Tá rolando o Festival Internacional de Quadrinhos em Beja (Portugal)

Paulo Monteiro, responsável pelo evento, destacou que no primeiro fim de semana “vão estar presentes mais de 30 autores”, destacando como uma das grandes iniciativas “os CONCERTOS DESENHADOS, um evento dentro do evento, com desenhadores a desenhar, enquanto as bandas tocam”, concluiu.
O Festival Internacional de Banda Desenhada (FIBD) de Beja abraça, pelo segundo ano consecutivo, exclusivamente o Centro Histórico da cidade e em especial o Largo do Museu Regional. Ao todo, são 18 as exposições patentes ao público e 10 os países representados, da Argentina à Dinamarca, passando por Angola e pela Roménia.
Subjacente a mais uma edição do FIBD de Beja, está a ideia futura de fazer um “Museu de Banda Desenhada na cidade, que se tornará um marco importante do setor no país”, revelou na apresentação a vereadora Sónia Calvário.

O FIBD instituiu há cinco anos o “Prémio Geraldes Lino”, uma das maiores figuras portuguesa da banda desenhada, que este ano vai ser entregue a Sofia Neto, pelo próprio homenageado pelo Festival de Beja.

Arte de Flavio Luiz Nogueira na 13ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja (maio/2017)


HOMENAGEM JUSTA
O quadrinhista baiano Flavio Luiz Nogueira é um dos homenageados na 13ª edição do Festival Internacional de Quadrinhos de Beja (Portugal) – 25 de maio a 11 de junho de 2017.
“Estou muito feliz por ser o primeiro quadrinhista baiano a ser convidado para festival tão importante e ver o meu trabalho ser tão respeitado e valorizado” Flavio Luiz Nogueira

:: Wilton Bernardo
Artista Visual, Idealizador da Ação Cultural Oficina HQ

Oficinas de Quadrinhos em Salvador-BA

As Oficinas de Quadrinhos ministradas pelo artista visual e designer Wilton Bernardo terão 2 turmas simultâneas para contemplar públicos diferentes. No turno matutino a Oficina é direcionada a adolescentes e adultos; no turno vespertino, pela primeira vez, as crianças de 8 a 12 anos terão uma turma só para elas!
As turmas serão abertas com 2 grandes parceiros:
– A Faculdade Ruy Barbosa vai contemplar o público adolescente e adulto, das 9:30 às 11:30h
– O Museu Costa Pinto vai contempla a criançada de 8 a 12 anos, das 15 às 17h

SOBRE A OFICINA E O PROFESSOR
Conteúdo: Wilton desenvolveu um conteúdo que aborda as etapas de construção de uma HQ como desenho, criação de personagem, storyline, storyboard, roteiro, design, cores. Questões como mercado e direito autoral integram o conteúdo do curso.
Wilton Bernardo é graduado em artes Visuais, estudou cursos específicos sobre a narrativa dos quadrinhos e tem no currículo diversos trabalhos nas áreas de artes e design – criou os personagens Paxuá e Paramim lançados por Carlinhos Brown; a personagem feminista Dona Dedé que tem página própria no facebook e criou o projeto Oficina HQ através do qual realiza Oficinas de Quadrinhos e de Desenho desde 2003.

OS PARCEIROS
A Faculdade DeVry Ruy Barbosa busca em sua essência empoderar seus alunos para alcançarem seus objetivos de carreira e pessoais. Pensando nisso a coordenação dos cursos de Publicidade e Propaganda, Design Gráfico, Design de Produto e Design de Interiores da Ruy se unem no apoio a este projeto através do coordenador e professor José Wilker M. Araújo (email: jaraujo8@frb.edu.br).

O Museu Carlos Costa Pinto reúne no seu acervo de artes decorativas, dos séculos XVII ao início do XX, um verdadeiro testemunho dos valores artísticos e culturais da Bahia Colonial e Imperial. Além da exposição do seu inestimável acervo, promove exposições temporárias, desenvolve intensa programação cultural e possui um atuante serviço educativo, realizando visitas orientadas e oficinas de arte para estudantes e grupos diversos (email: educativo@museucostapinto.com.br)

Serviço: Oficina de Quadrinhos
a) Turma da Faculdade Ruy Barbosa: para adolescentes e adultos
Local: Faculdade Ruy Barbosa – 422, Rua Theodomiro Baptista – Rio Vermelho, Salvador-BA
Horário: 9:30h às 11:50h

b) Turma do Museu Carlos Costa Pinto: para crianças de 8 a 12 anos
Local: Museu Carlos Costa Pinto, Corredor da Vitória, Salvador-BA
Horário: 15h às 17h

