TVE Bahia: Programa sobre cultura GEEK

Lua fazendo cosplay de Malévola ao lado do grafiteiro Diogo Galvão

Lua fazendo cosplay de Malévola ao lado do grafiteiro Diogo Galvão

O programa que vai ao ar dia 27 de novembro, às 21h na TVE (Bahia) foi uma grande homenagem a cultura GEEK! Quadrinhos, games, cosplay, banda cover, fã club! Foi Massa!
Segue fotos abaixo.

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GAMES, BANDA COVER
Há um núcleo na UNEB, Universidade do Estado da Bahia, que trabalha com desenvolvimento de games educativos. Um dos profissionais envolvidos é o artista, amigo das antigas, Danilo Dias. A banda cover dos Beatles foi responsável pela trilha sonora do programa. Aliás, trilha sonora de responsa! Muitas pessoas fazendo cosplay, inclusive minha amiga Lua de “Malévola”.

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STAR WARS, GRAFITE
O fã clube de STAR WARS da Bahia marcou presença, o grafiteiro Diogo Galvão que teve seu trabalho decorando o programa falou muito sobre o trabalho que vem desenvolvendo mundo a fora.

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OFICINA de QUADRINHOS, LIVRO com CARLINHOS BROWN e DONA DEDÉ
Eu, Wilton Bernardo, idealizador do projeto Oficina HQ fui convidado para falar do primeiro livro infantil do cantor Carlinhos Brown que eu ilustrei, de um personagem meu que aborda questões atuais como machismo, feminismo, preconceito – Dona Dedé que tem uma página no facebook mais curtida que a minha (rsrsrs) e das oficinas de Quadrinhos que tenho realizado em Salvador. Inclusive, a próxima será realizada na Faculdade Ruy Barbosa como curso de extensão, a partir do dia 12 de novembro.

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | wiltonbernardo@hotmail.com

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4ª Dica: Recursos Narrativos (Angulações)

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(Ilustração acima do mestre Will Eisner)

Este é um assunto delicado e importante. Você pode ser criativo, saber bastante sobre recursos da linguagem dos quadrinhos. Pode já ter visto quadrinhos interessantes com distribuições criativas de balões e desenhos… Na hora de você colocar a mão na massa e mostrar seu trabalho desenvolvendo a sua narrativa gráfica, cuidado para não pecar por excesso. Não use os recursos gratuitamente. É importante pensar no público que vai ler essa narrativa, e deixar o contexto da história também te fazer perceber o recurso apropriado a ser usado, que no caso, é o tipo de angulação.

IMPORTANTE: Perceba que em determinadas angulações você pode ajudar um personagem a estar encurralado, a ter mais força. As angulações também servem para comunicar, assim como todos os outros recursos narrativos.
Pesquise: Plano plongé e contra-plongé!

Abraço e até a próxima!

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
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Mangás – Parte 1

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O blog da Ação Cultural Oficina HQ inicio hoje a publicação de um artigo sobre mangás dividido em alguns POSTs. O primeiro aborda:
A INFLUÊNCIA DOS MANGÁS NO BRASIL

É muito fácil olhar em vonta e perceber como os elementos estéticos dos mangás foram assimilados pela cultura pop em diversas partes do mundo. Você e provavelmente a maior parte dos brasileiros conhece alguém que assiste animês, lê mangás, conhece e admira a cultura japonesa.
Eu considero o Brasil como um país autoral, no que diz respeito a produção de quadrinhos. Não temos um estilo que reflete uma produção em larga escala onde centenas de desenhistas tentam se enquadrar para ter uma oportunidade profissional como nos EUA, por exemplo. Mas ao contrário temos muitos artistas produzindo suas crianções, cada um com seu estipo. E mesmo assim, é notíria a influência dos mangás, dos desenhistas iniciais até grandes editoras.
Em entrevista ao Portal Imprensa, Maurício de Sousa explicou o motivo de ter lançado uma das publicações que se tornou líder de mercado – A Turma da Mônica Jovem (lançada em agosto/2008) – com influências do mangá: “Para recuperar o público que estava escorrendo. Ele [o público] estava indo embora porque a Turma da Mônica infantil era coisa de criança e eles queriam outra coisa e estavam se bandeando para o mangá japonês. Eu precisava ir para a área onde o público jovem estava migrando. Eles gostavam da Turma da Mônica naquele momento e depois achavam que não preenchia mais o seu desejo de consumo, então decidimos fazer alguma coisa para eles. Criar uma Mônica com os seus 15, 16 anos e fazer algo parecido com o mangá japonês. E deu mais que certo.”

