O Sucesso do Filme “De Pernas pro Ar 2”

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Depois de levar milhões de brasileiros até as salas de cinema do pais, a Paris Filmes do Brasil investiu pesado na segunda edição do filme “De Pernas Pro Ar”. Estima-se que a produtora investir R$10 milhões no segundo filme da serie que continua sendo protagonizado pela atriz e comediante Ingrid Guimarães e antagonizado por Maria Paula e Bruno Garcia.

Neste novo filme, Alice, personagem vivida por Ingrid Guimarães está mais rica e poderosa após o sucesso de vendas da “Sex Delicia”, uma sexy shop que vende de porta em porta e faz o maior sucesso, desde a adolescente até a vovó.

Porém, manter-se no topo e continuar fazendo com que a empresa seja um grande sucesso deixa Alice ainda mais atordoada pois o sucesso da “Sex Delicia” é tamanho que empresários americanos querem importar a ideia do Brasil e comercializar em grande escala a empresa criada por Alice e sua sócia Marcela nos EUA.

As duas vão para Nova York se encontrar com os investidores e acabam aprontando todas na terra do Tio San.

O Filme chegou às telas do cinema brasileiro dia 1º deste mês e já levou cerca de 600 mil espectadores as gargalhadas devido as trapalhadas e situações embaraçosas que Alice acaba se metendo e levando junto sua sócia, sua mãe, seu marido e até mesmo seu filho.

O filme se passa em duas locações, o Rio de Janeiro que é de onde sai Alice e Marcela com suas ideias revolucionárias para satisfazer mulheres sexualmente e leva-las ao orgasmo e Nova York que é onde se encontram os empresários dispostos a internacionalizar a empresa de “sexo porta a porta” criada por Alice e Marcela.

O primeiro filme ficou famoso por uma cena hilária. Quando Alice está no sexy shop provando uma calcinha que vibra conforme a musica que está tocando no ambiente e atende um telefonema de seu marido que a avisa que ela está atrasada para a final do campeonato de futebol que seu filho está participando.Alice sai correndo e esquece que está usando a tal calcinha.

Ao chegar no local do jogo de futebol,é hora de cantor o hino dos times e daí que a situação de Alice começa a ficar tensa, a música e o barulho das torcidas fazem com que ela fique completamente excitada pois a calcinha começa a vibrar descontroladamente o que leva Alice a não simplesmente cantar o hino dos times, mas a gritar enlouquecidamente enquanto as torcidas cantam os hinos do seus time do coração.

O “De Pernas Pro Ar 2” trás uma visão menos sexual em relação a primeira versão do filme e tem a missão de levar a família brasileira até as salas de cinema do país todo.

Fonte: Click gratis

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Ney Matogrosso vive o Bandido da Luz Vermelha em “Luz nas Trevas”, com roteiro de Sganzerla

Filme emblemático do cinema marginal, “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla (1946-2004), marcou época, unindo contundência no comentário social em plena ditadura a uma estética suja, contrária ao embelezamento de um cinema clássico. Foram necessários mais de 40 anos para o lançamento da sequência: “Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha”, que estreia nesta sexta (11).

O filme foi feito a partir de um roteiro deixado pelo próprio Sganzerla, que foi transformado num projeto familiar da empresa Mercúrio Filmes, integrada pela viúva do diretor, Helena Ignez, e suas filhas Djin e Sinai.

Filmado num presídio abandonado, na zona leste de São Paulo e dirigido por Helena Ignez e Ícaro Martins, o novo filme retoma o personagem original, inspirado num assaltante real, João Acácio Pereira da Costa, e interpretado em 1968 pelo ator Paulo Villaça – que morreu em 1992.

Nesta sequência, além do novo intérprete – o cantor Ney Matogrosso, em seu primeiro papel principal no cinema -, o personagem está diferente. Os anos de cadeia o transformaram num homem mais amargo e reflexivo, que cultiva uma vaidade peculiar, exercitando frequentemente seus músculos e gastando seu tempo em leituras de filósofos, como Kant e Nietzsche.
O protagonista encontra seu filho, outro bandido, chamado “Tudo ou Nada” (André Guerreiro Lopes), fruto de uma breve ligação com uma mulher (Sandra Corveloni). Djin Sganzerla interpreta a namorada dele, Jane, mesmo nome da namorada do bandido original, vivida em 1968 por sua mãe, Helena Ignez. Desta vez, Helena encarna outra personagem importante, Madame Zero. Sergio Mamberti, que fazia um taxista no filme original, aqui é outro marginal, Nenê Jr. O delegado Cabeção é interpretado pelo músico Arrigo Barnabé.

Fonte: UOL

Premiado filme ‘O Palhaço’ de Selton Melo em cartaz

Flavia Vasconcelos
(redacao@portalibahia.com.br)
Depois de ganhar quatro prêmios  no Festival de Paulínia em julho, ‘O Palhaço’, segundo longa que leva a direção de Selton Mello estreou no circuito comercial, na última sexta (28). Através da característica lúdica típica do circo, o filme trata questões muito profundas como as incertezas do seu protagonista e o amor de pai e filho muito presente na relação de Valdemar (o pai), interpretado pelo experiente Paulo josé, e Benjamin (o filho), vivido por Selton Mello.

Em entrevistas, Selton tem dito que o filme tem um pouco de suas experiências, de conflitos ligados a sua profissão de ator, vividos por ele mesmo, por ter começado a trabalhar muito jovem. Uma passagem marcante no longa, que remete claramente a este conflito profissional é quando Benjamin, que trabalha como palhaço, questiona: “Eu faço o povo rir, mas quem é que vai me fazer rir?”.

O tipo ‘funcionário padrão’, também é discutido no filme. Através da ironia e da comédia, é possível notar uma crítica ao trabalho mecanizado e a exigência de um perfil estabelecido do trabalhador que trabalha, principalmente, em repartições públicas. Esta parte fica por conta do ator Luiz Alves Pereira Neto, mais conhecido como Ferrugem, que interpreta um atendente da prefeitura.
É um filme denso, porém leve. Um figurino impecável e trilha sonora que contribui com a tarefa de emocionar o público. Vale a pena conferir.
Fonte: Site iBahia