Período: Junho e Julho (total de 8 sábados)
Investimento: R$ 2 x R$ 225
Informações e inscrições:
Wilton Bernardo (71) 99305-9093(tim/whatsapp), oficinahq@hotmail.com (e-mail)
Site: http://www.wiltonbernardo.com
Obs: A Oficina oferece apostilas e material necessário para as aulas

:: Oficina HQ

SECULT-BA: Cultura em Movimento – Perfil: Wilton Bernardo

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No dia nacional dos Quadrinhos, 30/1/2017,fui homenageado pelo site da Secretaria de Cultura da Bahia (SECULT BA). Fico muito grato e alegre pela homenagem.
Texto abaixo:
“Você sabia que 30 de janeiro é o Dia Nacional das Histórias em Quadrinhos? Então vamos fazer um brinde às histórias e aos personagens que encantam a tantas pessoas e que fazem parte da nossa cultura. Para ilustrar vamos escrever sobre Wilton Bernardo, quadrinista e artista visual que descobriu cedo que desenhar é mais que arte, é profissão. Nascido no Nordeste de Amaralina, aos 10 anos ganhou um concurso de desenho que, segundo ele, abriu portas. “Isso mudou muita coisa. Deu maior entendimento aos meus pais de que aquilo era arte, era trabalho, era estudo”, conta. Seu primeiro traço foi sobre o Homem-Aranha, atendendo ao pedido de um amigo. Ganhou popularidade na escola por causa dos quadrinhos e não parou mais. Decidiu então estudar Artes Visuais, a formatura foi em 2003, ano em que concretizou seu principal projeto: a Oficina HQ, uma ação cultural apoiada pelo Fundo de Cultura da Bahia, que ensinava a jovens da periferia de Salvador a arte dos quadrinhos. No currículo de Wilton, ilustração para o livro infantil “Paxuá e Paramim”, escrito por Carlinhos Brown, realização de oficinas, e mais de 20 exposições temáticas. Pode-se dizer um quadrinista de mão cheia. “Tudo começa com o traço, a mão gosta de riscar. A inspiração vem sempre de uma provocação. É como uma luz que ascende, não tem formula”, tenta explicar tamanho talento.”

Fonte: site da SECULT BA (http://www.cultura.ba.gov.br/2017/01/12895/Cultura-em-Movimento-Perfil-Wilton-Bernardo.html)

Layout do site da Secult BA fazendo homenagem a Wilton Bernardo no dia Nacional dos Quadrinhos

Layout do site da Secult BA fazendo homenagem a Wilton Bernardo no dia Nacional dos Quadrinhos

Da experiência que tive como aluno da Oficina de Quadrinhos

Por Victor Diomondes, que fez a oficina entre setembro e outubro de 2016

Com seu jeito bastante contido, diria até mesmo tímido, o professor Wilton Bernardo consegue enganar desavisados. Por trás dos óculos do Clark Kent, sempre há de haver um Superman, conquanto se esteja disposto a realizar feitos heroicos. E certamente os feitos desse artista visual é produzir quadrinhos, e principalmente, ensinar quadrinhos.

No geral já é bastante complicado produzir arte tanto no país quanto em nosso estado. Mas nossa Bahia e sua capital carecem de uma formação voltada para essa linguagem. Sim, quadrinhos é linguagem, meio de expressão, válido para se dizer sentimentos e pensamentos, para se educar e até mesmo para se vender algo, por que não? Essa foi uma das primeiras questões abordadas por Wilton em suas aulas. A forma como ele transmite as lições, sempre baseadas em um diálogo direto e franco com seus alunos é louvável. Ele poderia sim, com base em seus 13 anos de atuação na Ação Cultural Oficina HQ e mais tantos como profissional da área, falar bastante. Mas seu método de levantar diálogos sobre algum tema da realização de quadrinhos, passando referências visuais, conversando e provocando questionamentos é bem mais interessante. E com certeza ele é habilidoso nas provocações que faz, já aí surpreendendo. Não as faz de qualquer jeito, é possível se ver onde ele quer chegar, e até lá, o debate permite que cada aluno exponha suas próprias concepções, havendo um compartilhamento de ideias. Essa forma meio socrática de fazer as coisas é bem mais interessante. O aluno é, nessa Oficina de Quadrinhos, um ser ativo, e Wilton, como professor, lida com cada um como se fosse criador. O aluno não está ali só para receber um conteúdo e aplicar as lições através de um produto. Senti nas aulas do professor que ele lidava conosco como se fossemos artistas, e que tinham o que dizer.

