Desafio de HQ: ter aventura e conteúdo sem ser chato


Um dos maiores desafio para a publicação de Dona Dedé “Bela, recatada e do lar é conseguir ter um conteúdo que faça jus ao que a personagem se tornou e consequentemente a fez conseguir mais de 7 mil curtidas na página do facebook, 1.500 curtidas e mais de 1 mil compartilhamentos com apenas 1 POST!
Nas tiras, é mais fácil manter o tom crítico-sem-ser-chato-e-moralista. A história em quadrinhos longa é o maior desafio, pois é exatamente onde existe um movimento e ação maior. O ápice da aventura acontecerá na feira de São Joaquim, uma tradicional e enorme feira que existe em Salvador, onde não vai ficar fruta sobre fruta..rsrs
A previsão de lançamento é para outubro/2017.

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual; Professor do Curso de Quadrinhos Oficina HQ; designer idealizador da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | http://www.oficinahq.wordpress.com
Email: wiltonbernardo@hotmail.com

HQ de Dona Dedé já tem título: “Bela, Recatada e do Lar”


Amigos, quanto ao título, não tenho dúvidas: “Bela, recatada e do lar”. Quanto a cor do fundo, ainda não sei. Estou aberto a opiniões, ok?
Acho que o título dá o tom do que é o personagem e do que vem nas tiras provocativas, porém leves, e na história com aventura e diversão para crianças de todas as idades : P
Mas o desenho está sendo refeito, e Dona Dedé terá um Black Power massa!

AUTOR & PROFESSOR DE QUADRINHOS
No dia 22 de julho estarei iniciando uma nova torna da Oficina de Quadrinhos como Curso de Extensão na Faculdade Ruy Barbosa (Rio Vermelho, Salvador-BA). Como estou imbuído de finalizar essa produção, vou dividir com os alunos muita coisa que estou planejando, como suportes de comercialização, impressão sob demanda, e-pub, streaming, Social Comics, Clube de autores (comercialização) além da produção, do desenho, da revisão de características, do roteiro. Vai ser muito bacana essa edição da Oficina de Quadrinhos porque além de todo o conteúdo didático e abordagens já definidas, eu terei algo em acabamento muito presente e atual para mostrar e falarmos sobre.
Para quem quiser saber sobre a Oficina, é só acessar: http://wiltonbernardo.com/oficinas-2/

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual; Professor do Curso de Quadrinhos Oficina HQ; designer idealizador da marca Laço Afro
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Professor de Quadrinhos vai lançar HQ de “Dona Dedé” em outubro

Quadrinhos originais que estão sendo redesenhados para lançamento em outubro/2017


Projetos, Projetos e projetos! São tantas idéias, tantas coisas por fazer, mas Entre tantos temas, de orixás a Freud, eu vou cantarolar “antiguidade é posto” e Quem sai do forno primeiro será Dona Dedé. A personagem nasceu de uma maneira super despretensiosa há anos atrás quando fui aluno de Gutemberg Cruz num curso sobre a História dos Quadrinhos. Foi uma delícia ter participado. Além de ter conhecido uma galera super bacana, eu criei Dona Dedé.

DONA DEDÉ – A PERSONAGEM
Se passaram anos, e a personagem que inicialmente queria se aventurar e pilotar sua própria vida, aventuras e desventuras, com a mesma força que seu esposo esperava que ela pilotasse apenas o fogão ganhou novos sonhos, e aprendeu a questionar mais. Mais de uma década de criada, Dona Dedé está de frente com as Redes Sociais que lhe joga na cara a violência física, verbal, o desrespeito que praticamente anda conosco lado a lado.

