Cantora lança seu primeiro single “SÓ VEM”


CONHEÇA NÊSSA, ARTISTA POP BAIANA

Cantora lança seu primeiro single “SÓ VEM” com videoclipe em Janeiro

A cantora Nêssa lançará no dia 5 de Janeiro (sexta feira) seu primeiro videoclipe do single “Só Vem”, de composição própria e produção musical de Markinhos Lima, dando assim início à sua carreira totalmente independente.

A música fala sobre flerte e o clima de paquera que acontece nas noites de balada. A canção mostra a característica eclética da cantora que mescla diversos estilos musicais, indo do reaggaton ao funk, tendo como resultado um ritmo bem dançante.

Nêssa (apelido que adotou como nome artístico) é a mais nova cantora pop do cenário musical baiano. Com 25 anos, Vanessa Ribeiro é uma designer e ilustradora nascida e criada em Salvador. Iniciou sua carreira musical em 2017 fazendo participações em bandas locais. Começou a compor suas próprias músicas e pretende lançar boa parte delas em 2018. Sua música de trabalho “Só Vem” já tem sido tocada na rádio Bahia FM desde dezembro de 2017.

OUÇA A MÚSICA AQUI:

a) Nêssa on Spotify http://s2.vc/8g71
b) Nêssa – Palco MP3 http://s2.vc/8jpv
c) Nêssa – Deezer http://s2.vc/8jpz
d) Youtube http://s2.vc/8jq1

Anúncios

Daniela ofertou um espetáculo no dia 1º janeiro para Salvador

Pela 19ª vez, Daniela Mercury realizou o projeto Por-do-Som no dia 1º de janeiro. Com os convidados “Balé Folclórico da Bahia” e o grupo percussivo “Quabales”, Daniela Mercury ofertou a cidade de Salvador um verdadeiro espetáculo, apresentando a cultura deste lugar. Foi como se ela dissesse: “Olha a beleza, a maravilha da cultura afro-brasileira a qual vocês pertencem. Se reconheçam, se apreciem, isso tudo é vocês”. Foi realmente lindo, e o público realmente foi tomado de surpresa, onde se percebia visivelmente as pessoas paralisadas, olhando toda aquela apresentação cênica.

Confira parte do show no vídeo abaixo:

:: Wilton Bernardo
Idealizador do Projeto de Oficinas de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com

HOJE: REBECA MATTA LANÇA PRIMEIRO DVD COM SHOW NO COMMONS

521662_359541707488258_55249612_n

Referência da música independente baiana desde que surgiu com o premiado álbum Tantas Coisas (1998), a cantora Rebeca Matta (fotos: Tiago Lima) lança hoje À Flor da Pele, seu primeiro DVD da carreira, com um show no Commons Studio Bar.

O vídeo é uma uma bela realização da artista, que não se preocupou em apenas filmar o show – gravado em dezembro de 2011, no Solar Boa Vista.

Há uma preocupação evidente em construir um espetáculo “sinestésico” (capaz de provocar múltiplas sensações).

Para isto, ela lança mão de recursos como video-projeções do VJ Dexter e cenografia, fotografia e direção assinadas pelo artista visual Marcondes Dourado.

No palco, Rebeca é acompanhada por músicos profissionais de primeiro time: Juninho Costa (guitarra), Emanuel Venâncio (bateria), Ricardo Cadinho (baixo) e João Meirelles (programações eletrônicas).

Para completar, convidados igualmente conceituados, como o duo Dois Em Um, o violonista Mario Ulloa, o guitarrista Peu Sousa e o cantor Ronei Jorge. Infelizmente, suas participações so poderão ser vistas no DVD.

Fonte: rocoloko

Publicidade:

banner_oficina_hq_abril_2013

Wagner Moura faz show como Renato Russo, com músicos do Legião

O ator Wagner Moura se junta aos integrantes originais da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá, em show-homenagem ao grupo de Brasília, em 29 de maio, no Espaço das Américas (zona oeste de São Paulo). Promovido pela MTV, o evento tem ingressos a R$ 200, disponíveis no site da Ticket 360.

Segundo a organização, por enquanto, os artistas fizeram dois ensaios, e os detalhes do show  – como concepção do palco e do repertório – ainda serão definidos.
Fã da Legião, o ator baiano assumirá os vocais neste tributo a um dos maiores grupos de rock do Brasil e a Renato Russo.

Além da carreira de sucesso na televisão, cinema e teatro, Wagner também é vocalista da banda Sua Mãe.

MTV Ao Vivo – Tributo à Legião Urbana – Espaço das Américas – r. Tagipurú, 795, Barra Funda, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3666-5470. 29/5: 22h30. Ingr.: R$ 200.

Fonte: UOL


 

Jussara Silveira no Teatro Castro Alves (Salvador-BA)

Foto: Sérgio Guerra inspirado em imagens de Claudia Andujar

Para abrir a edição 2012 do Projeto MPB Petrobras quem chega para duas apresentações na Sala Principal do Teatro Castro Alves é a cantora Jussara Silveira, nos dias 21 e 22 de abril, acompanhada do percussionista Marcelo Costa e do pianista Danilo Andrade. O grupo Dois em Um, de Luisão Pereira e Fernanda Monteiro, faz o show de abertura do projeto. Há 15 anos em cartaz, o MPB Petrobras é sinônimo de música de qualidade e preços populares.

