Netflix: 2ª Temporada de Narcos no ar

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Já está disponivel no site da Netflix a segunda temporada de Narcos.
A primeira temporada do programa foi estrelada por Wagner Moura, teve produção de José Padilha e contou a história do traficante colombiano Pablo Escobar. A estreia aconteceu no dia 28 de agosto de 2015.

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Exercícios de Desenho

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A Oficina de Quadrinhos no Estúdio FotoeDesign teve a data de início alterada para 10 de setembro. E para entrarmos no clima vou deixar aqui 3 exercícios super simples, básicos mas igualmente importantes. São exercícios básicos, como o nome já diz, são bases de construção que fortalecem seu desempenho no planejamento.

1) O primeiro exercício é: observe alguns objetos como panela, quente frio, computador, enfim, objetos simples (simples nas formas). EU falei vários, mas identifique 1 perto de você. Observe e avalie as formas geométricas que você consegue visualizar na sua construção. Faça isso mentalmente. Mas não vale pensar no objeto. Tem que olhar de verdade. Porque? Porque de memória você vai idealizar. E o objetivo não é idealizar. É ser fiel aos seus olhos. Explico porquê: Se você imaginar uma panela… poderá imaginar olhando uma panela exatamente na lateral. Se for assim, poderá ver um retângulo. Mas se olhar do alto, verá uma forma oval na borda superior, certo? e a angulação dessa oval? você vai imaginar? idealizar? melhor que não.
Por isso é melhor olhar de fato.
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2) Neste segundo exercício, faça o seguinte: observe um objeto (pode ser o mesmo do primeiro exercício) e tente colocar no papel as formas geométricas que visualiza no objeto. Após colocar essas formas geométricas, com um lápis de ponta seca( que consequentemente vai fazer riscos leves, fracos) finalize o desenho do objeto com um lápis macio (de risco mais forte).

3) O terceiro exercício é: imagine um objeto que você deseja desenhar. Comece com algo simples. Exemplo: um dado, uma pera, uma maçã, um pimentão, um bule, um sapato, uma flôr, uma árvores. construa as formas geométricas. E só depois faça o desenho do objeto. Mas pense o seguinte: NADA DE FAZER DETALHES antes de fazer os traços gerais do objeto. Primeiro fazer os traços gerais. Depois de ter a forma total, a massa do objeto riscado, ai sim, começa a fazer detalhes.

Não faça os 3 exercício ao mesmo tempo. Se divirta. Não precisa separar o prazer do empenho. Se concentre, se esforce, mas não deixe de se divertir.
Abraço,

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ e da marca Laço Afro
http://www.wiltonbernardo.com | wiltonbernardo@hotmail.com

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Pink Floyd lançará box com músicas inéditas do início da carreira

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O Pink Floyd lançará várias músicas inéditas como parte de um box que explora o início do lendário grupo de rock britânico, segundo anunciou nesta quinta-feira sua gravadora Sony Legacy Records. “The Early Years – 1965-1972”, que será colocado à venda em 11 de novembro, incluirá ao menos 27 CDs com músicas que não foram utilizadas, além de shows da banda.

Das canções que estão dentro do box, cerca de 20 jamais haviam sido divulgadas, até agora. Entretanto, algumas outras não são desconhecidas para os fãs, já que o grupo tocava às vezes trechos originais pouco conhecidos durante suas apresentações. Entre os títulos inéditos está “Vegetable Man”, escrita em 1967 pelo membro fundador Syd Barrett, que deixou a banda pouco depois devido a uma doença mental. A canção jamais foi divulgada oficialmente.

Segundo o agente do Pink Floyd, Peter Jenner, Roger Waters não queria lançar esta canção, já que a considerava muito sombria e incompleta. O baixista também abandonou o grupo em 1985, jurando que não queria ter nada a ver com o grupo. A banda liderada por David Gilmour lançou em 2014 o que seria seu último álbum, “The Endless River”.

