Daniela, Margareth e Brown na gravação de DVD do Ilê Aiyê

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Daniela Mercury, Margareth Menezes e Carlinhos Brown são convidados confirmados; outros nomes ainda estão em negociação.

Um dos blocos afro mais emblemáticos da Bahia, o Ilê Aiyê vai celebrar a chegada dos seus 40 anos com um grande show que vai virar DVD, com patrocínio do Natura Musical e Governo do Estado da Bahia (FazCultura). O evento acontece às vésperas do Carnaval, na quinta-feira, dia 31 de janeiro, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves – TCA, e terá convidados especiais cantando ao lado da Band´Aiyê.
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Entre as participações especiais do Ilê, já estão confirmadas estrelas da terra como Daniela Mercury, que vai cantar seu sucesso ‘Ilê Pérola Negra’, além de Carlinhos Brown e Margareth Menezes. Uma surpresa, revelada com exclusividade ao iBahia, é que ao final do espetáculo todos os artistas se reunirão no palco para cantar a música ‘Depois que o Ilê Passar’, composição de Milton Souza.

Ensaio de Verão
Quem quiser esquentar as turbinas para o dia da gravação do DVD, ‘o mais belo dos belos’ vai reunir turistas e baianos em ensaio neste sábado (19), na Senzala do Barro Preto, desta vez trazendo como grande atração a cantora baiana Ludmillah Anjos, finalista do The Voice Brasil. O grupo Samba de Arerê abre a festa tocando sambas de raiz. O ensaio do Ilê tem início às 22h, com ingressos a R$20 (pista) e R$40 (camarote). Informações: 2103-3400.

:: Gravação do DVD do Ilê Aiyê
Quem – Ilê Aiyê e convidados (Daniela Mercury, Carlinhos Brown e Margareth Menezes)
Quando – quinta-feira, 31 de janeiro, às 18h
Onde – Concha Acústica do TCA
Quanto – R$30 e R$15

:: Ensaio do Ilê Aiyê
Quem – Ilê Ayê e convidados (Ludmillah Anjos) | Abertura: Samba de Arerê
Quando – sábado, dia 19 de janeiro, às 22h
Onde – Senzala do Barro Preto (Curuzu, Liberdade)
Quanto – R$40 e R$20

DIvulgação da Festa Camarote da Rainha, 2 de fevereiro de 2013 em Salvador-BA

DIvulgação da Festa Camarote da Rainha, 2 de fevereiro de 2013 em Salvador-BA


Inspirado no camarote que leva seu nome há 18 anos durante o Carnaval de Salvador, o evento Camarote da Rainha, acontece em 2013 no dia 02 de fevereiro e traduz toda a atmosfera de receptividade e inovação que a marcam os projetos assinados pela rainha do axé.

O local será o mesmo da primeira edição, o sítio ecológico do Alto do Andú, com acesso pela avenida Paralela. Como não poderia deixar de ser, Daniela Mercury receberá seus convidados ilustres. Entre eles o Cortejo Afro, os djs residentes da San Sebastian Salvador, além de mais um nome da cena eletrônica internacional.

A festa será toda open bar de água, refrigerante, cerveja e vodka, do começo ao final. Os ingressos já estão à venda, nos balcões da TicketMix nos shoppings Barra, Iguatemi, Salvador e Paralela ou ainda pelo site http://www.ticketmix.com.br .

Fonte: Site Curto Sim Salvador

Daniela Mercury lança nova música “alma feminina”

A cantora Daniela Mercury disponibilizou, na manhã desta sexta-feira, 9, a nova música de trabalho, Alma Feminina, fruto da parceria dela com o Cabeça de Nós Todos – Aila Menezes, Mikael Mutti, Emerson Taquari, Leonardo Reis, Sérgio Rocha, Deco Simões.

Composta por Mikael Mutti e Aila Menezes, Alma Feminina é uma fusão de samba-reggae, gênero musical criado por Neguinho do Samba e base da obra de Daniela, e o samba carioca.

