O desenho na infância

Esse assunto é tão importante que merece sim, uma publicação específica. Abordei esse assunto na palestra que realizei no dia Mundial do Desenhista – 15 de abril – no Centro Universitário UniRuy para um público formado por estudantes de Design Gráfico, Design de Produto, Design de Interiores e de Engenharia.
Eu acredito ser de enorme importância abordar esse assunto. Estamos o tempo todo lidando com crianças, sejam filhos, sobrinhos ou até mesmo vizinhos. Por isso é importante entender a importância dessa atividade: DESENHAR, na fase infantil, principalmente até os 4 anos de idade, onde a criança não domina a língua falada ou escrita.

FORMA DE REGISTRAR, ORGANIZAR, SE EXPRESSAR
Ainda que inconsciente, o desenho na infância ajuda a criança a organizar as idéias, a exercitar a imaginação, desenvolvimento da coordenação motora e expressar como está, registrar de sua forma as percepções do que está em sua volta.

EVITE INTERFERIR
Você está achando as garatujas – os riscos que as crianças fazem – feios e sem sentido? Guarde essa opinião para você. Poupe a criança de sua opinião. Ela está riscando demais e os traços saem dos limites? Não se preocupe, não limite até onde ela pode ir. Não interfira!
Quer ajudar? Elogie, incentive a criança a continuar desenhando.

RISCANDO PAREDES? RISCANDO SOFÁ?
Que tal ofereça a elas, como um presente, um caderno ou folhas de papel?
A interferência na produção de desenhos de uma criança pode causar bloqueios e com toda certeza, não é isso que você quer causar. Por isso respeite este momento, este espaço dela.

Por fim, esteja aberto e receptivo para ouvir e ver o que a criança quer lhe mostrar ou explicar, mas cuidado! Não insista para que ela explique, se não for de sua vontade o fazer. A arte nem sempre precisa ser explicada, e você não sabe que sentimentos ou sensações fizeram a criança produzir aquele desenho.

Fonte: A ilustração foi retirada de uma matéria do site novaescola.org.br
:: Wilton Bernardo (@wilton_bernardo) é artista visual, criador da Ação Cultural Oficina HQ (@oficinahq) e criador da Marca Laço Afro (@lacoafro)
http://www.wiltonbernardo.com

Entenda seu traço, aceite sua originalidade!


Entenda seu traço, aceite sua originalidade!

Fazendo uma pesquisa de desenhos, acabei encontrando esta ilustração de São Jorge. Vou aproveitar pra escrever uma dica sobre desenho para vocês!
Muitas pessoas tem muita insegurança sobre ter o desenho adequado ou não para fazer quadrinhos. Eu arrisco dizer que essa dúvida se dá quando ficamos muito acostumados a ver trabalhos de poucos artistas. E quando partimos para experimentarmos nos expressar com a artes do desenho, possivelmente (provavelmente fica mais adequado) nos deparamos com um traço diferente dos tão famosos e consagrados, dos autores ou artistas que estampam famosas publicações ou grandes obras (não necessariamente em revistas em quadrinhos, mas em quadros, etc). De certa forma, num primeiro momento, é compreensível. Mas há 2 coisas que eu faço questão de ressaltar:

1) Fique feliz se você vê no papel em que desenhou, um traço diferente dos outros que tanto já viu. Isso pode significar originalidade, sua expressão, sua identidade, e isso é precioso. Cabe a você conhecer mais esse seu traço, experimentar variações de espessuras dos grafites, das canetas de finalização, se elas te interessar, enfim, experimentar os materiais, e is assim testando como seu traço funciona e como se faz comunicar com os variados materiais. Experimente. Não queria fazer um único desenho e achar que já finalizou e já decidiu como vai ser seu personagem, a forma de finalizar uma história em quadrinhos. Não, não, não!

2) Exercite o desenho de observação. Ele lhe fará perceber as formas das coisas, as composições, se você se permitir realmente observar as formas, e buscar sempre nas formas geométricas, as bases de construção, sejam na imaginação, ou realmente desenhando as formas, como uma maneira de construir algo maior. Sim, as formas geométricas podem te auxiliar e serem seus melhores amigos no que diz respeito a construção de desenho.

