Após erros, Panini fará recall de Sandman


Após erros, Panini fará recall de Sandman – Edição especial de 30 anos

Em março, a Panini Comics lançou o primeiro volume de Sandman – Edição especial de 30 anos (formato 17 x 26 cm, 240 páginas, capa cartonada, R$ 35,90), uma nova coleção de encadernados que republicará, na íntegra, a saga do Mestre dos Sonhos. A edição traz os oito primeiro números da revista, reunindo o arco de histórias Prelúdios & Noturnos e mais a primeira aparição da Morte. Esta iniciativa, para comemorar três décadas do surgimento desta que é uma das mais aclamadas séries em quadrinhos norte-americanas, criada por Neil Gaiman, marca a primeira vez que as histórias voltam a sair no Brasil em um formato mais acessível, após 11 anos, quando a Pixel Media publicou dois volumes.

Depois disso, a série saiu na íntegra pela própria Panini, mas em luxuosos livros em capa dura, as chamadas Edições Definitivas, que custavam cerca de R$ 150,00 cada. Mas os problemas começaram com leitores postando na internet diversos erros na publicação, como balões e recordatórios em branco e textos “vazando” dos balões. Problemas com diagramação, tradução e revisão têm se acumulado na editora nos últimos tempos, mas isso se repetir em uma obra tão emblemática quanto Sandman potencializou as reclamações. Ainda mais porque esses erros não estavam nas Edições Definitivas. Isso acabou chegando ao próprio Neil Gaiman, que foi marcado em uma postagem do leitor Thiago Ribeiro, que retuitou e comentou o assunto. “É desapontador. A qualidade das reimpressões no Brasil tem sido muito boa ao longo dos anos” (veja o post original aqui), lamentou o autor, que sempre elogiou publicamente os trabalhos de editoras brasileiras com o personagem.

Frente à repercussão, a Panini Comics divulgou uma nota oficial afirmando que fará um recall e trocará todas as edições defeituosas. Apesar de ter chegado às bancas, a pré-venda na Amazon tem data de lançamento apenas em maio, o que indica que será aguardada a edição corrigida. No mesmo comunicado, a editora afirma ter criado novos processos para que situações assim não voltem a ocorrer.

Confira abaixo, com as informações de como efetuar a troca pelo novo exemplar corrigido.

“Diante da publicação do título Sandman – Edição especial 30 anos, a Editora Panini lamenta e pede desculpas pelos problemas apresentados no título. A editora providenciou novas impressões com as devidas correções, com previsão de chegada ao mercado na 2ª quinzena de abril.

Aos leitores que já adquiriram o livro, a Editora Panini pede que entrem em contato por telefone no número (11) 3512-9444 ou pelo site http://www.lojapanini.com.br/FaleConosco para que seja realizada a troca do produto. A empresa esclarece que esses erros foram originados em edições realizadas no início do ano e que atualmente possui novos processos para assegurar a qualidade editorial. Ressaltamos que a Panini Brasil já tomou todas as medidas necessárias para que situações como essas não voltem a acontecer.”

Por Samir Naliato
Fonte: Universohq.com

Nós desbanca Capitã Marvel e quebra recorde na bilheteria americana


Lançamento da semana, o terror Nós arrecadou US$ 70 milhões e desbandou Capitã Marvel da liderança da bilheteria norte-americana. Não bastasse isso, o novo filme do diretor Jordan Peele quebrou o recorde que antes pertencia a Um Lugar Silencioso e tornou-se a maior estreia de um filme de terror no país.

Em comparação com Corra!, longa anterior do cineasta, Nós também foi superior. Afinal, a produção estrelada por Daniel Kaluuya fez US$ 33,3 milhões em fevereiro de 2017, menos da metade do alcançado neste final de semana.

Embora tenha perdido o posto de número 1, Capitã Marvel segue no Top 5. O filme solo da heroína fez US$ 35 milhões no último final de semana e agora soma US$ 321,4 milhões nos Estados Unidos. Assim, Capitã Marvel ultrapassou Thor: Ragnarok no mercado norte-americano.

Fonte: Site Omelete.com.br

Homem de ferro 3, confira dois novos spots do filme que estréia 26/04/2013

tonystark

Assista abaixo dois novos spots de TV para Homem de Ferro 3, apresentando mais detalhes da trama e cenas inéditas, incluindo a primeira amostra de um exército formado por soldados melhorados com a tecnologia Extremis, aparentemente sob o comando de Mandarim.

Fonte: Universo Hq

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Fúria de Titãs 2 embalado por Marylin Manson


Uma década depois de heroicamente derrotar o monstruoso Kraken, Perseu – o semideus filho de Zeus – está tentando viver uma vida tranquila como pescador em uma aldeia e como pai solteiro de seu filho de 10 anos, Helius. Enquanto isso, uma batalha entre deuses e Titãs pela supremacia tem início. Perigosamente enfraquecidos pela falta de devoção da humanidade, os deuses estão perdendo o controle dos Titãs encarcerados e de seu feroz líder, Kronos, pai dos irmãos Zeus, Hades e Poseidon.