Atravessando o conteúdo do curso, pudemos conhecer as estruturas narrativas, receber dicas e acompanhamento quanto aos nossos desenhos, e principalmente, criarmos. O foco de Wilton – e isso ele dizia com todas as letras – era o aprendizado e não necessariamente o resultado. Assim sendo, não tínhamos que ter um quadrinho totalmente pronto, mas tínhamos que ter passado pelas etapas da construção de um quadrinho. Pudemos analisar outros quadrinhos e conversarmos sobre. Isso sem dúvida era uma delícia, uma oportunidade de falarmos sobre nossas referências pop, nossos personagens prediletos, nossas críticas quanto a outros quadrinhos, séries e cinema, uma vez que cada uma dessas artes usa a narrativa. Bem, hoje em dia quando leio uma história em quadrinhos ou mesmo quando assisto um filme, série e espetáculo de teatro, não os vejo mais do mesmo jeito.

Entre papos e pratica, produzi uma série de desenhos que fiz para exercitar minha habilidade e esboços de roteiro para uma HQ. Com isso pude ter uma base firme e duradoura para produzir quadrinhos – agora a questão é fazer, né? 😛 Certamente os resultados quanto ao meu traço foram notórios, senti a diferença. O estilo de aula empreendido por Wilton Bernardo permitiu que eu pudesse a um só tempo desenvolver minhas habilidades e construísse junto aos outros alunos e ao professor um conhecimento sobre quadrinhos. Isso é algo valioso, ainda mais se pensarmos que as vezes encontramos métodos de ensino pouco abertos à conversa.

É bom que eu avise: não se pode dizer que o professor dessa oficina não preparou seus alunos para o cenário profissional. Como atuante da área, trabalhando na criação de material para jornais, empresas e até mesmo para outros artistas da cidade, ele nos forneceu dicas e partilhou experiências valiosas no trato do quadrinho e da atividade criativa como profissão. Uma das lições mais bem vindas foi quanto ao campo dos direitos autorais, que Wilton fez questão de transmitir de forma bem completa. Para que o leitor saiba mais sobre, ora bolas, vá lá e procure se inscrever na Oficina de Quadrinhos.

Meus mais profundos agradecimentos a Wilton, que além de grande artista é um educador de mão cheia, e a minha turma da Oficina de Quadrinhos que muito me ensinou a cada papo sobre HQ, Marvel, DC, Scott Pilgrim séries e arte. E todos desenham maravilhosamente bem.

Victor Diomondes é formado em Licenciatura em Teatro pela UFBA. É arte-educador, ilustrador e ator, integrante do Coletivo Saladistar Produções e Núcleo Viansatã de Investigação Cênica.

Oficina de Quadrinhos em Salvador

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Iniciou no último sábado (10/9/16) mais uma Oficina de Quadrinhos da Ação Cultural Oficina HQ, coordenada por Wilton Bernardo. Festa vez, sediada pelo Estúdio FotoeDesign, com um espaço super agradável para os alunos produzirem.
A oficina de Quadrinhos chega a seu 13º ano, com mais conteúdo, com um plano de aula atualizado, com a proposta de contemplar assuntos diversos do campo das artes gráficas, inclusive um que diz respeito a várias expressões, e que se fala tão pouco.
“Precisamos falar mais sobre direito autoral. Não podemos deixar esse assunto apenas nas mãos de advogados. É importante que os produtores de conteúdo, os autores entendam mais sobre seus direitos e compartilhe desse conhecimentos com outros” pontua Wilton Bernardo, coordenador e professor que idealizou a Oficina HQ em 2003.

Na Oficina HQ, além das etapas de construção de uma história em Quadrinhos, os alunos terão noções básicas de questões ligadas a direito autoral, e serão incentivados a explorarem suas ideias, seus traços, sua própria identidade e tirar partido disso.

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | wiltonbernardo@hotmail.com

Uma linguagem autônoma

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É muito comum alguém ver nas histórias em quadrinhos uma forma de literatura. Adaptações em quadrinhos de clássicos literários – como ocorreu com A Relíquia, de Eça de Queirós, e O Alienista, de Machado de Assis, para ficar em dois exemplos – ajudam a reforçar esse olhar. Chamar quadrinhos de literatura, a nosso ver, nada mais é do que uma forma de procurar rótulos socialmente aceitos ou academicamente prestigiados (caso da literatura, inclusive a infantil) como argumento para justificar os quadrinhos, historicamente vistos de maneira pejorativa, inclusive no meio universitário.
Quadrinhos são quadrinhos. E, como tais, gozam de uma linguagem autônoma, que usa mecanismos próprios para representar os elementos narrativos. Há muitos pontos comuns com a literatura, evidentemente. Assim como há também com o cinema, o teatro e tantas outras linguagens.
Barbieri (1998) defende a premissa de que as várias formas de linguagem não estão separadas, mas, sim, interconectadas. O autor usa uma metáfora para explicar seu ponto de vista. A linguagem seria como um grande ecossistema, cheio de pequenos nichos distintos uns dos outros (que chamou de ambientes). Cada nicho (ou ambiente) teria características
próprias, o que garantiria autonomia em relação aos demais. Isso não quer dizer, no entanto, que não possam compartilhar características comuns.