Daniela Mercury vai apresentar a canção no Geração Canibália, evento que vai acontecer dia 2 de dezembro, no Trapiche Barnabé, a partir das 17 horas.

Ouça a canção aqui

A letra da canção:

Alma Feminina

Canto por que sou guerreira
Tenho alma de mulher
Sou de fé,sou brasileira
Chego lá se Deus quiser

Danço pra mostrar a minha cara
Sou mais eu, sou joia rara, acredito no meu valor
Quando estou feliz sou purpurina
Tenho alma de menina e uso a força da voz pra falar de amor

Canta, canta, canta
Que é só felicidade na garganta
Feminina de Verdade

:: Assessoria

Daniela Mercury canta nos 50 anos da Eletrobrás em show aberto ao público

Daniela Mercury (foto: Celia Santos)


Daniela Mercury sobe ao palco montado em frente aos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, a partir das 21h, dia 29/6 (grátis) e faz apresentação especial para celebrar o aniversário da Eletrobras. Com um show alegre e vibrante, “Canibália Ritmos do Brasil” – inspirado no DVD gravado ao vivo no Rio de Janeiro –, Daniela mostrará sua afinidade com a Cidade Maravilhosa. No repertório, a homenagem aos cariocas é com o samba exaltação “Quero ver o mundo sambar”. No set list, não faltarão também os hits “O Canto da Cidade”, “Maimbê Dandá” e “Rapunzel”.
O show de Daniela terá duração de 40 minutos e será encerrado com uma projeção especial nos Arcos da Lapa – Energia na Lapa-, conhecida como videomapping. O espetáculo que, a partir do uso da tecnologia de projeção, tornará os Arcos os grandes protagonistas do evento, mostra em 8 minutos como a energia move a vida cotidiana. Veja abaixo a primeira exibição do filme que aconteceu no último dia 18 e em seguida um vídeo da Daniela apresentando uma das músicas que deve estar em seu repertório no dia 29, no palco montado em frente aos arcos da Lapa, Rio de janeiro. gratuito: 

Fonte: Assessoria do Canto da Cidade & youtube

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Daniela Mercury lança Clipe em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga‏

Daniela Mercury e o ator Jackson Costa, no clipe em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga (música “Santana dos Olhos D’água”)


Daniela Mercury lança, na íntegra, o clipe da canção “Santana dos Olhos D’água”. Com direção de Igor Souto e participação especial do ator Jackson Costa, o videoclipe é uma homenagem da artista ao cantor e compositor Luiz Gonzaga, que completaria 100 anos em 2012. Os cenários foram montados na casa da cantora, em Salvador, e traduzem ícones das festas juninas cantadas e contadas pelo rei do baião mixadas a elementos urbanos. Um grupo de bailarinos e o elenco do espetáculo “Soul Transformista” fazem a tradicional quadrilha e celebram a cultura das festas de São João.

:: Assessoria

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Hotsite cobrindo o Carnaval de Daniela Mercury


Neste carnaval, a cantora Daniela Mercury criou um Hotsite na abertura de sua página (www.danielamercury.art.br) para que todos possam acompanhar seu desfile no circuito da Barra durante os dias de folia.
A cantira ainda encontrou tempo pra desfilar na Escola de Samba Portela(domingo), mas puxa o Bloco Crocodilo durante 3 dias, e já puxou o trio sem cordas na sexta-feira passada.

Daniela Mercury desfilando na Portela, domingo (foto do jornal CORREIO)

Na sexta-feira, a cantora fez uma “Ópera de Carnaval” para homenagear Jorge Amado, com a participação de Virgínia Rodrigues, Edson Cordeiro, o ator Luís Miranda, entre outros artistas.

