Você participou do Concurso de Ilustração da Folha?

Aconteceu durante o mês de janeiro/2017 o 5º concurso de Ilustrações do jornal Folha de São Paulo. Não sei você que está lendo, mas eu passei batido. Pra não dizer que não fiquei sabendo, eu admito. Sim, eu soube do concurso…. quando faltava 2h pra a inscrição terminar. Bom, azar o meu né? rs
Vamos ao que importa. É sim uma grande oportunidade de visibilidade, de poder ter seu trabalho reconhecido, visto, bem apresentado!
E 15 pessoas conseguiram isso! Inclusive o querido conterrâneo Hector Salas!

SELEÇÃO
Não foi escolhido um grande vencedor que colaboraria com o jornal durante 3 meses. A comissão decidiu que os 15 selecionados vão colaborar algum momento durante esse período de 3 meses.
NO quesito charge econômica, não foi escolhido ninguém.
Entre os 803 trabalhos recebidos, 2 dados: a categoria que menos recebeu criações foi a “charge econômica”, e ao contrário, a que mais recebeu trabalhos foi a categoria “ilustração”.
É interessante refletir sobre isso. De alguma forma esses números, preferências por categorias, pode servir para uma leitura. Acho que, quem tiver acesso a todo esse material pode refletir sobre o diálogo, o interesse dos artistas sobre os dias que correm, sobre a atualidade em sua volta.
Isso é muito interessante.

Para ver a matéria da folha sobre os 15 vencedores, acesse esse link: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/01/1853616-conheca-os-15-vencedores-do-5-concurso-de-ilustracao-da-folha.shtml

:: Wilton Bernardo para a Ação Cultural Oficina HQ
28/1/2017

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À beira dos 70, Robert Crumb fala sobre suas histórias mais pervertidas

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O risco de colocar todas as fantasias sexuais no papel é que décadas depois elas podem voltar para assombrar você. Aconteceu com Robert Crumb, quadrinista americano que entrou para a história por causa dessas perversões.

Quadrinhos como “As Aventuras do Nariz-de-Pica” (1969), sobre um rapaz perseguido por meninas sem “um pingo de decência” devido a sua anatomia nasal, integram a mais recente antologia do autor no Brasil, “A Mente Suja de Robert Crumb” (Veneta), que chega às livrarias no fim do mês, com seus trabalhos mais, como diz, “doentios”.

Hoje, prestes a completar 70 anos, no dia 30, Crumb diz se sentir constrangido por parte daquelas histórias.

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Antes de iniciar a entrevista por telefone à Folha, do sul da França, onde vive desde 1991, o cartunista pergunta o que a reportagem achou do material. Diz que “a maioria das mulheres não gosta dessa parte” de sua produção. “Não as culpo, não vejo por que deveriam gostar.”

Ao mesmo tempo, acha graça de reações que as histórias despertaram.

E ainda despertam. Dias atrás, o editor Rogério de Campos precisou conseguir uma gráfica de última hora para o livro, depois que a Cromosete viu o conteúdo e desistiu de rodar o material. Procurada, a gráfica informou que não imprime quadrinhos (embora tenha impresso há pouco a HQ “Stieg Larrson: Antes de Millenium”, da própria Veneta).

Leia trechos da entrevista com Crumb.

*
Folha – Na apresentação do livro, o sr. diz se arrepender de algumas de suas histórias. Qual sua sensação ao ver esse trabalho mais pervertido reunido?
Robert Crumb – Estou velho, não tenho mais aquela raiva e paixão. Algumas das coisas que fiz quando jovem me soam tão cheias de raiva. É embaraçoso. Penso: ‘O que estava passando pela minha cabeça?’. Ao mesmo tempo, para alguns leitores homens, esse é meu melhor trabalho, o mais raivoso e doentio.

Não incomoda ver publicadas hoje histórias que o fazem se sentir assim?
Há coisas que eu tenderia a preferir não ver mais, mas, se o editor gosta, quem sou eu para dizer que não deveria publicar? Nunca interferi nisso nem pretendo.

