Contos de fadas viram Quadrinhos

Capa Contos de Fadas em Quadrinhos V2 DS.indd
Quando foi chamado para organizar o livro Contos de fadas em quadrinhos (Galera Junior), Chris Duffy, renomado escritor e editor de HQs, se viu, segundo ele, numa pesquisa “deliciosa”: a leitura do maior número de contos de fadas possível, em aproximadamente dois meses.

Depois, o árduo foi escolher quais seriam transformados em histórias ilustradas. Dezessete fábulas, entre narrativas dos Irmãos Grimm, outras bem conhecidas e contos folclóricos não europeus, foram selecionadas e viraram o livro Conto de Fadas em Quadrinhos.

Duffy ainda tentou equilibrar na triagem contos que contemplassem heróis e heroínas. Para cada história um cartunista de peso foi eleito e recebeu a missão de fazer sua própria releitura do conto para os quadrinhos. O resultado são recontos com bom humor, muita cor e formas inéditas.

Algumas fábulas se mantêm fiéis aos originais. Mas outras trazem reviravoltas divertidas e, muitas vezes, emocionantes. Ao todo, dezessete histórias ganham nova roupagem, colorido e humor. Uma nova maneira de interpretar antigas histórias. E de conhecer muitas outras.

O livro, do Grupo Editorial Record, já está à venda nas livrarias do país. Custa R$ 55,00 e possui 128 páginas.

Sobre o autor

Chris Duffy trabalhou como editor para a Nickelodeon Magazine por 13 anos. O cartunista já escreveu roteiros para os quadrinhos Superman Adventures, Scooby-Doo, Batman Chronicles e Rugrats Comic Adventures, e atualmente vive com a família em Cold Spring, em Nova York.
OFICINA-Quadrinhos-banner

Anúncios

Exposição de Lucian Freud no Brasil

Exposição apresenta pela primeira vez no Brasil seis telas e 44 gravuras do britânico Lucian Freud, que retratava os corpos em sua realidade nua e crua
Após a Segunda Guerra Mundial — os cadáveres empilhados nos campos de concentração, homens e mulheres calcinados nos ataques nucleares contra as cidades de Hiroshima e Nagasaki —, a maneira como o corpo passou a ser visto mudou radicalmente. Há dois artistas britânicos que se tornaram paradigmas na captação desse “espírito de época”, algo destroçado e confuso, em especial na Europa que tentava se reconstruir depois dos conflitos. Um é Francis Bacon (1909-1992), com sua paleta rala e deformação das figuras humanas. O outro é Lucian Freud. Nascido em Berlim em 1922 e neto de Sigmund Freud, o pai da psicanálise, ele se naturalizou britânico após fugir do nazismo com a família e se instalar em Londres. Sua primeira exposição, em 1944, possuía ecos surrealistas, que seriam abandonados pouco mais tarde.
Arte-de-Lucian_Freud_1

* A gravura Lord Goodman in His Yellow Pyjama (Senhor Goodman em Seu Pijama Amarelo, 1987)
O público brasileiro poderá ver trabalhos de Freud a partir de 28 de junho, quando Corpos e Rostos chega ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). A mostra exibe seis telas e 44 gravuras. Reúne, ainda, 28 fotografias, que trazem a atmosfera íntima do artista em seu ateliê. Apesar da quantidade reduzida, a pintura estará bem representada, especialmente graças a Dead Cock’s Head (Cabeça de Galo Morto, 1951) e Naked Girl with Egg (Menina Nua com Ovo, 1980-81), esta mais típica da produção de Freud, que lançava um olhar muito particular sobre as mulheres.
“Ao retratar os corpos em sua realidade nua e crua, dotando a imagem de carnalidade, o pintor tornou-se um dos mais importantes do pós-guerra”, avalia o também pintor Marco Giannotti, professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Mesmo no século 21, as criações de Freud provocam. Exemplo disso é a conversa que o crítico Teixeira Coelho, curador do Masp, teve com o representante de uma tradicional empresa patrocinadora da instituição. “Ele me disse que não gostaria de ver trabalhos do artista itinerando por um espaço mantido pela empresa em outra cidade.” O motivo, acredita Coelho, é que a obra do britânico exala um “humanismo incômodo”.