Segundo Patrícia Maria Borges em seu Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, muito antes dessa popularidade que os mangás adquiriram nas décadas de 80 e 90, aqui no Brasil, desde os anos 70 já havia desenhistas nisseis que desenvolviam quadrinhos nacionais influenciados por essa estética. Este foi o caso de Claudio Seto, Julio Shimamoto, Paulo Fukue, Fernando Ikoma, entre outros.

Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
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3ª Dica – Desenho

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Dando continuidade às dicas, para ajudar na construção de uma HQ, que eu prometi que estaria publicando aqui no Blog até dia 1ª de novembro:

Eu observo que a maioria das pessoas quando vão começar a fazer um desenho, elas simplesmente começam a desenhar os detalhes. Se pretendem desenhar uma pessoa iniciam normalmente pela cabeça e começam a fazer os detalhes: contorno de cabeça, olhos, boca, sobrancelhas, cabelos, e vão descendo, completando o corpo.
Não é todo mundo, mas muitas dessas pessoas erram nos limites e quando já estão bem adiantadas, percebem que o desenho completo não caberá na folha. E assim, fazem o desenho cortando partes por terem alcançado o limite do papel.

Sabe como se chama a causa e a solução disso? PLANEJAMENTO
Quem comete esse erro normalmente não percebem que pode desenvolver o desenho por etapas e antes de começar a finalizar o desenho, pode fazer um planejamento.
Se ficar apagando um desenho pra corrigir várias vezes já é arriscado, podendo lhe fazer perder o trabalho e o tempo, imagine como pode ser arriscado você fazer uma página de quadrinhos?

Não se engane se pensa que os “feras” que trabalham para Marvel, DC Comics não fazem planejamento e pesquisa de referências, para fazerem desenhos o mais convincentes possíveis.
Pois então, experimente planejar seu desenho, estabelecendo os limites nas 4 direções, reflita e planeje a posição que quer desenhar. Use formas geométricas para delimitações mais gerais. Quando estiver satisfeito com as formas e configurações gerais, você pode fazer os detalhes na mesma folha ou em outra folha com o auxílio de uma mesa de luz, por exemplo.

Vamos tentar?
Esta é uma das primeiras dicas e exercícios que faço com os alunos quando iniciamos a Oficina de Quadrinhos. Com certeza, você pode começar!
E se quiser, mostra pra a gente seu desenho!
Até a próxima dica!

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
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Mulher Maravilha: embaixadora da ONU

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Nesta sexta-feira (21/10/16) aconteceu a cerimônia para nomear a Mulher-Maravilha como Embaixadora Honorária da ONU para o Empoderamento de Mulheres e Meninas. O evento, que também celebra os 75 anos da super-heroína, contou com a presença de Gal Gadot, que interpreta a personagem nos filmes mais recentes da DC, e Lynda Carter, que fez a personagem na série de TV dos anos 1970.

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sua primeira aventura foi na revista All Star Comics #8 de dezembro de 1941, nos Estados Unidos, escrito por Charles Moulton e desenhada por H. G. Peter (Harry George Peter). A história timidamente iniciada tem continuação direta em Sensation Comics #1 de janeiro de 1942. Com o sucesso, ela ganhou sua própria revista em quadrinhos em maio de 1942, Wonder Woman #1, que foi transferida exclusivamente para a DC Comics em 1944


Séries de televisão
1 – Wonder Woman: Who’s afraid of Diana Prince?
Com o sucesso da série Batman nos anos 60, seu produtor, William Dozier, visualizou novas produções de super-heróis e a Mulher-Maravilha foi o personagem escolhido. Dozier pediu a Stan Hart e Larry Siegel, ambos da revista Mad, para que escrevessem um roteiro cômico no qual fosse apresentada a essência de uma série de meia-hora com a personagem. Em 1967, foi gravado o episódio piloto para avaliação, “Wonder Woman: Who’s afraid of Diana Prince?” (em tradução livre, Mulher Maravilha: Quem tem medo de Diana Prince?) foi primeira tentativa de se produzir uma série com a princesa amazona. Foi gravado um episódio piloto em 1967, no qual seguia uma linha cômica: a história apresentava Diana Prince (Ellie Wood Walker) como uma mulher desajeitada; ao se olhar o espelho se transformava na heroína Mulher Maravilha (Linda Harrison). O teor cômico e com uma versão diferente dos quadrinhos não agradou a audiência e o seriado não chegou a ser produzido