# Wilton Bernardo
Prifessor da Oficina HQ, Cartunista, designer gráfico, artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ, da marca Laço Afro e do estúdio ilê401
@oficinahq

3ª DICA: Arquétipos


Dica 3: Arquétipos
Olha, Por mais bem estruturado e definido que já sejam seus personagens, e mais mais interessante e fechadinha que seja a sua idéia de história que você vai roteirizar, eu sugiro que antes de “bater o martelo”, antes da revisão final de sua história, você dê uma estudada sobre os arquétipos.
E digo mais, leia sobre a jornada do Herói! Isso vai ajudar de forma incrível a você conseguir organizar a história tão legal que deseja compartilhar com o mundo em forma de Quadrinhos, sem contar que você vai poder entender e organizar as funções de cada personagem dentro dessa narrativa.
Veja abaixo um pouco sobre os arquétipos e em seguida assista o vídeo!

Arquétipos
Os arquétipos podem ser compreendidos como representações personificadas das feições humanas. Todos nós temos um pouco de herói e vilão, tolo e sábio, palhaço e austero. O arquétipo vem a ser a encarnação destas características.

No roteiro, uma personagem pode representar um arquétipo. Nestas histórias o vilão sempre agirá como vilão e o herói como herói. Por outro lado existem roteiros que querem dar um aspecto mais humano as suas personagens, nestes cada personagem pode apresentar ou representar diferentes aspectos no decorrer da história.
Segundo Christopher Vogler, os principais arquétipos são: (vale muito a pena, pesquisar sobre as características de cada um desses arquétipos)
1 – HERÓI
2 – MENTOR
3 – GUARDIÃO DO LIMIAR
4 – ARAUTO
5 – CAMALEÃO
6 – SOMBRA
7 – PÍCARO
8 – O ANJO
9 – O ORELH
A

Quer saber mais?
Christopher Vogler é um roteirista de Hollywood. É famoso por ter escrito o “memorando The Writer’s Journey: Mythic Structure For Writers” (A Jornada do Escritor: Estrutura Mítica para Roteiristas), como um guia interno para os roteiristas dos estúdios Walt Disney.
Vogler trabalhou para os estúdios Disney, Fox 2000 Pictures, e para a Warner Bros. sempre nos departamentos de desenvolvimento de idéias. Também já foi professor da Escola de Cinema e Televisão da Universidade do Sul da Califórnia, na Divisão de Animação e Artes Digitais, bem como na extensão da UCLA. Atualmente, Vogler é presidente da empresa Storytech.
Vogler cursou cinema na Escola de Cinema e Televisão da Universidade do Sul da Califórnia, a mesma faculdade onde estudou George Lucas. Assim como Lucas, Vogler foi inspirado pelo trabalho do antropólogo Joseph Campbell, particularmente “O Herói de Mil Faces” e o conceito do monomito.

O monomito (às vezes chamado de “Jornada do Herói”) é um conceito de jornada cíclica presente em mitos, de acordo com o antropólogo Joseph Campbell. Agora que chegou até aqui, assista ao vídeo abaixo. Espero que esta última das 3 Dicas tenha colaborado com seu desenvolvimento na construção de sua história em Quadrinhos.
Me fala o que achou no instagram! Até as próximas dicas!

# Wilton Bernardo
Professor da Oficina HQ, Cartunista, designer gráfico, artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ, da marca Laço Afro e do estúdio ilê401
@oficinahq

2ª DICA: Storyline


2ª Dica: Storyline

Digamos que você já tem os personagens criados, com suas devidas características definidas. Agora falta desenvolver a história. Mas será que você
tem que sentar na frente do notebook e iniciar a descrição do roteiro, os diálogos, o tempo, e toda a narrativa? Será que não seria melhor ter a história desenovlvida, para depois roteirizar, com a organização das falas por personagem, cenas descritas por quadros? Mas para isso, eu vou sugerir que você desenvolva seu Storyline! Vamos entender:

Storyline
O Storyline é a síntese da história que desenvolveremos. Uma espécie de resumo que você deve escrever em 5 linhas. Nele registrará os acontecimentos mais relevantes. Esta síntese será seu guia na hora de desenvolver o argumento(a descrição da história completa, o textão), para depois preparar o roteiro. Ela te ajudará a dar o começo meio e fim à sua história, te auxiliando na elaboração dos diálogos (posteriormente), sem perder a noção de “elaboração do problema”, “valorização do problema”, e “desfecho para o problema”.