Olhares potentes
Sobre a exposição, o curador defende que, à semelhança das pinturas, as gravuras representam bem a trajetória de Freud. “Os olhares de Girl with Fig Leaf (Menina com Folha de Figo, 1948) e Ill in Paris (Doente em Paris, 1948), por exemplo, continuam potentes.” Ele conta que as negociações para a vinda das obras começaram em 2010. Um ano depois, o artista morreu, o que elevou os preços de suas criações. Consequentemente, as despesas dos interessados em exibi-las aumentaram muito, sobretudo o seguro. “Se não estivéssemos cuidando dos detalhes para trazer os trabalhos desde 2010, a mostra seria inviável hoje”, afirma Coelho. Estima-se que a exposição no Masp custará cerca de R$ 1 milhão.

* A foto Naked Admirer (Observadora Nua, 2005). Trabalho que mostra o ser humano sem idealizações
Segundo o crítico, ainda é prematuro apontar herdeiros do estilo de Freud. Ele observa, porém, correspondências entre a pintura do britânico e a de Paula Rego, portuguesa que se radicou no Reino Unido. “Os dois nasceram em outros países, migraram para a Inglaterra, trabalham fortemente o figurativo e, por vezes, usam a alegoria.” Já o artista paulistano Rodolpho Parigi, que também tem no corpo humano o foco dos seus desenhos, enxerga em Jenny Saville “uma sucessora” de Freud. A britânica despontou em meados dos anos 90 e logo chamou a atenção por suas representações em larga escala de mulheres nuas e deformadas.
Outro pintor de São Paulo, Rodrigo Andrade, sustenta que Freud se inscreve na tradição artística do Reino Unido, mas de um modo bastante particular. “Ele incorpora certo aspecto escatológico muito presente na arte britânica. Entretanto, era exceção em um contexto que deixava de privilegiar a pintura. Menos estilizado do que Bacon, atinge uma intensidade ainda mais alta. Além disso, resgata a tradição do nu, da figura e do retrato na pintura ocidental.” De acordo com o paulistano, a singularidade de Freud revela-se igualmente na relação que ele estabelece entre a obra e o espaço onde a produz. “O ateliê é retratado em suas telas assim como o corpo humano.”

Angústias
Rodolpho Parigi lembra-se bem de quando conheceu os trabalhos do britânico, por volta de 1998. “À época, eu fazia desenho de observação em aulas de modelos vivos. E existia um papo de que retratar o corpo era algo antigo, ultrapassado. Mas, tão logo me deparei com os quadros do pintor, tudo mudou. Tive certeza de que não existia essa ideia de ultrapassado.”
Na opinião de Parigi, Freud transforma a pele em “camadas de sensibilidade pictórica”, principalmente nos desenhos. “Ele usa a linha para construir massas, nervos e músculos. Cria, assim, uma superfície de tensão, que expressa com extrema originalidade as angústias da existência.”

Mario Gioia é curador e crítico de arte.

RESUMO:
A exposição: Lucian Freud: Corpos e Rostos.
Local: Museu de Arte de São Paulo (Av. Paulista, 1578, São Paulo, SP, tel. 0++/11/3251-5644).
Período: De 28/6 a 13/10. De 3a a dom., das 10h às 18h; 5a, das 10h às 20h.
Ingresso: R$ 15.

Fonte: Revista Bravo

Conrad é condenada em segunda instância por plágio em HQ nacional

chibata

Em 2001, a Conrad Editora foi processada e condenada por plágio, na 2° Vara Cível do fórum de Pinheiros/SP.
Na decisão da demanda, referente ao álbum Chibata! João Cândido e a Revolta que abalou o Brasil, de autoria de Olinto Gadelha Neto (roteiro) e Hemeterio (arte), a editora deveria apreender todos os volumes e publicar uma nota de esclarecimento em jornais de circulação nacional, além de indenizar por danos morais e materiais.
A ação foi ajuizada pelo dramaturgo César Vieira, com a intenção de demonstrar que vários trechos da HQ foram plagiados de sua peça teatral João Cândido do Brasil – A Revolta da Chibata.
Na época, a editora recorreu da decisão. No último dia 16 de abril, a 1ª Câmara do Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, em decisão de segunda instância, condenou a editora por unanimidade.
Diversos órgãos da imprensa repercutiram a notícia.
Assim, a Conrad deverá indenizar César Vieira em valor calculado a partir do número de exemplares vendidos, pagar uma indenização por danos morais e ainda publicar a sentença em três grandes jornais de circulação nacional.