Tira de Dona Dedé, personagem de Wilton Bernardo que questiona o comportamento, e tenta se encontrar, de forma leve e despretensionsa


TIRAS E HISTÓRIA PRONTA
Várias tiras e 2 histórias prontas é o que vai servir de conteúdo para sua primeira publicação, planejada para ser lançada em outubro. Como as tiras e uma das histórias em quadrinhos – sobre “descobrimento do Brasil” – tem um roteiro muito antigo bem como os desenhos, o trabalho é refazer. Será uma nova versão ainda que a história seja inédita. Nunca foi lançada mas terá uma versão mais legal. Nos desenhos atuais a personagem tem um black Power e Nina, sua melhor amiga, não será empregada doméstica, como era originalmente. “Que os personagens negros possam assumir outros papéis menos óbvios, menos lugar comum”.

PÚBLICO ALVO
Sinceramente, apesar de saber que muitas mulheres têm curtido a página de Dona Dedé no Facebook (https://www.facebook.com/Rodouabaiana/) acho que crianças (independente de serem do sexo masculino ou feminino) e homens poderão curtir a personagem. No fundo é uma incógnita, mas ela há de conquistar seus “amigos”. No facebook já tem mais de 7 mil admiradores, o que não é nada mal pra começar.

AUTOR & PROFESSOR DE QUADRINHOS
No dia 22 estarei iniciando uma nova torna da Oficina de Quadrinhos como Curso de Extensão na Faculdade Ruy Barbosa (Rio Vermelho, Salvador-BA). Como estou imbuído de finalizar essa produção, vou dividir com os alunos muita coisa que estou planejando, como suportes de comercialização, impressão sob demanda, e-pub, streaming, Social Comics, Clube de autores (comercialização) além da produção, do desenho, da revisão de características, do roteiro. Vai ser muito bacana essa edição da Oficina de Quadrinhos porque além de todo o conteúdo didático e abordagens já definidas, eu terei algo em acabamento muito presente e atual para mostrar e falarmos sobre.
Para quem quiser saber sobre a Oficina, é só acessar: http://wiltonbernardo.com/oficinas-2/

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual; Professor do Curso de Quadrinhos Oficina HQ; designer idealizador da marca Laço Afro
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Email: wiltonbernardo@hotmail.com

Que tal, uma nova história em Quadrinhos?

A construção de uma HQ será abordada durante 8 sábados na próxima Oficina de Quadrinhos, que o artista visual Wilton Bernardo realizará no Ateliê da faculdade Ruy Barbosa.
Os alunos aprenderão, de forma teórica e prática, sobre criação de personagem, roteiro, desenho e todas as outras etapas que fazem parte da construção de uma HQ, com carga horária de 16h.

Podem se inscrever: estudantes (a partir de 12 anos) e profissionais de diversas áreas interessados em aprender mais sobre produção, reflexões, pesquisas, e perguntas que precisam ser respondidas para se construir uma História em Quadrinhos. Assuntos como mercado, produção autoral, direitos autorais, bem como dicas de espaços para expor/comercializar seus trabalhos de forma independente, serão pautas importantes dentro e fora da sala, durante os 2 meses de convívio.

Wilton Bernardo é graduado em artes Visuais, estudou cursos específicos sobre a narrativa dos quadrinhos e tem no currículo diversos trabalhos nas áreas de artes e design – criou personagens e ilustrou primeiro livro infantil lançado pelo cantor Carlinhos Brown(2012); criou uma marca (Laço Afro) que produz peças de design com ilustrações autorais acerca da temática afro-brasileira, desenvolveu diversos souveniers para as Obras Sociais Irmã Dulce e criou a marca Oficina HQ através da qual realiza Oficinas de Quadrinhos e de Desenho desde 2003. Também já ganhou vários prêmios como diretor de artes e ilustrador. Já aos 10 anos Wilton Bernardo ganhou seu primeiro de vários outros prêmios, realizando o sonho de passar 15 dias nos estados Unidos, conhecendo os grandes parques da Disney e uma bolsa para estudar numa escola particular sem prazo de validade, quando retornasse ao Brasil.

A Faculdade DeVry Ruy Barbosa busca em sua essência empoderar seus alunos para alcançarem seus objetivos de carreira e pessoais. Pensando nisso a coordenação dos cursos de Publicidade e Propaganda, Design Gráfico, Design de Produto e Design de Interiores da Ruy se unem no apoio a este projeto através do coordenador e professor José Wilker M. Araújo (whatsapp (71) 9 9224-0746, e-mail: jaraujo8@frb.edu.br).