:: Oficina HQ

Daniela Mercury desabafa: “Tô de saco cheio desse atraso brasileiro”

Érica Torres | Redação iBahia
erica.torres@redebahia.com.br

Durante o programa “Salto Alto”, da CBN, a cantora falou sobre problemas enfrentados pelo país, novo DVD e Festival de Verão Salvador
Daniela Mercury participou nesta segunda-feira, 31, do programa “Salto Alto”, da rádio CBN. Em mais uma edição especial em comemoração ao aniversário de um ano do programa, a cantora falou, dentre outros assuntos, sobre a sua indignação diante dos problemas socioeconômicos brasileiros e a falta de ação da população em geral.  “Fico tentando entender porque a gente é assim? Aceita tanta corrupção, desrespeito aos direitos e tanta humilhação (…) As leis brasileiras são muito confusas, muita lei mas não se respeita nenhuma”, disse.
Em continuação, a cantora explicou que o motivo do brasileiro ser passivo e “dar a cara para bater 50 vezes” poderia estar relacionada ao catolicismo e a crença de “esperar que Deus resolva tudo”. “Se esperarmos que Deus ajude o país, nada vai mudar (…) Tô de saco cheio desse atraso brasileiro”, frisou. Como exemplo de problema social, Daniela destacou a violência e o tráfico de drogas da capital baiana. “Salvador esta violentíssima, o crack tomou conta da cidade, isso me desespera e me deixa indignada”, explicou. Para ela, a origem dos problemas está na negligência do povo na hora de votar nos seus candidatos.

Daniela também falou sobre o seu mais novo DVD “Canibália”, que teve o lançamento adiado pela gravadora Som Livre para realização de pequenos ajustes. Questionada sobre a ausência em edições do Festival de Verão Salvador, ela explicou que às vezes é por conta da agenda de shows atribulada, e outras por critérios dos organizadores do evento. Daniela fez questão de dizer que não faz como outros artistas que “se submetem a pedir o favor de participar de eventos”. “Não peço favor para nada, é mais fácil eu fazer outro festival”, revelou.   

A cantora, que se diz tímida e discreta fora dos palcos, falou sobre as dificuldades que enfrenta para sustentar e manter a carreira, assim como outros grandes artistas brasileiros. “Acho que não preciso nem dizer que nesse Brasil não se tem dinheiro para cultura”, disse.
Fonte: Jornal CORREIO

Daniela fala sobre turnê e início de carreira

Passam das duas da tarde quando Daniela Mercury me recebe no 38º andar do New Yorker Park, na 8ª Avenida, um dos pontos mais agitados de Manhattan. ‘Que bom que a Bahia está interessada em cobrir meu show aqui no exterior, isso dificilmente acontece’. Daniela exibe uma jovialidade impressionante, tem o rosto feliz e está descontraída. Na véspera da estreia de sua turnê pela America do Norte, a cantora, que também é embaixadora da Unicef, fala da carreira internacional, novidades para o Carnaval onde vai homenagear Jorge Amado e sobre política. ‘Está na hora do Brasil avançar, e tem que ser depressa’.
Marcelo de Trói: Gostaria que você falasse um pouco da sua carreira internacional.
Daniela Mercury:
Parece que agora as pessoas começaram a atender um pouco o que significa uma carreira internacional. Eu me lembro que quando ‘O Canto da Cidade’ aconteceu era muito difícil explicar para a Bahia, para Salvador, a dimensão da repercussão, do impacto que teve o disco e o trabalho. A Bahia inteira estava comigo porque na verdade, tem uma história de todo mundo ali que eu vap! Já tava quase pra explodir tudo e eu furei o balão, no sentido da gente realmente conseguir expor o trabalho por um invés mais significativo e importante.