O box sobre seus primeiros anos, que também irá conter sete livros, dos quais seis serão vendidos separadamente em 2017, não cobre o período de maior sucesso do Pink Floyd. O disco “The Dark Side of the Moon”, lançado em 1973 e em parte inspirado nos problemas mentais de Syd Barrett, continua sendo um dos mais vendidos de todos os tempos com 45 milhões de cópias. Já “The Wall”, de 1979, também está catalogado entre os melhores de todos os tempos.

Veja o trailer de divulgação do material:

Que tal ver um pouco mais? Mais um vídeo abaixo:

Fonte: (Correio do Povo e Youtube)

# Wilton Bernardo
designer gráfico e artista plástico apaixonado por cultura Pop
http://www.wiltonbernardo.com | wiltonbernardo@hotmail.com

Fábio Moon e Gabriel Bá ganham o Eisner Awards

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Como já é tradicional, durante a San Diego Comic Con foram anunciados os vencedores do Eisner Awards, uma das principais premiações de quadrinhos em todo o mundo.
E os os irmãos brasileiros Fábio Moon e Gabriel Bá foram premiados pela graphic novel Dois Irmãos, que nos Estados Unidos foi publicado pela editora Dark Horse com o título Two Brothers. No Brasil, a obra saiu pela Quadrinhos na Cia., selo da Companha das Letras.
Trata-se de uma adaptação em quadrinhos do livro homônimo escrito por Milton Hatoum e conta a história de como se constroem as relações de identidade e diferença numa família em crise. No centro da trama, estão os irmãos gêmeos Yaqub e Omar e suas relações com a mãe, o pai e a irmã, que moram em Manaus/AM.
Eles venceram na categoria Melhor Adaptação de Outro Meio. O prêmio não é inédito para a dupla, vencedora do Eisner Awards em 2011 com Daytripper, eleita a melhor minissérie.
Outros destaques foram para as editoras Image Comics e Drawn & Quarterly, com cinco prêmios. Jason Aaron levou o troféu como melhor roteirista, enquanto Cliff Chiang venceu como melhor desenhista.
Já o mangá Showa: A History of Japan, de Shigeru Mizuki, levou o prêmio pelo segundo ano consecutivo.
Veja abaixo a lista completa dos vencedores.
Melhor História Curta
Killing and Dying, por Adrian Tomine, em Optic Nerve #14 (Drawn & Quarterly)
Melhor Edição Única (ou Especial)
Silver Surfer # 11: Never After, por Dan Slott e Michael Allred (Marvel)
Melhor Série Contínua
Southern Bastards, por Jason Aaron e Jason Latour (Image)
Melhor Minissérie
The Fade Out, por Ed Brubaker e Sean Phillips (Image)
Melhor Nova Série
Paper Girls, por Brian K. Vaughan e Cliff Chiang (Image)
Melhor Publicação para Jovens Leitores (até oito anos)
Little Robot, por Ben Hatke (First Second)
Melhor Publicação para Crianças (entre nove e 12 anos)
Over the Garden Wall, por Pat McHale, Amalia Levari e Jim Campbell (BOOM! Studios/KaBOOM!)
Melhor Publicação para Jovens Adultos (entre 13 e 17 anos)
SuperMutant Magic Academy, por Jillian Tamaki (Drawn & Quarterly)
Melhor Publicação de Humor
Step Aside, Pops: A Hark! A Vagrant Collection, por Kate Beaton (Drawn & Quarterly)
Melhor Webcomic
Bandette, por Paul Tobin e Colleen Coover (Monkeybrain/comiXology)
Melhor Antologia
Drawn & Quarterly, Twenty-Five Years of Contemporary, Cartooning, Comics, and Graphic Novels, editado por Tom Devlin (Drawn & Quarterly)
Melhor Trabalho Baseado na Vida Real
March: Book Two, por John Lewis, Andrew Aydin e Nate Powell (Top Shelf/IDW)
Melhor Graphic Novel em Álbum Inédito
Ruins, por Peter Kuper (SelfMadeHero)
Melhor Graphic Novel em Republicação
Nimona, por Noelle Stevenson (Harper Teen)
TwoBrothers
Melhor Adaptação de Outra Mídia
Two Brothers, por Fábio Moon e Gabriel Bá (Dark Horse)
Melhor Edição Norte-Americana de Material Internacional
The Realist, por Asaf Hanuka (BOOM! Studios/Archaia)
Melhor Edição Norte-Americana de Material Internacional – Ásia
Showa, 1953–1989: A History of Japan, por Shigeru Mizuki (Drawn & Quarterly)
Melhor Coleção ou Projeto de Arquivo de Tiras
The Eternaut, por Héctor Germán Oesterheld e Francisco Solano Lòpez, editado por Gary Groth e Kristy Valenti (Fantagraphics)
Melhor Coleção ou Projeto de Arquivo de HQs
Walt Kelly’s Fairy Tales, editado por Craig Yoe (IDW)
Melhor Roteirista
Jason Aaron, por Southern Bastards (Image), Men of Wrath (Marvel Icon), Doctor Strange, Star Wars, Thor (Marvel)
Melhor Roteirista/Artista
Bill Griffith, por Invisible Ink: My Mother’s Secret Love Affair with a Famous Cartoonist (Fantagraphics)
Melhor Desenhista/Arte-Finalista ou Time de Desenhista e Arte-finalista
Cliff Chiang, por Paper Girls (Image)
Melhor Pintor/Artista Multimídia (arte sequencial)
Dustin Nguyen, por Descender (Image)
Melhor Capista
David Aja, por Hawkeye, Karnak, Scarlet Witch (Marvel)
Melhor Colorista
Jordie Bellaire, por The Autumnlands, Injection, Plutona, Pretty Deadly, The Surface, They’re Not Like Us, Zero (Image); The X-Files (IDW); The Massive (Dark Horse); Magneto, Vision (Marvel)
Melhor Letrista
Derf Backderf, por Trashed (Abrams)
Melhor Veículo Relacionado a Quadrinhos/Jornalismo
Hogan’s Alley, editado por Tom Heintjes (Hogan’s Alley)
Melhor Livro Relacionado a Quadrinhos
Harvey Kurtzman: The Man Who Created Mad and Revolutionized Humor in America, por Bill Schelly (Fantagraphics)
Melhor Trabalho Acadêmico
The Blacker the Ink: Constructions of Black Identity in Comics and Sequential Art, editado por Frances Gateward e John Jennings (Rutgers)
Melhor Design de Publicação
The Sandman Gallery Edition, design de Josh Beatman/Brainchild Studios (Graphitti Designs/DC)
Hall da Fama
Escolha dos juízes: Carl Burgos e Tove Jansson
Escolha dos votantes: Lynda Barry, Rube Goldberg, Matt Groening eJacques Tardi
Prêmio Russ Manning para Estreante Promissor
Dan Mora
Prêmio Humanitário Bob Clampett
Matthew Inman
Prêmio Bill Finger por Excelência em roteiro
Richard E. Hughes, Elliot S! Maggin
Prêmio Will Eisner Spirit para lojista
Orbital Comics and Games, Londres, Reino Unido