O sr. também faz um mea-culpa pelo uso de estereótipos racistas. Li uma entrevista em que chamava Hergé [autor de “Tin Tin”] de “racista vil”. Acha injusto dizerem o mesmo do sr.?
Hergé era racista, as imagens dele não eram satíricas. As minhas sempre foram feitas com intenção satírica. Não parei para pensar que negros se sentiriam ofendidos. Quando penso que coisas que fiz ofenderam negros, eu me arrependo. Não significa que evitaria que fossem publicadas, porque acho que têm um ponto sobre o racismo. Mas não sou racista.

O livro inclui a história “Joe Blow”, de 1969, sobre uma família em que os pais transam com os filhos, e que resultou num dos mais famosos casos judiciais envolvendo quadrinhos nos EUA. Como avalia as reações na época?
Era uma sátira aos estereótipos da família americana. Quando era jovem, queria explodir tudo isso. E foi a maneira ultrajante de explodir. Aquilo gerou uma reação das autoridades, o livro foi banido no Estado de Nova York. Foram levados a julgamento dois vendedores de quadrinhos. Nos EUA, eles processam o comerciante. Eu não fui incomodado, nem os editore. Os vendedores foram a julgamento e o juiz os considerou culpados [risos]. O caso ficou notório por causa disso.

Que lembranças o sr. guarda da sua visita ao Brasil, para a Flip, em 2010?
A mais forte foi o nível de pobreza nos arredores de São Paulo. Aquelas barracas em que as pessoas viviam nas periferias, ao lado da estrada. Era alguma coisa como animais, foi chocante para mim.

No ano passado, o sr. foi objeto de uma megamostra no Museu de Arte Moderna de Paris. Qual a sensação de ver seu trabalho num museu?
Eram salas e salas cheias. Pensei: “Meu Deus, fiz tanto trabalho”. E aquilo era só uma fração, nem de perto tinha tudo ali. “Relaxe, se aposente”, pensei [risos]. Gastei muita tinta nesta vida…

E em que gasta tinta hoje?
Estou fazendo desenhos para um livro que pretendo lançar nos próximos meses. Não é um livro de quadrinhos. Fiz dois livros chamados “Art & Beauty” [em 1996 e em 2003], desenhos de mulheres copiados de fotos, e estou fazendo o terceiro volume.

Como é chegar aos 70 anos?
O tempo passa cada vez mais rápido. A gente sente que não tem mais tanto tempo, então tem que priorizar o que importa. Tem que pensar enquanto consegue pensar bem. Uma coisa boa é não ter mais medo da morte. Mas você se sente mais cansado de muita coisa, do comportamento da sociedade, cansado, cansado…

A MENTE SUJA DE ROBERT CRUMB
AUTOR Robert Crumb
ORGANIZAÇÃO Rogério Campos
TRADUÇÃO Alexandre Boide e Marieta Baderna
EDITORA Veneta
QUANTO R$ 59,90 (232 págs.)

Fonte: Folha de São Paulo

Marisa Monte em turnê “Verdade uma ilusão”

Alguém já disse que saudade não é quando a gente sente falta de alguém, mas quando sente a sua presença“, disse Marisa Monte ao fazer uma sincera homenagem à Cassia Eller, na estreia de seu novo show, na última quinta-feira em São Paulo.
Pois bem: por quase duas horas, ali mesmo no palco, a cantora fez então com que sua plateia sentisse muita saudade dela, na noite que anunciava com chuva e vento o inverno na cidade.
Que prazer ser aquecido por sua voz. Em menos de cinco minutos ali, Marisa mostrou mais uma vez que sua missão ao se apresentar ao vivo ultrapassa a simples reprodução de faixas de um disco de lançamento.