MT: Foi um momento muito bonito. E isso tem vinte anos…
DM:
Vinte anos… No final de 92, começo de 93, ‘O Canto da Cidade’ faz esse rompimento. E mais bonito também que tudo isso começou com um show pra cantores iniciantes no MASP. Eu me lembro que eu fui a São Paulo, a gente não sabia como chegar na mídia em São Paulo, já estourado em Salvador, fazendo show no Norte e Nordeste, shows enormes. Sim, quem é que a gente conhece lá? Como a gente vai penetrar nesse universo, como vai conhecer as pessoas da mídia e conseguir que eles dêem atenção a gente? Eu queria entender se a música que eu fazia faria sentido para o resto do Brasil também, não só para cidade de Salvador, não só pro Norte e Nordeste. E aí de repente topei fazer o show de artistas iniciantes, achei que no MASP iam passar pessoas comendo sanduíche meio-dia e como uma louca dançando, porque era show do meio-dia.

MT: Eu tava naquele show (risos)
DM:
Que legal. Várias pessoas que eu conheço estavam. Eu fui pra lá sem saber se aquilo tinha tradição…

MT: E foi o último show que teve, depois proibiram.
DM:
Eu juro, eu não era conhecida. Eu tinha um selo pequeno. Eu lembro que eles tinham botado ‘O Swing da Cor’ pra tocar na rádio de jazz, o que era uma coisa completamente incomum. Eles estavam tão confiantes, eles gostaram tanto de mim que abriram espaço. Eu me lembro chegando com ‘O Swing da Cor’ com (fita) K7 na mão (risos), na rádio. Pedindo para eles botarem. ‘Mas tem muito tambor. Tem muito batuque’, eles falavam (risos). Aí eles diziam: porque você não faz uma balada? Eu respondia: se eu fizer uma balada, eu vou ser mais uma; é melhor você botar o meu batuque que é diferente. O cara gostou tanto de mim, eu lembro, era a Rádio Lider, que ele botou a música. E assim, foi na amizade, na conquista, no corpo a corpo que a gente conseguiu os espaços. A gente foi fazer show na TV, o Gugu não sabia quem eu era, a Hebe não sabia quem eu era, Angélica, Xuxa… Eram os programas que a gente tinha para divulgar. Foi muito mágico. Todo mundo acreditando naquilo. Todo mundo acha que minha carreira foi feita de marketing, e na verdade, foi feita de show. Que marketing? O marketing de fazer show meio-dia para artistas iniciantes de São Paulo (risos). Cheguei lá tinha aquela multidão e parei a Paulista. No outro dia tinha no jornal ‘Uma baiana pára São Paulo’, eles nem sabiam meu nome. Então essa coisa de conquistar pelo trabalho, com a música, é muito importante, porque é sólido. Engraçado que na Suíça, o presidente da companhia da BMG, quando assinei meu segundo contrato com a BMG mundial, porque era Sony, passei pra BMG, eu disse pra ele: qualquer show diferente que vocês tenham, me avise, que eu vou. Se os artistas não quiserem fazer me avisa que eu vou. Eles falaram pra mim: por que? Eu falei: porque eu estou acostumada a fazer essas coisas no meio da rua (risos). Pode me dar, se vocês acharem que é difícil botar uma brasileira no país de vocês, me liguem que eu topo, invento umas loucuras, fazendo uma promoção incomum… Eu acho que essa coisa do business, de fazer na rua, é na realidade a verdade da gente.

MT: Quando você tocou aqui em Nova Iorque pela primeira vez?
DM:
O primeiro show que eu fiz aqui foi em 93, no Hitz. Foi um sucesso tremendo, eu tive uma matéria linda no New York Times. Lotado, os diretores da Sony internacional foram, saíram suados de dançar comigo, aí eu assinei contrato com mais dois discos pra minha carreira internacional tomar mais força porque até então, antes daquele show, eu tinha três discos com a Sony e eu passei a ser uma cantora de qualidade internacional por causa desse show. Eu vim pra cá várias vezes, fiz Lincoln Center, fiz Central Park, uma casa em Nova Iorque que é um centro de vanguarda, pra artistas do mundo, comecei a fazer em lugares espetaculares aqui nos Estados Unidos.

