Exposição “A Vez dos Vilões” e Oficina de Quadrinhos!


08/09/19 – Inscrições abertas
A Ação Cultural Oficina HQ coordenada por Wilton Bernardo tem inscrições abertas para 2 eventos que trazem uma injeção de cultura, arte e educação: A Mostra online “A Vez dos Vilões” e a Oficina de Quadrinhos para Adolescentes e adultos na UniRuy a partir de 14/09/19!

1 – “A VEZ DOS VILÕES” – 2ª Mostra Online de ilustrações e caricaturas – a partir de 13 de outubro de 2019, no instagram oficial da Oficina HQ (@oficinahq).
Assim como a 1ª edição realizada em 2008, nesta segunda, vamos mostrar os vilões que amamos odiar na ficção!
O objetivo é homenagear os personagens que de um jeito ou de outro, ditam o desafio dos “bons mocinhos”. Vale participar com Ilustração ou Caricaturas de qualquer vilão! Seja Coringa, Gargamel, Darth Vader, Mumm-Ha, Cuca do Sítio do Pica-Pau Amarelo, Odete Hoitman entre muitos outros. Cada ilustrador escolhe os personagens que deseja representar, desde que seja(m) vilão(ões)!

1.1 – INSCRIÇÃO: envie seu trabalho até 30/09/19 para oficinahq@hotmail.com informando:
1.1.a. Especificações técnicas: versão digital em qualquer técnica, mas com resolução (200 a 300 dpi, com pelo menos 20cm de altura) em jpg ou PDF.
1.1.b. Quantidade: até 3 trabalhos
1.1.c. Dados do Autor: No corpo do email, junto com o(s) trabalho, envie as seguintes informações:
– Nome completo
– Nome artístico
– Cidade/Estado onde vive
– Nome do(s) vilão(ões) e técnica utilizada
– Breve resumo (aproximadamente 10 linhas no máximo falando sobre sua experiência e relação com as artes gráficas, atuação profissional. Resumindo, é o momento de fazer sua “divulgação”).

A inscrição, com o envio do(s) trabalho(s) e as informações acima, automaticamente significam que o inscrito concorda que Wilton Bernardo, realizadora da exposição, através da Ação Cultural Oficina HQ, divulgue o seu trabalho nas redes sociais e veículos de comunicação, com fins de promoção da mostra.

2 – OFICINA DE QUADRINHOS – para adolescentes e adultos no Centro Universitário UniRuy
Para os adolescentes (a partir de 14 anos) e profissionais das mais variadas áreas que se interessam por quadrinhos – professores, publicitários, jornalistas, artistas visuais, arquitetos entre outros – a última oficina do ano vai oferecer um conteúdo mais que especial. Além de experimentar as etapas de construção de uma HQ – desenho, criação de personagem, Introdução a pintura digital, roteiro, storyline, storyboard, recursos narrativos – sob orientação teórica e prática de Wilton Bernardo, artista visual e designer gráfico, na programação, há uma lista de temas riquíssimos que serão discutidos em sala de aula – “mercado e produção artística na atualidade”, “Direito Autoral” e “Produção autoral de quadrinhos e literatura”.

As etapas de construção de uma HQ bem como os temas que serão discutidos e serão incorporados ao cronograma da Oficina oficialmente pela primeira vez, é um conteúdo exclusivo desenvolvido por Wilton Bernardo, há 16 anos, desenvolvendo esta Ação Cultural que além de Mostras de Filmes e Oficinas, realizou dezenas de exposições coletivas – “Releitura do Batman”, “75 anos do Homem-Aranha”, “Releitura do Superman, “Ícones POP”, “Ícones POP da Música, “Ícones POP do Futebol”, “Axé Comics – Mostra de Humor com Sotaque Baiano”, entre várias outras.

Início da Oficina: 14/09/19
Local: Centro Universitário UniRuy, Salvador-BA
Horário: 10h às 12h (8 sábados)
Investimento: R$ 2 x R$ 260 ou 1 x R$ 520

Informações e inscrições:
Tel e zap: 71 99305-9093 (Wilton Bernardo)
Instagram: @oficinahq
Email: oficinahq@hotmail.com
Blog:oficinahq.wordpress.com

:: Wilton Bernardo
Artista visual graduado pela UFBA, Designer gráfico, produtor cultural e cartunista.
Site: http://www.wiltonbernardo.com
Instagram: @wilton_bernardo