O que ela quer (e consegue) é elevar o patamar de um espetáculo, oferecer uma outra maneira de as pessoas (por uma sinestesia espontânea) verem e ouvirem suas canções, transformar um show em experiência elevada.
Olhando só a ficha técnica do show “Verdade uma Ilusão“, um olhar mais cínico pode até achar a proposta arrogante para uma turnê que quer ser popular: convidar artistas plásticos para compor um visual para cada música?
Mas quando as imagens começam a se envolver com a música, quando olhos e ouvidos já conversam confortavelmente, e você nem pensa em pedir resgate pelo sequestro de seus sentidos, qualquer ideia de pretensão se desfaz.
Marisa Monte consegue isso antes mesmo de terminar a segunda música, “O que Você Quer Saber de Verdade”.

Orquestrado pelo diretor de arte Batman Zavarese, o visual do show é irresistível –e quando, pela criação de Cao Guimarães e Rivane Neuenschwander, uma imensa bolha de sabão desafia a atmosfera ao longo de “Ilusión” (um clássico desde a parceria com Julieta Venegas), sons e formas, na sua cabeça, são de fato uma coisa só, como se assim tivessem nascido e existido para sempre.

Difícil falar qual desses casamentos é o mais acertado. Os “4.000 Disparos” de Jonathas Andrade para “Não Vá Embora”? Os “Manuscritos” de Mana Bernardes para “E.C.T.” (quando Marisa faz então seu tributo à Cássia)? O “Dream Sequence I” de Janaína Tschäpe em “Depois”?
Eu fico, talvez, com a estupenda imagem de duas pequenas árvores à deriva num barquinho, em “Ainda Bem”, de Thiago Rocha Pitta. Por que “talvez”?

Porque não tenho muita certeza do que senti na noite de quinta. Marisa –acompanhada por músicos selecionados a dedo da Nação Zumbi, além de um superior quarteto de cordas– mais uma vez confunde nossas emoções.

Os felizes no amor querem se sentir abandonados –apenas para cantar “Depois”. Os corações solitários desejam estar com alguém para “Ainda Bem” virar verdade. E eu mesmo, que um dia escrevi, aqui mesmo nesta “Ilustrada”, lá no idos dos anos 90, que queria “morar no país que Marisa Monte canta”, já não estou mais seguro de onde desejo realmente viver. Mas sei que é desse lugar, de onde sai sua voz e seu brilho, que eu quero sempre sentir saudade.

ZECA CAMARGO
 é jornalista e apresentador do “Fantástico” (TV Globo)

“VERDADE UMA ILUSÃO”
QUANDO: em temporada até 15/7, no HSBC Brasil
QUANTO: de R$ 120 a R$ 320
CLASSIFICAÇÃO: 14 anos
AVALIAÇÃO: ótimo

Fonte: Folha de São Paulo

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Material inédito sobre Elis Regina

A cantora Elis Regina, que está tendo discos seus relançados (Folhapress)

O baú de Elis Regina não tem fundo. Para marcar os 30 anos da morte da cantora, em 19 de janeiro, dois de seus álbuns ganham reedições ampliadas, com mais do que o dobro das faixas que havia nas versões originais em LP.

Gravado ao vivo em abril de 1978, no teatro Ginástico (Rio), “Transversal do Tempo” registra o show do álbum “Elis” (1977) –o da canção “Romaria”. Foi lançado no mesmo ano em LP simples, incluindo apenas 12 canções.

A nova versão, organizada pelo pesquisador Rodrigo Faour e mixada por João Marcello Bôscoli, filho mais velho de Elis, traz o roteiro completo do espetáculo, em dois atos, somando 25 números.

Estarão lá temas inéditos na voz dela, como “Amor à Natureza” (Paulinho da Viola), “Esta Tarde Vi Llover” (do mexicano Armando Manzanero), “Maravilha” (parceria obscura da dupla Francis Hime e Chico Buarque) e “Gente” (Caetano Veloso). Deve chegar às lojas no segundo semestre em CD duplo.

Também gravado ao vivo, “Montreux Jazz Festival” registra a participação da cantora no festival suíço, em 1979. Elis fez dois shows naquele dia. Um à tarde, em que fez uma ótima performance, e outro à noite, já cansada.