O triunvirato havia derrotado seu poderoso pai há muito tempo atrás, deixando-o apodrecer no sombrio abismo do Tártaro, uma masmorra que fica nas profundezas do cavernoso submundo. Perseu não pode ignorar a sua verdadeira vocação quando Hades, junto com o filho divino de Zeus, Ares (Edgar Ramirez), quebra sua lealdade e faz um acordo com Kronos para capturar Zeus.

A força dos Titãs aumenta ainda mais quando os poderes divinos restantes de Zeus são desviados, e o inferno é desencadeado na terra. Ajudado pela guerreira Rainha Andromeda (Rosamund Pike), pelo filho semideus de Poseidon, Agenor (Toby Kebbell), e o deus caído Hefesto (Bill Nighy), Perseus bravamente embarca em uma perigosa busca no submundo para salvar Zeus, derrotar os Titãs e salvar a humanidade.
E a trilha sonora, tem a ótima música Sweet Dreams (versão de Marylin Manson) . Veja o trailler abaixo pra entrar no clima:

Se quiser curtir a música completa, segue abaixo:

Fonte: Cineinsite

365 Tiras do XAXADO


Antonio Cedraz ou simplesmente Cedraz, como todos o chamam é um dos artistas gráficos da área de quadrinhos em Salvador-Ba mais importantes para a história dos quadrinhos, seja pelapersistência, pelo conjunto da obra, pela temática originalmente concebida e definida para ser extensão e trilha de uma caminhada profissional corajosa admirável.
SIM, desde o início ele aborda a temática nordestinha. Não foi uma decisão mercadológica. É a verdade do cartunista.  E no clima de lançamento do XAXADO ANO 4 – 365 Tiras em quadrinhos, alguns profissionais falaram sobre Cedrax. Confira, mas não esqueça de anotar na sua agenda data e local do próximo lançamento do artista! 

Data do lançamento: 30 de outubro (domingo)
Local: Bienal do Livro da Bahia (Centro de Convenções da Bahia)
No estande da Turma do Xaxado a partir das 16 horas.
“A inocência pode ser um disfarce perfeito para muitas coisas.
Assim como algumas comédias de Billy Wilder escondiam críticas demolidoras ao American Way of Life, os quadrinhos de Antonio Cedraz costumam trazer, sob a aparência fofinha de uma HQ infantil, argumentos poderosos, virulentos mesmo, contra o coronelismo, a exploração do homem pelo homem, a seca fabricada do Nordeste, a hipocrisia que permeia as relações humanas e muitos outros temas incomuns em uma HQ supostamente feita para distrair crianças.
E com um detalhe importante: sem jamais cair na deselegância árida do cartum politicamente engajado ou partidário ou sindicalista.
São HQs que se prestam a diversos patamares de leitura e fruição, podendo ser entendidas e apreciadas tanto por crianças, quanto por adultos das mais diversas classes sociais e níveis de instrução.
Do trabalhador braçal quase iletrado ao intelectual mais ilustrado, da criança ainda inocente ao adulto mais descrente – todos podem captar alguma coisa, todos podem extrair alguma mensagem das tiras do Xaxado.

Nem que seja apenas uma gostosa risada.”
Chico Castro Jr.
Jornalista

“O trabalho de Antonio Cedraz se destaca no cenário dos quadrinhos brasileiros pelo seu forte enraizamento cultural, fazendo, numa linguagem leve e ágil, a crítica sobre os conflitos políticos e sociais de nossa terra. Melhor expressão do quadrinho-cartum, a Turma do Xaxado, com seus personagens originais e cativantes, mostra a vida dura do nordestino, mas sem perder o bom humor.”

-Henrique Magalhães
Cartunista e editor da Editora Marca de Fantasia

“A arte produzida por Cedraz se impôs e se impõe sozinha pela qualidade inerente, cuja simplicidade, criatividade e comunicabilidade são universais. Suas historinhas encontram espaços por serem inteligentes, bem roteirizadas e engraçadas sem perderem o senso reflexivo e educativo.”

– Sérgio Mattos
Jornalista, professor, poeta e escritor

Fonte: Assessoria

Lanterna Verde nos cinemas do Brasil

A Warner Bros. produz Lanterna Verde (Green Lantern, 2011), adaptação live-action para os cinemas da série em quadrinhos. Lanterna Verde conta como Hal Jordan (Ryan Reynolds) se tornou um dos Lanternas Verdes, integrantes de uma tropa que jurou manter a ordem no Universo, policiando galáxias – um equilíbrio que periga ruir com a ameaça do inimigo Parallax.

Dirigido por Martin Campbell (007 – Cassino Royale), Lanterna Verde já está nos cinemas do Brasil. Se aind anão viu no cinema, dá um saque no trailler abaixo.
 