DNA Cultural apresenta a exposição CABEÇAS

O DNA CULTURAL inaugura nesta quinta-feira, dia 7 de dezembro, às 19h, a exposição “CABEÇAS”, uma mostra coletiva com artistas visuais Almério Junior, Analu Mendonça, Andreza Pires, Bruna Gidi, Carmen Carvalho, Catarina Argolo, Celia Mallett, Clarice Saba, Conceição Fernandes, Cristian Santa Cruz, Cristina Damasceno, Elenildo Café, Hemengarda A. A. Santos, Jose Henrique Barreto, Kal Oliveira, Larissa Seixas, Luiz Cláudio Campos, Margaritta Lamegho, Maria Angélica, Murita Laborda, Oscar Oli, Reinaldo Lima, Rina Dalence, Theonillo Amorim. Uma mostra instigante, organizada a partir da ideia de reunir trabalh os de artistas que se propõem a representar cabeças em diversas linguagens e materiais. Tem a curadoria de Luiz Cláudio Campos.

As obras expostas colocam o espectador como testemunha do transitar de ideias e organização do caos, movidos pela necessidade de expressar sentimentos e fatos decorrentes de cada fazer artístico. As “cabeças” não foram feitas para encantar ou mostrar habilidades. A sensibilidade de cada artista busca formas expressivas, fortes e realizadas dentro de um raciocínio coerente com a contemporaneidade.

A mostra fica em cartaz no DNA CULTURAL até o dia 30 de janeiro de 2018.

SERVIÇO
O que: Vernissage Exposição “Cabeças”
Onde: DNA CULTURAL. Rua Território do Acre, 65 – Pituba, Salvador, Bahia
Quando: Dia 07.12 (quinta-feira) às 19h
Realização : DNA Laboratório e Genética Médica
Horário de Visitação: segunda a sexta das 08h às 17h e sábado das 08h às 11h.

Entrada gratuita

:: Oficina HQ – Ação Cultural

Oficina HQ apresenta Mostra Online Ícones POP do Futebol

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Coletivo de cartunistas brasileiros fazem uma grande homenagem aos craques do futebol mundial através de caricaturas e ilustrações. De Pelé a Neymar, muitos craques foram lembrados. A Mostra Online pode ser vista a partir de hoje, 7 de julho (segunda-feira). A ideia é que as pessoas que gostam de futebol e/ou de artes gráficas prestigiem os trabalhos com acesso fácil já que basta visitar o site www.oficinahq.com e clicar nas imagens em miniaturas para visualizarem cada trabalho em tamanho confortável. 
A Mostra Online tem como objetivo valorizar as artes e os artistas gráficos, exatamente a função que a Ação Cultural Oficina HQ se propõe. 

:: Ação Cultural Oficina HQ
http://www.oficinahq.com

50 ANOS DE ARTE NA BAHIA EXPOSTOS NA CAIXA CULTURAL SALVADOR

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Mostra baseada em publicação da crítica de arte Matilde Matos expõe panorama da arte visual baiana entre os anos 1950 e 1990

A CAIXA Cultural Salvador apresenta, de 5 de março a 28 de abril, a exposição “50 Anos de Arte na Bahia”, baseada em publicação da crítica de arte Matilde Matos. A exposição, que abre às 19h para convidados e imprensa, é composta por mais de 60 obras de artistas baianos, apresentando um virtuoso panorama da arte visual na Bahia entre os anos 1950 e 1990. Com curadoria do editor e artista plástico Fernando Oberlaender, a mostra ocupará todos os pisos da CAIXA Cultural, para exibir as obras representativas desse patrimônio.

A exposição apresenta trabalhos de artistas como: Mário Cravo Jr., Carybé, Jenner Augusto, Calasans Neto, Floriano Teixeira, Edison da Luz, Bel Borba, Juarez Paraíso, César Romero, Justino Marinho, Vauluizo Bezerra e Ayrson Heráclito, entre outros. A CAIXA oferece visitação gratuita, de terça-feira a domingo, das 9h às 18h.

“50 Anos de Arte na Bahia” passa em revista cinco décadas e seis gerações produção nas artes visuais, a partir da introdução do Modernismo, com a chamada “Geração 45”. Seguindo uma linha de tempo, até chegar a pragmática arte dos anos 90, a exposição passa pelas gerações 1970 e 1980, que revelaram nomes como Sérgio Rabinovitz, Maria Adair, Márcia Magno e Ramiro Bernabó, e movimentos como o “Etsedron, o Avesso do Nordeste Brasileiro”, que inscreveu o nome das artes visuais baianas na Bienal de São Paulo, o mais importante evento de arte do país.