Lançado meses depois de sua morte, o LP de 1982 trazia só nove faixas, retiradas quase sempre da matinê.

Marcelo Fróes, pesquisador responsável pela nova edição, reuniu todos os números apresentados por Elis naquele dia. Serão dois CDs –um com a apresentação da tarde, outro com a da noite.

Ainda que algumas canções se repitam nos dois discos, é interessante ouvir Elis variando entre seu “bom momento” e seu “mau momento”. E ouvir versões nunca antes lançadas de “Triste” (Tom Jobim) e “Corrida de Jangada” (Edu Lobo e Capinan).

Em sua versão completa, o disco de Montreux ganhou outro nome: “Um Dia”.

Fróes lembra que as duas apresentações de Montreux foram registradas também em imagem. E já trabalha a ideia de, em breve, lançar a versão completa em DVD.

Em 19 de janeiro de 1992, quando se completavam dez anos de morte de Elis, reportagens sobre a efeméride lançavam a pergunta: como o Brasil pôde se esquecer tão rapidamente daquela que tantas vezes foi considerada sua maior cantora?

Duas décadas se passaram, e o quadro se reverteu. Ao lado de Gal Costa e Nara Leão, Elis é, de novo, a cantora que mais influencia novas gerações de vozes femininas.

Muito dessa volta se deve à aparição, há uma década, de Maria Rita. A filha apresentou a mãe à juventude que ainda não a conhecia.

“Não conheço outro caso assim: um gênio vocal gerar uma filha que seja reconhecidamente uma das cantoras mais importantes de sua geração”, diz João Marcello Bôscoli. “Nenhum plano de marketing seria capaz de promovê-las de maneira tão intensa e verdadeira.”

E Maria Rita, agora, trabalha nessa promoção diretamente. Em 17 de março, data em que Elis completaria 67 anos de vida, a filha sobe ao palco do Auditório Ibirapuera, em São Paulo, para estrear temporada em que interpretará o repertório da mãe.

O show, que segue depois para Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio e Recife, em datas ainda não confirmadas, faz parte do projeto “Viva Elis”, encabeçado por Bôscoli, que inclui ainda uma exposição itinerante.

A abertura está marcada para o dia 14 de abril, no Centro Cultural São Paulo, e vai reunir fotos da cantora, imagens de entrevistas, cenas de shows e especiais de TV, ingressos e pôsteres, objetos pessoais, roupas, documentos e, é claro, sua música.

A Universal Music prepara uma caixa com a discografia de Elis na gravadora. Além dos álbuns de carreira, lançados entre 1965 e 1979, há ainda três CDs com material raro ou inédito (leia acima).

Mas ainda há muito material inédito de Elis no baú.

“A partir de nossa pesquisa de imagens, pretendemos lançar os especiais de TV gravados em Portugal, Alemanha e França”, diz Bôscoli.

Marcelo Fróes enumera mais possibilidades: “Já ouvi shows dela com a orquestra de Erlon Chaves, em 1970, e conheço pelo menos duas apresentações com Tom Jobim, em 1974, além de programas de rádio com o grupo de Luiz Loy, nos anos 1960”.

Parece certo: os próximos anos prometem uma Elis inesquecível.

Fonte: Folha de São Paulo (9/1/2012)

 

Folha.com publica, em quadrinhos, momentos cruciais do atentado de 11 de setembro

No próximo domingo, serão completados dez anos do maior atentado terrorista da história, sofrido pelos Estados Unidos no dia 11 de setembro de 2001, em que, dentre outros ataques, dois aviões foram jogados contra os dois edifícios que formavam o World Trade Center, em Nova York.