As apresentações começam às 20 horas.

Em 2011 realizamos um total de 50 shows distribuídos por 10 capitais do país: Salvador, Aracaju, Maceió, Recife, Fortaleza, São Luis, Natal, Brasília, Manaus e Belo Horizonte. Passaram pelo palco do projeto artistas diversos como João Bosco, Arnaldo Antunes, Roberta Sá, Hermeto Pascoal, Lenine, Tom Zé, Vander Lee, Leila Pinheiro e Ivan Lins.

Data: 21/04/2012 a 22/04/2012
Horário: 20:00
Valor: R$ 20,00 (inteira)
Fonte: Assessoria

Em cartaz documentário sobre Raul Seixas

Pai da contracultura brasileira, Raul Seixas, nascido em Salvador em 1945, cresceu apaixonado pelo rock’n’roll. Aficionado por cinema, inspirou-se em Elvis Presley e iniciou sua carreira imitando o ídolo com brilhantina no cabelo e gola da camisa levantada.

Sua morte, em 1989, deixou um grande legado de músicas que são relembradas ainda hoje ao redor de todo o Brasil pela aclamação “Toca Raul” e uma legião de fãs de várias gerações.

Vida, música e morte de Raul são agora tema do documentário Raul – O Início, o Fim e o Meio. Dirigido por Walter Carvalho (de Cazuza – O Tempo Não Para, em codireção com Sandra Werneck, eBudapeste, baseado em livro de Chico Buarque), estreou ontem (23 de março).

O filme traz depoimentos de familiares, amigos, mulheres e parceiros, além de contar com uma grande quantidade de imagens inéditas de arquivo.

Leia a seguir a entrevista exclusiva concedida por Walter Carvalho à revista CULT.

Raul Seixas

 

CULT – Qual é o diferencial de Raul Seixas no contexto da contracultura?

Walter Carvalho – Ele começou imitando Elvis Presley, do ponto de vista da intuição, não sei se tinha consciência disso. Mas estava sendo antropofágico, na medida em que pegava Elvis e misturava com Jackson do Pandeiro e Luiz Gonzaga. Esse cruzamento entre Jackson, Gonzaga e rock’n’roll cria uma antecipação: “Let Me Sing” é praticamente um baião.

Qual era a relação de Raul com o cinema?

Ele desenhava em cadernos histórias que eram verdadeiros storyboards. E lá escrevia: “Raul Seixas apresenta!”, “Raul Seixas produtor, diretor…”. Dizia também que seu sonho era fazer um filme em Hollywood, o que infelizmente não aconteceu, porque teria sido maravilhoso.

Acredito que esse aspecto viesse da admiração que tinha por Elvis Presley. Assistiu a Balada Sangrenta [Michael Curtiz, 1958, estrelado por Elvis] mais de 20 vezes: ele entrava no cinema e via o filme seguidamente, em todas as sessões. Além disso, tinha uns cadernos em que anotava os filmes a que assistia em Salvador, dando opiniões e impressões.

Raul afirma que foi para o Rio de Janeiro para lançar um tratado de filosofia metafísica. Você tem alguma informação sobre esse tratado?

Fui atrás disso, mas nunca vi, nunca encontrei. Tenho a impressão de que era mais uma lorota do Raul, uma provocação. Ninguém sabe se fez.

O que tem de filosofia metafísica na obra dele?

Vou te responder essa pergunta da seguinte forma: o filme passou na Mostra [Internacional] de São Paulo, em uma única sessão, e não estava concorrendo a nada. Quando terminou, um fã de Raul, um artista plástico popular da periferia de São Paulo, veio falar comigo e disse: “Gostei muito do seu filme, ele mexeu com a minha metafísica”. Achei essa frase sensacional.

Raul tinha era um discurso popular sofisticado, que se comunicava com o público. Tinha um viés acentuadamente popular, mas ao mesmo tempo era sofisticado na forma de dizer o que dizia, nos arranjos, no modo de cantar. Se há alguma metafísica nele, é por esse caminho.

Paulo Coelho foi o primeiro grande parceiro. Houve pontos negativos nessa parceria?

Como o próprio Paulo fala no filme, a parceria é como um casamento: na medida em que se consolida, sofre um fenômeno de entropia e se atrofia. Os conflitos começaram a vir à tona e deram na separação. Acredito que houve um desgaste entre eles, uma guerra de vaidades, de egos, uma saturação ao ponto de se separarem e ficarem anos sem se reencontrar.

Qual a razão para a decadência de sua carreira?

A boemia! A coisa que mais me impressionou desde que iniciei o projeto até quando terminei o filme foi o curto período de sua trajetória.

Entre 1972, quando surge, deixando de ser Raulzito da Bahia e passando a ser Raul Seixas no Rio de Janeiro, até morrer, em 1989, são aproximadamente 17 anos, do ponto de vista da ascensão e queda.