“Na verdade a exposição é uma grande e merecida homenagem a Matilde, por conta da sua importância para a arte da Bahia, e pelo seu carisma com os artistas”, registra Fernando Oberlaender. A ideia de reunir parte das obras, citadas nas 400 páginas do livro, surgiu desde o lançamento da publicação, em 2010, mas por falta de pauta nos museus, naquela época, acabou não acontecendo.

O artista plástico e crítico de arte César Romero, que assina o texto do catálogo, afirma que a exposição gera novas possibilidades para o produto artístico e estabelece pontes de contato entre a obra realizada e o público. “Educação é condição salvadora, revela à comunidade o sentido do saber, do conhecer e as possibilidades do uso destes instrumentos”, comenta.

Sobre Matilde Matos:
Nascida em Caicó (RN), no ano de 1927, seu primeiro contato com a arte moderna aconteceu durante algumas vistas às galerias de Nova Iorque, em 1952. Nessa mesma década, começou a visitar os ateliês de Mário Cravo Jr., Carybé e Jenner Augusto, e a comentar suas produções. Mas só em 1959, quando começou a escrever no Jornal da Bahia, passou a assinar como crítica de arte.

Matilde escreveu para a revista Southward Art, assinou colunas especializadas no Jornal da Bahia, Bahia Hoje e no programa Soterópolis, da TV Educativa. Na última década, publicou quatro livros: “Fernando Oberlaender – Pintura e Tradução Poética” (2001); “A Cidade e as Gentes” (2004); “50 Anos de Arte na Bahia” (2010) e “Água Reflexos na Arte da Bahia” (2012). Em sua trajetória, Matilde Matos participou de um dos mais importantes capítulos das artes visuais da Bahia, com a curadoria e transcrição literária do “Etsedron, o Avesso do Nordeste Brasileiro”, na Bienal de São Paulo, entre 1971 e 1977.

Por sua contribuição à arte, à critica e à cultura brasileira, Matilde foi homenageada, em 2006, pela Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) e, em 2008, recebeu a Comenda Maria Quitéria.

Serviço:
Exposição “50 Anos de Arte na Bahia”
Abertura para convidados e imprensa: 5 de março de 2013 (terça-feira), às 19h
Visitação: de 6 de março a 28 de abril de 2013 (de terça-feira a domingo), das 9h às 18h
Local: CAIXA Cultural Salvador
Endereço: Rua Carlos Gomes, 57
Informações, agendamento de visitas monitoradas e oficinas: (71) 3421-4200
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos
Entrada franca

Fonte: Caixa Cultural

Exposição “Quero ser Marilyn Monroe” em São Paulo

“O anjo do sexo”. Foi assim que o escritor americano Norman Mailer, autor da mais famosa biografia de Marilyn Monroe, descreveu os encantos desse ícone de sedução e beleza. Meio século depois de sua trágica morte, vítima de overdose aos 36 anos, uma enxurrada de homenagens relembram os momentos mais emblemáticos da diva. Entre elas, a exposição Quero ser Marilyn Monroe , que traz 125 obras inspiradas na atriz de Hollywood, como as imagens de Tom Kelley, publicadas na revista Playboy, em 1953, e as fotos feitas por Henri Cartier-Bresson no set de filmagens do longa Os Desajustados. Também serão projetadas cenas de filmes que imortalizaram sua imagem de mulher fatal e poderosa, como Os Homens Preferem as Loiras e Como Agarrar um Milionário. Outra homenagem imperdível a diva é o longa-metragem Sete dias com Marilyn, dirigido por Simon Curtis com Michelle Williams no papel principal.

Quero ser Marilyn Monroe. Cinemateca Brasileira. Largo Sen. Raul Cardoso, 207, São Paulo. Tel.: (11) 3512-6111. De 04/03 a 01/04
Fonte: Revista Bravo

Cartunista Hugo Pratt ganha exposição com obras maçonicas em Paris

Porta mágica, brasões maçônicos, Abraxas (talismãs gnósticos), ritos de iniciação: Hugo Pratt, criador de Corto Maltese e membro durante 20 anos da loja Hermès de Veneza, salpicou seus álbuns de referências à franco-maçonaria que uma fascinante exposição convida a decodificar.

Intitulada “Corto Maltese e os segredos da iniciação”, a mostra será apresentada até o dia 15 de julho no Museu da Franco-Maçonaria, em Paris. E será uma surpresa para muitos visitantes descobrir um Hugo Pratt irmão, como tantos outros artistas antes dele, de Voltaire a Mozart, passando por Goethe, Kipling ou Casanova.