Ao elaborar o seu storyline, não se prenda a detalhes. O “close” em determinada cena, a roupa do personagem, o que o personagem vai falar pra o outro, se é manhã, tarde ou noite, o que o personagem está pensando…. definitivamente nada de detalhes.

Antes mesmo de escrever o storyline, você precisa ter uma idéia: o que vai acontecer de fato? O que justifica essa história mesmo? Existe uma mensagem a ser apresentada através dessa história? Se você vai desenvolver uma aventura, drama, ação, então, como será? Que trama ? que acontecimento? Com que fato você vai apresentar essa história?
Alguém descobre algo de muito importante?
Vai haver uma grande disputa? De quê? Entre quem? Quem vai vencer?
ATENÇÃO: Você só não pode confundir “Sinopse” com “Storyline”. A Sinopse normalmente apresenta um resumo da história de forma a atrair o interesse do leitor ou telespectador, mas não há o compromisso da Sinopse revelar tudo (senão perde a graça?). Mas Storyline não tem segredo, até mesmo porque o Storyline não vai ser apresentado ao público. Ele é etapa de desenvolvimento, de construção e quem tem acesso a ele é quem está desenvolvendo a história.

Exemplo de Storyline – Filme Melhor é impossível: Um excêntrico e difícil escritor de nova-iorque apaixona-se pela garçonete que todos os dias o atende mas a doença obsessivo-compulsiva de que sofre impede uma relação normal. Uma viagem em que os dois se vêem envolvidos por um amigo comum dá-lhe por fim a oportunidade de mostrar o seu lado melhor, conseguindo conquistá-la.

Espero que você tenha gostado das dicas 1 e 2 que compartilhei contigo. Amanhã você terá a terceira e última Dica prometida!

# Wilton Bernardo
Cartunista, designer gráfico, artista visual
Professor do curso de Quadrinhos Oficina HQ, da marca Laço Afro e do estúdio ilê401
@oficinahq

1ª DICA: Recursos narrativos (Enquadramento)


1ª Dica: Recursos narrativos
Na construção de uma história em quadrinhos há diversos recursos que compõem as etapas de construção. Conscientes ou não, essas etapas serão realizadas, então, quanto mais consciência e domínio em cada aspecto, melhor para você obter êxito em sua construção. Exemplo de recursos narrativos: onomatopeias, angulações, legendas, balões, ritmo, planos, entre outros.

Então abaixo segue uma orientação sobre enquadramento, para que você realmente esteja atento ao realizar as enquadrações de imagem em cada quadro de sua HQ.

Enquadramento
O controle da narrativa está em suas mãos. O enquadramento é importante e um ótimo exercício de direção. Cuidado com essa ferramenta, pois você precisa direcionar o olhar do leitor, mas ao mesmo tempo, precisa dar-lhe alternativas no que diz respeito a perceber as coisas.

Falar de enquadramento me faz lembrar a prática de assistir futebol ou outra competição esportiva pela TV. Tem coisa pior? Você suporto a ideia de só olhar o que a câmera enquadra! Percebe a importância? Essa analogia para facilitar sua análise e perceber o quão importante é este enquadramento para o entendimento e dedução do leitor.

Pense sobre isso na hora de enquadrar as imagens de sua história. Resumindo, quero dizer que você deve dirigir o olhar, mas com cautela e cuidado para o leitor não se sentir um idiota. Lhe dê a chance de poder deduzir algo e não, ficar sabendo de tudo que acontece na história quando as ações realmente têm o desfecho. É interessante que ele possa, também, deduzir algo e isso pode estar no campo das ideias, mas também pode depender da sua percepção sobre as imagens exibidas.