Fonte: site Universohq.com.br

Em produção: filme da Mulher-Maravilha

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A Warner Bros. divulgou, via site da revista Entertainment Weekly, uma nova foto do filme da Mulher-Maravilha, apresentando o visual das Amazonas de Themyscira.
Além da personagem-título, interpretada por Gal Gadot, é possível ver a Rainha Hipólita (Connie Nielsen), General Antiope (Robin Wright) e Menalippe (Lisa Loven Kongsli).
“Para mim, elas não deveriam vestir armaduras como os homens. Deve ser diferente, autentico e real, mas ao mesmo tempo que atraia a atenção das mulheres”, descreveu a diretora Patty Jenkins.
“A Mulher-Maravilha vista em Batman vs. Superman é experiente, já está pelo mundo há algum tempo. Ela entende muito o mundo dos homens”, analisou Gal Gadot. “Já no filme solo, contaremos esse amadurecimento da personagem, com Diana se tornando a Mulher-Maravilha. Essa é uma história nunca antes contada. Quando ela começa essa jornada, é muito pura e inocente. É uma jovem idealista que não entende as complexidades da vida e dos homens.”
Mulher-Maravilha chegará aos cinemas em 23 de junho de 2017. No elenco estão ainda Chris Pine, Danny Huston, David Thewlis, Ewen Bremner, Saïd Taghmaoui, Elena Anaya e Lucy Davis.

