEM”


CONHEÇA NÊSSA, ARTISTA POP BAIANA

Cantora lança seu primeiro single “SÓ VEM” com videoclipe em Janeiro

A cantora Nêssa lançará no dia 5 de Janeiro (sexta feira) seu primeiro videoclipe do single “Só Vem”, de composição própria e produção musical de Markinhos Lima, dando assim início à sua carreira totalmente independente.

A música fala sobre flerte e o clima de paquera que acontece nas noites de balada. A canção mostra a característica eclética da cantora que mescla diversos estilos musicais, indo do reaggaton ao funk, tendo como resultado um ritmo bem dançante.

Nêssa (apelido que adotou como nome artístico) é a mais nova cantora pop do cenário musical baiano. Com 25 anos, Vanessa Ribeiro é uma designer e ilustradora nascida e criada em Salvador. Iniciou sua carreira musical em 2017 fazendo participações em bandas locais. Começou a compor suas próprias músicas e pretende lançar boa parte delas em 2018. Sua música de trabalho “Só Vem” já tem sido tocada na rádio Bahia FM desde dezembro de 2017.

OUÇA A MÚSICA AQUI:

a) Nêssa on Spotify http://s2.vc/8g71
b) Nêssa – Palco MP3 http://s2.vc/8jpv
c) Nêssa – Deezer http://s2.vc/8jpz
d) Youtube http://s2.vc/8jq1

Daniela ofertou um espetáculo no dia 1º janeiro para Salvador

Pela 19ª vez, Daniela Mercury realizou o projeto Por-do-Som no dia 1º de janeiro. Com os convidados “Balé Folclórico da Bahia” e o grupo percussivo “Quabales”, Daniela Mercury ofertou a cidade de Salvador um verdadeiro espetáculo, apresentando a cultura deste lugar. Foi como se ela dissesse: “Olha a beleza, a maravilha da cultura afro-brasileira a qual vocês pertencem. Se reconheçam, se apreciem, isso tudo é vocês”. Foi realmente lindo, e o público realmente foi tomado de surpresa, onde se percebia visivelmente as pessoas paralisadas, olhando toda aquela apresentação cênica.

Confira parte do show no vídeo abaixo:

:: Wilton Bernardo
Idealizador do Projeto de Oficinas de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com

DNA Cultural apresenta a exposição CABEÇAS

O DNA CULTURAL inaugura nesta quinta-feira, dia 7 de dezembro, às 19h, a exposição “CABEÇAS”, uma mostra coletiva com artistas visuais Almério Junior, Analu Mendonça, Andreza Pires, Bruna Gidi, Carmen Carvalho, Catarina Argolo, Celia Mallett, Clarice Saba, Conceição Fernandes, Cristian Santa Cruz, Cristina Damasceno, Elenildo Café, Hemengarda A. A. Santos, Jose Henrique Barreto, Kal Oliveira, Larissa Seixas, Luiz Cláudio Campos, Margaritta Lamegho, Maria Angélica, Murita Laborda, Oscar Oli, Reinaldo Lima, Rina Dalence, Theonillo Amorim. Uma mostra instigante, organizada a partir da ideia de reunir trabalh os de artistas que se propõem a representar cabeças em diversas linguagens e materiais. Tem a curadoria de Luiz Cláudio Campos.

As obras expostas colocam o espectador como testemunha do transitar de ideias e organização do caos, movidos pela necessidade de expressar sentimentos e fatos decorrentes de cada fazer artístico. As “cabeças” não foram feitas para encantar ou mostrar habilidades. A sensibilidade de cada artista busca formas expressivas, fortes e realizadas dentro de um raciocínio coerente com a contemporaneidade.

A mostra fica em cartaz no DNA CULTURAL até o dia 30 de janeiro de 2018.