# Wilton Bernardo
Professor da Oficina HQ, Cartunista, designer gráfico, artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ, da marca Laço Afro e do estúdio ilê401
@oficinahq

Dicas gratuitas: construção de uma HQ


Pessoal, sou Wilton Bernardo, artista visual, designer gráfico e cartunista. Sou o idealizador e um dos professores do Curso de Quadrinhos da Oficina HQ que existe e realiza atividades em Salvador-BA desde 2003 – exposições, mostras de filmes, oficinas, workshops e cursos.

Cada vez que eu abro inscrições e divulgo novo curso, muitas pessoas interessadas nesta área perguntam se precisam saber desenhar, e muitas não fazem ideia das etapas que são fundamentais para qualquer pessoas poder desenvolver uma história em Quadrinhos com planejamento, segurança e de forma organizada, ou seja, profissionalmente.
No Curso de Quadrinhos que realizo, todas as etapas importantes de construção de uma HQ serão abordadas. Mas entendendo que nem todos poderão participar, seja porque não estão em Salvador-BA, ou por qualquer outro motivo, eu resolvi compartilhar com todos que acompanham as Redes Sociais da Oficina HQ (instagram, facebook e Blog) 3 dicas super importantes, GRATUITAMENTE, que ajudarão incrivelmente a você que deseja construir Histórias em Quadrinhos cada vez melhores.

As 3 dicas escolhidas para ajudar você a construir sua HQ com mais técnica – a serem disponibilizadas no instagram, blog e facebook da Oficina HQ – são as seguintes:

1 – Recursos narrativos (Enquadramento) – disponível a partir de 25/03/19
2 – Storyline – disponível a partir de 26/03/19
3 – Arquétipo – disponível a partir de 27/03/19

Espero sinceramente poder ajudar você a desenvolver suas habilidades e enriquecer sua técnica na construção de uma história em Quadrinhos.
Abraço e até a primeira dica a ser publicada amanhã!

# Wilton Bernardo
Cartunista, designer gráfico, artista visual
Gestor do curso de Quadrinhos Oficina HQ, da marca Laço Afro e do estúdio ilê401
http://www.wiltonbernardo.com

Inscrições abertas para curso de quadrinhos com Wilton Bernardo


A Oficina HQ, comandada pelo artista visual Wilton Bernardo, está com inscrições abertas para a formação das turmas do seu reconhecido curso de quadrinhos. Previstas para iniciar em 6 de abril, as aulas acontecem no Museu Carlos Costa Pinto e no Centro Universitário UniRuy, instituições parceiras do projeto que contempla adultos e crianças a partir de 8 anos de idade.
“São 16 anos à frente dessa iniciativa e, nesta edição, uma das novidades é para a turma das crianças entre 8 e 12 anos. Agora, além de desenhar e criar personagens, haverá um leque de conteúdos e atividades que estimularão a leitura, a produção textual e maior entendimento sobre os recursos narrativos para que, de forma lúdica, os alunos experimentem a construção de uma história em quadrinhos” explica Wilton. São 8 encontros que acontecem no Museu Carlos Costa Pinto, sempre nos sábados à tarde, das 15h às 17h.

Já para os adolescentes (a partir de 14 anos) e adultos serão 12 aulas, todas no Centro Universitário UniRuy e também aos sábados, porém pela manhã. Nessa turma o que há de novo é o conteúdo de introdução à pintura digital com Photoshop e tablet em 3 encontros, além de recursos narrativos, roteiro, storyboard, storyline, desenho, simbologia de cores e criação de personagens.
Os interessados em fazer a inscrição ou saber mais informações sobre o curso, podem entrar em contato através do telefone (71) 99305- 9093, do Instagram @oficinahq ou pelo e-mail oficinahq@hotmail.com.

OS PARCEIROS
A Centro Universitário UniRuy busca em sua essência empoderar seus alunos para alcançarem seus objetivos de carreira e pessoais. Pensando nisso a coordenação dos cursos de Publicidade e Propaganda, Design Gráfico, Design de Produto e Design de Interiores da Ruy se unem no apoio a este projeto através do coordenador e professor José Wilker M. Araújo (email: Jose.araujo@frb.edu.br).