Fonte: UniversoHQ

@ Oficina HQ – ação cultural | by Wilton Bernardo

Em Salvador: Oficina Produção em Quadrinhos

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Programe-se para o mês de outubro: Oficina “Produção de Quadrinhos”, ministrada por Wilton Bernardo em apenas 2 dias, 17 e 18 de outubro, das 13 às 19h, num total de 8h, e investimento super bacana! Apenas R$ 75
A Oficina HQ já realizou mais de 20 oficinas, mais de 12 exposições coletivas ao longo dos 12 anos, e agora traz uma oficina mais compacta, porém, mais atual, e com uma abordagem mais ampla. Além das etapas de realização de uma HQ como desenho, criação de personagens, roteiro, e uma análise dos recursos narrativos disponíveis para ajudar o cartunista, Bernardo propõe abordar e dar dicas de como realizar a produção, como concretizar a produção de quadrinhos e até contato para apresentar seus trabalhos ao mercado internacional!Sim! Se você curte quadrinhos, saiba que além de tudo isso, você vai encontrar e fazer contato uma galera que tem interesses parecidos com os seus!
Reserve logo sua vaga!
(71) 9305-9093 (Wilton Bernardo) ou oficinahq@hotmail.com

+ sobre Wilton Bernardo:
Wilton atualmente, além da Ação Cultural Oficina HQ, Bernardo administra a marca Laço Afro (www.lacoafro.com), criada para assinar suas artes e produtos desenvolvidos com inspiração na temática africana e afro-brasileira.
Atualmente Bernardo está com uma campanha num site de crowdfunding para realizar a sua próxima exposição em São Paulo. O projeto está inscrito no site kickante.com.br e se quiser conhecer a campanha, aqui está o link: http://www.kickante.com.br/campanhas/wilton-bernardo-exposicao-crenca-e-fe-em-sao-paulo

Por quê se inscrever numa Oficina de Quadrinhos?

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“Um jovem com talento para fazer quadrinhos poderia se interessar em aprimorar um dom que possui até se sentir seguro e preparado para galgar uma oportunidade no competitivo mercado norte-americano. Quem sabe, pode conseguir desenhar para uma editora como Marvel, DC Comics e ganhar em dólar!”, poderia ser a resposta mais óbvia, certo?

Talvez eu mesmo tenha tido uma resposta parecida com a descrita acima, quando eu estava divulgando a primeira oficina de quadrinhos que ministraria, em setembro de 2003, exatamente 12 anos atrás.

A verdade é que a resposta que inicia este artigo está longe de esgotar o público tão diverso que minha Oficina de Quadrinhos atinge. Inclusive esta é uma das coisas mais interessantes da Oficina de Quadrinhos: o público tão diverso que atrai.

Profissionais de EAD para implementar a comunicação com os alunos inscritos no curso gerido pela empresa em que trabalham; uma pessoa aposentada precisando exercitar o punho com tempo livre; uma professora que gostaria de entender melhor a ferramenta das histórias em quadrinhos para realizar aulas mais interessantes; artistas plásticos que desejam dominar esta expressão. Jornalistas que desejam dominar e utilizar os quadrinhos como mais um suporte para o jornalismo. Acreditem. Todas as razões acima foram motivos que trouxeram dezenas de alunos para as diversas edições de oficina de quadrinhos, e eu poderia citar uma porção de outras razões.

Por isso, eu sempre digo às turmas que uma das melhores coisas que elas ganham ao participar da oficina é justamente uma turma de colegas (quem sabe futuros amigos) diversa, e por isso interessantíssima. Estimulo que aproveitem os contatos. Aquele é um legado fantástico para todos. Arquitetos, advogados, músicos, publicitários, psicólogos, professores, artistas plásticos, jornalistas. Reunir essas pessoas e poder dialogar com elas faz o conteúdo, as discussões e o convívio durante as 25h serem interessantíssimas. E ao final de cada aula, todos desejam fazer o ponteiro parar. O primeiro a desejar isso, com toda certeza sou eu.