A exposição apresenta pranchas originais de vários álbuns, entre eles o mais maçônico, “Fábula de Veneza”, aquarelas, mas também o cordão de Hugo Pratt e dois de seus aventais maçônicos, entre eles o do grau de Mestre secreto ornado com um “Z”, inicial de uma palavra em hebraico.

Também podem ser vistas duas máscaras africanas ligadas àqueles que o inspiraram em “As Etíopes” (Corto Maltese na África) ou ainda um objeto da Nova Guiné. O público poderá, também, admirar uma espada maçônica, carregada de história.

No dia 19 de novembro de 1976, conta Pierre Mollier, responsável pelo Museu, durante uma visita ao local da exposição, os membros da loja Hermès de Veneza tiveram a surpresa de ver o irmão aprendiz Hugo Pratt trazer uma espada de lâmina ondulante, um dos símbolos dispostos na bandeja do Venerável Mestre, na grande mesa para o ágape.

Como foi parar nas mãos do novo iniciado? Na realidade, o irmão Pratt trouxe de volta a espada tirada por seu pai fascista, durante o saque da loja de Veneza pelas milícias de Mussolini, em 1924!

Em 1976, na Itália, era preciso coragem para se somar à franco-maçonaria, alvo de uma campanha virulenta “alimentada pelo escândalo da pseudo loja P2”, observa Luigi Danesin, ex-Grande Comendador do Conselho Supremo da Itália, recriado em “Fábula de Veniza”. Nascido em 1927 na Itália e falecido na Suíça, em 1995, Hugo Pratt nunca “confessou” ser franco-maçom.

“Ele não respondeu explicitamente à minha pergunta entre 1987 e 1991 para duas grandes entrevistas”, destacou um de seus biógrafos, Dominique Petitfaux. Foi seu amigo Luigi Danesin que revelou isto em 1998, na revista maçônica italiana Officinae.

“Toda a obra de Pratt pulula de referências literárias, artísticas, cinematográficas, históricas e… maçônicas”, revela Guy Arcizet, grã-mestre do Grande Oriente da França, primeira obediência maçônica francesa.

A franco-maçonaria está certamente no centro de a “Fábula de Veneza”, mas a intriga de “El Gaucho”, do qual Pratt é roteirista, evoca uma querela entre lojas. Reencontramos, também em “As Céticas” numa cerimônia de initiação ao grau de aprendiz.

Em 1994, ele junta três suntuosas páginas numa nova edição de “Fort Wheeling”, consideradas “seu testamento maçônico”. Pratt defende aí o humanismo e a superação de clivagens culturais, ilustradas pela ritual de iniciação de um indiano. Foi um personagem histórico que o inspirou : um iroquês chamado Thayendanegea, recebido na maçonaria, em Londres, em 1776.

Toda a obra do Mestre é irrigada por seus encontros com povos que possuem ritos de iniciação específicos, como os indígenas da Amazônia, os da América do Norte, as sociedades pré-colombianas, a África, a Melanésia e a Nova Guiné, revela ainda Guy Arcizet.

Fonte: UOL

Exposição de Emanoel Araújo em Salvador


É melhor não se enganar com o nome da exposição de Emanoel Araújo, 70, que foi aberta ontem (sexta-feira, 29/10), às 20 horas, na Galeria Paulo Darzé. Geometria do Medo apresenta 17 relevos de cor branca do artista visual nascido em Santo Amaro da Purificação que, inexplicavelmente, há quase um quarto de século não expõe na Bahia.

 

Em 2009 o jejum ia ser quebrado, com a colossal retrospectiva de sua obra, Autobiografia do Gesto,  que acabou sendo vista  no Rio de Janeiro, no Museu Histórico Nacional. A inviabilidade, então, teria sido causada, segundo o artista, pela forma desrespeitosa com que os trâmites foram conduzidos pela Secretaria de Cultura do Estado.

 

“Foi uma falta de respeito de Marcio Meirelles e Daniel Rangel e a exposição não pôde ser realizada. A de agora não é a que eu almejava fazer, queria algo mais amplo, mas fica para outra vez”, diz o artista.

 

Com exceção de uma peça de 2005  e outra do ano passado (da série Formas Flutuantes), as demais  foram produzidas especialmente para a mostra em Salvador, cidade que, simbolicamente, atrai e afasta o artista com suas contradições.