Fonte: http://poloeducacao.com.br/r/sala_do_professor/hq/teoria/os_generos_das_historias_em_quadrinhos.pdf

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Los Angeles cria “Dia do Chaves”

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Clássico da TV mexicana, “Chaves” ganhou seu próprio dia nos Estados Unidos. A prefeitura de Los Angeles, na Califórnia, anunciou nesta terça-feira (6) que 8 de setembro será o “Dia do Chaves”, durante evento com autoridades locais patrocinado pela rede mexicana Televisa e o Grupo Chespirito em parceria com a indústria de laticínios da região.

A data escolhida (dia 8) refere-se ao nome original do programa, “El Chavo del Ocho” (“O Moleque do Oito”, em tradução livre). Na cerimônia, foi entregue dois cheques de US$ 4 mil para ajudar a comunidade latina em Los Angeles, segundo informou o jornal mexicano El Universal.

“É maravilhoso que o legado de Roberto Gómez Bolaños continue vivo e apareça agora até nesta influente campanha nos Estados Unidos como um símbolo saudável, acima dos hambúrgueres e das pizzas”, comemorou José Paulo Arnaud, neto de Bolaños, criador de “Chaves” morto em novembro de 2014.

“Minha esposa e meus filhos não sabiam falar espanhol e aprenderam assistindo a ‘Chaves’. É motivo de muito orgulho que esteja recebendo esse reconhecimento em uma campanha saudável como esta” parabenizou Gil Cedillo, conselheiro de Los Angeles, de origem mexicana

Fonte: Site UOL

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Exercícios de Desenho

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A Oficina de Quadrinhos no Estúdio FotoeDesign teve a data de início alterada para 10 de setembro. E para entrarmos no clima vou deixar aqui 3 exercícios super simples, básicos mas igualmente importantes. São exercícios básicos, como o nome já diz, são bases de construção que fortalecem seu desempenho no planejamento.

1) O primeiro exercício é: observe alguns objetos como panela, quente frio, computador, enfim, objetos simples (simples nas formas). EU falei vários, mas identifique 1 perto de você. Observe e avalie as formas geométricas que você consegue visualizar na sua construção. Faça isso mentalmente. Mas não vale pensar no objeto. Tem que olhar de verdade. Porque? Porque de memória você vai idealizar. E o objetivo não é idealizar. É ser fiel aos seus olhos. Explico porquê: Se você imaginar uma panela… poderá imaginar olhando uma panela exatamente na lateral. Se for assim, poderá ver um retângulo. Mas se olhar do alto, verá uma forma oval na borda superior, certo? e a angulação dessa oval? você vai imaginar? idealizar? melhor que não.
Por isso é melhor olhar de fato.
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2) Neste segundo exercício, faça o seguinte: observe um objeto (pode ser o mesmo do primeiro exercício) e tente colocar no papel as formas geométricas que visualiza no objeto. Após colocar essas formas geométricas, com um lápis de ponta seca( que consequentemente vai fazer riscos leves, fracos) finalize o desenho do objeto com um lápis macio (de risco mais forte).

3) O terceiro exercício é: imagine um objeto que você deseja desenhar. Comece com algo simples. Exemplo: um dado, uma pera, uma maçã, um pimentão, um bule, um sapato, uma flôr, uma árvores. construa as formas geométricas. E só depois faça o desenho do objeto. Mas pense o seguinte: NADA DE FAZER DETALHES antes de fazer os traços gerais do objeto. Primeiro fazer os traços gerais. Depois de ter a forma total, a massa do objeto riscado, ai sim, começa a fazer detalhes.

Não faça os 3 exercício ao mesmo tempo. Se divirta. Não precisa separar o prazer do empenho. Se concentre, se esforce, mas não deixe de se divertir.
Abraço,

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | wiltonbernardo@hotmail.com

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Marcelo Campos lança Talvez Isso

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Marcelo Campos foi um dos primeiros quadrinhistas brasileiros a desenhar os super-heróis de grandes editoras como Marvel e DC Comics, em meados da década de 1980.
Mas ele também fez sua jornada por um universo mais filosófico e introspectivo nas tiras da série Talvez Isso, que chegou a ser lançada em um álbum (formato 10 x 21, 144 páginas) da editora Casa 21, em 2007. Estão ali somadas as experiências marcantes vividas pelo próprio autor em determinadas fases de sua vida.
Agora, o material ganha uma republicação pela editora SESI-SP, num novo formato (21 x 29,5 cm, 92 páginas, R$ 32,00), e terá evento de lançamento e exposição no dia 20 de agosto, na Quanta Academia de Artes (Rua Dr. José de Queirós Aranha, 246 – Vila Mariana), em São Paulo/SP, a partir das 17 horas.

Fonte: site Universo HQ

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