2 – Mulher-Maravilha
Série de tv norte-americana, protagonizada por Lynda Carter, produzida entre 1975 e 1979. Baseado na primeira história da personagem, passada durante a II Guerra Mundial, mostrando suas origens na Ilha Paraíso

Fonte: Jovem Nerd + Wikipedia

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2ª Dica – Recursos Narrativos na HQ

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Eu estava olhando uma história em quadrinhos que fiz há muito tempo de um personagem meu – Dona Dedé – e estou pretendendo refaze e lançar. Vi umas imagens que eu acho legais de uma grande confusão numa feira, com direito a tomates e muitas outras verduras e frutas voando. Este momento é o ápice da pequena história. Isso me lembrou RITMO, um dos mais importantes recursos narrativos nas histórias em quadrinhos. É importante saber os momentos mais e menos importantes, bem como o ápice da história para utilizar bem esse recurso.
Entre os diversos recursos narrativos eu destaco: onomatopeias, enquadramento, angulações, legenda, planos e ritmo!

Tenha a ideia geral da história em mente, é fundamental para você entender a importância de cada trecho. A forma com que você vai contar a história, através das imagens que apresentará ao leitor define o ritmo. Quantos quadros vai usar e quão rápida vai ser a passagem de um fato define o ritmo e o que importa no que você está contando em quadros.

Por isso, considero ritmo um dos recursos essenciais. Também por isso, acho estranho pensar em roteirizar, sem ter a história fazendo sentido, redonda.

Ficamos por aqui. Até a próxima dica!
Ah! Se quiser sugerir um tema, fiquem à vontade!

Abraço!

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
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Exercícios de Desenho

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A Oficina de Quadrinhos no Estúdio FotoeDesign teve a data de início alterada para 10 de setembro. E para entrarmos no clima vou deixar aqui 3 exercícios super simples, básicos mas igualmente importantes. São exercícios básicos, como o nome já diz, são bases de construção que fortalecem seu desempenho no planejamento.

1) O primeiro exercício é: observe alguns objetos como panela, quente frio, computador, enfim, objetos simples (simples nas formas). EU falei vários, mas identifique 1 perto de você. Observe e avalie as formas geométricas que você consegue visualizar na sua construção. Faça isso mentalmente. Mas não vale pensar no objeto. Tem que olhar de verdade. Porque? Porque de memória você vai idealizar. E o objetivo não é idealizar. É ser fiel aos seus olhos. Explico porquê: Se você imaginar uma panela… poderá imaginar olhando uma panela exatamente na lateral. Se for assim, poderá ver um retângulo. Mas se olhar do alto, verá uma forma oval na borda superior, certo? e a angulação dessa oval? você vai imaginar? idealizar? melhor que não.
Por isso é melhor olhar de fato.
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2) Neste segundo exercício, faça o seguinte: observe um objeto (pode ser o mesmo do primeiro exercício) e tente colocar no papel as formas geométricas que visualiza no objeto. Após colocar essas formas geométricas, com um lápis de ponta seca( que consequentemente vai fazer riscos leves, fracos) finalize o desenho do objeto com um lápis macio (de risco mais forte).

3) O terceiro exercício é: imagine um objeto que você deseja desenhar. Comece com algo simples. Exemplo: um dado, uma pera, uma maçã, um pimentão, um bule, um sapato, uma flôr, uma árvores. construa as formas geométricas. E só depois faça o desenho do objeto. Mas pense o seguinte: NADA DE FAZER DETALHES antes de fazer os traços gerais do objeto. Primeiro fazer os traços gerais. Depois de ter a forma total, a massa do objeto riscado, ai sim, começa a fazer detalhes.