SERVIÇO
O que: Vernissage Exposição “Cabeças”
Onde: DNA CULTURAL. Rua Território do Acre, 65 – Pituba, Salvador, Bahia
Quando: Dia 07.12 (quinta-feira) às 19h
Realização : DNA Laboratório e Genética Médica
Horário de Visitação: segunda a sexta das 08h às 17h e sábado das 08h às 11h.

Entrada gratuita

:: Oficina HQ – Ação Cultural

“Banzeiro”, novo clipe de Daniela Mercury aposta na diversidade


Daniela Mercury acaba de liberar o clipe de “Banzeiro”, destaque de seu último EP “Tri Eletro”, lançado no fim de setembro. O primeiro carimbó gravado pela cantora ganha superprodução cheia de brasilidades. Foram 40 dias intensos de pré-produção, com 205 figurinos, dezenas de objetos, joias, móveis, etc. Números equivalentes a 22 dias de carnaval de Daniela com seus bailarinos, ou seja: é como se tivessem acontecido seis Carnavais inteiros da Rainha do Axé.

Noventa e nove artistas, entre bailarinos, modelos, drags, crianças, atores e até um cão, participaram das gravações, marcando diversidade de estilos, dança e raças, com dança afro, balé clássico, carimbó, lambada, frevo, street dance, hip hop e até sarrada no ar. O toque de humor ficou por conta da participação dos atores da Cia Baiana de Patifaria, em cartaz em Salvador, mas que já ganhou temporada na Off Broadway, em Nova York. Daniela participou de tudo: direção criativa, direção dos figurinos e direção de coreografias.

“Eu fiz várias sequências coreográficas de dança moderna e dirigi as movimentações de todo o videoclipe para que cada um desse o melhor de si. O interessante é que o videoclipe mistura o futuro com o passado, a realidade com a fantasia. E tudo nele dança no ritmo de Banzeiro”, diz Daniela.

Quase 30 profissionais ficaram responsáveis por produzir e capturar as quase 50 horas de gravação feitas em Salvador ao longo de três dias no Palácio Rio Branco, na Orla do Rio Vermelho, na boate San Sebastian e em estúdio. A direção é de Ju Bacelar.

“É a primeira vez que eu gravo um carimbó com esse trecho de frevo, misturado com galope e música eletrônica”, contou Daniela ao Glamurama sobre a música da paraense Dona Onete. “Quando ouvi, disse: ‘que mágica! A gente precisa dessa alegria à toa, dessa inocência, dessa leveza…Eu retomo com todas as minhas forças uma fase dançante, carnavalesca, depois de tomar conta das ruas de São Paulo, de tomar o meu lugar como artista que trouxe o axé para o Brasil. Tô aqui, mais alegre, mais vibrante e mais acesa do que nunca.” Sobre o clipe, ela comenta: “Sou suspeita para falar, mas está incrível, um dos melhores que já fiz na vida.”

Neste sábado, Daniela se apresenta em São Paulo durante o Festival Pilantragi, no Estádio do Ibirapuera.

Fonte: glamurama.uol.com.br

Desafio de HQ: ter aventura e conteúdo sem ser chato


Um dos maiores desafio para a publicação de Dona Dedé “Bela, recatada e do lar é conseguir ter um conteúdo que faça jus ao que a personagem se tornou e consequentemente a fez conseguir mais de 7 mil curtidas na página do facebook, 1.500 curtidas e mais de 1 mil compartilhamentos com apenas 1 POST!
Nas tiras, é mais fácil manter o tom crítico-sem-ser-chato-e-moralista. A história em quadrinhos longa é o maior desafio, pois é exatamente onde existe um movimento e ação maior. O ápice da aventura acontecerá na feira de São Joaquim, uma tradicional e enorme feira que existe em Salvador, onde não vai ficar fruta sobre fruta..rsrs
A previsão de lançamento é para outubro/2017.

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual; Professor do Curso de Quadrinhos Oficina HQ; designer idealizador da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | http://www.oficinahq.wordpress.com
Email: wiltonbernardo@hotmail.com