O Museu Carlos Costa Pinto reúne no seu acervo de artes decorativas, dos séculos XVII ao início do XX, um verdadeiro testemunho dos valores artísticos e culturais da Bahia Colonial e Imperial. Além da exposição do seu inestimável acervo, promove exposições temporárias, desenvolve intensa programação cultural e possui um atuante serviço educativo, realizando visitas orientadas e oficinas de arte para estudantes e grupos diversos (email: educativo@museucostapinto.com.br)

Serviço: Curso de Quadrinhos

a) Turma do Centro Universitário UniRuy: para adolescentes(a partir de 14 anos) e adultos
Local: Avenida Luis Viana Filho, 3.230, Paralela, Salvador-BA
Horário: 9:30h às 11:30h
Período: 06/04 a 22/06/2019 (12 encontros)
Investimento: R$ 3 x R$ 280 ou 1 x R$ 840

b) Turma do Museu Carlos Costa Pinto: para crianças de 8 a 12 anos
Local: Museu Carlos Costa Pinto, Corredor da Vitória, Salvador-BA
Horário: 15h às 17h
Período: 06/04 a 25/05/2019 (8 encontros)
Investimento: R$ 2 x R$ 250 ou 1 x R$500

Informações e inscrições:
Tel e zap: 71 99305-9093 (Wilton Bernardo)
Instagram: @oficinahq
Email: oficinahq@hotmail.com
Blog:oficinahq.wordpress.com

Documentário de Henrique Duarte explica a música afro

O documentário “Orin: música para os Orixás” está na Mostra Competitiva Baiana do XIV Panorama Internacional Coisa de Cinema pra contar um pouco sobre a nossa história de resistência musical nos terreiros de candomblé.

O diretor Henrique Duarte, no documentário, consegue valorizar a cultura afro-brasileira, ao mesmo tempo denunciar o preconceito que sempre esteve em torno dessas origens.

Se você não quer perder a oportunidade de assistir, aproveite:
Será exibido no dia 16 de novembro, às 21h, no Cine Glauber Rocha, Salvador-BA.

Confira o trailler abaixo:

* Wilton Bernardo ( http://www.wiltonbernardo) é o idealizadora da Ação Cultural Oficina HQ (@oficinahq)

OAB-BA promove seminário de Direito Intelectual

No dia 26 de setembro, no espaço Cultural Raul Chaves da Faculdade de Direito da UFBA, será realizado o seminário Duas Décadas das Leis de Direitos Intelectuais no Brasil. O evento acontecerá durante todo o dia e trará especialistas para debater questões voltadas para a propriedade intelectual e a Lei de Direitos Autorais Brasileira.

O seminário é realizado pela Comissão de Propriedade Intelectual da OAB-BA, que tomará posse no dia 26, e conta com o apoio da Escola Superior de Advocacia (ESA) Orlando Gomes. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pela plataforma http://www.sympla.com.br.

Confira programação*:
9h – Posse da Comissão de Propriedade Intelectual da OAB-BA;

10h – Palestra: “A importância das Comissões de Propriedade Intelectual nas seccionais da OAB”, com o presidente Nacional da Comissão de Propriedade Intelectual da OAB, Dr. Ricardo Bacelar;

11h00 – Palestra: “O movimento em direção a uma proteção patentária da indústria farmacêutica; com a professora visitante do PPDG, Dra. Marta Gimenez Pereira;

14h – Apresentação musical do cantor e compositor Luiz Caldas;

14h30 – Palestra: “20 anos da Lei de Direitos Autorais Brasileira (Lei 9.610/98): histórico de sua tramitação, jurisprudência sedimentada e novos desafios na era digital, com o Desembargador do TJ/SP, Dr. José Carlos Costa Netto;

15h30 – Intervalo e lançamento de livros com sessão de autógrafos;

16h – Mesa redonda sobre música no ambiente digital: com artistas e advogados baianos (Manno Góes, Rodrigo Moraes, Ricardo Bacelar, Marcelo Timbó, Luiz Caldas, Gerônimo Santana, Alexandre Peixe, Eduardo Ferreira Gomes e Waltinho Queiroz);

17h – Encerramento com apresentações musicais dos participantes da Mesa Redonda.