Não faça os 3 exercício ao mesmo tempo. Se divirta. Não precisa separar o prazer do empenho. Se concentre, se esforce, mas não deixe de se divertir.
Abraço,

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
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Em Salvador: Oficinas de Quadrinhos e de Desenho

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Após uma pausa de 3 anos com as oficinas e uma série de realizações em torno das artes gráficas – prêmio internacional com ilustração “Best of Newspaper Design”, capacitações com profissionais que trabalham para DC Comics e Marvel, criação de personagem com Carlinhos Brown e ilustração do primeiro livro infantil do cantor além de produzir uma série de ilustrações para sua marca Laço Afro e desenvolver um trabalho muito especial para as Obras Sociais Irmã Dulce, o artista gráfico Wilton Bernardo abre inscrições para novas Oficinas com 2 parceiros: O Museu Carlos Costa Pinto sediará a Oficina de Desenho para crianças de 8 a 12 anos e o Estúdio FotoeDesign, a Oficina de Quadrinhos. 
As duas oficinas iniciam em 3 de setembro, e acontecerão durante 8 sábados.

a) A Oficina de Desenho para garotada entre 8 e 12 anos no Museu Carlos Costa Pinto acontecerá das 15 às 17h. A proposta é abordar de forma prática e lúdica, técnicas de desenho e criação de personagem com o objetivo de colaborar com o desenvolvimento e construção do desenho, planejamento e a percepção visual dos alunos. 

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b) A Oficina de Quadrinhos para estudantes a partir de 14 anos, e profissionais de diversas áreas interessados em aprender sobre construção de uma HQ será aplicada entre teoria e atividades práticas. As aulas abordarão etapas fundamentais como criação de personagem, storyline, roteiro, recursos narrativos, simbologia das cores além de desenho. Assuntos como direito autoral e mercado também serão abordados.

Isadora Sabar e Wilson Junior também são professores que compõem o quadro do Projeto Oficina HQ – todos graduados em artes pela UFBA. 

Serviço:

1) Oficina de Desenho (8 a 12 anos)
Local: Museu Carlos Costa Pinto, Corredor da Vitória, Salvador-BA 
Horário: 15 às 17h
Dias: 3,17,25/set; 1,15,29/out; 5 e 19/nov (sábados)
Investimento: R$ 2x R$ 200

2) Oficina de Quadrinhos (para adolescentes e adultos)
Local: Estúdio FotoeDesign – Rua Waldemoar Falcão, 586, Horto Florestal de Brotas, Salvador-BA
Horário: 9 às 11h, aos sábados
Período: 3/set a 22/out (aos sábados)
Investimento: 2 x R$ 210

Informações e inscrições: Wilton Bernardo (71) 99305-9093(tim/whatsapp), oficinahq@hotmail.com (e-mail)
Site: www.wiltonbernardo.com 

Obs: A Oficina oferece apostilas e material necessário

Sucesso dos ano 80 retorna ao Brasil

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Nossa! Estou alegre demais em saber que a publicação Love and Rockets retorna ao Brasil. A surpresa é que ao contrário de antes (edições esporádicas) agora vem uma edição luxo com o título “Sopa de Lágrimas” com 288 páginas, R$ 79,90 (Editora Veneta).
Pelo que li na notícia do Universo HQ é como uma edição que reúne a produção de 3 profissionais, mas há títulos diferentes. Segundo a notícia, haverá histórias da publicação “Locas” e “Palomar”. Definitivamente são “pegadas” diferentes, mas definitivamente interessantes. São trabalhos autorais. Acrescenta para aqueles que curtem quadrinhos e estão abertos a ver algo diferente. As histórias de “Locas” me fazem lembrar um pouco de “Estranhos no Paraíso” e suas histórias “possíveis” do Terry Moore. Claro, que como trabalho autoral, cada um tem sua identidade, seu contexto. Pessoalmente, acho todas, deliciosas histórias em quadrinhos.

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Quando conheci Love and Rockets, foi de repente num sebo, de de forma despretensiosa, sem aviso, sem apresentações prévias. Olhei, folheei(dei aquela lidinha rápida, antes de ser abordado pelo vendedor ou dono do sebo) e gostei. Paixão à primeira vista. E fiquei tentando catar o que encontrasse. Não mais que 3 revistas. Pouco para um colecionador, mas o suficiente para me apaixonar.

Definitivamente, vale a pena!

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
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