Nos últimos quatro anos não fez praticamente nada, ficou isolado, sem produzir, dedicou-se completamente ao vício etílico, à boemia, a ponto de não ter mais volta.

O último gesto dele foi quando Marcelo Nova o chamou para fazer uma participação em seu show. Acabou fazendo 50 shows, entre setembro e outubro de 1988, quando se encontra com Marcelo, e agosto de 1989. Morreu no primeiro final de semana em que não fez show.

Como você avalia a parceria com Marcelo Nova?

Marcelo era um admirador de Raul, o imitava quando mais novo, e os dois se conheceram quando convidados para um show no Circo Voador.

Acho que se tratava de um misto de admiração, carinho e, sem dúvida, uma atitude de quem queria dar uma oportunidade para que Raul saísse do buraco. Achou que aquilo estava movendo Raul, trazendo-o para o trabalho, mas diante de uma imagem de um Raul depauperado.

Então, o que nunca se poderá saber é se a atitude de Marcelo prolongou ou abreviou a vida de Raul. Concordo com Caetano, quando disse que não via um aproveitamento [de Raul] por parte de Marcelo Nova.

Por que Raul continua sendo lembrado e ouvido?

Acho que isso tem uma relação direta com o que fez na música. Ao mesmo tempo em que foi um grande comunicador, quem veio depois e continuou gravando [suas músicas], fazendo show, ouvindo a plateia sempre dizer o famoso “Toca Raul” contribuiu muito para que estivesse sempre presente.

Raul permaneceu porque sua obra foi maior que ele – a junção de letras inteligentes com apelo popular sofisticado e de alto nível.

Fonte: Revista Cult

OSCAR 2012: cantora fala da indicação da canção Real in Rio

Ao lado de Carlinhos Brown, a cantora Siedah Garrett tem boas chances de ganhar o Oscar no próximo domingo (26/2) com sua música Real in Rio, da animação Rio. Em entrevista ao The Hollywood Reporter ela falou sobre o assunto:”Eu sei que depois deste ano as regras vão mudar”, disse Siedah. “Muitas pessoas não estão contentes com a maneira como as coisas estão agora, até membros da Academia”, completou citando o novo regulamento no qual a Academia exige que uma música tenha a maioria dos votos dos membros e ainda possua um papel central na trama para ser indicada. Real in Rio foi escrita por Garret, Sergio Mendez e Carlinhos Brown com a cena de abertura em mente. “Tinha que representar a exuberância do Rio, os pássaros, os animais, a arquitetura, as vistas do Rio de Janeiro, não apenas os pontos turísticos”, explicou.Para Siedah, uma música original é como um terceiro ator em cena, capaz de causar reações e ideais que os personagens em cena não podem simplesmente falar. “É uma cultura muito rica e eles têm um espírito divertido, então era meu trabalho capturar e casar esses elementos com a música da cena”, contou.Para finalizar, a moça comentou sobre o cancelamento das apresentações ao vivo na noite do Oscar, o que deixou todos os envolvidos desapontados. “Não poderei cantar com Sergio Mendes no Oscar, isso é meio louco”, finalizou. A 84ª edição do Oscar será realizada em 26 de fevereiro no Teatro Kodak, em Los Angeles, sob o comando do ator e comediante Billy Crystal (A Máfia Volta ao Divã). A cerimônia será transmitida para mais de 225 países e você poderá acompanhar a cobertura em tempo real no Cineclick.

Fonte: MSN

Sábado! Futurama/Conexão Vivo no Pelourinho‏

Chegamos à terceira edição do Futurama – Música e Intervenção Ambiental, shows e video mapping no Pelourinho. Desta vez, a banda de rock Madame Saatan (PA) traz como convidado o músico Fábio Cascadura, em um show que promete sacudir o Centro Histórico. O evento conta ainda com apresentação de Julio Caldas e Choro Rock (BA) e Baia (RJ). O Futurama – Música e Intervenção Ambiental é realizado pela Maquinário Produções, através da lei de incentivo FazCultura do Governo do Estado da Bahia e integra o Conexão Vivo, iniciativa voltada ao desenvolvimento do setor musical brasileiro.

Além dos shows, a galera confere ainda o trabalho do VJ Gabiru, curador e residente da mostra de Vjing, projetando sobre obra da artista plástica Andrea May (Happy Downlady), e a VJ EsquizoMachine, projetando sobre casarões no entorno da praça.

Depois do Futurama, a saideira é na Festa Afrobeat, no Sankofa African Bar (Ladeira de S. Miguel, 7, Pelourinho) com os DJs Sankofa e Dudoo Caribe. O ingresso custa R$ 10 na bilheteria, mas tem também a lista amiga. As 70 primeiras pessoas que enviarem o nome completo para o e-mail projetoafrobeat@gmail.com pagam apenas R$ 5.

O que: Futurama – Música e Intervenção Ambiental com shows de Madame Saatan (PA) com participação de Fabio Cascadura, Julio Caldas e Choro Rock (BA) e Baia (RJ) e video mapping com os Vjs Gabiru e EsquizoMachine.
Quando: 29/10
Horário: 18h30
Onde: Praça das Artes, Pelourinho
Entrada gratuita