Fonte: Universo HQ (texto de Marcelo Naranjo)

RELEITURA DE PERSONAGENS DE QUADRINHOS NA MOSTRA “IRÚNMOLÈ DE YURI FERRAZ

CARTAZ-ONLINE-IRUNMOLE

A Oficina HQ disponibiliza a exposição Online IRÚNMOLÈ do artista visual Yuri Ferraz no próprio site da Ação Cultural(www.oficinahq.com) a partir de hoje (30 de janeiro), celebrando assim, o dia nacional dos quadrinhos.

A mostra composta por diversos desenhos sobre papel que retratam personagens populares extraídos de HQs teve a primeira temporada no 2o. semestre de 2012 na Galeria ACBEU(Corredor da Vitória, Salvador-Bahia). Nessa 2a. edição a mostra traz trabalhos inéditos.
irunmole-26G

Tudo ganha um novo significado e uma nova leitura com as fusões simbólicas do artista visual que insere elementos da cultura africana nos personagens tão conhecidos pelos apreciadores de quadrinhos. Com curadoria de Caetano Dias, a exposição IRÚNMOLÈ tem patrocínio da MOBILE através do FAZCULTURA, e Governo da Bahia.

A ação cultural que convidou o artista Yuri Ferraz para fazer a primeira exposição individual do site, para celebrar o dia nacional dos quadrinhos, lançar o novo site e dar início a uma série de eventos que serão realizados este anos pela Oficina HQ, coordenada por Wilton Bernardo.
Topo-IRUNMOLE

+ Ação Cultural Oficina HQ
http://www.oficinahq.com

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge – Terceiro trailler

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge é a parte final da trilogia do personagem criada pelo diretor Christopher Nolan. O elenco conta com os retornos de Christian Bale, Michael Caine, Gary Oldman e Morgan Freeman, além das chegadas de Tom Hardy, Anne Hathaway, Marion Cotillard e Joseph Gordon-Levitt.
CONFIRA O NOVO (TERCEIRO) TRAILLER:

Fonte: Universo HQ

Alinne Moraes canta Legião Urbana, no filme “O Homem do Futuro”

Alinne Moraes, no filme "O Homem do Futuro"

Que Alinne Moraes é bonita e talentosa, isso não há dúvidas. Mas ela sabe cantar? A resposta está na comédia “O Homem do Futuro”, em cartaz no país, no qual ela faz Helena, e, em algumas das cenas, aparece cantando ‘Tempo perdido’, do Legião Urbana, junto com Wagner Moura, e a banda dele, Sua Mãe.  “A cena que mais me marcou foi aquela em que canto. Deu um frio na barriga subir no palco para cantar”, disse.

No filme, a personagem de Alinne é o objeto do desejo e paixão do protagonista, o cientista Zero, vivido por Wagner. No passado, durante uma festa da faculdade, ela o humilha e o troca por uma carreira de modelo internacional. Duas décadas mais tarde, ele constrói uma máquina, acidentalmente volta no tempo, e muda algumas coisas. Quando chega o futuro, ou melhor, o presente, ele percebe que nem tudo saiu como o planejado e tentará arrumar os erros.

Alinne conta que conheceu o diretor, Claudio Torres, numa premiação e, um tempo depois, ele a convidou para o papel. Para criar Helena, ela foi buscar inspiração na própria personagem. “Ela parece complexa, mas é simples e linda. Ele [Claudio] já sabia o que queria desde o início! Segui tudo que me pediu, no final ela já existia forte, misteriosa, bonita e bem diferente de tudo que já fiz”.

Para marcar a diferença da passagem de tempo, a atriz explica que as mudanças físicas não foram suficientes. “Sofistiquei o comportamento da Helena, amadureci seu jeito de falar e tentei passar uma maior serenidade nessa fase mais velha da personagem.”

O figurino, por sua vez, foi inspirado no clássico kitsch “Barbarella”, no qual Jane Fonda faz uma astronauta. “Provamos outras fantasias, mas foi essa a que combinou com a Helena, com o Zero astronauta e com o filme futurista. Destacaria as antenas na fantasia da personagem. Ela fecha com chave de ouro cenas emocionantes e se torna ponto de referência para o público.”

Ao contrário de Zero, no entanto, Alinne confessa que não mudaria nada no seu passado. “Poderia ter agido diferente em alguns momentos da vida, mas precisava que fosse da maneira que foi para aprender e refletir sobre alguns acontecimentos. Faz parte da realidade.”