:: Wilton Bernardo
Gestor da Oficina HQ – Ação Cultural

A Disney é dona de tudo que você vai ver no cinema nos próximos anos

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Animados com o segundo filme dos Vingadores, com o filme do Homem Formiga e com toda a fase 3 da Marvel que começará no ano que vem? E com a volta de Guerra nas Estrelas ao cinema, que ressuscita com não apenas uma nova trilogia mas também uma nova grife para lançar filmes desconectado da saga dos Skywalker? E com a futura adaptação para o clássico anime Ghost in the Shell? O próximo Alice no País das Maravilhas ou o próximo Piratas do Caribe? A continuação de Nemo? O próximo filme do Spielberg com o Tom Hanks? O novo Toy Story?

Disney, Disney, Disney. Disney, Disney. Disney. Disney, Disney. Disney. Disney. A maioria dos filmes que você vai assistir nos próximos anos é de propriedade pela casa de Walt Disney. Marvel, Lucasfilm e Pixar são apenas algumas marcas sob as orelhas pretas do rato corporativo mais famoso do mundo.

A imagem acima (twittada pela repórter Christina Warren) mostra a previsão de lançamentos que a empresa anunciou na CinemaCon, convenção de cinema realizada esta semana em Las Vegas, nos EUA. Disseco-a abaixo, com os meses de previsão de lançamento nos EUA:

• Vingadores – A Era de Ultron – maio de 2015
• Tomorrowland – maio de 2015
• Divertida Mente – junho de 2015
• Homem-Forminga – julho de 2015
• Ponte de Espiões – outubro de 2015
• O Bom Dinossauro – novembro de 2015
• Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força – dezembro de 2015
• Os Melhores Momentos – janeiro de 2016
• Zootopia – março de 2016
• O Livro da Selva – abril de 2016
• Capitão América: Guerra Civil – maio de 2016
• Alice no País das Maravilhas: Através do Espelho – maio de 2016
• Procurando Dory – junho de 2016
• The BFG – julho de 2016
• Meu Amigo o Dragão – agosto de 2016
• Doutor Estranho – novembro de 2016
• Moana – novembro de 2016
• Star Wars Anthology: Rogue One – dezembro de 2016
• A Bela e a Fera – março de 2017
• Ghost in the Shell – abril de 2017
• Guardiões da Galáxia 2 – maio de 2017
• Star Wars: Episode VIII – maio de 2017
• Toy Story 4 – junho de 2017
• Piratas do Caribe: Mortos Não Contam Histórias – julho de 2017
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E além destes, ainda há projetos já anunciados até 2019:

• Thor: Ragnarok – novembro de 2017
• Animação da Pixar ainda sem título – novembro de 2017
• Animação da Disney ainda sem título – março de 2018
• Vingadores: Guerra Infinita Parte 1 – abril de 2018
• Animação da Pixar ainda sem título – junho de 2018
• Pantera Negra – julho de 2018
• Capitã Marvel – novembro de 2018
• Animação da Disney ainda sem título – novembro de 2018
• Vingadores: Guerra Infinita Parte 2 – maio de 2019
• Inumanos – julho de 2019

São mais de trinta filmes e com certeza você cogitará assistir à maioria, seja em pré-estreias, na fila pra comprar ingresso no cinema ou quando estrear na TV por assinatura. De um jeito ou de outro, é dinheiro indo pra Disney.

O problema da Disney é que eles praticamente não investem em novas franquias, preferindo apostar em histórias e personagens conhecidos do grande público. Por isso a imensa maioria dos filmes é composta por continuações, remakes e adaptações.