 

Para lembrar a data, a Folha.com publicou, no último dia 8, uma HQ que retrata alguns dos principais momentos do atentado que matou milhares de pessoas.
O roteiro, desenvolvido a partir do relatório oficial do governo dos Estados Unidos, é assinado por Diogo Bercito. Os desenhos são de Aluisio Cervelle Santos.
Clique aqui e confira a notícia sobre o atentado, publicada pelo Universo HQ no dia 12 de setembro de 2001; e aqui, para ler uma matéria especial sobre a repercussão do 11 de setembro nos quadrinhos.

Fonte: Universo HQ

 

HOMENAGEM AO CARTUNISTA GLAUCO NO 23° TROFÉU HQMIX

Votação nacional é considerada o “Oscar dos Quadrinhos no Brasil
Organizado pela Associação dos Cartunistas do Brasil –ACB e do Instituto Memorial de Artes Gráficas do Brasil – IMAG, o Troféu 23ºHQMIX,  traz os melhores profissionais e lançamentos dos quadrinhos e humor gráfico, de 2010, votados por desenhistas, professores, pesquisadores e jornalistas, da área, em todo o Brasil.

 A cada ano a estatueta do troféu é modificada homenageando um grande personagem dos quadrinhos e humor gráfico brasileiro. Nesse ano o artista plástico Olintho Tahara esculpiu o personagem GERALDÃO do cartunista Glauco que faleceu prematuramente em março do ano passado. A Folha de São Paulo, onde Glauco publicava suas tiras e charges, reimprimiu o encarte “Gibi do Glauco” para distribuir gratuitamente para quem for ao evento.

Nesse ano haverá ainda outras novidades: também será distribuído o jornal HQMIX com informações sobre os premiados e homenageados. E uma coleção de 20 cards de desenhistas brasileiros ao estilo dos cards de basquete americanos. A idéia é iniciar uma coleção que será acrescida de mais 20 nomes a cada edição anual do HQMIX. A distribuição será apenas no local para quem assistir ao evento por ter uma quantidade finita.

A revista BRASILEIROS transmitirá ao vivo em seu site www.revistabrasileiros.com.br/ toda a festa da premiação.

 

 O documentário “Angelí 24 Horas”, da diretora carioca Beth Formaggini, será exibido às 19h30 no auditório do SESC Pompéia. Logo depois sobem ao palco os cerca de 44 agraciados com o “Geraldão” para os destaques de 2010.

Outra presença importante é da cartunista Ana Von Rebeur, presidente da FECO –Argentina. A FECO é a Federação Internacional de Cartunistas que luta pelos direitos e divulgação dos artistas do traço no mundo. Na ocasião será fundada a FECO – Brasil com a Dra. Sonia Bibe Luyten como presidente. Um acordo Brasil, argentina, Uruguai e Paraguai está a caminho por essa iniciativa.

Serviço:
O quê: Festa do 23º HQ MIX – Premiação dos melhores profissionais e lançamentos dos quadrinhos e humor gráfico, de 2010, votados por desenhistas, professores, pesquisadores e jornalistas, da área, em todo o Brasil.
Quando: 16 de setembro, 19h30
Onde: Teatro do SESC Pompeia – Rua Clélia n°93 – Lapa – São Paulo/SP Entrada gratuita (retirar convite na portaria uma hora antes do evento)

SAIBA MAIS SOBRE O HQ MIX

O Troféu HQ Mix é uma das mais tradicionais premiações dos quadrinhos brasileiros, criado em 1988 por Gualberto Costa e José Alberto Lovetro, o Jal. Seu nome deriva do antigo programa TV Mix, exibido na época na TV Gazeta, de São Paulo, e dentro do qual o prêmio foi criado. O troféu ainda é organizado por seus criadores e pela Associação dos Cartunistas do Brasil, tendo como “padrinho” o apresentador de TV Serginho Groisman.

Segundo os objetivos traçados em seu regulamento, o Troféu HQ Mix tem a intenção de “divulgar, valorizar e premiar a produção de quadrinhos, humor gráfico, animação e assemelhados”. O design do troféu muda a cada ano, sempre homenageando algum personagem dos quadrinhos brasileiros.

Fonte: Gualberto Costa