Atualmente, a atriz está na televisão em “O Astro”, no qual faz Lili, e, em breve, também será vista no cinema em “Heleno”, ao lado de Rodrigo Santoro, no qual faz Silvia, a mulher do jogador. “É um filme mais denso, com personagens fortes e reais. Quero fazer boas personagens, que me façam mergulhar de cabeça e aprender coisas novas seja no cinema, teatro ou novela.”, explica.

Fonte: UOL

Será que Madonna vai emplacar como diretora de cinema?

Madonna foi ovacionada em Veneza

Madonna cruzou o tapete vermelho na quinta-feira (1), no segundo dia do Festival de Cinema de Veneza,  para promover seu novo longa-metragem, “W.E.” que foi exibido, fora da competição.

Madonna no tapete vermelho do Festival de Veneza

É seu segundo trabalho nos cinemas, o longa-metragem “W.E.”. O filme é baseado na história de amor do rei inglês Edward 8º e da americana Wallis Simpson, que o levou a abdicar do poder em 1936, dando lugar a George 6º – retratado no filme “O Discurso do Rei”. Este é o segundo filme que Madonna dirige. O primeiro, “Sujos e Sábios”, foi lançado em 2008.
Madonna permaneceu no Festival, prestigiando o terceiro dia do evento.

Madonna prestigiou o terceiro dia da 68ª edição do Festival de Cinema de Veneza na manhã desta sexta-feira (2).

Fonte: Revista QUEM + Blog http://click-click-pose.blogspot.com

Oficina HQ lança livro digital para todo o Brasil

 

Capa do livro digital "Contos do Folclore Brasileiro" (Ilustração de Ian Veiga)

 A partir de 20 de agosto, a livraria exclusivamente digital Grioti (www.grioti.com.br) disponibiliza um livro digital ilustrado, primeiro produto cultural produzido pela Ação Cultural Oficina HQ para comercialização. O conteúdo digital reúne sete contos criados livremente abordando personagens como Saci, Caipora, Curupira, Iara e Dorad´ouro.

Uma das ilustrações de Renato Sideris para o conto "Lobisomem", de Palloma Diniz

 

A aposta da Oficina HQ é pautada no resgate de personagens do folclore, modernizando-os seja com uma nova abordagem (as histórias são inéditas), seja com uma nova forma de disponibilizá-los, pois a produção é exclusivamente digital, a qual deve ser lida através de equipamentos eletrônicos como PCs e notebooks com sistema operacional Linux, Mac OS X ou Windows, eReaders, kindle, iPad, iPhone, Galaxy Tab e outros dispositivos com Android.

Uma das ilustrações de Wilton Bernardo para o conto "A Santa e a Sereia" de Carmen Vasconcelos

Os contos que compõem o livro digital são Caipora (escrito por Guilherme Oliveira e ilustrado por Isadora Sabar), Será o Pé do Benedito (escrito por Regina Baumgarten e ilustrado por Danilo Dias), Dorad´ouro (escrito por Danilo Dias e Caren Costamilan e ilustrado por Danilo Dias), O Saci albino (escrito por Erweuter e ilustrado por Ian Veiga), Curupira I-Nhame(escrito por Marco Gramacho e ilustrado por Rafael Yanes), Lobisomem (escrito por Palloma Diniz e ilustrado por Renato Sideris) e A Santa e a Sereia (escrito por Carmen Vasconcelos e ilustrado por Wilton Bernardo).

Ilustração de Ian Veiga para o conto "O Saci Albino" de Erweuter

A Ação Cultural Oficia HQ, coordenada por Wilton Bernardo, realiza atividades culturais em espaços físicos e virtuais através de seu site (www.oficinahq.com) e parceiros, desde setembro de 2003, com o bjetivo de valoriza e promover as artes gráficas, bem como os artistas. Durante os oito anos de atividades, já foram realizadas dezenas de oficinas de quadrinhos, mostras de artes gráficas diversas( caricaturas, quadrinhos, charges, ilustrações), mostras de filmes, além de conteúdo atemporal disponível no site.  

Serviço:

O quê: Livro digital “Contos do Folclore brasileiro”
Quando: a partir de 20 de agosto de 2011
Onde: Grioti livros digitais (
www.grioti.com.br)
Quanto: R$9,90
Realização: Ação Cultural Oficina HQ ( A Coordenação do projeto é de Wilton Bernardo)