MT: E o que muda nessa turnê? Tem um gosto diferente?
DM:
Tem um sentido de continuidade. Tem um sentido de aprofundamento com os Estados Unidos, de aproveitar esse momento que o Brasil está se impulsionando internacionalmente. E ver se isso também nos dá um pouco mais de facilidades. Porque assim, eu tenho um metro e sessenta, sou magrinha e pequena, pra dar conta do mundo inteiro e o mundo é muito grande. Eu sempre quis fazer carreira internacional, morando na Bahia (risos). Uma coisa que só baiano faz né? O amor pela Bahia, a relação com minha família e tudo. Agora eu estou em São Paulo e Salvador, talvez eu esteja um pouco mais desprendida. Já tenho uma carreira contínua na Europa, na América Latina. Essa turnê vou para o México e para Toronto, porque também tenho carreira no Canadá. E eu vou na verdade, alternando países, como faço no Brasil. Para dar conta do Brasil inteiro, eu vou numa cidade, noutro ano não vou. E eu faço assim também no exterior. Tem quatro anos que eu não venho nos Estados Unidos, vendo o momento ideal para vir, e agora venho com o lançamento do CD ‘Canibália’ que não tinha sido lançado aqui, junto com o DVD ‘Canibália – ritmos do Brasil’ que é uma grande bandeira do Brasil. O DVD, não sei se você teve chance de ver, em Copacabana, é um show que foi realmente uma celebração de Brasil.

Cliquei AQUI PARA LER A SEGUNDA PARTE DA ENTREVISTA.

Fonte: iBahia (Marcelo de Trói – especial de Nova Iorque)

Daniela Mercury lança Canibália na América do Norte

Daniela Mercury

A compositora e cantora brasileira Daniela Mercury intitulado seu mais recente álbum, “Canibália” (“canibalismo”), para aludir à 1928 “Manifesto Antropófago” (“Manifesto Canibal”), uma obra definidora do modernismo brasileiro pelo poeta Oswald de Andrade, que louva a cultura brasileira para devorar e digerir outras culturas. Isso é uma declaração séria de ambição que o álbum faz jus.

Ms. Mercury se expande em conceitos que foram executados por meio de sua carreira, levando ritmos regionais (particularmente os de seu estado natal, Bahia) em up-to-the-minute pop, abraçando híbridos étnicos e cultural do Brasil (particularmente cultura afro-brasileira, embora Ms. Mercury seja branca), lembrando o passado, transformando-o. “Canibália” é inteligente, eufórico, pop-time “tangling” brasileira: tão tradicional como uma banda de samba ou uma batida de carnaval em um momento, uma excursão em eletrônica, hip-hop ou jazz em outro momento. Embora o álbum tenha falhas de ignição, incluindo seus dois idiomas Inglês incursões, eles são superados em número pelos prazeres.

Capa do CD Canibália que será lançado com DVD na turnê Norte-Americana, em outubro/2011

Ms. Mercury e seus produtores derretem gêneros e épocas. “Oyá Por Nós.” (invocando a divindade ioruba de vento e tempestades, Oyá), escrita e cantada pela Sra. Mercury e a potência baiana Margareth Menezes, entre turnos de percussão que aponta para o ritual de Candomblé afro-brasileiro e de programação que galopa em direção a um tambor “and-bass dance club”. “O Que É Que um Baiana Tem”, um dueto com Carmen Miranda eletrônica a partir de 1939, não retroagir Ms. Mercury, que puxa Miranda em uma barragem de percussão adicionado e chifres, com baixo borbulhantes de uma guitarra funkeada. “A Vida e Um Carnaval”, uma tradução de um hit Português Celia Cruz, mistura samba, merengue saxofones, acordes de jazz e teclados que fazem alusão a piano de polegar Africano – um brilhante plotados, despreocupadamente executado pan-afro-latino-romp.