“Salvador me apazigua por um lado e me indigna por outro. Transformaram-na num escombro, é uma cidade que abandonou sua própria história, e é sempre um choque ver. Mas me apazigua o encontro com a cidade, com a sua luz  e o povo da Bahia”, reconhece Emanoel, que, em 2007, recebeu da Associação Brasileira de Críticos de Arte o Prêmio Ciccillo Matarazzo, por sua contribuição à arte e cultura brasileiras.

 

Ângulos – Para o curador  Charles Cosac, a obra de Emanoel Araujo “ainda que sedutora, é ríspida e dura”. O artista ressalta que, de fato, não trabalha com  ângulos “adocicados”: “O curador tem direito de dizer o que quiser, mas ele tem um ponto de vista original, no sentido da tensão que os ângulos provocam. Realmente, é uma geometria dura, porque não é barroca; é sempre rítmica, mas dura”.

 

Da mesma forma, é outra a leitura do branco neste movimento do artista, para além da concretude das formas e qualquer referência mística. “Sinto falta de uma Bahia metafísica, dos anos 1960 e 1970. Hoje tem o inchaço, a impiedade com que transformaram a Bahia e uma coisa barulhenta, batuque de um lado e de outro. É um equívoco essa África inventada na Bahia, que só em Salvador existe e em nenhum outro lugar do mundo, uma África inventada e perversa”.

 

Mas, assim como a geometria e a cor, é outro o medo que as formas de Emanoel evocam. Algo mais próximo, talvez, de uma paixão, e que o fez ir adiante — como aprendiz de marceneiro e talhador, na adolescência,  até tornar-se, numa trajetória genial, diretor e curador do Museu AfroBrasil (SP): “Eu não tenho medo. Se tivesse medo, estava em Purificação, de pijama, sentado no meio da rua“.

Exposição mostrará ilustrações de artistas da música brasileira

cantora Alcione no traço de Amauri Alves

A partir do dia 15 de setembro, a Ação Cultural Oficina HQ apresenta a exposição “ícones POP da Música Brasileira”. Na exposição, nomes da música popular serão representados em forma de caricaturas e ilustrações, na Galeria Xisto Bahia (subsolo da biblioteca Central, Barris, Salvador-BA). Na ocasião, trabalhos gráficos de cartunistas de várias partes do Brasil serão reunidos para homenagear músicos brasileiros como Caetano Veloso, Nando Reis, Zé Ramalho e muitos outros.

A exposição será formada pelos artistas gráficos Abel Marcelino (BA), Adalfan Filho (CE), Alessandro Trindade (BA), Amauri (BA), Bira Dantas (SP), Chris, The Red (DF), Caó Cruz Alves (BA), Davi Sales (BA), Danilo Dias (BA), Elton Carlos (BA), Gabriel Torres (BA), Isadora Sabar (BA), Jamile Coelho (BA), Luciano Araujo (RJ), Marchini (SP), Oliver Quinto (SP), Olegário Gouveia (BA), Uenderson (SP), Zecarlos (SP), Wal Alves (BA) e
Wilton Bernardo (BA).

|Serviço|

Exposição Ícones POP da Música Brasileira
Local: Galeria Xisto Bahia (subsolo da biblioteca Central, Barris)
Data: 15 de setembro (abertura), às 19h | 16 de setembro a 15 de outubro (visitação: de segunda a sexta, das 9h às 18h;. Fins de semana e feriado, das 16 às 21h
Fonte: A Tarde Online

Homenagem a Dorival Caymmi

Você já foi a Bahia nego? Então vá.
Mas, ainda que não tenha ido, provavelmente conhece alguma das tantas músicas desse artista baiano, que é um dos homenageados na exposição Ícones POP da Música Brasileira, realizada pela Ação Cultural Oficina HQ.
A exposição tem abertura próxima quinta-feira, 15/09/11, às 19h, na Galeria Xisto Bahia, rua general Labatut, Barris (subsolo da biblioteca  central), Salvador-Ba.

Fonte: Salvador-BA

Exposição “imagens Humanas” de João Roberto Ripper na Caixa Cultural

Em “Imagens humanas”, sua primeira mostra individual, Ripper exibe o trabalho realizado em suas passagens por diversos cantos do país, desde quando deixou o trabalho em jornais de grande circulação na década de 1980 para atuar em agências, e aliou sua arte à militância social. Com curadoria de Dante Gastaldoni, a exposição retrata a seca, o cotidiano de povos indígenas, o trabalho infantil, a disputa pela terra, o amor pelo futebol, além de outros temas.

Taí uma dica cultural interessante para quem estiver em Salvador até 23 de outubro !