“Vingadores 2” introduz novos heróis e vilões

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“Avengers” nº 16, quando Feiticeira Escarlate e Mercúrio são integrados ao time

Sempre que um novo filme de super-heróis adiciona mais personagens à mistura, cria-se dois tipos diferentes de expectativa: a do fã de quadrinhos, ansioso para ver como fica a versão para cinema de algum velho conhecido; e a de quem nunca abriu um gibi na vida, sendo introduzido a um novo jogador pela primeira vez. Em “Vingadores: Era de Ultron”, os heróis e vilões (no plural mesmo) que entram em cena não só ajudam a mover a trama criada pelo diretor e roteirista Joss Whedon como também são fundamentais para o futuro do Universo Cinematográfico Marvel.

Embora sejam velhos conhecidos dos leitores de HQs, as versões para cinema dos personagens trazem origens às vezes bastante diferentes da fonte de papel. No caso dos gêmeos Pietro e Wanda Maximoff, Whedon teve de tirar o elefante da sala logo de cara. No gibi, a dupla é mutante e é recrutada por Magneto para sua Irmandade na luta contra os X-Men – que, no cinema, pertencem à Fox e não podem ser usados pela Disney em seus filmes da Marvel. Assim, sua origem e poderes tiveram de ser levemente alterados para que o batalhão de advogados não tivesse de travar uma luta nos bastidores.

Pietro e Wanda, chamados de Mercúrio e Feiticeira Escarlate nos quadrinhos (no filme eles não são referidos dessa forma), foram criados em 1964 para a quarta edição de” The X-Men”, como parte da Irmandade de Mutantes de Magneto. De vilões passaram a heróis no ano seguinte quando, com a aprovação do Capitão América, passaram a integrar os Vingadores na edição 16 dos heróis mais poderosos da Terra. Como fazem parte dos dois “universos”, seu direito de uso no cinema caiu numa espécie de vácuo legal, com a Fox e a Disney compartilhando seu uso.

Foi assim que o diretor Bryan Singer usou o Mercúrio em “X-Men: Dias de Um Futuro Esquecido” ano passado. Defendido pelo ator Evan Peters, ele protagonizou uma das cenas mais bacanas da aventura mutante, o resgate de Magneto, preso em uma cela especial no Pentágono.

Já em “Era de Ultron”, o mesmo Mercúrio é interpretado por Aaron Taylor-Johnson e, ao contrário do que acontece no mundo dos X-Men, não é um mutante. É aí que o nó legal aperta, já que a Marvel/Disney não tem o direito cinematográfico da palavra “mutante”, deixando para Joss Whedon a missão de reinventar sua origem.

Leia mais no site do UOL

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Contos de fadas viram Quadrinhos

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Quando foi chamado para organizar o livro Contos de fadas em quadrinhos (Galera Junior), Chris Duffy, renomado escritor e editor de HQs, se viu, segundo ele, numa pesquisa “deliciosa”: a leitura do maior número de contos de fadas possível, em aproximadamente dois meses.

Depois, o árduo foi escolher quais seriam transformados em histórias ilustradas. Dezessete fábulas, entre narrativas dos Irmãos Grimm, outras bem conhecidas e contos folclóricos não europeus, foram selecionadas e viraram o livro Conto de Fadas em Quadrinhos.

Duffy ainda tentou equilibrar na triagem contos que contemplassem heróis e heroínas. Para cada história um cartunista de peso foi eleito e recebeu a missão de fazer sua própria releitura do conto para os quadrinhos. O resultado são recontos com bom humor, muita cor e formas inéditas.

Algumas fábulas se mantêm fiéis aos originais. Mas outras trazem reviravoltas divertidas e, muitas vezes, emocionantes. Ao todo, dezessete histórias ganham nova roupagem, colorido e humor. Uma nova maneira de interpretar antigas histórias. E de conhecer muitas outras.

O livro, do Grupo Editorial Record, já está à venda nas livrarias do país. Custa R$ 55,00 e possui 128 páginas.

Sobre o autor

Chris Duffy trabalhou como editor para a Nickelodeon Magazine por 13 anos. O cartunista já escreveu roteiros para os quadrinhos Superman Adventures, Scooby-Doo, Batman Chronicles e Rugrats Comic Adventures, e atualmente vive com a família em Cold Spring, em Nova York.
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