Embora “Canibália” tenha sido lançado no Brasil em 2009, nos Estados Unidos, aparentemente estava à espera da turnê Norte América de Daniela Mercury que começa em 7 de outubro em Nova York no Teatro Best Buy. O atraso valeu um bônus: o pacote norte-americano inclui também um DVD do concerto que Ms. Mercury em 31 de dezembro para centenas de milhares de pessoas na praia de Copacabana no Rio de Janeiro, em que as danças que ela não apenas cintila canções novas e antigas, mas também dança ao lado do Balé Folclórico da Bahia.

Fonte: The New York Times
(By JON PARELES and BEN RATLIFF) 12/09/2011

Participe: Mostra “Ícones POP da Música Brasileira!

Marca do Projeto Ícones POP, que realizará mostras e surpresas deste ano até 2014, onde dialogará com música, cultura brasileira e futebol

Ícones POP da Música Brasileira

(caricaturas e ilustrações)


Retomando o projeto iniciado em 2009, quando aconteceu a 1ª edição ÍCONES POP, onde foram apresentados trabalhos representando diversos ícones, das mais diversas expressões (música, cinema, personagens de HQ, etc) em setembro deste ano, realizaremos a 2ª edição da mostra. Desta vez, o projeto que se estende até 2014, onde cada edição anual será montada por tema, contempla a música, mas já se articula para dialogar com a Bahia, e com o Futebol, claro! Faça gol com agente e participe desta Edição, garantindo sua vaga no nosso time campeão! 

Recebemos para a mostra de 15 de setembro a 15 de outubro, caricaturas ou ilustrações de ícone da música brasileira até 25 de agosto. Não demore para enviar seus trabalhos pois há limite de trabalhos para o espaço físico.

Local da exposição
A mostra acontecerá na galeria do Teatro Xisto (subsolo da Biblioteca dos Barris, Salvador-BA).

Data
15/09 a 15/10/2011
Inscrição / prazos/ envio de material
Cartunistas interessados em participar desta segunda edição, devem enviar até 5 trabalhos (caricaturas ou ilustrações) de ícones pop da música brasileira. Cabe à curadoria da Mostra realizada pela Oficina HQ, selecionar os trabalhos que integrarão a Mostra.

Ícones POP da Música Brasileira, é um projeto anual da Ofician HQ, que tem o objetivo principal, divulgar os artistas gráficos, através de seus trabalhos, com a montagem de uma exposição.

Envie seu(s) trabalho para oficinahq@hotmail.com até 25 de agosto de 2011. Os trabalhos podem ter sido utilizados em salões e concursos com data anterior.
Atenção: Recebemos arquivos em corel 11 (se a arte for vetorial. Caso contrário não faz sentido enviar em corel); em JPG com 300 dpi (se possível, salvar o arquivo em formato A3).

Dados do participante
Cada cartunista deve informar (no corpo do E-mail, pois receberemos anexo aenas dos trabalhos):
– nome do artista que fez caricatura
– nome completo
– nome artístico 

– E-mail (se for diferente do qual enviou material)

– site e blog se tiver
– telefone fixo e celular com DDD
– cidade/Estado onde reside
– profissão
– Breve apresentação profissional entre 5 e 10 linhas 

Colabore conosco divulgando para seus amigos cartunistas. Não há competição, portanto, toda participação é bem vinda e enriquecerá a mostra. 

Dúvidas, sugestões e maiores informações:

Wilton Bernardo
Coordenador da Ofician HQ
(71) 8807-4331

+ Oficina HQ +
Site: www.oficinahq.com
Blog: www.oficinahq.wordpress.com
E-mail/ MSN: oficinahq@hotmail.com
P.S.: Quem já puder enviar algum trabalho, que faça logo, para confecção de material de divulgação como cartazes, panfletos, etc. Não tem problema em enviar algum e depois enviar outros trabalhos, desde que não passe de 5 artes por pessoa.

* Caricatura: representação gráfica de uma personalidade com exageros em determinadas partes do corpo.
** Ilustrações: representação gráfica. Para esta exposição, esperamos como ilustração, representações gráficas de artistas sem ter a necessidade de ixageros como na caricatura.

:: Oficina HQ