Serviço:

Oficina de Quadrinhos (para adolescentes e adultos)
Local: Faculdade Ruy Barbosa – 422, Rua Theodomiro Baptista – Rio Vermelho, Salvador-BA
Horário: 9:30 às 11:30h
Período: 22/julho a 9/setembro (8 sábados)
Investimento: 2 x R$ 225
Informações e inscrições: (71) 9 9305-9093(tim/whatsapp de Wilton Bernardo), oficinahq@hotmail.com (e-mail)

Mangás – Parte 1

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O blog da Ação Cultural Oficina HQ inicio hoje a publicação de um artigo sobre mangás dividido em alguns POSTs. O primeiro aborda:
A INFLUÊNCIA DOS MANGÁS NO BRASIL

É muito fácil olhar em vonta e perceber como os elementos estéticos dos mangás foram assimilados pela cultura pop em diversas partes do mundo. Você e provavelmente a maior parte dos brasileiros conhece alguém que assiste animês, lê mangás, conhece e admira a cultura japonesa.
Eu considero o Brasil como um país autoral, no que diz respeito a produção de quadrinhos. Não temos um estilo que reflete uma produção em larga escala onde centenas de desenhistas tentam se enquadrar para ter uma oportunidade profissional como nos EUA, por exemplo. Mas ao contrário temos muitos artistas produzindo suas crianções, cada um com seu estipo. E mesmo assim, é notíria a influência dos mangás, dos desenhistas iniciais até grandes editoras.
Em entrevista ao Portal Imprensa, Maurício de Sousa explicou o motivo de ter lançado uma das publicações que se tornou líder de mercado – A Turma da Mônica Jovem (lançada em agosto/2008) – com influências do mangá: “Para recuperar o público que estava escorrendo. Ele [o público] estava indo embora porque a Turma da Mônica infantil era coisa de criança e eles queriam outra coisa e estavam se bandeando para o mangá japonês. Eu precisava ir para a área onde o público jovem estava migrando. Eles gostavam da Turma da Mônica naquele momento e depois achavam que não preenchia mais o seu desejo de consumo, então decidimos fazer alguma coisa para eles. Criar uma Mônica com os seus 15, 16 anos e fazer algo parecido com o mangá japonês. E deu mais que certo.”

Segundo Patrícia Maria Borges em seu Doutora em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, muito antes dessa popularidade que os mangás adquiriram nas décadas de 80 e 90, aqui no Brasil, desde os anos 70 já havia desenhistas nisseis que desenvolviam quadrinhos nacionais influenciados por essa estética. Este foi o caso de Claudio Seto, Julio Shimamoto, Paulo Fukue, Fernando Ikoma, entre outros.

Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | wiltonbernardo@hotmail.com

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2ª Dica – Recursos Narrativos na HQ

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Eu estava olhando uma história em quadrinhos que fiz há muito tempo de um personagem meu – Dona Dedé – e estou pretendendo refaze e lançar. Vi umas imagens que eu acho legais de uma grande confusão numa feira, com direito a tomates e muitas outras verduras e frutas voando. Este momento é o ápice da pequena história. Isso me lembrou RITMO, um dos mais importantes recursos narrativos nas histórias em quadrinhos. É importante saber os momentos mais e menos importantes, bem como o ápice da história para utilizar bem esse recurso.
Entre os diversos recursos narrativos eu destaco: onomatopeias, enquadramento, angulações, legenda, planos e ritmo!

Tenha a ideia geral da história em mente, é fundamental para você entender a importância de cada trecho. A forma com que você vai contar a história, através das imagens que apresentará ao leitor define o ritmo. Quantos quadros vai usar e quão rápida vai ser a passagem de um fato define o ritmo e o que importa no que você está contando em quadros.