*Programação sujeita a alteração

SOM DE II na Varanda do SESI


#SOM DE II
Na noite de 13 de setembro de 2018, quinta-feira, às 21h30, a Varanda do Sesi Rio Vermelho recebe o projeto #Som De II, formado pela cantora e dançarina Taii e pelo músico multi instrumentista Cesário Leony. A dupla vem com uma proposta musical irreverente, onde baixo e voz dialogam harmonicamente, trazendo em seu repertório pérolas da MPB, como O Trem Azul (de Lô Borges, consagrada na voz de Elis Regina) e Pérola Negra (do negro gato Luiz Melodia). Mas, não para por aí. O violão também está presente e com ele, músico e cantora interpretam canções que vão do samba de Jorge Aragão à bossa de Tom Jobim, em uma parceria Hessel Produções, Siri Produções, Comida de Varanda e Teatro SESI Rio Vermelho /FIEB.
O couvert artístico custa R$ 25,00.
TAII – Cantora e bailarina, formada em Dança pela UFBA, Taii possui mais de dez anos de pesquisas corporais, na dança e na música. Começou a cantar ainda na faculdade e vem unindo desde então as duas linguagens em seus trabalhos artísticos. Desenvolveu ao longo desses anos, uma intimidade com seu corpo e sua expressão, vivenciando, no palco, o seu canto e a sua dança. Compreende que as duas linguagens se complementam, trazendo com isso, um diferencial em seu trabalho como intérprete criadora.
Em sua empreitada na música, já esteve em cartaz em projetos como “Meia Noite se Improvisa” e “Ménage à Trois” no Teatro Vila Velha, e estreou seu primeiro show solo chamado “Pra Falar Do Amor”, em 2013. Em 2015, levou para as ruas e praças de Salvador o Taii Busking, onde cantou com Alexandre Vargas, Alex Mesquita, Cicinho de Assis, Luizinho do Jêji e Paulinho Andrade, sempre acompanhada por Cesário Leony. Além de atuar como intérprete, Taii também compõe, sendo boa parte das canções do seu show de origem autoral.

CESÁRIO LEONY – Formado em Licenciatura na Escola de Música da UFBA, ganhou notoriedade nacional e mundial como baixista, arranjador e diretor musical de Daniela Mercury, parceria que dura mais de 25 anos, tendo participado de diversos festivais internacionais de significante importância, como Festival de Jazz em Montreaux, London Jazz Festival, Jazztel Music, Tübingen Festival, Rock in Rio, Imatra Big Band Festival, Maiz Stage, entre outros, além de ter participado de toda a discografia da artista. Participou também, de inúmeros projetos musicais ligados à música instrumental na Bahia, integrando grupos e acompanhando artistas como Jazz Carmo Quinteto, Raposa Velha, Paulinho Andrade e várias outras formações. Acompanhou grandes nomes da MPB em turnês pelo Brasil e exterior, como Luis Melodia, Zezé Mota, Gilberto Gil, Margarete Menezes, Ivete Sangalo, Vânia Abreu, Carla Visi, Luiz Caldas e Armandinho, além de produzir vários artistas independentes, desenvolvendo gravações e produções musicais em estúdio próprio – o Estúdio da Ladeira.
Cesário Leony já recebeu inúmeros prêmios como instrumentista e, em 2006, foi homenageado com o Troféu Dodô e Osmar de Melhor Baixista do Carnaval Baiano.

Serviço:
O quê: projeto ‘#Som De II’, com Taii & Cesário Leony
Quando: 13 de setembro de 2018, quinta-feira
Horário: às 21h30
Onde: Varanda do SESI Rio Vermelho
Endereço: Rua Borges dos Reis, 09 – Rio Vermelho, Salvador-BA
Couvert Artístico: R$ 25,00
Realização: Hessel Produções, Siri Produções, Comida de Varanda e Teatro SESI Rio Vermelho /FIEB.
Maiores Informações: Tel.: (71) 9.9160-9140

# Wilton Bernardo
Designer gráfico e artista visual
Gestor da Ação Cultural Oficina HQ e da marca Laço Afro
Portfolio: http://www.wiltonbernardo.com | Email: wiltonbernardo@hotmail.com