Fonte: Omelete

Imagens inéditas de Miles Morales, que estréia em setembro como o novo Homem-Aranha

Miles Morales, o novo Homem-Aranha, que estréia em setembro/2011 nos EUA

Ele é o substituto de Peter Parker, que morreu no universo Ultimate da Marvel. E agora a Marvel revelou um pouco mais como será o visual de Miles Morales sem o uniforme do herói. O personagem estreia em setembro nos EUA. Veja mais imagens logo abaixo:


Fonte: UOL

Estréia hoje – “Melancolia” traz visão de Von Trier sobre a vida

Kirsten Dunst interpreta Justine, uma mulher que acaba de se casar

“Melancolia”, o novo trabalho do cineasta dinamarquês Lars Von Trier, começa em ultra slow motion, num prelúdio do que acontecerá mais adiante. O resultado é um filme visualmente muito elaborado, com inspiração em pinturas pré-rafaelitas e alemãs, música de Richard Wagner e traduzindo a habitual visão niilista do diretor sobre a vida, as relações humanas, sobre tudo, enfim. Não escapa nem o destino do planeta.

Premiada em 2010 como melhor atriz no Festival de Cannes por “Anticristo“, a francesa Charlotte Gainsbourg retorna neste novo trabalho como Claire, uma das irmãs protagonistas da história.

A outra é a norte-americana Kirsten Dunst, interpretando Justine, e que acabou vencendo, por sua vez, o prêmio de melhor atriz este ano em Cannes – onde a discussão do filme em si, que concorria à Palma de Ouro, foi bastante prejudicada devido a declarações do diretor, dizendo que “entendia Hitler”.

Um tema que nada tinha a ver com “Melancolia” e acabou custando a Von Trier ser declarado “persona non grata” no festival que o consagrou.

“Melancolia” divide-se em duas partes, a primeira dedicada a Justine, a segunda, a Claire, materializando a dualidade de uma reflexão sobre a irmandade, um dos temas do filme.

Lars von Trier conversa com os atores no set de "Melancolia". O filme estreia dia 5 de agosto

No início, uma enorme limusine quase atolada num caminho estreito demais para as suas dimensões sinaliza o início dos tropeços desta trajetória. A bordo está o par de noivos Justine e Michael (Alexander Skarsgard, da série “True Blood”), ainda rindo de toda a situação, atrasadíssimos para sua grande festa. Uma pompa que não esconde as profundas dúvidas da moça quanto ao passo que está dando.

A partir dos discursos à mesa, dos pais divorciados das irmãs (John Hurt e uma Charlotte Rampling cortante e esplêndida, como sempre), as aparências que os anfitriões Claire e o marido, John (Kiefer Sutherland) estão tentando tão arduamente manter, começam a rachar.

E segue adiante uma lenta e sistemática demolição das crenças convencionais de que o casamento, o sucesso profissional e financeiro possam sustentar qualquer tipo de estabilidade, seja pessoal ou coletiva.

“Melancolia” nasce diretamente de “Anticristo”, obra que marcou o auge da depressão do diretor. “Melancolia” é uma espécie de ritual de saída da depressão, mas que nem por isso conduz ao otimismo.

No mundo de Von Trier, não há alívio nem segurança possíveis na família, no amor, nas instituições, na cultura, na arte, no dinheiro, na infância. E, para piorar, estamos sós no imenso universo e, ainda assim, não vamos durar muito.

Não contente de arremessar toda a sua potente munição criativa, mais uma vez, contra a sociedade constituída e desautorizar quaisquer utopias, o diretor encena a destruição da Terra, diante do iminente choque contra outro planeta, Melancolia. Azul como a Terra, como um enigmático duplo do nosso, ele ficou escondido atrás do sol todo este tempo, por isso, até agora invisível. Quando sai da sombra, porém, é para valer.

Se há um porta-voz de Von Trier no filme é Justine, que, invocando uma espécie de onisciência mágica (a única que a história permite), num dado momento garante à irmã que não há vida em outros planetas.

É esse tipo de pessimismo que o diretor destila todo o tempo, da forma mais estética possível. O Lars Von Trier despojado do Dogma 95 ficou definitivamente para trás, a não ser por uma câmera na mão por vezes instável demais no banquete de casamento.

Mais do que o fim do mundo, a história tematiza a condição humana. Que as personagens principais sejam duas mulheres, irmãs cujos nomes identificam as duas partes do filme, é outra afirmação do diretor sobre a própria ambiguidade da espécie.

Claire é a racional, adaptada às convenções, esposa e mãe. Justine é a irmã rebelde, insatisfeita, insegura, que busca apoio no cerimonial do casamento, mas nada encontra. Independente da colisão de planetas, este mundo também desabaria de qualquer modo, a qualquer momento.

Se a obra de Von Trier é um retrato nítido de suas obsessões, não resta dúvida de que ele procura sempre novas ferramentas, técnicas e fórmulas para dizer o que tem a dizer.

Visualmente, “Melancolia” é um esplendor, com a fotografia de Manuel Alberto Claro (chileno radicado na Dinamarca desde criança) e os efeitos visuais de Peter Hjorth, criando momentos especiais, como a fascinante sucessão de stills que abre o filme.

Pelo clima de elegia com um quê futurista, “Melancolia” às vezes lembra Stanley Kubrick, especialmente neste começo, como uma espécie de releitura pelo avesso de “2001 – Uma Odisseia no Espaço” em outro tempo e contexto.

(Neusa Barbosa, do Cineweb)

Confira trailler abaixo:

Fonte: UOL Cinema