Por isso, considero ritmo um dos recursos essenciais. Também por isso, acho estranho pensar em roteirizar, sem ter a história fazendo sentido, redonda.

Ficamos por aqui. Até a próxima dica!
Ah! Se quiser sugerir um tema, fiquem à vontade!

Abraço!

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
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Editora transforma ‘Assim Falou Zaratustra’, de Nietzsche, em mangá

“Assim Falou Zaratustra: Um Livro para Todos e para Ninguém”, obra de Friedrich Nietzsche, ganhou uma versão em mangá. O volume faz parte da coleção “L&PM Pocket Mangá”, série que apresenta ao leitor textos consagrados da literatura mundial usando a linguagem das histórias em quadrinho japonesas.

O texto do filósofo não segue padrão tradicional dos escritos de filosofia, se aproximando mais da parábola e da poética do que da crítica ou do tratado. A figura central foi inspirada em um homem que viveu na Antiguidade. Acredita-se que Zaratustra, ou Zoroastro, pensava o universo como um conflito eterno entre o bem e o mal.

Nascido em família luterana em 15 de outubro de 1844, em Röcken, Alemanha, Nietzsche abominava o ascetismo, doutrina que se opõe aos prazeres mundanos. No dia 25 de agosto de 1900, após uma longa peregrinação pela Europa em busca da cura para sua doença –moléstia que colocou fim na carreira como professor de filosofia, provavelmente sífilis–, morreu em Weimar, Alemanha, vítima de pneumonia.

Alguns escritos, publicados depois de sua morte, foram produzidos pela irmã do filósofo, Elizabeth Vöster-Nietzsche (1846-1935). Falida, falsificou textos com a intenção de ganhar dinheiro e de colaborar com o antissemitismo. Ela morreu nas graças dos nazistas.
“Assim Falou Zaratustra” (Pocket Mangá) foi traduzido Drik Sada. Abaixo, veja imagens.
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ZARATUSTRA-2

“Assim Falou Zaratustra” (Pocket Mangá)
Autor: Friedrich Nietzsche
Editora: L&PM Pocket
Páginas: 208
Quanto: R$ 15,30 (preço promocional*)
Onde comprar: pelo telefone 0800-140090 ou pelo site da Livraria da Folha

Fonte: Folha de São Paulo

Nova HQ: O senhor dos Espinhos

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Visualize o mocinho fracote, mas de bom coração, lutando pela vida num cenário inóspito acompanhado de um cara durão de passado misterioso, uma mulher que grita a cada perigo, um garotinho chorão que parece ter o dom de atrair problemas, um cientista franzino, o clássico fortão e um velho turrão e egoísta semeando a discórdia no grupo.

Junte a isso aquele climão de filme B com monstros, cenário pós-apocalíptico, mortes e ação desenfreada sem tempo para tomar folego entre uma ameaça e outra. Familiar, não é?

O interessante é que todos esses elementos das típicas produções de baixo orçamento americano são servidos com um toque nipônico no novo titulo da editora JBC, O Senhor dos Espinhos (Ibara no Oh no original) escrito e ilustrado por Yuji Iwahara.
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A JBC deu seu acabamento padrão à obra com paginas coloridas e o pequeno bate papo do autor de extras. Lembrando que a editora vem tentando expandir seu núcleo de leitores, nada mais natural que essa adaptação. E só por ter pesquisado sobre a influência do livro Senhor das Moscas, de Willian Golding, na criação de Ibara no Oh a JBC já ganha alguns pontinhos.

O mangá segue a nova tendência da editora, em apostar num publico mais velho e com séries curtas. O Senhor dos Espinhos cumpre esses requisitos com louvor, tendo apenas seis volumes com uma história dinâmica, que não perde tempo com firulas ou filosofias existenciais. Ele não veio aqui para ser o novo divisor de águas dos quadrinhos, apenas entreter seus leitores com uma trama cujo enredo não resistiria a um olhar mais clínico, mas que funciona bem no conjunto da obra. O desenho do artista não abusa de traços rebuscados o que casa bem com o estilo da série.

Com uma introdução bem prática, logo na abertura conhecemos a doença Síndrome do Enrijecimento Celular Adquirido, ou Medusa para simplificar, cujos infectados sofrem um enrijecimento da pele e demais tecidos, semelhante a petrificação, onde o corpo se torna frágil e partindo a um simples toque.
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Como a doença não tem cura, e é mais contagiosa que a gripe Espanhola, um grupo de portadores foram escolhidos por sorteio para serem colocadas em um sono criogênico enquanto aguardam uma possível cura. Uma das sorteadas, como não poderia faltar num mangá, é a colegial Kasumi Ishiki, que embarcou nessa obrigada, uma vez que não queria se separar de sua irmã gêmea, Shizuki.

Menos de 10 páginas depois as coisas começam a dar errado. Kasumi acorda e em vez de cientistas e das modernas instalações, se vê nas ruinas de um prédio tomado pela floresta e cipós cheios de espinhos. Outras pessoas também acordam e são atacados por bizarras criaturas e devorados.

Resta apenas um pequeno grupo sobrevive além de Kasumi, entre eles o tatuado e misterioso Marcos Owen. E é ele que acaba tomando o posto de líder, já que impulsiona o grupo a abandonar as ruínas e procurar ajuda, uma vez que os sobreviventes não tem qualquer meio de se comunicar com o mundo exterior ou ideia do que está rolando ali. Para completar, o Medusa ainda está em seus corpo, e eles terão poucas semanas ate que a doença consuma seus corpos.

Claro que as coisas não serão fáceis com monstros em cada esquina prontos para fazer dos sobreviventes seus “lanchinhos” e com as brigas e desavenças entre os membros do grupo. Há também uma misteriosa garotinha que segue o grupo e parece ser a única que sabe a verdade sobre o que aconteceu com o mundo inclusive das constantes alucinações que Kasumi tem com sua irmã desaparecida.

Houve algumas queixas sobre a tradução para o português, mas quando os fãs mais hard core não reclamam?

Se você curte um bom filme “bagaceira” e não liga para furos do roteiro e quer apenas uma diversão honesta O Senhor dos Espinhos é para você. Compre, se acomode e assista a corrida pela sobrevivência e aprecie os corpos tombarem.

O Senhor dos Espinhos
Editora JBC
Roteiro e Arte: Yuji Iwahara
Aproximadamente 200 páginas
4 páginas coloridas
13,5 x 20,5 cm
R$ 12,90

Fonte: Impulso HQ

One Piece está de volta às bancas

Os fãs de bons mangás têm, a partir deste mês, mais duas opções nas bancas: One Piece, do japonês Eiichiro Oda, está de volta ao mercado brasileiro, pela Panini Comics.

A série foi interrompida oficialmente pela Conrad em maio de 2011, depois de 70 números publicados, que equivaliam a 35 volumes japoneses.

E vem daí a grande sacada da Panini neste relançamento: a editora colocará nas bancas duas versões de One Piece, uma a partir do começo da série, para atrair novos leitores; e outra que começa do volume 36, para os fãs que quiserem acompanhar o mangá do ponto em que a Conrad o cancelou.

One Piece é um dos mangás mais vendidos do mundo e conta a história de Monkey D. Luffy que, quando criança, fez a promessa de se tornar o maior pirata de todos os tempos.

Mas um fato curioso acaba ajudando-o. Sem querer, ele come o Fruto do Diabo, que dá poderes estranhos a quem ingeri-lo. Assim, Luffy ganha o poder de esticar como um homem de borracha, mas nunca mais conseguirá nadar.

Quando cresce, ele parte em busca de uma tripulação para entrar na grande rota e descobrir o One Piece, o maior tesouro escondido dos piratas, e com ele ver seu sonho transformado em realidade.

Para divulgar esse retorno de One Piece ao Brasil, a Panini preparou, inclusive, uma promoção na página de seus mangás no Facebook, que pode ser conferida aqui.

Fonte: Universo HQ